História Ele era como uma tempestade - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Eles Nem Tem Nome De Ship, Eric, Ericeok?, Fluffy, Seok, Seric?, Tá Na Hora De Nomear
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Palavras 1.368
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drabble, Fluffy, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Yuri
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


porque eu amo muito um casalzinho e amo muito imaginar todos os momentos fofos e românticos que eles podem ter tido nesse tempo todo em que o eric fica gritando "oppa" igual uma criança

oi, lun! acho que dá pra considerar isso um presente né? eu tentei revisar tudo bonitinho, mas eu to com sono, então não sei se tem erro, se tiver me perdoa e não desiste de mim ):
presentes surpresa em forma de drabble (que nem parecem drabble porque são grandinhos) são minha especialidade B)
bOA LEITURA, VAI NA FÉ

Capítulo 1 - Quando te conheci, eu não sabia que te amaria tanto assim


Olhei sobre meus ombros assim que a tela de derrota apareceu na tela, suspirando quando notei que fui deixado sozinho de novo durante uma das conversas enquanto eu jogava mais um dos milhares de fps que eu gostava tanto. Não que ele seja obrigado a continuar acordado enquanto eu jogo, mas não é como se ele pudesse simplesmente cair no sono como se ele fosse o velho de alma que é.

Seok não se mexia muito quando dormia, bem diferente do que eu pensava, pra ser sincero. Quando eu vi que ele era mesmo um homem de idade no corpo de um adolescente, eu supus que ele tivesse um sono bem agitado, do tipo de se mexer muito e até falar dormindo, só pra entrar em contrapartida com o fato de ele ser bem parado; obviamente a minha teoria tava bem errada, porque o único movimento que ele fazia era se encolher mais entre as mantas quentes. Eu acharia adorável se eu não o conhecesse bem.

Fechei meu notebook e empurrei a cadeira para o lado, indo em direção à cama de casal porque eu meio que tinha o direito de me deitar na minha própria cama. A questão mesmo é que eu estava com muito dó de acordar o Seok só para dizer pra ele ir pro lado, e juro que eu só não considerei dormir no chão porque tava mesmo muito frio, frio a ponto das minhas pantufas do Scooby-doo não estarem dando conta do recado.

— Seok. — chamei ao estar perto, tocando seu braço com o máximo de delicadeza que eu tinha enquanto o balançava de leve. Quando não tive nenhuma resposta, subi um pouquinho na cama, meus joelhos apoiados bem na pontinha só porque eu já tinha tirado as pantufas e não queria colocar os pés no chão. — Seok oppa! — falei mais alto quando aproximei meu rosto do seu, dessa vez tendo resposta na hora, a qual veio em forma de um empurrão que me desiquilibrou e me fez cair de costas no tapete fofinho ao lado da cama.

Juro que não gritei só por saber que meus pais estavam dormindo no quarto no final do corredor, mas aquele velhinho em forma de adolescente não pareceu nem um pouco preocupado, já que começou a rir de mim enquanto se inclinava um pouco pra fora da cama só pra ver a minha desgraça. Me mexi um pouco no chão gelado, gemendo de dor por conta da pancada na madeira enquanto ouvia aquela risada que, droga, era muito bonitinha.

— Eu quero muito te dar um soco.

— Ah, quer é?

— Quero, mas antes eu preciso colocar a minha costela no lugar. — gemi de dor mais uma vez enquanto me levantava, podendo ver o rosto sorridente do Kwon assim que fiquei em pé. Eu até poderia dizer que eu parecia muito amedrontador perto dele, mas a gente meio que tinha a mesma altura e eu não fazia mal sequer pra uma mosca. Eric coração de manteiga Kwang, prazer. — E o seu pedido de desculpas, cadê?

— Você não precisa disso, Eric, deita logo nessa cama.

— Você não tem noção do quanto isso significa pra mim, oppa! — fiz a voz mais manhosa e cheia de carinho que eu conseguia, recebendo um revirar de olhos e um puxão na minha camiseta que me fez cair na cama. Como vocês podem ver, o Seok me faz cair muitas vezes, principalmente por ele, mas ele não precisa saber disso e tudo o mais.

Quando fiquei deitado do seu lado, aproveitei para poder o observar um pouquinho, algo que eu acabei fazendo com certa frequência nos últimos dias, e soube que ele percebeu, até porque mal havia começado e já tinha recebido uma careta característica dele em resposta. Eu sei que você não consegue ver ou imaginar o rosto dele, e eu acho que até poderia te dizer que é complicado de explicar tudo o que ele é; digo, eu poderia descrever os olhos, a boca, o nariz, mas acho que nada chegaria ao o que ele é. Meloso demais dizer dessa forma, eu sei, mas é porque ele é mais do que qualquer pessoa pode ver. Eu sei que eu não consegui ver na primeira vez que o encontrei no cais, mas agora eu posso e acho que isso é meio que uma conquista, não?

Quem o olha de longe vê um garoto, hum, digamos que... Rico, cheio de marra, provavelmente o tipo de cara que você quer beijar e dar uns tapas ao mesmo tempo, um adolescente que curte química e não tem cara de louco, mas tem cara de que acabaria com você numa noite só (só não digo como). E, certo, admito, talvez ele seja mesmo todas essas coisas que a primeira impressão passa, mas meio que tem muito mais embaixo dessa casca grossa que Seok Jin Kwon é.

— Para de me olhar desse jeito, você fica com muita cara de idiota.

— Idiota o suficiente pra te amar, oppa!

— Você é mais velho que eu, Eric.

— Então vai me chamar de hyung?

— Nem fodendo.

Acabei não conseguindo não rir e talvez eu tenha ficado ainda mais feliz quando vi um sorrisinho nos lábios dele. Ele poderia saber um monte sobre química, mas aposto que ele não sabia sobre a química do amor que poderia estar rolando entre nós.

Bem quando eu me sentei pra tentar falar essa cantada bonitinha pra ele, ele colocou a mão na minha boca pra me calar, como se já previsse tudo.

— Se você soltar outra cantada com química de novo, eu juro que te jogo pela janela. — fiz a minha melhor expressão de cachorrinho (ou Seok prefere gatos?) que caiu da mudança, e eu meio que tentei falar, mas só saiam uns sons abafados que chegou a ponto de nem eu saber mais o que eu falava. Acho que foi pela minha cara confusa que ele tirou a mão do meu rosto. — Eu falei sério.

— Eu amo você.

— Ah, vai se foder. — ele pegou a manta que tava fora do seu corpo e se cobriu de novo, virando de costas pra mim pra tentar me ignorar, o que foi inútil já que na mesma hora eu me joguei em cima do seu corpo enquanto tentava o abraçar de algum jeito que ele se recusava a concordar.

Fiquei murmurando seu nome várias e várias vezes para tentar chamar a sua atenção de algum jeitinho, e eu realmente não me cansava porque só existiam duas alternativas para o acaso de ele se irritar de verdade: ou ele cedia ou ele me jogava mesmo pela janela. Eu meio que apostei na primeira alternativa porque o Seok nem é tão forte assim, e também porque o máximo que ele conseguiria fazer é me obrigar a dormir no chão... O que talvez seja mais doloroso do que ser jogado pela janela.

Abri o maior sorriso do mundo quando ele tirou a cara do travesseiro e se virou pra me olhar, falando um “Porra, Eric!” meio alto demais, o que foi a melhor oportunidade de todas, já que no momento seguinte eu o beijei sem ter medo da morte. Não que eu seja a protagonista de um livro de garotos corvos, e sim porque eu nem tava com tanto medo assim de dormir no chão. Ele não seria tão cruel... Seria?

Não foi um super beijo, aquele contato de boquinhas tava mais pra um selinho longo demais, e eu tava quase saindo de perto dele pra pedir desculpa e me preparar pra dormir – já que eu meio que tinha medo de deixar ele bravo demais comigo –, mas ele foi bem mais rápido ao levar as mãos pra minha nuca e aprofundar bem mais aquele toque infantil de lábios. Ah, eu jamais poderia descrever os beijos de Seok, ou ao menos não de um jeito que fosse além de “os melhores que já provei, os únicos que tomam todo meu ar no primeiro toque”.

O meu plano inicial era roubar um beijo e o ouvir falar que me ama também, mas acabei desistindo de qualquer plano doido, porque quando o quarto já estava febril e ele me olhou em meus olhos de novo, eu tinha a certeza absoluta do que ele sentia.


Notas Finais


EU FINALMENTE ESCREVI ALGO DOS DOIS, EU TÔ CHORANDO MUITO COM TODO ESSE AÇÚCAR ENQUANTO ESCUTO BRUNO MARS; mas é isso aí, os dois formam o casal mais fofinho, apesar de nem serem um casal de fato, talvez só em aus que por acaso são a minha especialidade além de presentes surpresa B)
lunis eu espero que você tenha gostado dessa coisinha simples, escrevi com todo o amor do mundo e espero que eu tenha te feito sorrir um pouquinho com os nossos filhos (e espero que o seok esteja canon! se tiver coisa que não é canon, tipo o jeito que ele dorme, é porque é hc, mE PERDOA)
AMO VOCÊ E AMO O SEOK

BEIJOS E ATÉ <3


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