História Ela é o Cara - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Chaz Somers, Christian Beadles, Dove Cameron, Justin Bieber, Ryan Butler
Personagens Dove Cameron, Justin Bieber
Tags Ela É O Cara, Justin Bieber, Romance
Visualizações 15
Palavras 2.460
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Festa, Hentai, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hey Hey! Trazendo aqui o segundo Capítulo de "Ela é o Cara" Gente, sério.. você precisam assistir esse filme!

Capítulo 2 - Primeiras Impressões


Fanfic / Fanfiction Ela é o Cara - Capítulo 2 - Primeiras Impressões

  NOVA YORK

- APARTAMENTO BIEBER

...GAIA FILDS...

Eu estava Muito indignada, estava ao ponto de matar Chaz degolado, de jeito algum eu teria andar por aí como um fedorento e ficar chamando mulheres atraentes de gostosas! Era totalmente ridículo e engraçado, o máximo que receberia de uma mulher era um belo tapa na cara.

-- Esta fora de cogitações! De jeito nenhum que eu vou ficar mais de dois dias sem tomar banho! - Explodi, a morena fez careta de nojo olhando suas unhas e o loiro riu de mim.

-- Se você quer agir como um homem e não quer ser descoberta, esse é o único jeito, você não pode ficar muitos dias tomando banho, ou pegará um resfriado, é Canadá, Gaia! você veio de onde? Caribe por acaso?  - Disse Chaz rindo.

-- Não sei se você sabe mas existe uma coisa chamada aquecedor, meu querido irmão - Rio debochada.

-- Que se foda então! Tome banho quantos dias quiser, mas não deixe saberem que você é mulher - Revirei meus olhos.

-- Pronto! Agora vamos aprender como falar como um homem - Disse Kimberly batendo palmas animada, nem parecia que Ela gostava de garotas bobocas, ah esqueci, ela também é uma boboca.

-- Argh! E eu pensando que você era legal - Bufei, a morena me olhou indignada pronta para me rebater se não fosse por Chaz a ter segurado.

-- Sua chata! Você não presta para nada! Só fica resmungando como uma velha - Ela disse raivosa tentando sair dos Braços de Charles.

-- Olha a boca pra falar comigo pirralha, não sou nenhuma dessas bobocas que ficam por aí lesando pensando no mundo cor de rosa e peitos - Revirei meus olhos -- Se você quer ser a garota ideal para sua família, deixa de ser uma patricinha mimada, nojentinha e mesquinha do jeito que é, tenho medo de sua família, devem ser igualzinhos a você, deve ser por isso que seu amado irmão te odeia, você só é mais uma mimada nesse seu mundo cor de rosa e dólares - Sorri de lado respirando fundo.

A morena parou por uns segundos, parecia ter levado um choque de realidade, seus olhos estavam transmitindo tristeza, era como se seu segredo mais guardado fosse revelado e ela não tinha o que fazer, por um momento pude me arrepender do que eu disse, afinal, ela só tinha dezoito anos e nunca foi humilhada assim, ela aparentava ser uma garota inteligente, com certeza ela era pra querer ir embora do manicômio que ela chama de família, eu gostava de sua inteligência, mas o que a fazia pior era suas mimadisses, nojentisses e que ficava falando meia hora sobre sua amada namorada e como seus cabelos são iguais.

-- Eu... - Tentou dizer alguma coisa, Charles me olhou com raiva, dei de ombros me sentando em uma poltrona, a morena respirou fundo e me olhou novamente.

-- Tá, se queremos que isso dê certo eu melhorarei meu jeito, se você obedecer os treinos - sorri de lado concordando, ela precisava desse choque de realidade.


[...] ( Uma semana depois..)


Eu estava pronta, olhando-me no espelho eu via um homem um tanto atraente, eu seria bonito se tivesse nascido homem.

Suspirei olhando Para os indivíduos na minha frente, suas bocas estavam entre abertas, eu me sentia ridícula por ter que usar uma peruca, aquilo coçava demais,  meus seios estavam esmagados devido as ataduras amarradas neles, eu teria que fazer este sacrifício.

-- E então? - Ergui as mãos.

-- Você está muito gato - Disse patricinha cor de rosa, sorri de lado pelo seu novo apelido. Eu a chamaria assim, nem que fosse pelos meus pensamentos.

-- Obrigada, agora precisamos ir - Bufei.

-- Espera! - Disse Chaz -- Lembre-se, ande de forma despojada, passamos essa semana inteira fazendo esses testes, até agora se saiu bem. Por favor não vá fazer merda - Ele disse sorrindo de lado, Revirei meus olhos assentindo.

-- Okay, Mamãe - Murmurei contra gosto ouvindo sua risada.

Pegamos nossas malas, eu estava bastante nervosa, Tinha medo de travar na hora de falar alguma coisa importante, o pior das hipóteses era eles perceberem que sou mulher e fuder com a vida da garota, eu vou fazer isso, e meus pais iram ficar orgulhosos de mim, eu preciso fazer isso.

O táxi nos esperava fora de casa, Suspirei entrando ao lado de Kimberly, eu estava ficando nervosa, estava com medo se alguém me descobrisse e resolvesse abrir a porra de sua boca.

Minhas mãos estavam tremendo, Kimberly me olhou de lado e sorriu, seu sorriso transmitia conforto, sorri amarelo tentando de alguma forma, me acalmar.

-- Merda - Murmurei encostando a cabeça no vidro do carro.


[...]


Depois de uns vinte minutos - mais ou menos-; nós chegamos no Aeroporto de Nova York, estava praticamente lotado, parecia até o Grammy, Duvidava muito que conseguíssemos viajar hoje com essa gente toda atrapalhando, Revirei meus olhos Vendo o Cache logo à frente com  uma pequena fila entre as pessoas, segurei firme na mão de Kimberly e em minha mala, corri entre as pessoas para a fila, conseguimos chegar e só faltava umas quatro pessoas, Logo conseguimos nossas passagens e era só esperar para o sinal.

Estávamos esperando fazia uma hora, eu ia matar com todas as minhas forças Charles, estava para dar meia volta e estapear Charles quando o sinal soou.

Corremos para o guichê onde passam as bolsas, revistaram nossas bolsas e Corremos para dar para a moça na frente de um balcão nossas passagens, ela agradeceu e saímos em disparada para o corredor onde fica os aviões, outras pessoas estavam atrás de nós andando tranquilamente enquanto nós corríamos como duas loucas. Subimos as escadas do avião assim logo procurando nossos lugares na área vip, sorri de lado descansando na cadeira confortável da avião.

- Eu vou matar o Chaz - ela murmurou cansada e rimos.

A Viajem foi demorada e entediante, eu já não aguentava mais ter que ver as mesmas coisas a cada hora que abria meus olhos, Revirei os mesmos quando o avião disse que ia pousar.

Suspirei, Kimberly estava se cagando de medo - Não leve minha mente tão a sério, sou exagerada as vezes - se segurava bastante nos braços da cadeira que seus dedos estavam brancos de tamanha força.

-- Hey, - ela ainda estava de olhos fechados mas parecia ouvir -- Você devia estar é assim quando estávamos voando e não quando estamos descendo, não se borra agora - Disse, ela riu nasalado e me olhou com raiva.

-- É mais provável que o avião caia enquanto estamos descendo, já pensou tipo, ele perde o controle e Puff! Bye Bye pra gente - Ri revirando os olhos.

-- Veja pelo lado bom, eu morro e não tenho que ficar te suportando - Fez sua cara de ofendida.

-- E eu?

-- Ah, Você se vira - dei de ombros - não vai fazer diferença nenhuma.

-- Nossa, e eu pensando que você tinha coração - Disse-me fazendo bico, ela ficava fofa fazendo isso.

-- Nunca disse que tinha - ri sarcástica -- Kimberly.

-- Me chama de Kim - Sorriu amigável

, revirei meus olhos.

-- Kimberly - Desmanchou o sorriso -- Então, Você não me disse porque a sua namorada não podia se fantasiar de homem...

-- Ela é muito cabeça quente, quando bota uma coisa na cabeça, Puff! Ela explode - Franzi a testa -- Ela acharia que eu tenho vergonha de namorar uma garota, e vai ficar com raiva de mim e da minha família.

-- Oh! Sua namorada é louca - disse rindo baixo.

-- Eu amo ela... - Suspirou, me mexi desconfortável fechando meus olhos.

-- Okay, Não fique triste e nem chore, não quero ter que aguentar seus chororô - Bufei -- Vou dormir, tem nada pra fazer mesmo.

Eu sabia que estava sendo fria com Kimberly, mas eu já era assim..eu sempre fui assim, não consigo ficar tempo demais com uma pessoa sem ser fria ou machucar seus sentimentos, eu fui machucada muitas vezes e de tantos machucados, eu tenho medo de ser pisoteada mais uma vez, Charlie não sabe de uma parte da estória de minha vida, eu não queria que ele soubesse, e não vou querer até o dia em que ele for maduro o suficiente para entender, enquanto isso eu trancarei meu passado assim como meus sentimentos a sete chaves, e expandirei tudo, só para ganhar o orgulho deles, e se tiver sorte, o amor que eu tanto sonhei deles.


[...]


Já estavamos no táxi, eu estava cansada de tudo, cansada da voz irritante de Kimberly, Cansada da peruca peçonhenta na minha cabeça, Cansada da Viajem, eu queria minha casa.

O carro parou e Kimberly deu algumas pratas para o Taxista recebendo seu olhar malicioso, sorri de canto saindo do carro.

-- Ele estava te comendo com os olhos - Sorri de lado.

-- Eu sei, mas dá fruta que ele gosta eu como até o caroço - Ela fez uma dancinha engraçada, paralisei,  estava com medo que Kimberly quisesse algo a mais comigo na frente de seus pais, eu certamente fingiria uma morte e pronto!

O taxista saiu do carro abrindo a mala, Kimberly foi entrando em um tipo de grade onde tinha dois homens negros e grandes.

Deus é pai!

-- O senhor me ajuda? - Me perguntou o Taxista.

-- Senhor? Tá louco? - perguntei.

-- Desculpe...é..que.. - Percebi o que havia falado rindo fraco.

Engrossei a voz coçando a garganta, merda! Eu tinha que ficar olhando para os homens!, irônico.

-- Desculpe, foi só uma brincadeira - Disse imitando uma voz máscula.

-- Oh! Claro, eu entendi errado - ele disse me oferecendo uma mala, suspirei pegando a mesma, aquilo pesava uma tonelada, o que Kimberly estava levando? Tijolos?

Carreguei as malas desajeitadamente caminhando ao lado de Kimberly, o taxista foi embora, Kimberly trocou algumas palavras com os seguranças enquanto eu estava babando olhando para seus braços fortes.

Ele abriu o portão e então eu vi uma Mansão, era muito grande, Céus! Era até um exagero fazer uma mansão tão grande, devia ter uns quarenta quartos.

Entramos na mansão vendo uma governanta chegar até nos comprimentado-nos e chamando Uma senhora. Deixei as malas no chão suspirando, A senhora apareceu, Ela tinha cabelos pretos e olhos incrivelmente azuis, era gordinha mas não tanto e sorria amigavelmente, presumo que seja sua mãe, junto a uma mulher de cabelos loiros e um Homem alto, o homem era muito bonito, devia ser seu Pai.

-- Pai! Mãe! - Gritou abraçando eles, olhei ao redor da sala, era com detalhes brancos e dourado, era muito bonita, Olhei para frente Vendo a mulher baixinha de olhos azuis vir até mim me dando um abraço caloroso, me remexi desconfortável com a situação.

-- Sejam bem vindos - Exclamou a mulher de olhos azuis.

-- Mãe, esse é Sebastian, Meu namorado - Me apresentou -- Amor, essa é Patrícia, esse é Jeremy, Meus pais - acenei com a cabeça -- e essa é Jazmyn, minha irmã do meio - Disse sorrindo.

-- É Um Prazer conhecê-los - Cumprimentei educadamente cada um deles, Jeremy parecia estar orgulhoso de sua filha.

Um ponto para mim.


[...]


-- Você almoçará conosco ou subirá para fazer as malas, querido? - Patricia perguntou-me.

-- Obrigada, mas eu prefiro arrumar as malas - Fiz uma cara máscula, Céus! Eu estava morrendo de fome, Kimberly que arrumaria as malditas roupas, eu tomaria um banho e comeria alguns salgadinhos que na minha mala tinha.

-- Então, Pode  ir lá pra cima, Terceiro quarto a direita. - Jeremy disse.

-- Justin Logo chegará, Podem ir se acomodando - Patrícia, se manifestou.

-- Obrigada - Disse segurando na cintura de Kimberly, soltei sua cintura pegando uma mala, aquela droga estava muito pesada, mas eu precisava manter as boas impressões.

Respirei fundo pegando aquela mala muito pesada, foco era tudo que precisava, eu não podia fazer careta de jeito nenhum.

Olhei para seus pais tentando manter a maior cara de Pau e tranquilidade.

-- Está pesada, Querido? - Patricia perguntou, eu estava louca pra perguntar se colocaram tijolos ou roupas dentro daquela porra de mala.

-- Nã-Não - Sorri amarelo me virando para as escadas, Céus! Eu iria desmaiar.

Kimberly parecia se divertir com o que estava vendo, aquela vagabunda cor de rosa merece uns bons tapas na cara pra ver quem vai rir por último.

Subi o primeiro degrau, Respirei fundo, Boas impressões Gaia, Boas impressões! O segundo parecia o ponto para o inferno, Céus! Essa escada vai até o céu agora?

O segundo degrau, Ótimo só faltam mais cinco, Suspirei. O terceiro parecia o dia da minha morte, meus dedos estavam formigando, Minha cabeça suava muito, o quarto degrau e eu já estava orando internamente, Deus me ajude porque se não, eu cairei dessa maldita escada e esfolarei  a cara de Kimberly de Tabefes.  Suspiros de cansaço saiam de minha boca, eu precisava de um banho gelado e demorado para poder acalmar o meu corpo quente que clamava por um copo d'água gelado, Umideci meus lábios ajeitando a postura e subindo o Último degrau, Suspirei vendo que subi nove degraus, Coloquei as malas ao chão comemorando minha vitória internamente.

-- Ótimo, agora suba mais três dessas aqui, querido - Patrícia disse e saiu com seu marido para a sala de jantar, Junto a Kimberly e  Jazmyn.

-- Deus me ajude - Murmurei descendo as escadas novamente.


[...]

  CANADÁ

- MANSÃO BIEBER

     ...KIMBERLY BIEBER...

-- O que acharam de Sebastian? - Perguntei degustando da macarronada que Mamãe ama fazer.

-- Ele fez administração, sua família é rica, é Branco - Papai disse tranquilamente como se estivesse corrigindo uma tabela de um homem ideal para mim -- Por mim, já podem se casar - Suspirei aliviada.

--  Jeremy! - Mamãe o corrigiu -- Ele é um ótimo rapaz querida, se você o ama como seus olhos dizem, vocês terão um futuro feliz - Mamãe disse, aquilo estava patético, Meus olhos dizendo que amo Gaia?

-- Ele é Gatinho - Jazmyn disse rindo Baixo, a olhei engraçada rindo com ela.

Ouvimos a campainha ser tocada, olhamos para o corredor vendo Amélia, a empregada caminhar para fora da sala de Jantar e ir de encontro a porta da frente.

Faltava pouco para não sobrar mais nada de meu espaguetti, revirei meus olhos deixando os talheres em cima do prato e o afastando de mim, precisava manter-me em forma.

-- Senhor Bieber, Seu filho Chegou - Papai fingiu não ouvir as palavras de Amélia, Mamãe  por outro lado, levantou-se animada da cadeira e correu para fora da sala.

E continuamos a estaca silênciosa, rodeei uma mecha de meus cabelos o enrolando, Mamãe gritava alto de felicidade, eu podia ouvir risadas, mas não me omiti em levantar, eu tinha medo do que encontraria, tinha medo do meu Próprio irmão.

-- Jazmyn! Venha aqui! - Gritou Mamãe, Jazmyn se levantou pedindo licença e caminhou calmamente para fora da sala.

-- Ótimo! Estragou o nosso almoço - Papai murmurou olhando seu prato, seu celular tocou e por um momento pude ver um sorriso malicioso aparecer em seus lábios  quando olhara em seu celular, eu estava louca!

Podia ser coisas da minha cabeça!

Ou não.


Notas Finais


Desculpem pela demora para postar, Prometo que não demorarei assim tanto.


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