História Eletricidade - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias VIXX
Personagens Hongbin, Hyuk, Ken, Leo, N, Ravi
Tags Kenbin, Nxhyuk, Reo, Taekshik, Vixx, Wontaek
Visualizações 314
Palavras 3.065
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Slash, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi oi, brotinhos.
Estão muito bravos pela demora? Espero que não, porque eu me dediquei ao máximo a essa capítulo.
Foi bem difícil colocar os elementos do passado do Leo, ainda com os acontecimentos todos. Mas não vou falar muito, senão vou acabar dando spoiler, mas peço que me avisem caso eu tenha deixado passar algum erro. ;)
Lembrando que esse capítulo é o penúltimo, então em breve nos despediremos da fanfic. Também não queria fazer isso, mas é necessário...
Enfim, nos lemos nas notas finais?

Capítulo 4 - Capítulo 4 - Escuridão


N sabia que sua vida era feita de ironias.

Foi uma ironia ter se apaixonado por alguém que tinha o seu sangue, de todas as pessoas do mundo. Foi uma ironia ter contratado pessoas para proteger seu amado, para no final não ter conseguido protege-lo sozinho. Foi uma ironia nunca ter escolha na vida, e quando essa escolha lhe foi dada não ter boas opções.

Hyuk era sua vida e estava próximo a decidir entre ela e outra tão preciosa quanto.

Andava de um lado a outro no escritório, com aquele bilhete em mãos. Estava tão pensativo que sequer demonstrava emoções, todo o desespero que sentia por não saber o que fazer. Até que a porta se abriu num estrondo e dois rapazes entraram no cômodo a passos rápidos.

- Como aconteceu? – questionou Leo, a voz firme ecoando pelo ambiente conforme se aproximava do amigo para abraça-lo. Ainda que estivesse terrivelmente preocupado com Hyuk, sentia-se bem por não ter acontecido nada a N.

N conteve o choro ao sentir os braços circundarem seu corpo num abraço apertado. Olhou para Ravi por cima do ombro, que havia entrado ali na companhia de seu melhor amigo, deixando claro em seu olhar que queria ficar sozinho com ele.

O rapaz apenas balançou a cabeça em afirmação e saiu rapidamente, fechando a porta com delicadeza.

- Estávamos animados ontem – N começou a explicar, ao encerrar o abraço. Precisava dizer aquelas palavras olhando nos olhos dele – Queríamos ficar sozinhos e como todos os quartos da casa estavam ocupados, fomos para um hotel. Pedimos champanhe, e tenho certeza que tinha algo naquela bebida, pois dormimos logo que acabamos e isso nunca acontece.

Fez uma ligeira pausa, sentindo seu coração apertar com as lembranças.

- Quando eu acordei ele não estava lá. Apenas tinha esse bilhete sobre o criado mudo – estendeu o pedaço de papel na direção do moreno.

“Te proponho uma troca.

O seu precioso Sanghyuk por Taekwoon. Você decide.

Aguardo seu contato em 24 horas”.

Leo leu aquelas frases pelo menos três vezes até assimilar tudo que ela queria dizer. Jumin não faria nenhum mal a Hyuk se tivesse o que desejava.

- Eu vou – foi tudo que disse, voltando a assumir seu tom de voz tão baixo que beirava um sussurro.

- Não! – N exclamou, agarrando os ombros do amigo e chacoalhando-o levemente – Eu não posso escolher entre vocês. Eu amo os dois.

- Não é você quem está escolhendo, sou eu – o moreno disse, erguendo a mão para acariciar a bochecha do amigo. Não aguentava ver as lágrimas se formando naqueles olhos tão expressivos, mas sabia que precisava fazê-lo – É Hyuk quem você deve manter por perto e amar. Eu sei me cuidar sozinho.

- Leo – o líder começou a falar, mas foi interrompido.

- Vou ligar para Jumin.

Leo sacou o celular do bolso e telefonou rapidamente, deixando a chamada em viva voz para que o amigo pudesse ouvir, já que não mantinha segredo nenhum dele. Seu corpo vibrava em ansiedade ao ouvir com atenção.

Foi atendido no terceiro toque, por aquela voz que conhecia bem e que se fazia presente em seus piores pesadelos.

- Olá, filho. Sabia que ligaria.

 

~*~

 

Assim que Ravi ouviu aquela frase desencostou o ouvido da porta e correu para fora daquele apartamento. Seus pensamentos giravam acerca de “olá, filho”, mil hipóteses sendo criadas em sua mente enquanto tentava entender o restante da conversa.

Sabia que era errado ouvir atrás da porta, mas estava preocupado com todos eles. Preocupado com N que amava seu namorado tão intensamente. Preocupado com Hyuk, que poderia estar sendo mal tratado pelo tal Jumin. Preocupado com Leo, que nunca demonstrou emoções e naquela manhã o acordara com os olhos transbordando desespero.

Entrou no elevador e olhou as horas em seu celular, 12h30min. Provavelmente encontraria Ken e Hongbin no refeitório, ciente de que precisava conversar com alguém para esclarecer seus pensamentos.

Assim que chegou ao enorme refeitório, viu que a grande maioria dos membros da organização estava lá. Alguns almoçando, outros conversando, mas a tensão em todos era quase palpável. Provavelmente já sabiam do acontecido.

Passou por algumas pessoas e logo avistou seus amigos sentados numa das mesas de oito lugares, na companhia de mais três rapazes. Cumprimentou os desconhecidos rapidamente e se sentou ao lado de Ken.

- Onde você estava? – Hongbin questionou, com a expressão preocupada.

- Nem fala “oi” para o menino – Ken comentou, ao passar um braço pelo ombro do platinado já que estava mais próximo dele.

Ravi semicerrou os olhos ao notar uma marca avermelhada no pescoço dele. Marca aquela que deixava muito claro do que se tratava.

- O que é isso? – questionou, pressionando o local com o indicador, mas logo balançou a cabeça para não perder o foco – Enfim, não vem ao caso... Passei a noite com o Leo.

- O Leo?! – Hongbin exclamou, sem conseguir conter a surpresa por aquela informação. Pensava que Ravi havia apenas se cansado e ido para casa.

- Então você sabe o que aconteceu a Hyuk? – um dos rapazes desconhecidos questionou, por estar prestando atenção no diálogo ao ouvir o nome do braço direito do chefe.

- Apenas que foi sequestrado – Ravi respondeu com rapidez, omitindo grande parte das informações que sabia. Entendia a curiosidade de todos, mas não sabia se poderia contar a eles o que sabia – Acho que N e Leo estão fazendo a negociação do resgate agora.

- Me surpreende que o garoto ainda esteja vivo, na verdade – outro rapaz comentou, com a expressão pensativa – Imagino que estejam cobrando um preço muito alto no resgate.

- Alguma ideia do que seja, Ravi? – Hongbin questionou, focando o olhar no do amigo. Ergueu uma sobrancelha, ciente de que ele sabia mais do que estava falando.

- Nenhuma – mentiu, antes de dar um longo suspiro e se levantar – Vou almoçar, estou morrendo de fome.

Caminhou rapidamente para a cozinha, onde pegou um prato generoso de comida. Sorriu quando uma das moças que o servia questionou como conseguia comer tanto, logo retornando à mesa e ocupando o lugar onde estava anteriormente.

- Agora eu quero saber o que vocês fizeram ontem depois que saí – disse, apontando na direção de Ken e Hongbin com um olhar acusador. Sabia que deveria contar a eles sobre sua própria noite, mas estava curioso demais para conter as provocações.

- Apenas dançamos – Hongbin respondeu, mas em seguida abaixou a cabeça para conter o rubor que tomou sua face, ainda que sorrisse.

- Não sabia que fazia parte da coreografia deixar marcas no Ken – Ravi comentou, contendo a risada ao ver o quanto eles estavam envergonhados com seu comentário. No entanto, decidiu parar de provocar por estar bem claro o que havia acontecido, e começou sua refeição.

Em poucos minutos estava engajado numa conversa com seus amigos e os três rapazes que se apresentaram como Hyunwoo, Shownu e Lay. Todos trabalhavam como seguranças naquele prédio, contando algumas histórias de quando rapazes da Estrela tentavam se infiltrar ali. Quando Hyunwoo começou a comentar sobre o pouco que conhece da organização inimiga, um súbito silêncio se instalou no refeitório.

Ravi olhou na direção da porta de entrada, vendo que Leo e N estavam ali. Estava prestes a se levantar e ir na direção deles, quando o olhar do  moreno com quem passou a noite cruzou o seu e ele começou a caminhar em sua direção.

A voz alta de N atingiu seus ouvidos, conforme ele começava a explicar a situação e dizer para que os membros seguissem sua rotina normalmente já que logo tudo seria resolvido.

- Preciso falar com você – ouviu Leo dizer quando ele se aproximou, fazendo com que se levantasse imediatamente e o seguisse. Apertou levemente o ombro de N quando passou por ele, tentando transmitir através do olhar que estava apoiando-o no que precisasse.

Leo os guiou para uma sala de reuniões no andar superior, um aconchegante ambiente com paredes de tom camurça. Sentou-se sobre a mesa de 12 lugares, balançando os pés no ar ao fitar atentamente o platinado que permaneceu em pé.

- Eu ouvi parte de sua conversa – Ravi disse, não contendo a expressão preocupada que tomou sua face. Sabia que poderia levar uma bronca pelo que havia feito, mas queria ser honesto com ele – Por que diabos Jumin quer você como resgate?

- Eu vou contar uma história e te fazer um pedido, mas preciso que espere até o final para dizer alguma coisa. Está bem? – o moreno questionou, em sua típica voz séria.

O platinado apenas assentiu e aguardou que ele começasse a falar.

- Jumin é meu pai – Leo disse, fazendo uma pausa para respirar fundo. Sentia-se estranho por estar contando aquele segredo tão bem guardado por anos, mas sabia que ele merecia saber. Ele era a pessoa destinada a si – Ele e o pai de N fundaram o que hoje é Incêndio e Estrela. Durante anos tudo deu certo, eles conseguiram manter a organização e eram muito próximos, tanto que eu e N somos amigos desde crianças por isso. Só que a mãe de N adoeceu e faleceu muito rapidamente. Como Jumin é extremamente frio, ele não soube aceitar a dor do amigo dele, e foi aí que a minha mãe entrou para consolar e cuidar dele. Não demorou muito para que eles se apaixonassem, por ela ser extremamente doce e ele dar a ela todo o carinho que Jumin nunca deu.

Fez uma pausa para tomar fôlego mais uma vez.

- Quando Jumin descobriu o caos começou. Ele encerrou a sociedade com o pai de N, dividiu a empresa em duas e expulsou a minha mãe de casa. Eu fui junto com ela, jamais a deixaria, e ela e o pai de N nos criaram como uma verdadeira família deveria ser. Só que Jumin queria vingança e assassinou o pai de N com as próprias mãos. Eu, minha mãe e N começamos a viver escondidos, por medo do que Jumin poderia fazer a nós, e logo minha mãe descobriu que estava grávida. Ficamos felizes, afinal estávamos ganhando mais um irmãozinho. Hyuk era a única coisa boa acontecendo no meio de tanta tragédia.

- Você está me dizendo que Hyuk e N também são irmãos?! – Ravi exclamou, surpreso com aquelas informações todas.

- Sim – o moreno continuou, sem se deixar abalar pelo comentário estupefato do outro. Sabia que aquela reação ocorreria de qualquer maneira – Aconteceu que a minha mãe teve depressão pós-parto e cometeu suicídio pouco depois de Hyuk nascer. Ficamos eu, N e um recém-nascido completamente sozinhos. Foi quando os poderes de N começaram a aparecer e ele decidiu assumir a liderança da Incêndio para cuidar de nós. Ele teve muito apoio dos funcionários que antes estavam ao lado do pai dele, por conter o mesmo fogo no sangue, e se esforçou muito para chegar onde está hoje. Como ele estava o tempo todo ocupado, eu criei Hyuk praticamente sozinho. Mas você sabe que junto com a adolescência chegam os poderes, e os meus chegaram quando eu tinha 13 anos. Eu estava tão fora de controle que deixei Hyuk desacordado por quase dois dias, até aprender sozinho como encerrar aquilo. Ele não se lembra disso, mas sei que o machuquei quando era somente um bebê e jamais vou esquecer isso.

Ravi notou que ele estremecia com tal lembrança e se aproximou para consolá-lo. Se colocou entre as pernas dele e segurou-lhe as mãos, entrelaçando os dedos aos dele. Ficou contente ao notar que ele não fugiu de seu toque.

- Por isso você se isola das pessoas? – questionou com o tom de voz mais suave que pôde. Sentiu o coração partir ao ver ele balançar a cabeça em afirmação – Por isso não queria que eu me apaixonasse por você?

- Também... Você já notou o que paixão faz com as pessoas? – Leo questionou, com os olhos brilhando em chateação. Queria que ele o compreendesse – Fez minha mãe trair Jumin. Fez N e Hyuk se apaixonarem pelo irmão.

- Eles me contaram sobre as pessoas destinadas e... – o platinado começou a dizer, mas foi interrompido.

- Isso é ainda pior! – o mais velho disse ao elevar um pouco mais o tom de voz, coisa que nunca faz – Nós nunca vamos conseguir notar outras pessoas, Kim Ravi. Nunca vamos esquecer um do outro. Além do fato de eu já ter atingido você uma vez.

- Eu não me importo com isso – a frase o fez suspirar, sabendo que aquele rapaz era muito teimoso. Soltou uma das mãos para leva-la até os cabelos cinzentos próximos a nuca dele, acariciando-os com delicadeza, embora estivesse bem irritado com tanta insistência – Quando fizemos amor essa noite aconteceu diversas vezes, Taekwoonie. Eu não me senti mal nem por um segundo.

Leo ruborizou com as lembranças de tudo que haviam feito. Estava tão concentrado nas sensações que apreciava que sequer notou que o havia machucado, ainda que tivesse se sentido bem com os ligeiros choques que recebia dele.

- Estamos perdendo o foco – disse, voltando a abaixar a mão e pousando-a sobre a própria coxa. Respirou fundo mais uma vez antes de retomar a narrativa – O fato é que escondemos Hyuk durante toda a vida dele. Sei que ele não gosta disso, mas não tínhamos outra alternativa para protege-lo. No entanto, de alguma forma, Jumin descobriu sobre ele recentemente e vem tentando sequestra-lo. Só não sabíamos que o objetivo era chegar até mim.

Apertou um pouco os dedos do rapaz que ainda estavam entrelaçados aos seus.

- Jumin está ficando velho e quer que eu assuma o lugar dele na Estrela – continuou, com pesar – Suponho que seja também pela vontade de ver eu e N nos destruindo, e destruindo Hyuk por consequência. Ele é sádico o suficiente pra isso.

Ravi demorou um pouco pra reagir.

- Entendo. Ele quer trocar Hyuk por você – disse, sua voz soando muito mais baixa do que o normal. Sentia vontade de abraçar aquele homem e protege-lo de qualquer um que chegasse perto – E o que queria me pedir?

- Eu e N vamos resgatar Hyuk amanhã, peço que vá conosco – a voz suave atingiu seus ouvidos, antes que fosse surpreendido pelos braços circundando sua cintura. Quase sorriu ao vê-lo escondendo a cabeça em seu peito, o que fez com que a voz soasse ainda mais baixa – N é um pouco impulsivo e pode ser que um pouco de força bruta seja necessária para contê-lo caso saia de controle.

- Você quer a minha força ou ficar comigo o máximo de tempo que ainda pode? – o mais novo questionou, então ousando esboçar um sorriso. Segurou o queixo dele, fazendo com que erguesse os olhos em sua direção.

- Quero que proteja a minha família – ouviu a resposta dele atentamente, erguendo uma sobrancelha ao esperar por mais – Mas... Também quero que fique comigo hoje.

Ravi não pensou duas vezes antes de puxá-lo para um abraço. Apertou-o contra o peito e beijou-lhe o topo da cabeça, prometendo a si mesmo que encontraria uma alternativa para eles.

Jamais aceitaria perder seu Taekwoonie.

 

~*~

 

Ravi inalou o cheiro da pele do pescoço de Leo, cuidando de guardar aquela fragrância na memória. Ele cheirava a sabonete de cereja.

Estava deitado ao lado dele fazia vários minutos, observando-o dormir. Assim que se deitaram na cama dele após uma sequência de beijos castos, ele adormeceu quase instantaneamente. Observava com atenção a face serena, vez ou outra depositando beijos na pele pálida da bochecha e do pescoço dele, imaginando o que faria para ajuda-lo.

Olhava ao redor, para o quarto todo decorado em tons de azul e marrom. Jamais diria que aquele ambiente pertenceria a alguém de personalidade tão obscura, mas havia gostado da sensação de tranquilidade. A leve brisa e os feixes de luz que adentravam pelas frestas abertas da cortina o deixavam sonolento, mas não conseguia descansar com tantos pensamentos em sua mente.

Fechou os olhos por breves instantes, até que ouviu o celular de Leo apitando com a chegada de um recado. Levantou-se da cama com extremo cuidado para não acordá-lo, pegando o objeto sobre o criado mudo e vendo do que se tratava.

Era uma série de mensagens de N.

“Não consigo descansar”.

“Você não me contou sobre a sua noite com o Ravi.

Mas a julgar pelas marcas no seu pescoço...”

“Me conte tudo agora, Jung Taekwoon”.

“Estou sentindo falta de Hyuk.

Será que ele está bem?”

Sorriu ao ler as palavras de seu chefe, que não parava de pensar no namorado por um sequer. Imagina claramente ele andando de um lado a outro sem conseguir relaxar pela ansiedade de buscar logo seu amado. Mal conseguia compreender o que ele estava sentindo, mas sabia que logo o faria se não encontrasse uma solução.

Inevitavelmente olhou as mensagens anteriores, todas de N. Continuou observando, até que uma específica chamou sua atenção. Jumin.

Ao ler o conteúdo constatou que se tratava de um endereço. O local onde se encontrariam para que a troca fosse realizada.

Encaminhou o recado rapidamente para o próprio número, conforme uma ideia surgia em sua mente. Poderia ser perigoso, mas era a única coisa em que conseguia pensar

Voltou a subir sobre a cama, onde engatinhou para perto de Leo e aninhou o rosto no pescoço dele mais uma vez.

- Vou buscar algo para comermos, está bem? – questionou, ao acariciar os cabelos negros. Aguardou que ele balançasse a cabeça em afirmação para murmurar um “volto logo” e rapidamente procurar seus sapatos.

Ao deixar o quarto apressou-se até um dos andares inferiores, sendo que em poucos minutos já batia à porta do quarto de Ken. Bateu três vezes e aguardou, mas não foi atendido, logo constatando que ele não estava lá. Foi até o quarto ao lado, o de Hongbin, que o atendeu na primeira batida.

O rapaz abriu a porta apenas o suficiente para que visse o seu rosto. O cumprimentou com um sorriso, exibindo as covinhas e uma face ligeiramente avermelhada.

- Preciso de ajuda – disse Ravi, não se deixando levar pela beleza do amigo – Você sabe onde Ken está?

Hongbin abriu a porta, revelando parte de seu quarto. Ken estava ali, deitado confortavelmente na cama trajando nada mais que as roupas íntimas, assim como o dono do quarto. Ambos se tornaram imensamente constrangidos, mas não ousaram dizer uma palavra sequer.

- Vocês dois... Inacreditável – o platinado disse, ao adentrar o cômodo e fechar a porta as suas costas. Tinha preocupações mais imediatas.


Notas Finais


VAI TER OS BIAS TUDO NESSE CAPÍTULO SIM! Tá, parei.
Entããão, o que vocês acharam? Muito tristes pelo passado do Leo? Revoltados? O que acham que o Ravi vai fazer para não perdê-lo? Quero muito ler as teorias de vocês.
Até o próximo! Beijinhos açucarados~


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