História Ela é proibida! - Capítulo 7


Escrita por: ~

Postado
Categorias Eliane Giardini
Exibições 75
Palavras 1.238
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


"Let's go all the way tonight no regrets, just love, we can dance until we die you and I will be young forever. You make me feel like I'm livin a teenage dream the way you turn me on I can't sleep let's run away and don't ever look back"

ps: +18

Capítulo 7 - Sétimo


Fanfic / Fanfiction Ela é proibida! - Capítulo 7 - Sétimo

Depois de um dia intenso de gravação, cheguei em casa, comi alguma coisa e aproveitei o silêncio do meu quarto para ficar sozinha. 
Eu estava com muita saudade do Werner e isso já refletia no meu humor, pois percebi que quanto mais os dias se passavam, mais eu ficava irritada. Não queria que ele ficasse bravo e por um momento me arrependi das coisas que falei, não era pra ficarmos assim. Olhava para o meu celular na esperança que ele desse um sinal, mas era em vão. Então o deixei no criado mudo e resolvi ler. Fiquei recostada na cabeceira da cama com o livro na mão. 
Alguns minutos depois ouvi a porta se abrir, imaginei que fosse Carlos e nem dei importância, mas me surpreendi quando ouvi a voz rouca - Eliane? Que bom que você está aqui - Olhei assustada e ele andava em minha direção, no fundo fiquei feliz por ele me procurar, mas era muito arriscado - Desculpa vir sem avisar mas não aguentei ficar longe de você - Joguei meu livro de lado sem acreditar que realmente ele estava falando aquilo - Werner, como você entrou aqui? O Carlos pode chegar a qualquer minuto. Vai embora! - Falei apavorada - Eu senti sua falta, eu quero você - Ele subiu na cama e relutar foi em vão, ajoelhou em minha frente, me segurou com as suas mãos grandes e invadiu minha boca, explorando cada canto, me deixando ofegante em um simples beijo. Isso era uma loucura, estávamos na cama em que meu marido dormia! Suas mãos se encheram com os meus seios e ele os apertou muito. O puxei por cima de mim e abri as pernas para ele se posicionar melhor. Beijava meu pescoço, meu colo e rapidamente abaixou as alças da minha camisola de cetim, deixando meus seios à mostra, cercou meus mamilos com a lingua, os enrijecendo ainda mais e me chupou como um garoto faminto. - Me faz sua - Eu implorava, me apertando no corpo dele, mesmo sabendo que poderiam nos flagrar - Eu preciso sentir você, por favor. Repetia em desespero mas Werner não falava nada, apenas descia a boca pela minha barriga, mordendo cada parte do meu corpo e eu me sentia uma adolescente, escondida no quarto dos pais. Ele terminou de puxar minha camisola, me deixando somente de calcinha. Quando menos esperei, senti sua boca lambendo a parte interna da minha coxa, ao mesmo tempo que dedilhava meu sexo ainda coberto pela lingerie. Eu estava com tanto desejo que acabava apertando as pernas uma na outra, tentando diminuir a intensidade do que sentia entre elas. Ele protestava - Abre a perna pra mim, quero sentir seu gosto - Disse isso segurando firme minha coxa esquerda e eu fiz o que ele queria. Abri as pernas e logo pude sentir sua língua me enlouquecer, ela passeava por toda a extensão de meu sexo. Eu gemia alto e puxava os cabelos dele, rebolava quando sentia seus dedos me penetrando ao mesmo tempo que seus lábios me sugavam. Estavamos loucos...e se alguém chegasse? Minha vida iria acabar. Mas o medo passava quando sentia a boca de Werner me devastar, o prazer era tanto que eu massageava meus próprios seios a medida que ele afundava os dedos em mim. Sua outra mão tratava de apertar meu corpo, mas escutei vozes pelo corredor - Chegou alguém! - Falei em pânico, tentando sair das mãos dele que seguravam firmemente o meu quadril.  Os sons continuaram e quando ouvi o barulho da porta se abrindo puxei os cabelos dele, o afastando de vez das minhas pernas, nos encaramos assustados e eu me desesperei, sentei na cama  em um  único impulso, cortando todo nosso contato e gritei desesperada - Tem alguém aqui! - Minha respiração estava ofegante - Calma, Eliane. Sou eu - A voz de Carlos ecoou pelo quarto. Eu ainda estava assustada. Olhei para o lado e vi meu livro caído. - Estava sonhando? - Ele perguntou pela minha expressão de susto - É acho que estava - Dei uma leve gargalhada. Passei a mão pelo meu rosto e me sentia quente, foi tão real, entretando ao mesmo tempo me senti envergonhada pelo tamanho do meu desespero em tê-lo perto - Tá tudo bem? - Sim, está - Sorri sem mostrar os dentes - Quero pedir uma coisa - Pelo seu tom eu não me alegraria com o pedido - O que? - Arqueei a sobrancelha -Eu preciso que você vá à um jantar comigo - Carlos disse enquanto trocava de roupa - Você sabe que eu odeio seus jantares de negócios - Protestei - Mas eu não posso aparecer sozinho, todos vão estar com suas esposas - Ele falou bravo - Eu não quero ir - Relutei - Eu preciso fechar esse negócio! Não vou perder isso por um capricho seu - Ele continuava irritado - Capricho? Eu não gosto disso, eu não entendo dos seus negócios - Falei mais alto - Eu também não gosto do que você faz e tenho que me prestar ao papel de seu acompanhante nessas festas que eu não suporto - Ele gritou e eu fiquei em silêncio. Realmente eu sempre obriguei ele a ir nas festas comigo. Dessa vez eu teria que dar o braço a torcer - Ok Carlos, estarei nesse jantar mantendo as aparências com você - Disse irônica e deitei novamente, querendo dormir logo e quem sabe sonhar.
Estava de lado, com as costas para Carlos, logo ele apagou a luz e se deitou também. Alguns momentos depois pude sentir sua aproximação, ele passou a mão pela minha cintura e encostou seu corpo no meu, em seguida acariciou levemente minha barriga. Eu não estava confortável com isso, há meses não tínhamos uma relação sexual, e sinceramente não era ele quem eu desejava, mesmo sendo meu marido.

Por uns instantes deixei e sua mão desceu devagar pela lateral do meu corpo mas quando senti seus lábios em minha nuca, o empurrei levemente. Ele tentou se aproximar novamente passando a mão na minha coxa agora, e eu sussurrei: - Por favor Carlos, não... - Pude ouvi-lo bufar irritado - Eu desisto Eliane! - Ele reclamou e eu continuei em silêncio. Virava de um lado pro outro na cama e não conseguia dormir. Me sentia culpada por meu casamento estar assim e por não conseguir tentar mudar como Carlos queria. Afinal, a culpa era minha, pois eu estava deitada com ele pensando em outro, querendo outro e sonhando com outro e nada mais me distraía.

Tanta coisa pesava em minha cabeça que perdi o sono. Levantei um pouco e fui para a sacada do nosso quarto. Peguei meu celular e observava Carlos de longe, ele já estava em sono profundo. "Talvez ele também nem goste mais de mim, precisamos apenas ter coragem de terminar de uma vez" pensei. Eu já não aguentava mais ficar sem notícias do Werner. Esperei tanto por uma ligação ou no mínimo um oi e não queria mais esperar.

Pensei em ir falar com ele, mas minha mente dizia que eu não deveria procura-lo, se ele se importasse, viria atrás, só que ao mesmo tempo meu coração saltava pedindo que aqueles braços envolvessem meu corpo novamente. Foram longos momentos discutindo comigo mesma e não demorou muito para eu engolir meu orgulho. Peguei meu celular e digitei:  "Esqueceu de mim?" Alguns segundos depois fechei os olhos, respirei fundo e enviei.


Notas Finais


Gostaria muito de saber a opinião de quem acompanha 💗💗


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