História Ela é proibida! - Capítulo 5


Escrita por: ~

Postado
Categorias Eliane Giardini
Exibições 88
Palavras 1.466
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


"Pele macia
Ai! carne de caju!
Saliva doce, doce mel
Mel de uruçu
Linda morena
Fruta de vez temporana
Caldo de cana caiana
Vem me desfrutar!
Morena Tropicana
Eu quero teu sabor
Ai! Ai! Ioiô!"

ps: +18

Capítulo 5 - Quinto


Fanfic / Fanfiction Ela é proibida! - Capítulo 5 - Quinto

Eu fiquei quieta e não demorou muito para chegarmos. Subimos para seu apartamento sem sermos notados. Quando entramos, Werner fechou a porta e imediatamente me puxou - Você vai ficar melhor aqui comigo - Ele segurou meu rosto e foi dando beijos em volta da minha boca ainda sem tocar meus lábios, me fazendo sentir um gelo na barriga, meu coração pulava de ansiedade mas eu não podia.
Fechei os olhos e coloquei as mãos em suas bochechas para afasta-lo - Werner, a gente não pode fazer isso - Ao terminar de falar senti seus lábios tocarem os meus - Eu quero fazer você esquecer seus problemas - Sua boca deslizou na lateral do meu rosto e sussurrou em meu ouvido, me fazendo arrepiar e respondi: - Eu não posso, não faz isso comigo... -  Segurei seus braços tentando me afastar - Eu lembro exatamente da nossa última vez... Você continua linda, continua a mesma, o mesmo perfume, eu amo seu cheiro sabia? - Ele sussurrou novamente, mordendo levemente meu pescoço - Ahh - Apertei sua nuca - Mas tô sentindo falta daquele sorriso - Ele me segurava firme pelo cabelo com uma mão e eu amolecia ao sentir os apertões na minha cintura com a outra, Werner me envolvia com suas carícias e eu perdia os sentidos nos seus braços, suas palavras ao pé do ouvido, me faziam queimar - Eu quero fazer você sorrir como antes - Ele mordeu o lóbulo da minha orelha e eu o arranhei na nuca - Você quer? - Werner mordia meu queixo, meu rosto - Quero - Eu gemi baixo, quase desesperada, e já não sabia diferenciar o que era certo e o que era errado - O que você quiser - Falei com os lábios encostados no dele. Nossos rostos estavam colados e ele tomou meus lábios de uma maneira mais brusca. Invadindo minha boca com a sua lingua quente. Suas mãos percorriam meu corpo e me apertavam em pontos estratégicos. Fui abrindo sua camisa e passando as mãos em seu peitoral, eu o apertava e arranhava lentamente ao sentir suas mãos por baixo da minha blusa, ele massageava tanto os meus seios que involuntariamente eu gemia. Depois de um tempo uma de suas mãos deslizou por minha barriga e percebi que rapidamente o botão da minha calça foi aberto - Werner - Sussurrei sem conseguir raciocinar uma frase completa quando senti seus dedos adentrarem minha calcinha -
Narrado por ele
Ao ouvi-la gemer meu nome, massageei novamente seu clitóris, dessa vez em movimentos circulares, sentindo o quanto ela estava molhada. Ela entrelaçou os braços no meu pescoço e me beijou, eu ainda a conhecia e sabia por esse beijo exatamente o desejo que ela sentia, suguei sua língua, mordi seus lábios e intensifiquei os movimentos em sua intimidade a ponto de deixa-la gemendo contra minha boca, puxei sua blusa para cima e ela terminou de tirar. Abaixei as alças do seu sutiã e logo pude ver seus seios expostos, totalmente rígidos, prontamente abocanhei um, a apoiava segurando sua cintura e devorava seus seios, Eliane puxava meus cabelos e gemia em meu ouvido - Que delicia - Ela sussurrava. Terminei de abrir sua calça e a puxei para baixo junto com a calcinha. Logo ela ficou nua em minha frente. Quanto tempo não a via assim, continuava maravilhosa. A beijei novamente e agora era ela quem me despia, terminamos de tirar minha camisa, então ela abriu minha calça. Meu membro pulsava dentro da cueca box e ela o apertou várias vezes. Sentei no sofá e a puxei em minha frente, ela acariava minha nuca e puxava meu cabelo e eu percorria os lábios em seu corpo. Beijei suas coxas, sua barriga, queria sentir o gosto de cada centrimetro da sua pele que estava totalmente arrepiada. Logo ela sentou em meu colo, se encaixando em cima de mim, sua intimidade nua entrava em contato com o volume do meu membro, ela segurava em meu pescoço e eu mamava em seus seios a estimulando, ela se esfregava tanto que deixava marcas úmidas em minha cueca - Werner pelo amor de deus... - Ela choramingava enquanto eu esfregava seu clitóris com rapidez - Que saudade do seu corpo assim - Eu falava e mordia  o bico dos seus seios sem machuca-la - Por favor, eu preciso sentir você, vou acabar gozando assim - Ela quicava em meu membro mesmo estando coberto, pois estava desesperada em busca de mais contato - Sentia meu membro latejar, se continuasse nessa brincadeira eu também não iria suportar, por isso a virei de uma vez, subindo por cima de seu corpo - Ahhhh - Ela gritou quando sentiu meu peso sobre seu corpo, com uma mão segurei seus pulsos para cima e com a outra abri suas pernas. Sua intimidade estava totalmente molhada, a cabeça do meu membro deslizou ao entrar em contato com ela - Eu tinha esquecido de como isso é gostoso - Ela falou tentando soltar os braços - Mas eu me lembro, é assim que você gosta - Falei e a penetrei com força, sentindo sua intimidade apertada se abrir para mim - Ohhh, é assim mesmo, Ohhh- Seu corpo balançava em baixo do meu. Alguns livros que estavam no braço do sofá caíram no chão, nos fazendo rir com o barilho, mas não paramos. Continuava frenético dentro dela. Soltei seus braços  e logo ela estava me arranhando. Seus gemidos eram altos, ela me apertava com as pernas e mexia o quadril em sintonia comigo. Eu a preenchia por completo e ela gritava quando me sentia fundo. Seus seios estavam marcados pela minha fome. Sentei e a puxei em meu colo, não perdemos o ritmo, logo ela estava cavalgando com pressa em cima de mim. Pareciamos insaciáveis, queriamos voltar atrás do tempo perdido e o desespero tornava nosso sexo quase violento.
Narrado por ela
Sentia minhas pernas bambas, uma sensação que nem lembro a última vez que tive, nossas respirações estavam ofegantes, mas não queria parar. Era gostoso demais sentir aquele homem me invadir. Werner sabia me fazer sua mulher. Eu o encarava e seus olhos  também me devoravam. Sua boca mordia minha pele, eu sentia que estava queimando, o apertava tanto.
Ele me deu alguns apertões mais fortes nas minhas coxas e não aguentei, o agarrei pelo pescoço choramingando e mordi seu ombro ao atingir meu ápice, sentindo um choque percorrer meu corpo, gemi muito alto, foi um dos meus melhores orgasmos.  Encostei meu queixo na testa dele e além de me cheirar, ele beijou onde seus lábios alcançaram, enquanto ainda me explorava, eu estava no meu ponto mais sensível, gemia desesperada e ele gostava disso. Segurou firme em meus braços e nos olhamos, procuramos forças para nos beijar mas apenas chocamos nossos lábios ao mesmo tempo em que ele se derramava. Senti seu jato quente me lavar por dentro e sorri satisfeita. - Esse sorriso - Ele disse e sua barba roçou em meu pescoço me fazendo dar uma risada, ele sorriu também e seus braços envolveram meu corpo nu. - Você me faz esquecer tudo - Confessei em seu ouvido - Ele puxou meu cabelo, fazendo nossos olhares se encontrarem e me beijou. Dessa vez seus lábios tocaram os meus com suavidade e me beijou de forma carinhosa, brincando devagar com a minha língua, eu massageava seus ombros e sorria quando ele mordia minha boca. Ficamos abraçados por um bom tempo, eu não queria sair dali, estava me sentindo realmente amada. Depois de nos recuperamos, ele começou a acariciar meu bumbum com as duas mãos, em seguida apertava minhas coxas e subia pela minha cintura. - Werner, chega - Eu mordi seus lábios - Quero sentir você de novo - Antes de obter minha resposta, o telefone dele tocou. - Seu celular - Apontei assustada. Ele rapidamente pegou - A Nívea está esperando a pizza, esquecemos de avisar - Ele falou caindo em si - Meu deus, atende, ela deve estar preocupada - Sai de cima dele, peguei minhas roupas rapidamente. Se passaram 50 minutos desde que saimos de casa. Werner se explicava colocando a culpa na falta de gasolina, enquanto isso eu me vestia, quando ele desligou o telefone, foi sua vez de se trocar, desviava meu rosto dos beijos que ele tentava acertar em minha boca enquanto eu fechava os botões de sua camisa.
Nós dois rimos dessa situação proibida e fomos o mais rápido possível para a pizzaria. Pegamos a pizza e voltamos para a casa da Nívea e do César, tentamos agir naturalmente no caminho, não falamos nada sobre o que tinha acabado de acontecer. Mas quando chegamos e percebi os olhares desconfiados que os dois lançavam para nós, me senti envergonhada e me dei conta da besteira que eu tinha acabado de fazer.



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