História Elastic Heart - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Devil May Cry
Personagens Dante, Lady, Nero, Personagens Originais, Trish, Vergil
Tags Amor, Batalha, Dante, Dmc, Kyrie, Lady, Luta, Nero, Obsessão, Romance, Sangue, Shoujo, Trish
Visualizações 23
Palavras 1.466
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Fantasia, Festa, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Canibalismo, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Por um milagre, tive uma baita inspiração hoje >.<

Capítulo 5 - Dark sky


Travava uma batalha contra si mesma.

Se entregou a Dante sem nenhuma resistência ou impasse; se deliciando com cada toque do mestiço em seu corpo. Arrepios se apoderavam da sua pele, a fazendo se fundir cada vez mais ao corpo do homem. Sua temperatura corporal era quente, quase em brasa.

O beijo era forte e intenso. Dante sugava e mordia o lábio inferior de Anne com fome. Afastou os lábios da mesma, e se dirigiu ao seu pescoço; onde sugou e mordiscou, arrancando um fraco gemido da mais nova. Sorriu pela reação, sugando mais forte, e deixando uma marca arroxeada.

Anne estava em êxtase. Vermelha e quente. Resmungou e puxou Dante em encontro de sua boca novamente.

"- Pensei que me odiava.   - Sussurou, em pouquíssimos centímetros longe dos lábios de Anne.

"- Cale a boca.   - Disse, puxando o mestiço e o beijando.

Dante visualizou uma árvore próxima a eles, e em um rápido movimento, prensou Anne nela. Suas mãos exploravam o corpo da mesma. Em seguida, desabotoou quatro botões de sua fina blusa branca.

Anne levantou sua perna esquerda, aumentando o contato de Dante contra si. A saia facilitava ainda mais o contato. Dante não resistiu, e sorriu de novo.

"- Sempre apressada. - Provocou. Antes que Anne desse uma resposta, o caçador mordeu seu seio direito, deixando outra marca; dessa vez maior.

"- O-o que está fazendo?!   

"- Ainda pergunta?  

Anne afasta Dante devagar e abotoa sua blusa.

"- Não é hora e nem lugar, idiota.   - Estava trêmula e vermelha.

Dante sorriu cínico. O nervosismo de Anne o divertia sempre. Observou a menor se vestir devagar, tentando se acalmar. Dante a prensou de novo na árvore. 

"- Eu sei que me odeia, e sei que tem mil motivos para isso. Mas tente esquecer isso um pouco, okay?   - Pediu, olhando nos olhos da jovem. Anne fechou os olhos. Continuava confusa e incerta. O efeito que Dante tinha sobre si era massacrante. 

"- Posso fazer isso...   - Concordou, mesmo perdida nos mais profundos sentimentos que possuía.

"- Mas antes...   - Dante puxou Anne para mais um beijo.

"- Mesmo que eu me magoe, mesmo que eu seja abandonada.. quero aproveitar esse momento.

XX

O orfanato ficava próximo á igreja. Anne foi acompanhada por Dante até a cidade. Conversaram pouco. Dante perguntou por Hélio, gostava do velhote e possuía um respeito por ele enorme.

Quando se aproximavam da Igreja, perto do caminho até o orfanato, o caçador beijou a testa da mais nova.

"- Eu preciso resolver um assunto.

"- Ah sim, então eu te vejo na igreja.

Dante riu.

"- O que houve?   - Anne pergunta confusa.

"- Está me pedindo em casamento?   - Anne avermelha instantaneamente. Alguns cidadãos que passavam perto riram baixo.

"- Mas é claro que não!   - Exclamou.

"- Oh, tu maltratou meu amor por ti!   - Com as mãos, tapou o próprio rosto. Fingiu descrença e com o drama, arrancou um riso de Anne.

"- Até mais tarde, Dante!   - Se virou e continuou o caminho, com as mãos na testa envergonhada.

Olhou em volta e viu a movimentação da rua. As pessoas aos poucos erguiam seus estabelecimentos e casas. Com a iluminação dos postes e dos locais, Fortuna ganhava vida novamente. Sorriu fraco com o empenho de todos. Sempre haveria esperança.

Passou por toda a extensão da rua principal. Quando chegou ao jardim da igreja, virou a esquerda, entrando em um caminho alternativo, avistando o orfanato. Os portões eram grandes e de ferro, com dois postes iluminando. Era ao lado da igreja, junto com a torre principal. O prédio do orfanato em si, era os dormitórios das crianças. Pelo que lembra, eram apenas oito crianças de idades entre cinco e nove anos.

Entrou no prédio e passou pelo corredor que tinha, logo avistando Kyrie no salão. Era uma sala com estantes de livros, mesas e cadeiras. Era uma das bibliotecas da cidade, que Nero preferiu fazer junto com o lar das crianças. A escadaria ao lado direito das mesas levava até os dormitórios e refeitório. Tudo construído com cuidado e precisão.

"- Olá, Anne!   - Sorriu a jovem.

"- Olá. Como estão as crianças?   - Perguntou.

"- Estão bem, não se feriram. E Nero?

"- Por isso estou aqui. Matamos um pequeno grupo de demônios na floresta, ele pediu para avisar a você.   - Explicou e Kyrie suspira.

"- Será que esse pesadelo não vai acabar?   - A voz triste da jovem fez Anne suspirar cansada. Ela estava certa. Parecia nunca ter fim.

"- Eu vou ajudar Nero no que ele precisar. Vamos resolver isso, ta bom?   - Sorriu e Kyrie retribui.

"- Está ferida, sente dor?   - Pergunta preocupada.

"- Um pouco.

"- Vá para o banheiro, vamos dar um jeito nisso!

XX

Anne tomou um longo banho. O ferimento ainda ardia bastante, mesmo assim o lavava.

Kyrie emprestou um vestido e um par de sapatilhas brancas para Anne. O vestido era simples, de alças finas, entrelaçadas nas costas. Era num tom nude, ia até acima dos joelhos e tinha flores delicadas e brancas desenhadas. Não se importou pela falta de peças íntimas, já que era um vestido. Deixou os cabelos úmidos e soltos.

Deixou Kyrie fazer o curativo no braço e supercílio. Após isso, se despediu da mesma com um abraço carinhoso.

Saiu do prédio e foi até o portão do salão da igreja. Quando entrou, encontrou seu pai sentado em um dos acentos, com um olhar perdido.

"- Papai?   - O chamou, tocando seu ombro.

"- Meu amor!   - Os olhos castanhos de Hélio brilham intensamente quando olha para a filha. A abraça forte.

"- Ele se recusou à voltar para a enfermaria enquanto não te visse.   - Disse Nero. 

"- Ah, Kyrie está bem.   - Avisou.

"- Estou indo lá agora, quando eu voltar, quero saber sobre um assunto.   - Disse, se virando e indo até a porta.

"- Se for o que estou pensando, aviso de novo que é uma longa história.   - Diz, arrancando um riso do garoto.

"- Eu gosto de histórias longas.

Nero acenou e saiu.

"- Você está bem, filha?   - Pergunta Hélio.

"- Sim, pai. Não se preocupe. Você comeu?   - Sentou-se ao lado do idoso.

"- Prefiro sua sopa.   - Disse Hélio convencido. Anne ri.

"- Vamos comer juntos então.

Anne foi até uma bancada onde tinha algumas sopas, carnes e frutas. De bebidas, havia suco e água. Pelo que viu, tinha pouquíssimas pessoas ainda na enfermaria. Provavelmente as que estão com ferimentos mais graves.

Pegou uma tigela e colocou uma sopa de legumes, com um pedaço de carne. Pegou um copo de suco de laranja e levou até Hélio.

"- Pronto, vamos comer juntos.

Hélio deu as primeiras coleradas e Anne ficou com a carne. Dividiram tudo, até mesmo o suco.

Quando acabaram, levou Hélio até à enfermaria. O local estava quente e calmo. O ambiente era aconchegante, com paredes verdes e piso cor creme. As camas eram bem arrumadas. Só havia três pessoas dormindo.

 Deitou o pai na cama e o cobriu. Hélio pegou no sono rapidamente. Beijou-lhe a testa, cumprimentou o soldado que estava na porta e se despediu das enfermeiras.

Se sentou cansada no salão. Fechou os olhos e respirou fundo.

"- Onde está aquele idiota?

XX

Avistou a mulher de cabelos negros, olhos castanhos e decote volumoso. Usava um short's com meia calça. Botas de couro marrom, e um topper branco. Duas pistolas estavam presas em um coldre, em cada coxa.

"- Onde estava? Fiquei aqui mais de uma hora!   - Exclamou Anastásia, uma caçadora que chamou Dante para o trabalho.

"- Acalme-se, sua salvação chegou.   - Respondeu cínico.

"-Bem que Morrison avisou que você era desleixado...   - Condenou a si mesma a insistência que fez para receber a ajuda do mestiço.

"- Eu deveria estar agora comendo uma deliciosa pizza, ou caçando uma bela coelhinha.   - Anastásia revira os olhos com a última opção.

"- Parece que tem algum fanático invocando demônios. Satisfeito com o motivo?   - Pergunta, cruzando os braços.

"- Oh, sem agressividade. E isso é um motivo para um só caçador resolver, não acha? 

Anastásia revira os olhos.

"- Com a quantidade de demônios que veio, parece ser um grupo.

"- Um grupo de adolescentes idiotas que não sabem com o que estão brincando.   - Completa o mestiço.

"- Devo concordar, vamos?

"- Ora, sabe onde estão?   - Dante finge estar surpreso.

"- Suspeitos. E eu tive que fazer algo enquanto te esperava.

"- Espero que meu esforço valha a pena.   - Anastásia suspira sem paciência.

Por fim, Dante começou a seguir a caçadora.

O mestiço pegou-se lembrando de Anne. A jovem tomou conta de seus pensamentos até o momento que foi ao encontro da caçadora. Puxou seu maço e isqueiro, acendeu seu cigarro e guardou o restante. Ainda sente nitidamente o gosto dos lábios de Anne; tão doce quanto um sundae de morango. Passou a língua pelos próprios lábios, se recordando de tudo.

Anastásia o observa de canto. Curiosa com as ações e feições do mesmo.

Perguntava-se quem era a coelhinha.

XX

(...)

Anne pegou no sono, deitada na fileira de bancos do salão da igreja. 

Uma respiração pesada e descompassada se mantinha ao seu lado. Esperando e admirando.

A sombra do filho de Sparda estava indefesa.

(...)


Notas Finais


este foi um capítulo "calmo" antes da tempestade e.e Até a próxima!!


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