História Eleanor - Capítulo 24


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Eleanor, Época, Jane Austen, Romance
Exibições 30
Palavras 3.174
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Olá, pessoas!

Aqui está o novo capítulo... Rumo ao final!

Boa leitura!

Capítulo 24 - Herança e moral


            Meio segundo depois Benjamin estava ali.

- Mãe?

            O Sr. Murphys não parecia surpreso, provável que já tivesse visto reações a testamentos muito piores que desmaios.

            Ela não demorou a despertar. E olhou diretamente para Benjamin, os outros filhos estavam ali também. Mas ela nem pareceu notar isso. Ela levou as mãos ao rosto dele e começou a chorar.

- Me prometa, pelo amor de Deus. Me prometa que não vai desampara-lo – ela pedia quase desesperada.

- Mãe? Que tipo de pessoas a senhora pensa que eu sou? Acha que vou deixar meu irmão morrer de fome? Lá diz claramente que é para eu dividir justamente com ele e eu farei, ele só terá de merecer. Sabe como penso.

            Ela então passou as mãos do rosto para os ombros e o abraçou por um longo tempo. Depois os dois se levantaram.

- Além do mais, mãe, a senhora parou para pensar que já tenho uma vida feita? Eu tenho uma casa em Londres, tenho certeza que o banco me aceita de volta lá se eu quiser voltar.

- É por isso que é tão injusto que você tenha ficado com tudo. Além de tudo que tem guardado, ainda vai receber doze mil por ano aqui no banco... Você não devia... – falava Annabelle em seu pior estado de amargura.

- Não comece, Annabelle. Eu perdi meu pai hoje, não quero brigar com você – Benjamin falou sério e irritadiço.

            E pareceu ter sido o suficiente para cala-la.

- Bom, se meus serviços não são mais necessários por hoje, eu vou indo.

- Claro, Sr. Murphys. Segunda, gostaria que tivesse a bondade de ir até o banco. Dylan e eu temos com conversar com o senhor.

- Claro, sem problemas, Sr. Gray.

            Benjamin foi em direção a porta com o Sr. Murphys e se despediu dele. Depois voltou até nós.

- Se me dão licença eu vou me deitar, estou extremamente cansado – afirmou.

            Os outros só assentiram. Eu fui até Benjamin peguei a mão dele e subi com ele em direção ao quarto. Ele segurava minha mão como se fosse um ancora que o mantinha estável. Mesmo que ele tivesse certeza que seria assim, acho que não esperava realmente mais uma responsabilidade jogada sobre ele. Olhei em direção a porta de Rosaleen e vi que a porta estava entreaberta e Rosa espiava, Aryana não espiaria, não se interessava por negócios nem nada desse tipo. Rosa pareceu notar na hora que Ben parecia cansado.

            Benjamin já entrou no quarto tirando aquela roupa como se ela lhe fizesse mal, até que ficou só com a calça de algodão e se jogou na cama. Eu fiz o mesmo, mas bem mais calmamente e logo estava ao lado dele.

- Você está bem? – perguntei.

- Não sei.

- Eu estou começando a me preocupar com você, meu amor. É muita coisa para um pessoa em um dia só.

            Ele se virou para mim e levou a mão ao meu rosto.

- Eu dou conta.

- Sei que dá, só me preocupo.

- Não precisa se preocupar tanto, com o tempo tudo se ajeita.

- Verdade. Mas... Ben, por que sua mãe ficou tão aflita com o fato da herança ser toda para você?

- Porque isso já aconteceu na família dela e não foi bom.

- O que houve?

- Minha mãe vem de uma família de cinco irmãos, três homens e duas mulheres. O mais velho era um homem, como é o meu caso aqui, e quando o pai deles faleceu deixou tudo para o irmão mais velho, acredito que com a mesma intensão de meu pai, de futura divisão. Mas isso nunca aconteceu, ele tomou tudo para si e deixou se outros quatro irmãos desamparados. As garotas eram casadas, muito bem casadas, como pode ver de minha mãe, e para ela isso não fazia muita diferença; o filho mais novo ainda não era casado e conseguiu se estabelecer com um parente distante de quem acabou herdando tudo, por ter se casado com sua única filha; mas o filho do meio era recém casado e ficou na miséria. Minha mãe era muito chegada a esse irmão do meio e implorou ao meu pai que, era bom de coração e, já gostava o suficiente da minha mãe para ajudar o irmão dela, mas ele não suportou a ideia e a humilhação de ser sustentado pela irmã e acabou por se matar.

- Isso é horrível – exclamei.

- Eu sei. Desde então minha mãe não lida bem com a morte, e agora teme que aconteça de novo aqui, já que herdei tudo.

- Ela faz tão mal juízo do senhor?

- Não, meu amor. Ela só não quer perder um filho.

- Ela não tem o que temer.

- Não, ela não tem – Benjamin afirmou.

- Mas o que houve com a esposa do irmão de sua mãe que se matou?

- Não sei bem, acho que voltou para casa dos pais. Eram recém casados, e de qualquer modo ela era considerada viúva.

- Quanta maldade em uma pessoa – comentei – Como sua mãe poderia imaginar que você faria algo desse tipo.

- Eu já disse, minha senhora, que eu não sou tão bom quanto seus olhos veem. Se não se lembra aquele dia eu tinha mesmo intenção de matar Dylan ou ao menos de bater muito nele, se não fosse você eu não sei o que teria acontecido. E eu sou uma pessoa magoada e me enfureço com facilidade, meu coração é cheio de amarguras... Não tenho essa bondade que enxerga.

            Eu o olhei com bondade e levei a mão ao rosto dele.

- Está errado. É generoso, Ben, e carinhoso. Será se nunca parou para pensar por que Rosaleen gosta tanto do senhor e não tem esse apego por Annabelle ou mesmo Dylan, que está aqui dentro da casa? É porque o senhor é generoso, bondoso e dá atenção a ela, como mais ninguém. O senhor sabe ouvir e sabe ser ouvido, não impõem sua pessoa, mas parece conquistar todo mundo sem dizer uma única palavras... Então não diga que está quebrado, pois se quebrado você é assim, eu sinceramente lamento por não ter te conhecido quando estava inteiro.

            Ele me puxou para ele me abraçando com força.

- Eu te amo.

- Também te amo.

            Me aconcheguei a ele, sentido seu cheiro e seus braços a minha volta, e logo eu estava dormindo. Acho que estava mais cansada do que me lembrava.

            Acordei com Benjamin me chamando.

- Meu amor, acorda... Eu tinha me esquecido... Não acredito nisso!

- O que? – perguntei surpresa.

- Os Wilkinson vem almoçar aqui hoje.

- O que? Por que não cancelaram isso?

- Nem me lembrava disso, Dylan que me falou agora cedo.

- Será se sua mãe tem condições? Eu nunca fiz isso. Eu posso tentar, mas não sei como pode sair.

- Eu sei que fará seu melhor.

            Suspirei e me levantei com um frio na barriga de nervosismo. Me troquei rapidamente colocando algo um pouco mais simples que as roupas de ontem. Benjamin já tinha voltado a sair. Eu suspirei e saí do quarto mais nesse instante vi a Sra. Gray sair do dela, estava toda trocada, e arrumada como todos os dias, ainda estava triste mais parecia determinada. Eu fui direto a ela.

- Sra. Gray? Tem certeza disso? Eu posso dar um jeito?

- Minha filha, eu admiro demais a sua bondade, mas eu não posso ficar para sempre dentro daquele quarto, se não vou me dedicar a meus filhos, de agora em diante, a quem vou? E sei que a senhora não tem experiência com esse tipo de coisa. Pouco viu disso, quando sua irmã noivou, era muito nova e duvido que sua mãe a colocou para organizar o seu, então eu vou fazer isso e senhora vai vir comigo aprender.

            Sorri para ela. Mas era estranho ouvi-la me chamar de senhora.

- Sim, senhora.

            Desci com ela e mal vi os outros. Só percebi que Aryana me olhou com expectativa, queria que eu ficasse com ela. Mas não pude. Fiquei a manhã toda com a Sra. Gray, ouvindo tudo que ela dizia com atenção sobre organização e sobre as comidas. Ela disse que tudo se aprendia com o tempo, que eu podia estar com ela sempre que quisesse. Depois de ver como seria tudo servindo, onde e qual seriam os pratos, ela ainda ficou olhando por um tempo as empregadas fazendo o serviço, me dizendo para nunca confiar totalmente a não ser que eu tivesse uma governanta, que eu podia contratar uma se fosse do meu gosto, já que eu era um garota que gostava tanto de ler, assim não me ocuparia tanto com a casa, gostei da ideia. Mas ela disse que ela mesma gostava desse serviço. O que não era bem o meu caso, só não me importava de fazer.

            Então os Wilkinson chegaram. A Sra. Gray e eu fomos para a sala onde encontramos os outros, incluindo Annabelle que tinha dormido ali, o filho dela pelo que entendi estava na casa da mãe de Noah. Fui para o lado de Benjamin e ele só me beijou a testa para logo em seguida ir para a porta receber os Wilkinson com Dylan ao lado dele.

            Primeiros todos nós sentamos ali para esperar que o almoço terminasse de ser preparado. Eu não conversei muito só fiquei ouvindo. A Sr. Gray conversava com a Sra. Wilkinson, Benjamin e Dylan conversavam com Sr. Wilkinson. Isabelle conversava com Aryana e Rosaleen. E a menina mais nova dos Wilkinson, que descobri se chamar Kayla, ficou o tempo todo ao lado da mãe.

            Eu estava sentada com Aryana, mas simplesmente não conseguia entrar naquela conversa sobre vestidos, casamento e casa, e percebi que Rosaleen estava tão deslocada quanto eu. A olhei e sorri, ela retribuiu e revirou os olhos desdenhando do assunto ali discutido. Eu cruzei meus braços.

            Pouco depois uma empregada veio e anunciou que o almoço estava servido. Fomos para o nosso almoço. E foi só lá, onde eu podia olhar para todos, disfarçadamente, que eu percebi que Isabelle continuava a olhar para Benjamin insistentemente. A questão foi que eu me sentei de frente para ele como deve ser, e ela se sentou ao meu lado, e passou o almoço todo olhando para ele e disfarçando quando ele percebia. Só que ela se esqueceu de mim. Então quando terminei meu almoço e estava esperando a sobremesa, me apoiei na mesa e fiquei olhando para ela, que olhava para ele.

- Está gostando do que vê? – perguntei em tom normal.

            A conversa pela mesa era alta e ninguém me ouviria falar com ela. Ela até pulou na cadeira e me olhou, a boca aberta, os olhos arregalados e percebi pelo pulso em seu pescoço que o coração tinha disparado. Ela tinha se assustado mesmo com o que fiz, provável que o que se passava pela sua cabeça dela, não era nada que eu fosse querer saber, ou ia matá-la.

- Eu... Eu não...

- Vai tentar negar ainda? Seu coração está disparado, você gaguejou... E você olhou meu marido o almoço todo. Eu estive aqui o tempo todo, achou mesmo que não ia notar?

            Ela engoliu em seco, parecia apavorada, achei que ia começar a chorar. Dei uma olhada em direção a Benjamin e percebi que ele nos olhava, ela percebeu e olhou também, quando ela viu que ele nos olhava também, ficou branca como papel e a respiração dela se acelerou.

- Por favor... Eu não...

            Ela olhou em direção aos pais e a Dylan e quando voltou a olhar para mim estava em uma careta, que eu achei que logo se transformaria em choro.

- Não, chore. Não tem ninguém te fazendo nada aqui para que chore. E chorar será bem pior, porque vão querer saber porque está chorando. Srta. Isabelle, sei desde o início que tinha a intenção de pedir meu marido como noivo, mas quando percebeu que ele era meu noivo se decidiu pelo irmão dele. Eu te fiz uma aviso naquele dia, se lembra.

            Ela engoliu o choro e assentiu. Eu a olhei a espera de que repetisse.

- A senhora me disse que eles eram muito diferentes.

- A senhorita agora entende isso?

- Sim...

- E entende porque me casei com Benjamin e não com Dylan?

- Sim...

- Sim, a senhorita entende. Entende a parte das qualidades, da pompa e até do dinheiro, que não foi de valia nenhuma para mim, se quer saber. Mas a senhorita sabe alguma coisa sobre amor?

            Ela me olhou de cenho franzido como se a pergunta fosse bizarra.

- Não...

- Imaginei que não.

- Faremos um acordo, quando a senhorita entender o que é amor, e puder me explicar satisfatoriamente esse sentimento tão nobre e perigoso, eu nunca mais te repreenderei por olhar meu marido.

            Me virei para frente ignorando a expressão de incredulidade confusa de Isabelle e olhei para Benjamin que me olhava com um sorriso de lado. Eu dei de ombros e ele balançou a cabeça.

            Depois disso não a peguei olhando Ben mais nem uma vez. Ela pareceu se virar para Dylan mesmo que forçadamente e não tirou sua atenção dele. Não muito tempo depois Dylan e Isabelle foram para os fundos. As Sras. Gray e Wilkinson foram vigiar. Mas ele não demoraram a ir embora.

            Eu passei o resto de tarde e a segunda toda com Aryana, senão ela não me daria paz. A tarde quando Ben voltou nem desceu da carruagem. Aryana e eu entramos e logo estávamos na porta da minha casa. Aryana não pareceu muito feliz com isso. Assim que entramos meu pai apareceu do escritório e nos cumprimentou.

- Ela não deu trabalho, espero.

- Não, pai. Ela se comportou muito bem.

- Bom, olha o que acabei de receber.

            Ele me estendeu uma carta. Franzi o cenho e peguei o papel. Era uma carta da tia Maya, ela queria que Aryana fosse para Londres ficar uns tempos lá com ela, antes de se casar. Que se sentia solitária e que ela seria ótima companhia. Depois de ler baixei a carta e encarei meu pai.

- O que acha?

- Bom, não acho que seja tão mal. E ela não anda dando paz a Marianne...

- Estão falando de mim? Sabem que estou aqui, não é? – Aryana comentou.

- Não sei, tia Maya é muito gente boa, mas me parece meio louca. Juntar ela com Aryana, será se é uma boa ideia?

- Sua tia é adulta, Eleanor, sabe discernir o certo do errado.

- Será? – resmunguei.

- Ir para casa da tia Maya?! Eu quero! Eu quero! – Aryana começou a gritar.

- Aryana! Fique quieta! – meu pai falou.

            Ela se calou imediatamente.

- Sua mãe está receosa.

- Claro que está, acho que fui a primeira filha a dormir fora dessa casa, e foi sem intensão.

- É aquele dia na casa dos Gray foi um imprevisto...

            Olhei Ben de lado e ele levantou uma sobrancelha, por certo se lembrando do que aconteceu naquele dia que dormi na casa, que hoje era também minha.

- Claro, sem contar a casa de Marianne. Mas todos esses são perto, nada como Londres...

- Eu sei. Mas talvez seja melhor para ela, é uma fazenda. Não acho que seja um grande problema. Bom, pai, está em suas mãos. O senhor decidi.

            Olhei Aryana e vi que ela estava na maior expectativa.

- Bom, acho que vou deixa-la ir.

- Isso! – Aryana comemorou.

- Ela vai adorar Londres. Vou ver Marianne.

            Ele assentiu. Benjamin ficou com meu pai. Eu subi e fui até o quarto. Minha mãe estava lá, como pensei. Marianne sentada na cama escorada na cabeceira com travesseiros. Ela sorriu assim que me viu. Me sentei ali e fiquei com ela por um tempo, quando estava começando a noitecer eu fui embora.

            Naquela semana mesmo meu pai mandou Aryana para Londres e lá ela ficou por quatro meses. E eu fiquei ali na casa Gray, aprendendo a ser um dona de casa com a Sra. Gray. Mesmo que eu tivesse intenção de contratar uma governanta assim que pudesse, eu tinha que aprender tudo sobre esse serviço para poder exigir dela.

            Eu estava feliz, eu não podia estar mais feliz. Dylan estava feliz com seu noivado. Rosaleen gostava de sair e eu tinha conseguido convencer a Sra. Gray a deixa-la ir comigo ao parque, íamos todas as tarde, dávamos uma volta no lago e voltamos, antes de Benjamin voltar do banco. Dylan estava trabalhando no banco, ajudando Benjamin, mas Ben disse que ele ainda não estava pronto para pegar nada muito responsável, mas estava indo bem. O casamento dele era em um mês, a família dela tinha pedido seis meses de noivado, como o meu. Eu ia visitar Marianne com frequência e tinha notícia de Aryana, de que estava adorando sua estadia em Londres.

            Ela estava adorando, mas um dia, depois de quatro meses, ela simplesmente pediu para voltar. Disse que estava com saudade da família, e minha tia a tinha colocado em uma carruagem de volta. Eu estranhei, mas dizer o que? Se ela queria.

            Eu sabia que Aryana chegaria hoje, só não sabia quando. Eu tinha acabado de chegar do meu passeio no parque e fui tomar agua foi quando bateram na porta. Estranhei, não esperávamos ninguém. Quando a empregada foi abrir eu fui atrás.

            Quando ela abriu a porta, eu tomei um choque, era Aryana. Parecia extremamente assustada, e estivera chorando. Eu fui apressada até ela.

- Aryana?

- Eleanor?!

            Ela me abraçou com força.

- Ayana? O que houve?

- Posso conversar com você, em particular.

- Claro.

            Eu fui com ela ainda abraçada a mim, até meu quarto com Benjamin e encostei a porta. Ninguém além de Benjamin, nessa casa, abriria sem bater.

- Eleanor...

            Ela só falou meu nome e começou a chorar.

- Aryana?!

- Ellie, por favor não me bata...

            Bater? Eu nunca tinha batido nela, o que a faria pensar que eu faria isso agora? O que ela tinha feito? Acho que ela estava tão desesperada que talvez esperasse de mim um comportamento como o de nossos pais.

- Bater? Eu nunca te bati, não vou começar agora. O que você fez?

- Ellie, esses dias em que estive em Londres eu conheci um rapaz. Da fazenda vizinha, Sr. Scott, eu me apaixonei por ele, ele por mim... Fomos além do que devíamos... Nós...

            Ela voltou a chorar e eu senti um frio na barriga de medo. Ela tinha feito o mesmo que eu. Droga, mas ela nem tinha um noivo, nem tinha a idade necessária aqui na nossa cidade. Eu respirei fundo. Ele ainda chorava muito.

- Foi para cama com ele?

- Sim...

            Ela não parava de chorar. Eu fui até ela que estava em pé na minha frente e levei as mãos aos ombros dela.

- Tudo bem, Aryana. Não é o fim do mundo, podemos arrumar um noivo que te aceite...

- Ellie, eu estou gravida!


Notas Finais


E aí? O que estão achando? Espero que estejam gostando...

Até mais o/


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