História Ela deve ser minha - Capítulo 5


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Categorias Em Família, Glee
Personagens Blaine Anderson, Brittany S. Pierce, Clara Fernandes, Kurt Hummel, Marina Meirelles, Mercedes Jones, Noah "Puck" Puckerman, Quinn Fabray, Rachel Berry, Sam Evans, Santana Lopez, Sue Sylvester, Will Schuester
Tags Dramas, Revelaçoes, Romance, Violencia
Exibições 65
Palavras 1.199
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Violência
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 5 - CharVick


Charlie Pov’s

Quando eu recebi a mensagem da beija-flor eu fiquei em desespero, corri até a casa dela e nem liguei se tinha que ser educada entrei e vi a mãe dela dormindo no sofá com uma garrafa de whisky e fui direto no quarto da flor que estava desmaiada no chão, carreguei ela até meu carro e a levei direto para o hospital e chamei algum médico que nos atendeu bem rápido, tentei liguei para mãe dela, mas ela não atendia então tentei ligar para outra mãe a Srta. Meirelles que me atendeu na hora e disse que viria o mais rápido possível, depois eu tentei ligar para Srta. Fernandes que me atendeu no segundo toque, falei o que havia acontecido e ela veio o mais rápido que a Srta. Meirelles então o médico chegou e falou tudo o que havia acontecido e não deu meio segundo e Srta. Meirelles  também se encontrava no hospital:

Mari: Cadê minha filha? Perguntou agoniada.

Clara: Marina?

Mari: Clara.

Ficaram nessa troca de olhar até o médico aparecer dizendo que já podíamos ver a beija-flor para minha alegria já que desde que a trouxe aqui eu não pude vê-la nenhum segundo:

Charlie: Depois que vocês a vê-la eu posso ficar com ela? Perguntei meio receosa.

Mari: Claro que pode. Sorriu pra mim. – Você salvou a vida da minha filha e eu serei eternamente grata a você. Me abraçou e eu devolvi o abraço.

Clara: A Marina tem razão, você salvou a vida da nossa filha e eu me sinto culpada por tudo que aconteceu com ela. Falou com lágrimas em seus olhos.

Charlie: A beija-flor sempre teve medo de lhe dizer, mas sua esposa sempre a machucava. Falei revoltada. – Ela vai pagar muito caro por ter colocado aquelas mãos imundas na minha beija-flor. Rosnei.

Mari: Calma aí rosinha. Sorriu. – Sei que está com raiva da Fernanda, mas não é batendo nela que vai fazer a Vick melhorar. Falou e eu assenti mesmo querendo bater na aquelazinha.

Charlie: Ela batia na beija-flor porque te odiava. Falei irritada. – Você roubou a mulher dela e em troca ela batia na filha que interligava vocês duas indiretamente ou diretamente. Falei.

Mari: Então é por isso que a Cachinhos sempre ia em casa só de roupa de frio. Falou pensativa e logo seu olhar era pura fúria. – Vou te dar duas escolhas Clara ou você termina com a Fernanda ou e vou embora com a minha filha para Los Angeles lugar esse que ela nem deveria ter saído. Falou fria e isso me assustou eu não posso ficar longe da minha beija-flor.

Charlie: Por favor não leva a beija-flor embora. Pedi, não eu implorei. Não podia deixa-la ir sem saber que eu estava apaixonada por ela.

Clara: Ela não vai embora. Falou firme. – Eu estava arrumando algumas papeladas antes de vir aqui e essa papelada era o meu divórcio com a Fernanda. Suspirou. – Uma vez eu a vi batendo em Vick quando ela só tinha sete anos e eu fiquei revoltada briguei com ela e tudo mais. Suspirou novamente. – Ela prometeu que nunca encostaria um dedo me Vick, mas pelo jeito ela mentiu. Falou chorosa.

Médico: Vocês já podem entrar Srtas. Falou e fomos para o quarto da beija-flor que estava acordada rindo de algo da televisão.

Vick: Mama M. Falou empolgada. – Charlie você trouxe minha mama M. obrigada. Falou agradecida e eu sorri.

Mari: Meu amor. Abraçou a filha sem muita força. – Que saudade de você, você está bem? Está com muita dor? Estão te tratando bem? Metralhou perguntas na beija-flor.

Clara: Calma Marina uma pergunta de cada vez. Repreendeu com um sorriso pela preocupação da fotografa.

Charlie: Beija-flor você está melhor? Perguntei acariciando seus cachos.

Vick: Estou, você me salvou Charlie e eu serei grata por toda minha vida. Sorriu e eu lhe dei um selinho que ela fez questão de aprofundar o que eu achei ótimo.

Clara: Hey a gente ainda estamos aqui. Nos fez parar nosso beijo o que me fez resmungar e a beija-flor rir.

Mari: Deixa elas Clara a gente fazia a mesma coisa na idade delas. Comentou sorridente.

Vick: Quando eu vou ter alta? Perguntou animada com interação das duas mães.

Clara: O médico falou que você vai ficar aqui em observação, mas amanhã mesmo você terá alta. Sorriu pra filha.

Vick: Eu não quero voltar pra casa. Sussurrou.

Charlie: Ela pode ficar na minha casa se recuperando. Sugeri mais nem a pau que eu deixo minha beija-flor com aquela louca.

Mari: Eu prefiro que ela fique comigo no meu apartamento. Falou. – Ele é grande e você pode ficar com ela Charlie. Sorriu e eu sorri de volta. – Perto da Fernanda ela não fica. Falou firme.

Clara: Já entendi vou dar um jeito de me separar da Fernanda. Falou.

Vick: Sério mãe? Perguntou esperançosa.

Clara: Sim meu amor. Beijou a testa da morena. – A sua vida em primeiro lugar.

Vick: Obrigada Mama C. Abraçou a morena. Fiquei sorrindo com aquela imagem, mas fui interrompida por uma ligação de dona Judy.

Charlie: Oi mãe.

Judy: Charllote Fabray onde você está? E por que saiu voando de casa?

Charlie: Eu estou no hospital mãe, eu vim ajudar a beija-flor que foi machucada pela madrasta.

Judy: Ela já está melhor?

Charlie: Já sim, porém só terá alta amanhã.

Judy: Melhoras pra ela e você já pra casa, quero você aqui antes do jantar. Desligou na minha cara e eu bufei.

Vick: Ela desligou na sua cara né? Falou rindo.

Charlie: Como sempre. Revirei os olhos. – Eu vou ter que ir embora beija-flor. Fiz biquinho. – Mas amanhã eu estarei na porta do apartamento da sua mãe para lhe visitar. Assegurei.

Vick: Vou ficar te esperando. Me deu um beijo cheio de paixão. Peguei o endereço com a Sta. Meirelles e fui pra casa.

Charlie: bem educada a senhora hein dona Judith, desligando o telefone na cara da filha. Debochei e fui pro meu quarto fugindo de mais um de seus sermões.

Quinn: Preciso de sua ajuda. Entrou no meu quarto afobada.

Charlie: No que seria? Arquei a sobrancelha, nunca vi a Quinn desse jeito.

Quinn: Ashley sabe da existência da Beth e me ameaçou dizendo que se eu me aproximar da Rach novamente ela apaga a Beth e Kimberly além de machucar a própria Rachel. Falou rápido.

Charlie: O que você pensa em fazer? Nem fudendo que eu vou deixa essa garota ameaçar minha família e sair empune.

Quinn: Eu não sei, não posso deixa-la machucar minha filha e nem a Kimberly. Andava de um lado pro outro.

Charlie: Vamos pra Nova York amanhã depois de eu visitar a beija-flor. Falei determinada.

Quinn: O que aconteceu com a morena? Perguntou e eu fui contando tudo que aconteceu e logo ela mandou um torpedo para Rachel pedindo para ir visitar a amiga.

Charlie: Depois que saímos do apê da Srta. Meirelles vamos buscar a Beth e Kimberly e traze-las aqui nem que seja amarradas.

Quinn: Obrigada Charls. Me abraçou e eu devolvi o abraço. – Peça para Lopez dar um jeito de descobrir tudo dessa Ashley eu a quero longe da Beija-flor também. Falei e Quinn assentiu, nossa mãe nos chamou e nós descemos para jantar.



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