História Elementar - Capítulo 7


Escrita por: ~

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Categorias Bruxos e Bruxas, Harry Potter
Personagens Personagens Originais
Tags Bruxos, Drama, Revelaçoes, Romance, Sexualidade
Exibições 3
Palavras 1.813
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Espero que gostem!

Capítulo 7 - Visita inesperada


Pov. Helena

Entrei no meu quarto correndo,sequei as lágrimas que rolavam molhando meu rosto. Como ele pode me tocar assim e depois dizer que foi um erro? sentei na minha cama e deixei meu corpo cair nas almofadas, nao sabia quando tempo estava deitada quando ouvi a porta sendo aberta e a voz do meu pai. Ele veio ate minha cama e tocou minha pele com delicadeza, porém  os passos seguiram; alguém mais estava entrando, fiquei tensa; seria ele? não poderia ser, meu pai não mandaria o Oliver ao meu quarto .
_ Helena, Minha filha como esta se sentindo? _ Abri os olhos e vasculhei o quarto, encontrei um homem alto e muito loiro de costas para cama, estava buscando algo numa bolsa de couro.
_ Helena, esta me ouvindo?
_ Sim Pai, acho que estou bem; mas  pensei que só chegaria amanha!
_ O Rupert estava vindo lhe visitar, nos encontramos no caminho. _ Meu pai não terminou de falar e eu já estava sentada.
_ Rupert? _ Sim, sim, sim era ele; ele tinha mandado avisar que me trouxe flores exóticas da viajem que fez pela Europa e que viria me ver, que estupida fui, estava preocupada depais com o Oliver para perceber o sorrido de Audrew quando disse que meu pai tinha ido a casa do Rupert. agora ele cantarolava para mim, como sempre fazia  ´´Minha pequena flor, dentre todas as flores é a mais bela e dona do meu amor `. Entao ele veio ate a cama e sentou ao meu lado segurando minha mão.
_Como esta se sentindo? perguntou enquanto passava o polegar carinhosamente na minha mão.
_ Muito melhor agora, o que trouxe para mim?  Faz um seculo que não lhe vejo Rupert Flint!

 Eu falava sem lhe deixar tempo para respostas e lhe abracei; ouvi meu pai tossir e me afastei corando, só então percebi que estava de camisola, senti o sangue todo subir ao meu rosto. Mas que culpa eu tinha, ele viajou a anos atrás e esta espectacular agora . seus cabelos dourados e macios cobrindo os olhos enquanto ele tentava colocar os fios no lugar, tinha colocado o casado na cadeira ao lado da bolsa e meus músculos ficavam em evidencia porque a camisa branca estava um pouco colada _ Ouvi meu pai dizer que precisava ir ao escritorio e sair, deixando a porta aberta 

Flashback on

 Quatro anos atrás, eu e o Rupert estávamos no jardim ele segurava a minha mão e corríamos para uma árvore gigantesca perto do lago, era outono e as folhas caiam com calma e deixava uma paisagem acolhedora. eu não conseguia correr muito com todas as capas de roupa que levava, e quando chegamos na árvore nos deitamos e olhamos o céu pelo que nos pareceu ser uma eternidade. Tentávamos adivinhar qual seria a próxima folha a cair; as vezes ficávamos em silencio, nos perdíamos nas profundezas do olhar do outro. Rupert sentou e levantou algumas camadas da minha saia enquanto eu corava mas não me movi, nem lhe impedi, estava um pouco  curiosa. Então ele encontrou o que queria, meu sapatos e começou a desamarrar, tirou o primeiro e colocou ao lado, repetiu o mesmo com o segundo. Então segurou meus pés com delicadeza e me olhou fixamente.
_ Lena, quer entrar no lado comigo?
_ sabe que não podemos Rupert.
_ Ora, porque não? O lago esta para isso afinal, não e Lena? _ Consenti com um leve movimento da cabeça e ele levantou e estendeu as mãos para mim. aceitei sem pestanejar, sentia borboletas no estômago.
Quando levantei ele me virou de costas e começou a abrir meu vestido com toques suaves e carinhosos, senti um leve arrepio quando seu dedos roçaram meu pescoço, então ele me disse ao ouvido que ia tirar as roupas e entrar, e me esperaria dentro para que eu pudesse tirar o vestido com privacidade, aceitei sentindo o estômago revirar, meu corpo tinha ondas de calor e o vi entrando na agua de calcas e ficar de costas para mim, retirei o vestido e as saias de baixo ficando com a pantaloons e a camisola, entrei na agua e o chamei, quando ele se virou seu olhos queimavam como fogo vivo. ele pegou minha mão e me puxou pro fundo, estremeci com o toque da sua pele e o contraste das aguas frias do outono.
_ Helena, eu vou completar 16 e acho que seriamos felizes juntos, que você acha ?
_ EU... é , acho que sim. _ Nao  conseguia dizer nada mais, ele me segurou pela cintura e aproximou meu corpo, percebi que com a roupa molhada meu corpo estava exposto. estremeci e ele passou um mão nos meus ombros afastando meus cabelos e beijou o lugar. eu o abracei e beijei suavemente o pescoço dele, senti o corpo dele corresponder e ele aproximou o rosto do meu, era perfeito com seus olhos verdes e os cabelos muito claro, sua boca era convidativa, podia sentir nossa respiração acelerar e ele tocou meu lábios suavemente. me afastei assustada quando ouvi Audrew arfar e mandar sairmos da agua imediatamente. Nesse dia não nos falamos mais, Audrew conseguiu nos manter em lados opostos dela para evitar qualquer contato físico , quando chegamos a casa ele trocou as roupas e montou para partir, antes disso mandou um recado para mim pelo Noha dizendo que voltaria no dia seguinte para falar com meu pai, eu esperei, esperei muito, muito tempo. mas ele não chegou e já era noite quando recebemos uma carta que nos comunicava a morte do pai dele, depois do velório a mãe o enviou a Inglaterra para estudar. pensei que morreria, sentia que o amava demias para suportar, mas passaram os dias, logo os meses e enfim anos e guardei os bons momentos mas percebi que não foi amor, entao segui minha vida.  
 
Flashback off

_ Então Helena, eu estava estudando para ser um medico brilhante e ter você como primeira paciente. _ disse sorrindo.
_ Eu ja me sinto bem, de verdade!
_ Helena, assim você me ofende, não confia em mim? _ o olhei indignada mas não conseguia ficar seria
_ Senhor Rupert Flint, sinto-me profundamente ofendida, eu confiaria minha vida em suas maos. _ Eu não conseguia apagar o sorriso que se formou em meus lábios quando ele sorriu e pegou a bolsa; deixei que me examinasse e respondi todas as perguntas que me fazia. Já tínhamos terminado quando meu pai voltou, então Rupert já guardava os materiais enquanto conversávamos animados.
_ Como ela esta meu jovem? _ Perguntou meu pai sem rodeios
_Aparentemente bem, fisicamente não há nada errado com ela, vai precisar descansar mas principalmente não se aventurar sozinha pela propriedade durante alguns dias.
_ E quem vai me segurar na cama se nem o papai consegue! _Perguntei rindo e meu pai me aninhava em seus bracos, ele tinha medo por mim, e nunca escondeu isso. 
_Rupert, gostaria que fosse ate o quarto da Kate comigo, lhe explicarei no caminho o que aconteceu. _ Disse meu pai enquanto olhava para mim, antes de sair ele parou olhando muito serio.
_ Filha, estará presente no jantar? _ confirmei e ele saiu piscando um olho.
_ Audrew entrou no quarto em seguida, perguntando como gostaria de me  vestir e me olhando com sorrisos suspeitos.
_ O que aconteceu Audrew? perguntei irritada
_ Nada, só acho constrangedor você ficar presa com o Sr. Oliver no quarto dele e jantar com ele e o Rupert hoje. Ate onde sei a ultima vez que você e o Rupert estiveram juntos estavam sem roupa no lago.
_Que exagerada, não estávamos sem roupas Au, estávamos com poucas roupas.
_ Bem então espero que hoje esteja com muitas roupas menina.

Depois de tomar banho e colocar uma maquiagem leve, coloquei um vestido preto, não tinha volume e se ajustava ao meu corpo abrindo numa calda leve que se movia a cada passo, o vestido era um dos meus preferidos e me sentia flutuar com ele.  Escolhi o colar e brincos de esmeraldas que ganhei do papai e os cabelos presos num coque lateral . estava confiante quando fui ao quarto da Kate, ela ja estava pronta e me esperava com um vestido rosa palido com pouco volume e flores brancas na calda. Tinha os cabelos trancados, com fios dourados enredando as mechas, lhe abracei enquanto ela sorria para mim.

_ O que te aconteceu hoje, fiquei preocupada sabia? _ perguntou acusadora
_ Se me permitir dormir com voce contarei tudo, o que acha?
_ Acho perfeito, estou morrendo de saudades de fugir pro seu quarto.
_ O que esta faltando para ficar pronta?  perguntei analizando o visual dela
_ deixe-me ver, creio que as joias e alguem para me levar. _ disse sorrindo
_ Nao tem graça Kate, vou pedir ao papai para vir buscar voce.

Depois de escolher um colar de ouro branco delicado e retocar a maquiagem dela desci as escadas para chamar o papai, e encontrei Oliver no caminho.

_ Esta muito bonita Helena. _ disse enquanto andava com as maos nos bolsos
_ Obrigada! _ respondi secamente
_ porque nao me disse que tinha desmaiado hoje? _  ele me segurava pelo braco e encarei ele irritada.
_ Primeiro, voce nao pergutou como eu estava. Segundo, nao lhe devo satisfacoes. _ Agora pode me soltar por favor?

Quando ele soltou meu braço, sai apressada e antes de cheguar a metade da escada ouvi meu pai falando com Rupert que ja notara minha presenca e sorria. meu pai nao escondia a satisfacao e orgulho, mas percebi que Oliver estava contrariado com a presenca de outro homem ali, com meu melhor sorriso cumprimentei Rupert lhe abracando enquanto ele me elogiava.
_ Você esta fantastica Lena!
_ voce tambem esta Rupert.  _ ele beijava minha mao e olhei Oliver presuncosa.
_ Papai a Kate esta lhe esperando, ela ja esta pronta.
_Posso ir busca-la Fred. _ Rupert falou ao meu pai que sorriu
_ Ela ficaria encantada, mas eu prometi que iria pessoalmente hoje.

Depois que meu pai saiu eu fiquei entre Oliver e Rupert, o silencio contrangedor era palpavel. Oliver encarava Rupert que nao desviava o olhar em desafio. e quando Audrew entrou na sala tossindo para nos tirar do transe me apressei em fazer as apresentações.

_  Oliver Fawley  apresento Rupert Flint!
_ Encantado em conhecelo senhor Rupert, entao você e um Flint; sobrenome incomum por aqui. _ Oliver analizava Rupert com muita atenção.
_ E realmente um sobrenome incomum, minha familia e de Londres, e a que devemos a honra da sua visita na nossa ilha?
_ ha, entao não esta sabendo, essa bela jovem será uma Fawley em breve. Voce nao sabia? _ Oliver não escondia o sorriso diante da indignação de Rupert e minha falta de palavras que só confirmava o que ele acabava de revelar.  



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