História Ela, Ele - Capítulo 10


Escrita por: ~

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Categorias Inuyasha
Exibições 62
Palavras 1.148
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


desculpem os erros e boa leitura...

Capítulo 10 - Capitulo 10 Não consigo esquecer.


Capitulo 10 Não consigo esquecer.

Ela...

Sesshoumaru – não vá... Kagome, não me deixe... – agarrando a garota – por favor, não me deixe.

Rin – Sesshoumaru... me solta, eu não sou a Kagome – e foi surpreendida com um beijo.

Ela com certeza não esperava por esse beijo, e menos ainda que gostasse, Rin deixou que Sesshoumaru a beijasse, deixando ele aprofundar sua língua dentro de sua boca.

O beijo não durou muito, tinha gosto de álcool, molhado e gostoso. Mas depois do beijo Sesshoumaru dormiu. Estava bêbado e cansado. E não tinha consciência do que estava fazendo.

Rin – Sesshoumaru?! – mas nada dele reagir. Ela então suspirou.

Resolveu deixar o homem dormir. Foi ate o quarto dele e procurou por um coberto para cobri-lo. Tentou deixa-lo bem confortável, com certeza ele acordaria todo dolorido no dia seguinte.

E Rin ficou pensando, não poderia deixa-lo ali sozinho com a porta arrombada. O jeito era ter que dormir ali também. Foi ate o quarto dele, mexeu no armário do homem e pegou uma camisa para vestir, mas antes tomou um banho e logo em seguida vestiu a camisa de Sesshoumaru, que nela ficou parecendo um vestido. E depois se deitou na cama do homem.

Rin – quem diria que um dia eu estaria na cama de Sesshoumaru – sorriu de forma irônica – tudo tem o cheiro dele... – apertou o travesseiro, sentindo o aroma suave que exalava – ... um cheiro tão bom.

Nem se deu conta, mas estava ficando fascinada pelo cheiro, pensando no beijo, pensando em Sesshoumaru. Tudo ficou em sua cabeça, que naquela noite Rin sonhou com Sesshoumaru, sonhou com o beijo.

#-#

Já era dia quando Inuyasha voltava para casa. E se assustou ao deparar com a porta arrombada, pensou ate que tivesse entrado ladrão, e entrou em alerta.

Inuyasha – eu já chamei a policia... – falando a caso se ainda tivesse alguém ali – ah Rin, é você – respirou aliviado – espera, o que está fazendo aqui? E com uma camisa do Sesshoumaru?

Rin – não é nada disso que está pensando. Afinal, onde você passou a noite? Aposta que foi atrás de Kagome.

Inuyasha – fala baixo... o Sesshoumaru pode ouvir... – foi quando olhou melhor para o irmão dormindo no sofá – o que aconteceu com ele?

Rin – bebeu demais e acabou sofrendo um acidente.

Inuyasha – ele está bem?

Rin – você devia ter se preocupado com ele antes de se envolver com a noiva de seu irmão.

Inuyasha – isso não é assunto seu.

Rin – também não é assunto meu cuidar do seu irmão bêbado, enquanto você rouba a noiva dele.

Inuyasha – eu me apaixonei pela Kagome, não tenho culpa disso.

Rin – certo, eu não tenho nada haver com isso mesmo. Já está hora de eu ir embora – foi trocar de roupa para ir finalmente para a sua casa.

Ele...

Abriu os olhos e viu o a luz do dia, seu corpo doía a cada movimento, sua cabeça tambem. Viu os diversos hematomas pelo corpo, foi quando se lembrou que havia sido atropelado.

Inuyasha – toma, fiz um café para você – o irmão apareceu com uma xícara de café.

Sesshoumaru – obrigado... – sentou no sofá e pegou a xícara – como eu vim para em casa?

Inuyasha – a Rin te trouxe.

Sesshoumaru – Rin... – quase deixou o café derramar.

Inuyasha – é, me desculpa. Eu sai e desliguei o celular, não soube do seu acidente.

Sesshoumaru – tudo bem, você não tem culpa. Mas, eu jurei que Kagome estivesse aqui, eu acho que foi apenas um sonho.

Inuyasha – é... deve ter sido um sonho mesmo.

Sesshoumaru – eu tenho que falar com a Kagome, vou atrás dela – se levantou do sofá.

Inuyasha – nem perca o seu tempo, ela não está na cidade.

Sesshoumaru – como assim?

Inuyasha – bem, fiquei sabendo que ela pediu uns dias de folga da Rin e viajou hoje cedo.

Sesshoumaru – viajou? Para onde?

Inuyasha – não sei. Mas o melhor é você ir tomar um banho, vou te ajudar com as ataduras, e descansar um pouco.

Sesshoumaru – você tem razão, ela me pediu um tempo e eu devo respeitar isso. vou para o meu quarto... ah Inu, me arruma um remédio, estou morrendo de dor.

Inuyasha – pode deixar...

Ela...

Como sempre, sozinha em sua casa. Já não tinha familiares a quem pudesse passar o dia de folga. Mas sua cabeça estava bem cheia. Rin não conseguia parar de pensar em Sesshoumaru.

Rin – ai Sesshoumaru... – falando sozinha – saia da minha cabeça – não entendia aquele repentino sentimento que estava nascendo.

Era tão absurdo a ideia de gostar de Sesshoumaru. Eles nunca se gostaram, nunca se deram bem. E agora ela não parava de pensar no homem. Não conseguia esquecer o beijo que ele lhe deu.

Rin – não... eu não vou ficar aqui sozinha pensando no Sesshoumaru.

Resolveu aproveitar aquele dia no clube. Ver gente, nadar um pouco, pegar sol. Quem sabe assim ela tirava aquele homem de seus pensamentos.

#-#

E lá estava ela, com seu melhor biquine, óculos de só, os cabelos soltos, indo em direção a piscina do clube que era sócia.

Encontrou algumas amigas, que a tempos não via, botou o papo em dia. E pode se dizer que por um momento ela esqueceu de Sesshoumaru.

Mas foi quando se sentou em uma cadeira de sol, respirou fundo e tentou relaxar, que voltou a se lembrar do beijo.

Rin – merda... isso vai me perseguir mesmo? – já estava quase desistindo daquele dia, ate que alguém apareceu.

 – com licença... – se sentou em uma cadeira ao lado – você se lembra de mim? – era um homem alto e bonito.

Rin – Naraku? Acertei?

Naraku – isso mesmo... – se cumprimentaram.

Rin – o dono da empresa concorrente..

Naraku – e amigo de Sesshoumaru.

Rin – ah, não me fale desse nome hoje.

Naraku – soube que vocês estão em pé de guerra.

Rin – ele se acha dono dos meus negócios, só espero que ele não esteja fazendo jogo duplo. Passando informações da minha empresa para você.

Naraku – é uma boa ideia. Mas Sesshoumaru é muito correto, infelizmente.

Rin – pelo menos você é sincero.

Naraku – está sozinha? Posso lhe fazer companhia?

Rin – estou sozinha, mas a quanto me fazer companhia, dispenso. Porem não posso lhe expulsar daqui.

Naraku – marrenta assim como Sesshoumaru disse.

Rin – ele fala isso de mim? – curiosamente ficou interessada no que Sesshoumaru dizia sobre si.

Naraku – e outras coisas mais que, com certeza não condiz com a verdade.

Rin – imagino o que seja.

Naraku – eu estive pensando, quem sabe um dia nos podemos sair para tomar alguma coisa, conversar sobre nossas empresas. Talvez podemos fazer sociedade.

Rin – eu nunca faria nenhuma espécie de sociedade com você, conheço sua fama no mundo dos negócios.

Naraku – Sesshoumaru está certo, você não serve para esse mundo. Por que não deixa isso com os adultos? – com um sorriso debochado.

Rin – veremos isso no final do ano, quando minha empresa esmagará a sua nos lucros – se levantou e recolheu suas coisas – adeus! – deixou o homem sozinho.

Naraku – Rin, você ainda será minha. Você e sua empresa.

Continua...


Notas Finais


isso é dor de corno Sesshoumaru...
ausuahsas
bjs e ate.


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