História Ela é de sagitário - Capítulo 9


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amor, Colegial, Confuso, Homossexualidade, Loiros, Morenos, Romance, Ruivos
Exibições 3
Palavras 632
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Segundo capítulo de hoje.
Gente acho que só vou postar esses dois essa semana, pois tá tendo muita prova, mas eu vou postar mais quando ficar de férias ( 2 de dezembro )
Beijos, amo vocês ♡

Capítulo 9 - Nine.


Menino dos olhos de oceano

Depois que aquela menina de longos cabelos ruivos desapareceu entre a porta do aeroporto, voltei a comer, mas fiquei intrigado com essa situação, eu queria falar com ela, então deveria ter pedido o número dela, não dado o meu a ela, e se ela não ligar?

Deixei isso para lá e voltei a almoçar assistindo minhas séries. 

                    ¤¤¤

Não sei que milagre foi esse, mas eu adormeci na cadeira onde estava, e acordei com alguém berrando na minha cara.

- STEPHAN ! - meu chefe gritava na minha cara tocando no meu ombro numa tentativa de me acordar.

- Kieran, o que aconteceu? - falei na maior calma possível

- VOCÊ ESTÁ DORMINDO NO TRABALHO, QUER PERDER O EMPREGO? - e é assim que ele agradece a minha calma.

Neguei com a cabeça enquanto ele apontava com o dedo para a cadeira da secretaria, sentei nela e fiquei ajudando pessoas e mais pessoas que passavam por ali com alguma dúvida na cabeça sobre o aeroporto ou alguma reclamação.

Estava ali, sentado na cadeira da secretaria mas minha cabeça só pensava na menina ruiva que passara por ali, será que ela realmente se interessou por mim, como eu me interessei por ela?

Não sei, mas não vou descobrir a resposta para o meu questionamento sem perguntar, então estava decidido ligar para ela quando chegasse em casa.

Só tinha um pequeno detalhe...eu não sabia o número dela...

Me veio a cabeça pegar o cupom de voo dela, eu sabia que era errado, sabia que poderia perder meu emprego, mas arrisquei, eu PRECISO falar com aquela garota.

Tirei meu computador da bolsa, olhei o cupom e lá, já como eu imaginava, estava o número de telefone dela.

Acho que quando tomei coragem para ligar para ela, eram umas 14:00, mas eu liguei.

                     ¤¤¤

Confesso que fiquei um pouco nervoso quando ela atendeu o celular. 

Tivemos uma conversa normal e durante toda a conversa fiquei pensando onde leva-la.

Cinema? Não, ela vai achar que eu quero "pegar" ela

Restaurante? Não, muito formal

Queria algo divertido e que pudéssemos nos distrair se, por acaso, ficássemos sem assunto ou sem graça. 

Uma praça? Não, muito sem graça

Uma sorveteria? É, acho que dar certo.

Chamei ela para ir comigo e marquei de pegar ela em casa às 17:00, mas eu iria chegar uns dez minutinhos antes.

No final da conversa eu perguntei o endereço dela, e ela disse para eu procurar no cupom do voo, kjsksksj, esperta.

Procurei e demorei até para achar mas logo quando achei anotei numa folha para não esquecer.

                    ¤¤¤

Saí do trabalho às 15:30, que é a hora que eu sempre saio, pois chego no aeroporto às 8:00 da manhã, tenho uma hora de almoço e saio às 15:30.

O aeroporto é um pouco longe da minha casa pois moro no centro de Londres, até fiquei um pouco impressionado quando descobri que a casa da Clarice ficava uma quadra da minha.

Demorei a chegar em casa por dois motivos, primeiro: trânsito, segundo: a minha casa é realmente longe do aeroporto.

Cheguei em casa muuuuito cansado, mas ainda tinha um encontro para ir hoje.

Tomei banho penteei o cabelo, coloquei perfume e fui escolher minha roupa. Coloquei uma bermuda e uma camisa básica.

Quando olhei no relógio já eram 16:40 mas fiquei tranquilo quando lembrei que a casa dela só ficava a uma quadra daqui.

                    ¤¤¤

Cheguei no condomínio e fiquei procurando, casa 246, 246, 246, esse número não me saia mais da cabeça, quando achei a casa e a vi saindo pela porta da frente com seus cabelos longos ruivos presos em uma trança, seu corpo sobre um vestido jeans e seus pés revestidos por um par de sapatos coloridos e divertidos.

Ela entrou no carro e eu fiquei com tanta vontade de beijar sua boca, mas me conti e dei um leve beijo em sua testa.

Dei a partida no carro e fomos conversando até a sorveteria.




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