História Ele vai voltar. - Capítulo 10


Escrita por: ~

Postado
Categorias Kuroko no Basuke
Personagens Aomine Daiki, Kagami Taiga, Kise Ryouta, Kuroko Tetsuya, Momoi Satsuki, Personagens Originais
Tags Aomine Daiki, Kagami Taiga, Kuroko No Basket
Exibições 40
Palavras 1.950
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Comédia, Escolar, Esporte, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oi e aê galerinha, como estão vocês?

Então bora ler mais um capítulo?


Espero que gostem, té agora estava tudo meio parado e precisava de um pouco de adrenalina, não sei se consegui fazer isso mais espero que gostem.

Aproveitem.

Capítulo 10 - Sorte zero


Fazer compras nunca foi o meu forte, até porque eu só compro porcarias, doces, salgadinhos, refrigerante, esse tipo de coisa. E o olhar de reprovação que estou recebendo não ajuda em nada. Nesse momento estou tentando levar um pote de sorvete para a sobremesa de hoje, mas um certo alguém me disse mais de 30 vezes que já comprei porcaria que chega para uma vida, e fica me questionando por que não levo algo mais saudável? Que eu vou morrer mais cedo por causa disso.

No final das contas minha teimosia venceu, depois de muito falar e retrucar acabei levando o pote de sorvete, um maior ainda do que pretendia inicialmente, só para mostrar que eu ganhei.

Já estávamos a mais ou menos 1h no supermercado e eu só tinha pegado praticamente metade das coisas que eu queria, só por que um certo ruivo implicava comigo toda vez que eu pegava alguma coisa, vindo com aquela história de que não era saudável, ou que esse é melhor que aquele e eu dizia que um é mais barato que o outro, e assim se seguiu.

Agora ele implicava com o molho de tomate que eu peguei, mas parei de prestar atenção nele assim que uma figura alta e morena apareceu no final do corredor que estávamos, logo atrás dele vinha a pessoa que eu menos queria ver em vida na minha frente. Fiquei encarando por vários segundos até que Renji percebe que não estava mais prestando tenção nele.

-Angie? Está tudo bem? Demoro a responder e ele segue meu olhar. – Aquele não o tal de Aomine Daiki? O Ás do time de basquete da sua escola?

-Não, ele é só mais um babaca desse mundo, pega qualquer molho e vamos sair daqui. Peguei o molho que estava na mão dele e joguei dentro do carinha já o empurrando para longe dali.

Renji me seguiu sem perguntar mais nada sobre, e agradeci ele mentalmente por ter feito isso. Depois disso entrei meio que no automático, pegava os produtos que eu estava acostuma a pegar sem ver preço e sem escutar qualquer coisa que o Renji dizia sobre não ser saudável. Essa história de saudável já estava me dando nos nervos, estava quase enfiando aquele saudável dele em um lugar   que ele não iria gostar.

Depois desse episódio consegui terminar minhas compras e o que é melhor não precisei mais ouvir nada sobre o assunto saudável, depois que o Renji percebeu que eu estava meio perturbada com alguma coisa, não sei se ele sabia que eu namorava o moreno antes ou no que ele pensava agora, mais eu só quero ir embora agora.

A fila no caixa era grandinha em todos eles, enquanto dava uma conferida nas compras por cima vi que não tinha comprado absorventes.

 

“Essa vida está de sacanagem comigo, só pode. ”

 

-Eu esqueci de comprar uma coisa, vou lá buscar e já volto, está bem? Saio antes que ele respondesse.

 

“Quanto mais rápido eu for mais rápido eu volto e mais difícil é de encontrar com aqueles dois. ”

 

Fui me esgueirando pelas gondolas espiando antes de entrar nos corredores, eu estava me sentindo tipo 007 fazendo aquilo, mas era por uma boa causa. Quando finalmente cheguei onde eu queria, área de produtos higiênicos, para meu alivio estava livre de vadias e traidores. Andei mais tranquila até a frente dos absorventes. Quando finalmente ia pegar o de sempre a sorte decide me abandonar por completo.

-Você é rápida no gatilho hein? Aquela vozinha fina e irritante soou atrás de mim.

-Mas nesse quesito não chego nem a seus pés, não é? Já que você pega até cara comprometido. Digo ácida me virando para encara-la.

Matsumura Asami, a vadia da escola, até o segundo ano do ensino médio ela já tinha dormido com mais de 70% da escola, e não só com os alunos segundo as más línguas. O tipo de atriz pornô que a maioria dos caras gosta, magra, pernas bonitas, cabelos compridos e castanho-claros, cara de criança, voz fina e irritante, e o atributo principal os peitões, a típica vadia de escola. E o motivo por trás do fim do meu relacionamento.

-Isso eu não tenho como negar, eu sei satisfazer um homem, já pelo visto você.... Ela deixou a frase no ar.

-Eu o que? Pergunto tentando controlar minha vontade de dar uma surra nela.

-Ahh você sabe, o que você nunca fez com o Aomine-kun, mas que eu tive a oportunidade de fazer e de provar o quanto é bom. Ela falou de forma provocante.

-Vocês o que? Olho incrédula para ela apertando o pacote de absorvente na mão.

-Ops, acho que falei demais. Ela soltou uma risadinha e saiu andando, a agarro pelo braço.

-Pera aí, vocês tranzaram enquanto ele ainda namorava comigo? Eu apertava o braço dela a cada palavra que saia da minha boca.

-Me solta, você está me machucando. Ela tentou se soltar.

-Me responda. Acabo falando alto demais.

-Talvez. Ela solta debochadamente.

Aquilo foi a gota d’água para o meu autocontrole, larguei o pacote de absorvente e com a mão livre dei um soco bem no nariz da vadia, no instante que meu punho encontrou com o nariz dela, não sei dizer como mas acho que escutei ele se quebrando, e foi como música para mim, e não vou mentir me senti bem fazendo aquilo, tanto que mais dois vieram em seguida até que alguém me segurasse pela cintura tentando me levar para longe. Era o Renji.

-Calma aê.

-ME SOLTAAAA, QUE EU VOU ACABAR COM A RAÇA DESSA VADIA, E VAI SER HOJE. Não faço ideia de como eu me soltei, mas poucos segundos depois já estava de novo em cima dela dando socos e tapas.

 Enquanto ela gritava e esperneava, as pessoas que estavam fazendo compras começaram a aparecer para ver o que estava acontecendo, o porquê de toda aquela gritaria toda. Fui tirada de novo de cima dela, mas pela pegada, que era diferente da primeira e era muito familiar, vi que não era o Renji e sim a o Daiki.

-Já chega, vocês duas. Diz firme.

-JÁ CHEGA? ISSO É O MÍNIMO QUE ESSA VADIA MERECE DE MIM DEPOIS DE FAZER A GENTE TERMINAR. JÁ VOCÊ, EU QUERO MATAR VOCÊ, QUE NÃO FOI HOMEM SUFICIENTE PARA PELO MENOS TERMINAR COMIGO ANTES DE FICAR COMENDO PORCARIA POR AI, VOCÊ É DE UM TIPO PIOR QUE O DELA, TANTO QUE NÃO EXISTE PALAVRA PARA TE XINGAR.

Enquanto gritava e esperneava no colo dele tentando me soltar, fiz questão de deixar alguns arranhões bem feios nos braços dele. Finalmente consegui me livrar dando uma cotovelada na boca do estomago dele.

-Vou acabar com você Angie Carter, isso não vai ficar assim. A vadiazinha fala entre lágrimas, provavelmente por causa da dor, atrás de mim. Me viro pouco centímetros e a olho por cima do ombro.

O estado dela era deplorável, o nariz sangrando um monte, a roupa suja com o mesmo, a maquiagem borrada pelas lágrimas, cabelo desgrenhado, um dos olhos já inchado e meio roxo, arranhões no rosto, pescoço e braços, e para completar a paisagem várias pessoas assustadas assistindo a cena, e alguns funcionários tentando ajuda-la com os primeiros socorros. Aquela cena era um colírio para meus olhos naquele momento.

-Te convido a tentar Bi-tch-chan. Digo sarcástica e pausadamente a última palavra, lhe lanço um sorriso vencedor antes de pegar meu pacote de absorvente de volta e sair andando dali como se nada tivesse acontecido sendo seguida por um Renji um tanto assustado.

Paro ao lado do nosso carinho jogo o pacote lá dentro junto com as outras coisas, apoio as mãos na beirada, abaixo a cabeça fechando os olhos, meus cabelos caiem pelas laterais, respiro fundo. Naquele momento é que fui me dar conta do que tinha feito.

 

-O que eu fui fazer. Solto baixinho perguntando a mim mesma.

-Aquilo foi um show e tanto. Renji me responde, mas não consegui identificar o que ele queria dizer no seu tom de voz.

-Eu estou ferrada, ela vai acabar comigo depois que ficar melhor, ou vai contratar alguém para fazer isso para ela. As minhas lagrimas dão o ar da graça e prendo o soluço que ameaçava escapar.

-Vai ficar tudo bem, não se preocupe. Ele passa as mãos nas minhas costas e acaba me puxando para um abraço ao qual aceito de bom grado.

 

“O abraço dele é gostoso, é quentinho. ”

“Pensamentos aleatórios uma hora dessas, são uma merda. ”

 

Depois disso passamos as compras, antes de sairmos o gerente vem falar comigo, avisou que a Senhorita Matsumura não ia dar queixa de mim.

 

“É claro que ela não ia dar queixa, ela ia cuidar de mim do jeito dela. Eu ia morrer, isso sim. ”

 

O gerente também disse que gostaria que eu não fizesse mais compras ali, que os clientes ficaram assustados com o ocorrido e que esperassem que aquilo não fosse se repetir, ou seja, não me queria por ali nunca mais. Não tiro a razão deles.

 

“Ele não falou mais nada depois do abraço. É claro, você assustou o cara depois da ceninha que você fez. Ele deve é estar pensando em te deixar em casa sem mais problemas e sumir da sua vida logo em seguida. ”

 

-Acho que você não está com muita cabeça para cozinhar depois daquilo, não é?

 

“Viu, ele vai te largar em casa e sumir da sua vida. Só porque ele parecia ser um cara legal você tem que ir lá e assustar o garoto? ”

 

-É acho que não. Respondo baixo, me encolhendo um pouco no banco. – Desculpa, vou ficar te devendo um almoço. Tento sorrir um pouquinho tentando me desculpar através dele.

-Vai mesmo, e já que você não está em condições de cozinhar, eu cozinho para a gente hoje e daí você numa próxima vez, o que me diz? Ele me estende a mão enquanto olha para a estrada.

-Okay. Concordo mais feliz apertando sua mão.

 

“Pelo visto não assustei ele tanto assim. ^_^ ”

 

-Desculpa pela confusão no mercado, eu não queria bater nela, talvez só um pouquinho, eu não sou violenta, mais eu acabei perdendo o controle. Tomo vergonha na cara e peço desculpas.

-Você está brincando né? Aquilo foi melhor que MMA na TV cara, nunca tinha visto uma mulher bater em outra desse jeito, foi legal, tipo cena de filme de ação. Fala animado.

-Isso não devia ser motivo para tanta animação, eu bati em alguém e ainda por cima quebrei o nariz dela. Arregalo os olhos enquanto falo.

-Isso foi demais, eu não curto muita violência, mais pelas coisas que você estava gritando ela mereceu.

-É, talvez. Volto a ficar séria.

-Você é mesmo ex do Aomine? Ele pergunta com cuidado depois de vários minutos de silencio dentro do carro.

-Sou.

-A quanto tempo vocês terminaram?

-Na sexta.

-A menos de 3 dias. Então foi por isso que você foi beber ontem?

-Foi.

-Okay, vou parar de perguntar. Ele finaliza e acaricia minha coxa sem segundas intenções, foi mais como se ele entendesse o que estava acontecendo e estivesse me dizendo que ele estaria ali se eu precisasse.

-Mudando de assunto, o que você vai cozinhar para a gente? Depois daquele gesto me senti mais leve e feliz de novo.

-Não sei ainda, descubro isso quando chegarmos na sua casa. Ele ri.

Pouco tempo depois já estávamos dentro do apartamento tirando as coisas das sacolas, enquanto eu guardava algumas coisas, Renji separava o que ele ia usar para cozinhar arroz com curry, e isso me fez lembrar instantaneamente de um certo ruivo a 2 andares abaixo de mim, me lembrando que tenho mais uma briga para resolver também.


Notas Finais


E ai o que acharam?

Talvez meio sem criatividade, mais até que gostei da briga. kkkkkk
Espero que tenham aproveitado também.

Inté o próximo.


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