História Electric Love - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Exibições 42
Palavras 2.328
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Olá, essa é minha primeira fic, então desculpa qualquer erro e etc... Espero que gostem!
Boa leitura!

Capítulo 1 - Capítulo Único


Eu estava arrumando os bombons de chocolate na prateleira da confeitaria. Estava vazia naquele dia, o que não era normal. A confeitaria da Tia Helena sempre, sempre mesmo está cheia. Cheia de senhoras tomando café e fofocando, de casais tendo um primeiro ou décimo encontro, empresários escrevendo em seus notebooks preenchendo documentos, amigos encontrando-se depois de anos... Enfim, era um lugar de encontros, desencontros e alegria.  

A confeitaria era trabalhada na fofura! Em seus tons pastéis e suas mesas brancas com flores. Era um ambiente não tão grande, mas também não tão pequeno. Era aconchegante, o tipo de lugar que você gosta de ficar para ler um bom livro e ter uma boa conversa... Sem contar no cheiro... O cheiro de chocolate que sempre estava no ar. Tia Helena fazia muitos doces, muitas tortas e bolos, mas sua especialidade eram as coisas com muito chocolate. 

Eu amava os bombons da Tia Helena, ela dizia que eu podia levar sempre uma quantia boa para meu irmãozinho. E eu levava, mas comia metade no caminho de casa... Acabando de arrumar os bombons na prateleira, eu me virei para a parte dos pães doces. Que era de frente para a porta de entrada. Eu estava abaixada recolando os pães doces quando ouvi o sino da loja tocar, indicando novo cliente.  

Peguei uns pães que já estavam meio duros e coloquei na cesta, levantei depressa pois tinha cliente novo para atender, mas quando me virei me bati com alguém derrubando não só a mim e os pães, mas também os papéis da pessoa. Todos os olhares da confeitaria voltaram-se para mim e a pessoa.  

-Me desculpa, eu não tinha visto... Parei de falar quando olhei com quem eu tinha me batido, ele estava agachado junto a mim pegando os pães e os papéis que estavam sujos de goiabada, chocolate, mel e entre outros. Ele era incrível. Tinha cabelos negros feito uma noite sem estrelas, um rosto angelical com uma pele que parecia muito macia, e os olhos... Os olhos eu não consigo decifrar a cor, uma hora eles parecem-me verdes igual ao mar, outra amarelos igual a mel...  

-Não, está tudo bem. Foi apenas um acidente, mas meus papéis estragaram. A senhorita está bem? Ele perguntou depois de um tempo sem resposta. Abaixei a cabeça envergonhada. 

-Me desculpe, se quiser eu te ajudo com os papéis mais tarde. Sei algo que pode tirar as manchas... Me desculpe... Falei pegando a cesta e levantando com a ajuda dele. As mãos dele eram grandes e... Não sei descrever... Eram de algum modo convidativas...  

-Olha seria de grande ajuda... São papéis muito importantes para minha empresa e preciso preenche-los e organiza-los até amanhã de manhã. Ele disse sorrindo e que sorriso... Acho que estou babando... 

-Claro! P-posso ajudar... Se quiser que eu fale o material que precisa... Tem tudo aqui nos fundos da loja senhor... 

-Miller, Thomas Miller e a senhorita é? Ele falou beijando minha mão livre, como um cavalheiro o que me fez sorrir envergonhada e quase esquecer de responde-lo. 

-Charlotte Martins. Vou pegar o material para remover manchas... Quer dizer... Receita, não sei bem! Tem duas formas, a que podemos fazer por agora é com água e uma máquina de vácuo. Falei rindo indo em direção ao balcão e o Sr. Thomas me seguiu. 

-A senhorita poderia fazer para mim? Eu não sou bom com essas coisas, mãos desajeitadas. Ele levantou a mão livre rindo.  

-Ah... Claro, claro... Eu poderia fazer agora, mas a loja está aberta... 

-Eu posso esperar. Até seu expediente acabar. Pode ser? Ele me cortou sorrindo, meu Deus homem pare de sorrir. Não, espera. Não pare... Ou pare? Ah, estou confusa. 

-Ok... Deseja alguma coisa? Um café? Um pedaço de torta? É por minha conta, pelos papéis... Perguntei deixando a cesta de pães numa bancada. 

-Ah, não precisa, eu pago. Por favor, eu quero os famosos bombons da tia Helena, com um pedaço de torta de chocolate com morango e um suco de maçã...  

-Ah, claro. Já vai sair! Falei levando os pães para a cozinha, e de lá já ia servir o sr. Thomas. -Pronto... Falei colocando a torta, os bombons e o suco na mesa em que ele estava sentado. -Seu pedido.  

-Obrigada, Charlotte... Irei esperar ansiosamente aqui até o fim do seu expediente para podermos... Limpar meus papéis... Ele disse com um sorriso... Diferente. Retribui e sai para atender outros clientes. 

O sr. Thomas esperou até o final do dia. Sentado mexendo no celular, ou olhando os papéis manchados de mel/chocolate/goiaba/entre outros. Quando eu tinha tempo olhava para ele. Ele era muito lindo para ser real... E aqueles olhos... Agora pareciam azuis. Azuis da cor do céu de um dia ensolarado. Ele me pegou olhando para ele, sorri para disfarçar e ele piscou. Por que ele piscou para mim? 

[...]

Finalmente meu expediente tinha acabado. Fui falar com a única pessoa na loja, sr. Thomas. 

-Senhor? Só irei organizar umas coisas e iremos lá para cima, que é onde tem a máquina e entre outras coisas para resolver o seu problema. Eu disse sorrindo e ele sorriu. 

-Claro, pode me chamar de Thomas. Só Thomas... Estarei aqui, a espera. Assenti e sai para arrumar a loja. Ajeitei os doces, salgados, bolos e tortas. Fechei as janelas, tranquei as portas. Só tinha eu e o Thomas agora. Numa loja com quase todas as portas fechadas.  

-Pronto, senhor... Desculpe, Thomas. Eu cheguei ao seu lado e ele levantou. 

-Obrigada, Charlotte. O jeito que ele falou meu nome foi diferente... Fez-me arrepiar até os fios do cabelo.  

-Vamos, é por aqui. Falei indicando a porta que levava as escadas. Thomas era lindo, ele estava de terno o que o deixava mais atraente. E o jeito de andar dele... Era também convidativo... Convidativo para o que? Coisas inimagináveis. 

Subimos as escadas, ele bem atrás de mim. Abri a porta que dava para uma salinha muito confortável. Fechei a porta atrás de mim enquanto o sr. Thomas olhava ao redor.

-Aqui é... Aconchegante. Como toda a loja. Ele falou olhando diretamente para mim e não para a sala em si. A sala realmente era confortável. Tinha um sofá preto gigante, uma TV, uma mesa e uma mini-cozinha colorida. -E esse sofá... Parece-me ser perfeito. Ele disse sorrindo para mim.

-Perfeito? Perguntei indo em direção aos armários da cozinha para procurar a máquina. 

-Sim, perfeito. Para deitar e... Ele apoiou-se na mesa e sorriu. Eu me virei de costas para ele para procurar. Primeiro, fui nos armários de baixo. -Então... Charlotte... Ele enfatizou meu nome. - Você tem quantos anos? 

-E-eu? Tenho 20... Acabei de fazer 20... Por que, sr. Thomas? Perguntei ainda de costas, mas ouvi ele se aproximar. 

-Curiosidade... Você é nova. Trabalha aqui a muito tempo? Os passos ficavam mais lentos e mais altos.

-S-sim. Levantei-me para procurar nos armários de cima. Tive que ficar na ponta do pé. Ele riu. -Trabalho aqui desde os 18, tia Helena é literalmente minha tia... E eu precisava ajudar minha mãe... 

-Começou nova. Pude sentir sua respiração pelos meus curtos fios de cabelo. -Eu comecei mais novo ainda na empresa do meu pai, hoje, tenho 24 anos e sou vici-presidente da empresa. Ele enfatizou as últimas palavras. Fiquei paralisada. Me virei devagar e ele realmente estava bem perto. Seus olhos eram amarelos, igual a mel quando exposto ao sol. Ele sorriu. -A senhorita namora? Ele perguntou depois de um tempo.

-P-por que? N-não, eu não namoro... Por que estou gaguejando? Meu Deus...

-Curiosidade de novo, Charlotte. Ele enfatizou meu nome, o que me fez suspirar. Ele sorriu e fechou os olhos chegando mais perto.

-Por que está gaguejando, senhorita? Está nervosa com algo? Ele perguntou ao meu ouvido, e colocou a mão na bancada atrás de mim. Nossos corpos estavam bem próximos agora.

-N-não, senhor. Estou bem. Respondi firme, não de primeira.  Ele afastou-se e me olhou.

-Qual a cor dos meus olhos, Charlotte? Olhei para seus olhos e estavam... Azuis.

-Eles... Estão azuis. Os olhos dele estavam inquietos. Iam da minha boca para meus olhos, dos meus olhos para meu pescoço, do meu pescoço para... Respirei fundo. Ele mordeu o lábio inferior e sorriu. 

-Você aceita, senhorita? Ele perguntou após um tempo.

-O- o que? Ele me beijou. Me beijou com força. Com vontade e desejo. Eu fiquei assustada, não reagi de início, mas depois... Eu cedi.

Deixei-me sentir a sensação boa que ele me trouxe com aquele beijo. Da boca, ele foi para o pescoço. Eu suspirei enquanto ele distribuía beijos pelo meu pescoço e rosto. 

Voltou a atenção a minha boca e me colocou em cima da bancada. Enlaçei ele entre minha pernas e passei a mão nos seus cabelos. Ele sorriu durante o beijo e se afastou.

- Isso foi um sim, senhorita? Ele perguntou ofegante com a testa encostada na minha. Eu demorei, mas respondi.

-Sim. Falei com firmeza mordendo o lábio dele. Ele sorriu mais ainda e foi abrindo meu uniforme que era um vestido fofo, cheio de renda.

-Sabe o que quero fazer com ele vestido? Ele perguntou parando de abrir os botões. -Me responda, senhorita. Ele disse mordendo minha orelha.

-Não, o que? Perguntei e ele sorriu de novo. 

-Arrancá-lo de você. Dizendo isso ele rasgou o meu uniforme deixando meu sutiã branco com bolinhas pretas a mostra. Ele voltou a me beijar com força enquanto massageava meus seios. Comecei a soltar pequenos gemidos entre os beijos.

-Geme para mim, Charlotte. Por favor... Ele pediu tirando o terno, depois a gravata e eu tirei a camisa dele devagar. Cheguei perto do ouvido dele enquanto estava tirando a camisa.

-Me faça gemer, Thomas. Mordi a orelha dele após falar aquilo. O que estava dando em mim?

-Desejo. Isso se chama desejo, senhorita. Olhei para seus olhos que ainda estavam azuis. Ele me tirou da bancada, fazendo meu vestido cair, fazendo -me ficar apenas de calcinha, sutiã e sapatilha. Que logo tirei. Ele me beijou enquanto me guiava para a mesa.

-Deita. Ele disse para mim e eu deitei na mesa, ele tirou o resto da própria roupa e eu olhava. Ele não parava de sorrir. -Você é perfeita, sabia? Ele disse ficando entre minhas pernas, mas sem deitar. Eu sorri. Ele estava só de cueca, dava para sentir sua ereção, o que me fez ficar mais excitada.

Ele começou a passar suas belas mãos por todo meu corpo, me fazendo soltar pequenos gemidos. 

-Você ainda não gemeu para mim, senhorita. Ele fez uma carinha triste, mas logo sorriu e pegou minha calcinha. Tirando ela bem devagar. -Vou fazer você gemer... Ele abriu minhas pernas mais devagar ainda, fazendo -me ficar agoniada.

-Por favor... Pedi.

-Por favor o que, senhorita? Ele perguntou afastando-se o que me fez gemer de frustração. - O que a senhorita quer?

-Que você me chupe. Eu disse sem vergonha alguma, ele sorriu e aproximou-se novamente começando a distribuir beijos pela minha perna direita, logo após a esquerda então ele finalmente chegou a parte que eu queria.

Comecei a gemer enquanto ele fazia movimentos lentos com a língua. Ele abriu mais minhas pernas com as mãos e os movimentos ficaram mais rápidos, fazendo meus gemidos ficarem mais altos. Ele afastou-se e eu gemi novamente em sinal de frustração.

-Devagar, pequena... Ninguém está com pressa. Ele disse subindo em mim e distribuindo beijos pelo meu corpo. - Temos... A noite toda... Pela frente... Charlotte. Ele tirou meu sutiã. Eu estava nua. Ele começou a massagear meu peito esquerdo enquanto chupava o direito. 

Ele subiu para meu pescoço e depois começou a me beijar novamente. Senti sua ereção contra minha intimidade.

-Você gosta? Ele perguntou. Eu fiz que sim com a cabeça. -Quer mais? Fiz que sim novamente e ele me pegou no colo, tirando-me da mesa e me colocando no sofá. Ele continuou em pé e eu sorri notando o que ele queria.

Puxei a cueca dele com os dentes bem devagar e quando me livre dela, olhei para o membro dele. Comecei a lamber e ele jogou a cabeça para trás. Logo coloquei o membro dele quase todo na minha boca e ele começou a acariciar meu cabelo. Mas ele me fez parar. Olhei para ele confusa.

-Como disse... Temos a noite toda. Ele subiu em cima de mim e começou a me beijar com força. -Senhorita... Qual a cor dos meus olhos? Ele perguntou.

-O que? Olhei para os olhos dele. Estavam verdes, fiquei confusa e ele sorriu.

-Não diga nada, não pergunte nada. Você é minha? Ele perguntou. -Por essa noite.

-Sim.

-Só minha? 

-Sim. Respondi e o puxei para um beijo. Ele levantou-se e me puxou para seu colo. 

-Senta. Ele disse e eu sentei no membro dele. -Devagar. Ele disse segurando meu quadril me guiando. Quando ele estava totalmente dentro de mim, ele começou a me beijar e eu comecei a rebolar em cima dele. Ele gemeu e foi descendo os beijos para meu pescoço e depois meus seios.

-Fica de quatro. Ele disse segurando meu rosto. Levantei e fiquei de quatro no sofá. Ele bateu na minha bunda, fazendo-me gemer com aquela mistura de dor e prazer. Ele penetrou com força, fazendo-me gemer mais alto. -Você gosta? Ele puxou meu cabelo para sua boca chegar ao meu ouvido. -Eu perguntei se a senhorita gosta. Ele penetrou com mais força.

-S-sim. Respondi gemendo. E ele começou a fazer movimentos rápidos, comecei a rebolar enquanto ele me penetrava. 

Ele segurou minha mão e entrelaçou nossos dedos enquanto continuava os movimentos rápidos. Senti que meu orgasmo estava chegando.

-Mais rápido... Pedi com uma voz manhosa. E ele atendeu meu pedido. Eu gemi mais alto.

-Isso... Geme para mim. Ele disse no meu ouvido. Eu gemi e logo após gozei. Ele apertou meu seio esquerdo com força e gozou logo após e deitou em cima de mim. Me virei e o coloquei entre minhas pernas. 

-Você é perfeita... Ele disse no meu ouvido e mordeu minha bochecha. Eu ri.

-Você é perfeito. Olhei nos olhos dele de novo e estavam amarelos. Resolvi não perguntar o por que o sr. Thomas tinha essa mudanca. Ou se era apenas um delírio meu. Só tinha uma certeza: ele era perfeito.






 



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