História Ela é estranha - Capítulo 9


Escrita por: ~

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Categorias Liam Hemsworth, Taylor Momsen
Personagens Liam Hemsworth, Taylor Momsen
Tags Drama, Estranha, Liam, Sequestro, Taylor
Exibições 17
Palavras 3.067
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Me desculpem a demoraaaaaaaaa
Mas um cap gigante pra compensar!!!!!!!!!

Capítulo 9 - Don"t Wanna Know


Fanfic / Fanfiction Ela é estranha - Capítulo 9 - Don"t Wanna Know

 

A sensação em mim é horrível...

Ainda estou bem amarrado na maldita cadeira, no tal porão escuro da Taylor, ela me deixou sozinho nessas primeiras horas da manhã. Quer dizer, penso que seja de manhã, por aqui eu não tenho qualquer contato com o mundo externo. Mas sei lá, sinto como se as memórias indecentes em minha mente aconteceram na noite passada e que agora aqui, sozinho, cheirando à sexo, envergonhado, agora é a manhã de um novo dia

Vergonha, isso mesmo... me sinto mal porque fui traído pelo meu próprio corpo! Uma parte de mim tenta justificar as coisas, afinal eu estava amarrado, e tudo foi meio que forçado, quer dizer, eu não tive escolha, ela simplesmente me masturbou com aquelas mãozinhas quentes e macias, sentou em meu colo inteiramente nua, cavalgou em mim de uma forma tão insana...Droga! Aquele corpo... como não tinha percebido antes? Aí está o problema em tudo, a outra parte de mim joga na minha cara que eu gozei como um animal porque eu quis, talvez eu não passe de um pervertido no final de tudo.

Espera! Eu não gostei de nada disso! De forma alguma! Eu odiei! Isso! Odiei e tenho mais é que planejar uma forma de sair daqui!

...

As horas se arrastam quando você não pode se mover...eu nunca tinha reparado nisso antes, claro.

Ouço um barulho ao longe, ótimo é a Taylor, ela vem me ver, que bom!

-Bom dia, Liam!- ela diz feliz, acertei! É mesmo de dia!

-Hmmm...

-Eu sei, eu sei, está com sede e com fome...eu sei, já vamos resolver isso, certo?- ela vem descendo as escadas, percebo que ela carrega uma bandeja com coisas em cima, ótimo, estou faminto.

A Taylor liga a luz e é verdade...a bandeja... a calcinha vermelha estilo shortinho, a camiseta rasgada de rock, o cheiro de perfume nela...nossa...e os cabelos soltos ... e a barriguinha lisa...

-O que está olhando?- ela me surpreende e eu disfarço olhando para o outro lado, sorte que ainda estou amordaçado, não teria desculpas pra dar.

-Ah, minhas roupas...me perdoe, Liam. Eu estava tão à vontade que decidi colocar algo mais confortável, espero que não seja um problema pra você.- ela sorri, e agora não sei se foi irônica ou não.

Se eu não estivesse amarrado...eu fugiria daqui, lógico! Essa louca! Eu realmente nunca conheci a verdadeira Taylor Momsem, achava que era só a minha vizinha gótica e estranha, que era meio tímida e por isso uma gracinha, nunca imaginei que era essa demônia tarada!

-Eu li em algum lugar que quando após um potente orgasmo masculino se sente muita fome e cansaço. Eu sinto muito por só lembrar disso agora, mas vejo que você não está assim tão mal.- ela diz preparando as coisas que trouxe na bandeja.

Está falando de mim...droga! Preciso sair daqui logo, que humilhante.

-Bem, primeiro um vamos tirar isso aqui para um pouco de água, certo?- ela vem pra mim, tirando minha mordaça, que é uma tira de couro e uma bola no meio.

É quando sinto minha mandíbula doer e arder, porra de dor....droga! A Taylor me espera recobrar da sensação de poder mover minha boca normalmente de novo, então enche um copo de água e me serve na boca. Nunca um pouco de água foi tão gostoso e refrescante.

- Quer mais?

-S....- tentei dizer algo, juro que tentei mas da minha garganta não saía qualquer som, isso me apavorou.

-Ok, um pouco mais.- ela entende e me serve mais um copo cheio.

Fico tentando falar alguma coisa a voz vem falhada e em sussurros, mas continuo forçando alguma palavra além de grunhidos. Percebo que a Taylor vem com um prato de pão fatia com queijo e uma caneca com algo dentro. Ela tenta me servir um pouco de pão, mas desvio o rosto.

-O que foi? Não está com fome? Não gosta de pão? Ou é o queijo?- ela insiste.

-Nã...- a minha voz falha novamente.

-Já sei... tá pensando que coloquei algo na comida, certo?- ela me pegou em cheio.

-Não coloquei, já te disse antes que nosso acordo não é esse, eu pretendo te soltar muito vivo e bem.- ela sorri.

Só sendo idiota pra acreditar nessas palavras.

-Olha, eu vou comer e beber também, aí se tem veneno aqui iremos ao inferno juntos, certo?- ela diz tentando me passar confiança...logo quem? A criatura no mundo que tem a maior cara de ter esses planos malucos de suicido coletivo.

Mas aí ela me surpreende de novo...senta no meu colo, de frente pra mim, faz  isso pra poder comer na minha frente...bebendo um pouco de suco de algo amarelo, acho...que boca deliciosa... estou perdendo o controle...ela está sentada em uma parte bem sensível, e ele já está se animando violentamente.

-Eu quero ter um filho seu, Liam. Não se esqueça disso, eu nunca iria matar o pai do meu filho, ou pôr em risco a saúde dele.- ela diz enquanto mastigo um pedaço de pão.

A refeição acabou, marcada pela subida de temperatura que eu não pude sequer disfarçar. Ela fingiu não perceber, sorte a minha.

-Ótimo, vamos ver o que temos aqui?- ela diz saindo do meu colo.

Fico confuso até perceber que ela está pegando o balde que tem embaixo da cadeira com o assento vazado, droga.

-A boa notícia é que seus intestinos estão funcionando bem. Mas que fedor...nossa...- ela sorri fingindo naturalidade, mas ouço a última frase que disse baixinho.

Despejou o balde numa porta mais longe, acho que tem um banheiro ali, ouvi barulho de água e descarga, voltou com o balde vazio, o colocando de volta no lugar.

-Agora preciso te limpar....- ela diz me olhando de cima à baixo, acho que imaginando uma estratégia pra isso.

-Me so...so...solta.- disse meio rouco ainda forçando a garganta.

-Não será necessário, eu consigo fazer isso sozinha, relaxe.- ela sorri pra mim, droga.

Em poucos minutos ela vem com uma baia cheia de água morna, sabonete líquido, toalha e luvas, tá de sacanagem... Mas não, ela começa mesmo a me dar banho, sentado e amarrado como estava. Nada passou do seu cuidado, nem a região genital, lavou até a minha bunda!

Escovou meus dentes, lavou meus cabelos e meu rosto....e masturbou um pouco mais, logo quando eu estava exigindo que ela me soltasse, chamando ela de louca e tudo mais, os movimentos de sobe e desce iniciaram e aí esqueci ao certo o porquê das palavras, estou ficando viciado nisso? Sou algum tipo de masoquista retardado?

-Teremos que recolocar isto.- ela diz tirando a mordaça do nada.

-Não, por favor, não.- tento me esquivar mas é em vão, ela coloca firmemente no lugar.

-Eu sei que incomoda, mas é necessário, Liam.

Droga, deveria ter aproveitado para fazer algo, sei lá, machucar ela, gritar por socorro...droga! Droga!

-Acho que já é hora para mais uma tentativa, que tal?

Ouço a sua voz mansa dizer isso e a próxima coisa que sinto é suas mãos em meus cabelos, sua bunda em meu colo, seu peito se esfregando no meu... ela me tem em suas mãos... eu sou fraco e imbecil, não penso quando ela está por perto... desde de quando as coisas são assim?

Eu não sei e nem importa mais, porque seu corpo sobre o meu...sua pele toando a minha...sua voz gemendo em meu ouvido... ah...lá vamos nós outra vez.

...

Acordei assustado, não percebi quando apaguei, esse meu corpo está cada vez mais traiçoeiro. Olho pra frente, lá está a Taylor sentada no degrau da escada à minha frente, toda vestida, como antes, se é que camiseta rasgada e calcinha pode ser chamado de roupa, enfim, ela não está descabelada, prendeu o cabelo loiro em um coque alto, a única pista do quês estivemos fazendo a pouco são as bochechas dela, ainda um pouco rosadas, agora vejo que a pele está com uma leve camada de suor também. Nossa, será que teremos mais um pouco daquilo? Já?

-Sinto que te devo desculpas por essa situação.- ela começa dizendo, seu tom sério me pega de surpresa.

-Eu não tinha planejado nada desse nível, eu juro...pode não acreditar em mim mas pensei em fazer esse tipo de coisa da forma tradicional, você sabe, encontro, sexo casual e assim ir levando até estar grávida.

Caralho, essa mulher é louca mesmo!

-Mas algo entre um pouco disso e daquilo fugiu do meu controle, pelo visto não consegui te seduzir a esse ponto, reconheço que a culpa é minha, mas agora isso são águas passadas, certo?- ela sorri fraco.

-Hmm.- na verdade não sei o que gostaria de falar, mas achei necessário fazer qualquer tipo de som.

-Mas isso não é tudo Liam. Preciso te falar umas coisas e você vai ouvir. Eu só queria....só queria me desculpar primeiro.- ela diz se levantando e vindo em minha direção.

Eu sinto um medo descontrolado agora, minhas pernas tremem sem parar, acho que algo ruim vai acontecer e esse pensamento não quer me abandonar.

A Taylor anda até bem perto de mim, toca os meus cabelos e eu tento desviar do seu toque, então ela se afasta, dá uma volta ao meu redor, o que obriga meu pescoço a girar para ela estar sempre em meu campo de visão.

-Você é tão egoísta, Liam!- ela grita de repente, me deixando mais assustado.

-Sim, um egoísta filho da mãe! Egocêntrico, mimado, insensível e um inútil! Isso mesmo! Ninguém nunca te disso nada disso? Pois então olha isso, eu estou dizendo pra você! Aqui e agora!- ela grita com o dedo na minha cara agora.

-Eu perdi meus pais quando era bem pequena, fui criada por uma tia idosa que morreu quando eu ainda estava no ensino médio! Mas você sabia disso? Claro que não! Estava lá, do outro lado da rua, ocupado demais com a sua “vidinha injusta” pra me notar! Deus! Eu só queria ter tido a sorte que você teve! Seu pai te amava mais que tudo! Ele... ele...ele era obcecado por você! E daí que ele era autista? Você era o mundo pra ele! Qualquer um podia perceber isso com só um olhar! Todo mundo menos o egoísta do Liam, não é mesmo?

-O quê? Não tem nada pra dizer agora? Eu achei que não. Sabe como seu pai ficou quando você aceitou aquela bolsa pra Londres? Ele ficou arrasado! Achou que tinha enganado ele? Ele percebeu que você só queria ficar longe dele! Você não é um cara legal, Liam. Um cara legal não abandona a própria família! Você é o estranho aqui, porque seu pai poderia ter fugido da responsabilidade de te criar mas não fez isso, ele sim foi corajoso, apesar das limitações dele, ele achou que estar com você era mais importante!

-Me diga, Liam, alguma vez você agradeceu seu pai por tudo o que ele te fez? Não, né? Achei isso. Ah.... isso estava entalado aqui.- ela aponta a própria garganta com raiva.

A Taylor anda à minha frente, ficando de costas pra mim.

-Quer saber quem pôs aquela foto enorme sua na cozinha da casa do seu pai? Ah...fui eu. Foi no dia dos pais...eu trouxe de presente pra ele... a gente sempre comia algo juntos no final de cada tarde, eu costumava cozinhar pro seu pai enquanto ele ficava falando de você sem parar. Ele era um amor...lembro até hoje da cara de felicidade quando ele viu aquela sua foto enorme de quando era bebê. Ele ficou tão eufórico que tivemos que prender a foto na parede mais larga pra ele poder ver sempre. Ele te amava, e você não merecia ele, nunca mereceu.

Ela vira pra mim, está com lágrimas escorrendo pelos olhos, minha garganta está com um nó.

-Pessoas “normais” como você não entendem o que é o verdadeiro amor, não sabem dar carinho de verdade. Eu sei disso, eu vejo em vocês. Quando olham pra pessoas como eu e seu pai, vocês se acham bem superiores mas estão vazios por dentro, são os verdadeiros loucos.

Ela sabe o que as pessoas pensam dela...

-Por isso eu prometi ao seu pai que teria um filho igualzinho a você um dia, e que eu iria estar sempre com ele e ensinar pra ele todas as brincadeiras e histórias que seu pai queria passar pra você mas que você nunca gostou. Eu vou dar a esse bebê a infância que ele tentou te dar, mas que você egoísta como sempre nem se importou em aproveitar. Eu vou cumprir a promessa que fiz ao seu pai e assim a memória dele poderá descansar em paz.

Nesse instante a Taylor limpa uma lágrima que escorreu e sai correndo, subindo as escadas, me deixando sozinho na escuridão. Isto foi de longe a pior conversa que já tive...ouvindo todas estas coisas sem poder falar nada pra me defender...foi cruel.

Droga, não consigo parar de chorar...mas por quê?

ARGGGGGGG!!! EU NÃO AGUENTO MAIS, QUERO SAIR DAQUI!!!!!

Foi quando percebi que a minha raiva serviu para afrouxar um pouco as cordas que prendem meus pulsos atrás da cadeira...se eu continuar assim...

...

Não sei quanto tempo se passou, mas continuo sozinho aqui embaixo, estou magoado mas já parei de chorar, não quero deixar as palavras dela fazerem sentido sobre mim, sei que ela está errada, ela não me conhece, não conhece!

A boa notícia é que as cordas estão cada vez mais frouxas...como não pensei nisso antes?

...

Muitas horas se passaram e a Taylor não volta, que boa notícia.

Se eu arriscasse dizer, diria que a noite já está chegando, passei um dia inteiro tentando mas consegui, as cordas em meus braços acabam de sair agora.

Rapidamente me liberto das outras amarras, tiro a mordaça bola idiota e ah....como é bom abrir a boca em paz!

A Taylor não perde por esperar, não terei pena dela...ah não. Subo as escadas, meus passos ainda um pouco vacilantes, de repente cãibras pelos braços e pernas...droga...dói como o inferno! Mas logo consigo me livrar da dor e só fico com a sensação de formigamento, mas não me pegou de surpresa, fiquei tanto tempo sentado numa só posição, era normal sentir cãibras.

Chego na porta no topo da escada...trancada...imaginei...mas isso não me impediria, ela é tão velha que posso arrombá-la. Pronto! Consegui! Droga, com todo o barulho que fiz a Taylor já deve estar sabendo que consegui me soltar, tenho que agir rápido. A porta vai direto pra cozinha, onde também tem uma parte da área de serviço, pego uma calça moletom velha pendurada no varal, finalmente não estou mais nu.

Hum...isso aqui deve servir...faca afiada da cozinha...Taylor...onde está você?

Olho pro relógio de parede...meia noite? O quê? Fiquei tanto tempo tentando me soltar assim? Pego um pedaço de pão na cozinha, estou faminto, um copo de água também me fará muito bem. Ouço um barulho e sigo o som com cautela. Chego na sala... lugar velho, um sofá e um abajur ligado...

Ah, quase não percebi...a Taylor está ali, abrindo a porta...ela está fazendo o quê? Como não me percebeu bem atrás dela? Oh, essas luzes pela janela... o que é isso? Sirene? Polícia?

-Então senhorita, recebemos uma denúncia sobre o desaparecimento de uma pessoa, precisamos entrar pra verificar.- o cara fala como um policial.

-Eu não sei sobre nada, e não vou abrir minha porta, moro sozinha e vocês nem tem um mandato de busca.- a Taylor fala tremendo, mas quer mostrar coragem, dá pra notar.

-Não temos um mandato, mas a senhorita pode se complicar por não cooperar com as buscas. Obstrução da justiça, sabia?

-Quem estão procurando?

-Liam Hemsworth, este rapaz da foto.

-Ah, me deixa ver...nunca ouvi falar.

-É mesmo? Temos informações de que era o seu vizinho, e que inclusive a senhora foi vista inúmeras vezes com ele, antes que ele desaparecesse.

-Não foram inúmeras vezes, eram mais perguntas sobre o tempo e coisas assim. Eu soube que ele veio de Londres, já pensaram que ele pode estar lá agora?

-Ele nunca pegou esse voo. A senhorita está se complicando cada vez mais, não está? Por favor afaste-se da porta.

-Não, vocês não tem esse direito.- ela diz firmemente.

Não vejo a cara desse policial, mas sei que ele está perdendo a paciência com ela. Tenho que fazer algo logo, bem, eu não queria que me descobrissem aqui desse jeito mas não tenho escolha, se continuar só observando a Taylor vai acabar sendo presa, mas eu tenho planos melhor pra ela. Planos de vingança, que é melhor do que apenas vê-la ser levada pela polícia e pegar uns aninhos em uma Instituição Psiquiátrica, se ela tiver sorte, claro.  

-Desculpe querida, estava dormindo, algo errado aqui? Opa, boa noite policiais, o que querem, posso ajudar?- chego por trás da Taylor e abraço apertado.

O policial olha pra foto que tem em mãos e depois de volta pra mim...ele está confuso eu sei, também estou.

-Pois é, acho que acabei preocupando alguém...mas resolvi dar uma fugidinha pra aproveitar mais a minha namorada antes de partir.- digo sínico, beijando o pescoço da Taylor que está como uma estátua.

-Então...mas...bem, o senhor deve nos acompanhar para uma delegacia primeiro, pra resolvermos tudo.- o policial insiste.

-Olha, são meia noite, sinceramente eu estava dormindo depois de uma transa daquelas, sabe? Eu não estou apresentável agora...que tal se fizermos o seguinte, amanhã de manhã eu me comprometo em ir para delegacia para esclarecer qualquer coisa, certo? Podemos fazer assim? São meia noite, cara...e ainda quero dar uma rapidinha, sabe como é?- pisco pra ele, apertando a Taylor em meus braços, ela ainda está com uma cara de tonta.

-Ok, tudo bem, mas esteja lá às dez da manhã, ok?- o policial olha pra mim e em seguida para o meu corpo...droga, ele não pode ver as marcas de corda em meus braços...

-Foi o Frank quem fez a denúncia, não foi?- chamo a atenção dele para o meu rosto.

-Bem, sim...conhece ele?

-Você é novo aqui né? KKK Ele é meu amigo de infância, nós costumávamos tocar o terror nessa cidade quando pequenos.- digo sorrindo amigável.

-Ok...às dez da manhã. Boa noite, senhor. Senhorita...- ele se despede entrando na viatura.

Vieram umas três...uau...Frank, você é demais, obrigado.

Mas agora eu preciso resolver umas coisas...

-Bem, teremos uma ótima noite.- digo sorrindo para a Taylor, fechando a porta da casa e passando a chave.

Ela treme em meus braços e me sinto muito bem com isso.


Notas Finais


Ainda não me decidi se esse será o penúltimo cap, mas uma coisa é certa, a fic está pertíssimo de acabar, espero que tenham gostado dela!
:)


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