História Ele é a Bela-Trilogia Luar - Capítulo 2


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Abo, Alfa, Amizade, Beta, Ômega, Original, Romance
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Palavras 1.663
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Escolar, Famí­lia, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência
Avisos: Bissexualidade, Cross-dresser, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oi, olha aí mais um cap. de Ele é a Bela.
Bom, hoje Thilo só irá conhecer Bobby, Léo e Itam, por enquanto...
Beijos.

Capítulo 2 - Three lovers in heart


                         Thilo p.o.v

Como isso aqui é grande! Concerteza não é como nos filmes que eu assisti.

Eu estava tão destraído, quando do nada um garoto que estava de skate, caiu sobre mim e todos ali em volta começaram a olhar, fazendo com que eu, ficasse morrendo de vergonha.

-Olha por onde anda, imbécil!    -o garoto se levanta e eu me levanto junto. Concerto minha franja, e arrumo minha roupa.

-O único imbécil aqui, é quem anda de skate em MEIO a escola.    -eu falei e me arrependi de ter aberto minha boca.

-O que você disse?    -pergunteo o garoto, me pegando pelo meu casaco me fazendo encará-lo. O garoto respira fundo, acho que sentiu meu cheiro, contudo isso me largou.     -Só irei te livrar de surra, por que estou vendo que você é ômega.

O garoto pega o skate e sai novamente nele, pelo cheiro bem forte (chega até ser mais forte que o do papai e o do Mariano), defino que ele seja um alfa lúpus.

Confesso que já estou assustado! Não tenho nem 2 minutos aqui, e sinto que já fiz um inimigo.

Alguns alunos cochicham algo sobre o acontecido, porém não dou muita atenção. Saiuvdos corredores e vou a um jardim, deve ser o lugar chamado pátio! Olho para um pouco, e em dos bancos que haviam por ali, havia um rapaz sentado, completamente vidrado no livro que lia.

Fiquei analisando-o, e o mesmo tinha uma aparência um "tanto" chamativa. Ele usava uma camisa azul escura com mangas compridas e por cima um suéter marrom xadrez. 

Me sentei ao seu lado e o mesmo pareceu não notar minha presença. Percebi também que ele usava óculos, daqueles redondos. Era o típico, nerd escolar!

Quando olhei para o livro que o mesmo lia, fiquei impressionado.

-Esse é o livro, Amores Roubados?     -eu perguntei, pois eu também lia o livro. O garoto fechou o livro, num modo esbravejador, e me olhou furioso.

-O que você, quer? Foi o Itam que te mandou aqui?      -ele perguntou bravo, mas sua feição mudou ao olhar meus olhos. Ele possuia um par de olhos cor de avelã, que me deixaram um pouco nervoso, pela carga elétrica correu pelo me corpo.     -Então... você ficou mudo?

-Oh, perdão! Mas, não entendo o que se passa.    -eu me sentei formalmente e o encarei. Eu era um fracasso! Parecia que ele era de outro planeta, pois eu não entendia o que ele disse.     -Prazer, meu nome é Carthilo Merez, contudo pode me chamar de Thilo. É assim que todos me chamam.

-Eu ainda, estou tentando entender qual é a sua...    -ele falou rispidamente e eu engoli seco.     -Foi o Itam, que te mandou aqui não é mesmo?

-Primeiro, para um garoto que "parece" legal, você é muito mal-educado.     -eu falei grosseiramente, fazendo aspas no parece. Ele me olhou torto, porém não me interrompeu.     -E segundo, é meu primeiro dia de aula, como poderia eu conhecer alguém?

-Hum...      -ele soltou, ainda duvidoso, porém deu de ombros.       -Eu me chamo Robberto Swanboard, mas me chame de Bobby.

Ele estendeu sua mão, e eu peguei na mesma com um sorriso no rosto.

-E respondendo sua pergunta; Sim! Esse é o Amores Roubados.     -ele falou e guardou o livro.     -Por quê?

-Porque esse é o melhor livro da década.      -falei empolgado, chamando a atenção de alguns alunos que passavam ali por perto.

-É verdade... bom, se você se sentou perto de um garoto como eu, é por que deve estar perdido, não é?       -ele pergunta e eu apenas franzo o cenho. Como ele podia se dar tão pouco valor?

-Bom, como eu já falei é meu primeiro dia aqui...      -eu comentei um pouco receoso e o garoto pareceu não tirar os olhos dos meus lábios.       -Preciso, saber como funcionam as coisas!

-Espera, você veio de algum outro país?      -ele perguntou, e eu neguei.

-Minha familia já mora aqui em Rochester Hills desde o tempo do meu vô...     -eu falei dando de ombos.

-Então, como você não sabe o que se faz no primeiro dia de aula?

-Na verdade...      -eu expliquei brincando com os dedos e Bobby (é eu gravei o nome dele, bem rápido) ficou confuso.      -É que esse é literalmente meu primeiro dia de aula!

-Então isso quer dizer que hoje, é a primeira vez que vem a escola?      -ele perguntou num tom risonho e eu concordei.       -E que ano, você irá fazer?

-O terceiro!     -falei rápidamente me levantando.

-Uau, sério?     -ele pergunta, também se levantando.     -Espera, você falou que não veio de outro país e que é sua primeira vez na escola. Como isso é posivél?

-Minha mãe! Ela sempre me privou de vir a escola.      -eu falei dando de ombros e Bobby pediu para eu segui-lo.    -Então, ela me ensinou em casa mesmo.

-Que legal!     -ele continuou andando.      -Mas, por que ela te privou de vir a escola?

-Para o garoto grosseiro que você pareceu, a poucos instantes. Você é bem curioso.     -eu falei risonho e vi o rapaz ficar sem graça.     -Desculpe! Mas, respondendo sua pergunta; É por que ela sempre teve medo que eu fosse prejudicado de alguma forma por alfas.

-Oh, entendo!    -continuou o alfa e parou em frente a uma porta, ele deu duas batinhas e logo virou a maçaneta adentrando o local.     -Sr. Patterson?

-Ah! Olá, Bobby... fico muito feliz de vê-lo novamente.    -comentou o homem que mexia em alguns papéis. Senti o aroma doce, feminino e familiar, naquele local. O diretor era um ômega!    -E então o que deseja?

-Bom, esse aqui é Carthilo Merez...     -Bobby falou meu nome, me fazendo rir de lado para o homem a nossa frente.    -Ele é um aluno novo, e...

Bobby não conseguiu terminar, pois o sinal bateu naquele momento.

-Bom, eu preciso ir.    -comentou o alfa e por dentro eu pedi para ele não ir.    -Com licença Sr. Patterson e... Thilo.

O alfa fecha a porta e sai. O Sr. Patterson, fez menção para que eu me sentasse e assim fiz. O ômega começa a procurar algo em meio aos papéis novamente.

-Achei!     -ele fala me tirando do transe.    -Aqui está! Sr. Carthilo James Merez.

-Sim, sou eu...     -falei docemente e ele sorriu para mim.

O Sr. Patterson era um ômega, muito bonito. Ele tinha aparência de ter no máximo 36 anos. Ele possuia um par de olhos verdes, e seus cabelos loiro meio ruivo lhe dava um tom angelical.

-Bom, aqui fala que você nunca frequentou uma escola, certo?    -o homem pergunta e eu concordo.    -E irá fazer o último ano do ensino médio.

-Sim!

-Muito bem, aqui estão suas aulas, e...    -ele não conseguiu terminar, pois um homem fardado entrou segurando um garoto pelo braço com força. Eu ouvi o Sr. Patterson suspirar.     -O que houve agora Gomez?

-O seu filho! Mal começou as aulas e ele já está se beijando com um ômega pelos corredores.    -falou o tal de Gomez, e o garoto conseguiu se soltar.

-Itam... Ai, quantas vezes vou ter que falar com você, sobre namoros na escola?     -perguntou o Sr. Patterson paciente e o tal Itam sentou ao meu lado, cruzando os braços.    -Gomez, muito obrigada! Pode deixar, que dessa vez eu irei dar uma lição no meu filho.

Fiquei fitando o Itam por um tempo, ele era um gato! Sério mesmo... ele tinha um rosto perfeito, olhos azuis claros e seu topete impecavél, com seus cabelos pretos e sua pele brozeada. Itam era o típico gato escolar.

-Com licença!     -Gomez saiu furioso, parecia que estava afim de ver o Itam tomar bronca. Será que todo aqui tem algo contra o Itam?

-Itam Patterson, desta vez eu juro que você vai ficar de castigo, e...     -ele parou e olhou para mim, que estava parecendo uma estátua.

-Oh, Sr. Merez, mil perdões, e mais uma vez seja bem-vindo ao Rochester Adams, não é Itam?

-Hum...     -Itam finalmente olha para mim, e fica um tempo me secando com os lábios entreabertos.     -É bem-vindo mesmo, por que você é o genro que mamãe pediu...

Eu coro fortemente com essa cantada, e podemos ouvir o Sr. Patterson dá uma tossizinha pra informar que ele estava presente.

-O quê?     -pergunta Itam assustado.

-Pode ir Sr. Merez e qualquer coisa eu estou aqui, ok?     -falou o homem e eu assenti, me levantando. Sinto alguém pegar meu braço e para o meu azar era Itam, que pela sua deduzir ser ele um alfa.

-Me liga!   -ele falou em um cochicho e eu puxei meu braço.

-ITAM!     -exclamou o ômega.

Eu sai dali o mais rápido possivél, não queria ouvir discussões familiares.

Nossa que garoto abusado! Eu nunca mais quero voltar a me aproximar dele.

Olhei o papel que o Sr. Patterson me deu com as aulas. Eu teria de ir a sala 17, mas onde será que ela fica?

Os corredores estavam vazios, deviso ao sinal já ter tocado a um tempinho. Havia uma escada ali por perto e ao resolvi subi-la. Eu subia enquanto olhava o papel.

Derrepente sinto um corpo se colar ao meu, fazendo os dois caírem. É hoje não era meu dia? Olhei para quem havia me derrubado...

Era um rapaz de cabelos loiros claros e cacheados, fiquei perdido naqueles seus oceanos azuis. Ele se levanta e me ajuda a levantar com um sorriso nos lábios.

-Perdão... eu estava destraído.    -ele disse concertando sua roupa e olhando para mim ainda sorrindo.

-T-tudo b-bem...     -me xinguei por ter gaguejado e corei.

-Ai aue falta de modos minha! Meu nome é Leonard.    -ele tocou minha mão e a beijou. Leonard, deve ser o tipico galã escolar.  Meu deus, estou me sentindo a Cinderela.     -E você é?

-Carthilo, eu me Carthilo, porém me chame de Thilo.    -eu falei sorrindo e lembrei que eu tinha aula.     -Ahm, eu preciso ir! Foi um prazer...

Nem deixei ele terminar e saí correndo pra sala, pra variar fiquei sozinho, e nas outras aulas também. A hora do almoço eu tive de me sentar numa mesa sozinho para comer. Eu vi o Francis, porém ele nem me deu corda. Também não vi o Bobby, mas relevei.

No fim do dia eu fui para a garagem, esperar Francis no mesmo lugar onde ele havia me deixado. A nossa viagem de volta, foi silêncio total, não estava afum de conversar.

Assim que cheguei em casa, fui direto para o meu quarto, e me joguei na cama, pensando um pouco.

Será que amanhã vai ser melhor?...









Notas Finais


Até quarta com o cap. de True Love, não percam...


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