História Élise e Arno - A História Nunca Contada - Capítulo 8


Escrita por: ~

Postado
Categorias Assassin's Creed
Personagens Arno Victor Dorian, Élise de la Serre
Tags Ação, Amor, Assassin's Creed, Fanfic, Irmandade, Origens, Romance
Exibições 28
Palavras 1.399
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Novo capítulo :3
Espero que gostem♡

Capítulo 8 - A Casa na Floresta


Saí do banheiro enrolada em minha toalha e fui procurar algo para vestir. Arno estava sendado na cama olhando para o jardim lá fora, eu pude sentir que ele estava pretendendo escapulir pela janela.

- Quer saber? - falei terminando de abotoar minha blusa. - Estou indo lá em baixo dar uma volta por ai. Se quiser falar com o Jacques é melhor ir logo, antes que as alunas saiam da aula.

- Tudo bem, eu volto a noite. Se eu não for falar com Jacques, ele vai acabar desconfiando. - Ele andou até mim e me deu um beijo. - Até mais tarde, Élise.

- Até mais tarde. - Eu sorri e ele saiu pela janela.

   Me virei e saí do quarto. Eu iria pegar um pouco de comida com Cassandra e aproveitar para dar uma volta no jardim. Quando cheguei lá em baixo, fui direto para a cozinha, tive sorte que estava em horário de aula e a escola estava deserta - ja que todas as alunas estavam nas salas de aula - então não tive problemas com ninguém.

- Olá? - chamei entrando na cozinha, mas ninguém respondeu. Andei até a dispensa, peguei algumas frutas, uma garrafa que tinha um líquido dentro que parecia ser água e uma torta que parecia te sido deixada especialmente para mim. - ela estava escondida - Coloquei tudo na cesta que Cassandra havia me dado, e corri para o meu quarto novamente.

   Deixando a comida em cima da minha mesa, eu desci as escadas novamente e corri para o jardim. Sentei no banco que havia perto da fonte e aproveitei o sol da tarde junto com a brisa que fazia cócegas em meu nariz. De repente, tive uma idéia. Tentei ignora-la pois considerei ser loucura de mais - até mesmo para mim - mas como eu não conseguia evitar me meter em encrenca, acabei saindo  correndo para a floresta.

   Estava indo na casa de Jacques, para falar com Arno.  Sim, eu sei que é loucura fazer esse tipo de coisa e que Arno pode se encrencar, mas aquilo era uma ótima oportunidade para ser expulsa que eu não podia desperdiçar.

   Fui seguindo a trilha que estava coberta por folhas secas e pouco tempo depois, acabei achando a casa de Jacques. A casa ficava em uma clareira bem no meio da floresta, e próximo a casa, havia um lago com uma pequena queda d'água. Aquele lugar ela lindo. Me aproximei da casa com cuidado, subi as escadas se davam para a varanda e bati na porta. A casa era feita de pedras e  algumas estavam cobertas de musgo por causa da umidade daquele lugar. Eu ja estava começando a ficar impaciente quando o jardineiro abriu a porta. Eu nunca havia reparado muito bem nele, mas ele não era muito mais velho que Arno, deveria ter no máximo vinte e cinco anos. Ele arregalou os olhos ao me ver.

- O que queres aqui mademoiselle? - pude sentir o cheiro de álcool em seu hálito. Será que ele não faz nada além de beber o dia todo e podar algumas plantas de vez em quando?

- Ah... - gaguejei - O Arno está? - perguntei olhando para dentro e casa.

- O que queres com ele? - Jacques perguntou um pouco desconfiado.

- Eu posso ve-lo? - perguntei impaciente. Ele me analisou por alguns instantes e saiu da frente da porta para que eu entrasse.

- A vontade mademoiselle. - ele fez uma mesura e cambaleou para um sofá velho que havia ali.

   Um pouco hesitante, eu entrei analisando o ambiente. Havia uma lareira em um canto que parecia ter estado acesa na noite anterior, papéis estavam jogados no chão, garrafas de vinho espalhadas por todos os cantos... Pareciam estar fazendo comida, algo estava borbulhando no fogão fogão de lenha - e tenho que admitir que o cheiro estava  maravilhoso.

- Com licença monsieur, onde Arno está? - eu o encarei.

- Bem ali - ele apontou para uma porta que estava fechada. - Afinal de contas, qual o seu nome?

-Sou Élise De la Serre, monsieur. - assim que falei isso, Jacques mudou totalmente, seus olhos se arregalaram e ele se levantou do sofá com um pulo.

- Uma aluna! O que estás fazendo aqui? Alunas são proibidas de entrar na floresta, sabes disto. Por que está aqui?! - Ele exclamou.

- Vim ver o Arno, já lhe disse isto inúmeras vezes. - abri a porta para a qual ele havia apontado e entrei.

   Arno estava sendado na cama comendo algo que parecia ser sopa. Ele se levantou assim se me viu, quase derramando sua comida.

- Élise?! - ele exclamou -O que faz aqui?

- Eu vim te ver. - Coloquei as mãos atrás das minhas costas. - Senti saudade. - fiz um biquinho e ele sorriu.

- Como veio aqui? Como Jacques a deixou entrar? - ele balançou a cabeça confuso - Ele não sabe que você é uma aluna?

- Bom... quando me deixou entrar ele não sabia, agora ele sabe. - Eu sorri e o beijei, no meomenteo em aí Jacques entrou no quarto e arquejou.

- Meu Deus! - ele esfregou os olhos - Eu não acredito, vocês dois... - ele gaguejou.

- Calma Jacques, eu posso explicar. - Arno se virou para ele - Já está na hora de você saber a verdade.

- A verdade? - Jacques cambaleou um pouco e sentou-se na cama.

   Arno explicou para ele toda a situação e o verdadeiro motivo dele estar la. Por mais incrível que fosse, Jacques estava parecendo entender.

- Arno, tudo isto é muito arriscado. - Jacques falou bebendo mais um gole de vinho na garrafa.

- Eu sei, mas Élise e eu não vamos deixar de nos ver, por causa da Madame Levene. - Arno me puxou para junto dele e me abraçou.

- Veja bem, pode continuar aqui, Arno. Mas se forem pegos, não me entreguem.

- Tudo bem. - Arno assentiu.

- Ah. - Jacques levantou da cama. - Vou deixá-los a sós. - ele cambaleou para fora do quarto.

- Merda! - falei enfurecida.

- Oque houve? - Arno ficou me encarando.

- Achei que ele iria falar para a Madame Levene e que ela iria me expulsar. - eu balancei minha cabeça negativamente. - Parece que ficarei aqui mais tempo que o esperado.

- Não se preocupe. Sempre irei te ver quando puder, sabes disto. - ele acariciou minha bochecha e eu sorri.

- Este quarto é seu? - perguntei.

- Bem...não é exatamente meu. - ele coçou a nuca. - Eu apenas durmo aqui. O quarto de Jacques fica ao lado.

   Eu assenti e Arno me beijou. Me puxando para mais perto dele, ele apertou seu corpo contra o meu, enquanto segurava minha nuca. Comecei a puxar a blusa de Arno para cima, quando Jacques bateu na porta.

- Ahm... acho melhor vocês não demorarem muito ai. Daqui a pouco as alunas vão sair da aula e se virem Élise saindo da floresta, isso não vai acabar muito bem.

- Não se preocupe, Jacques. Ja estamos saindo. - Arno revirou os olhos. Me soltei de seu abraço. - É melhor nós irmos. - fomos para fora do quarto.

- Adeus Jacques. - me despedi. - Obrigado por não contar nada para a Madame Levene. - agradeci.

- Eu ja volto, vou acompanha-la. - Arno disse me puxando para fora da casa.

- Cuidado para não serem vistos. - Jacques alertou.

   Arno fechou a porta atrás de si e voltamos para o jardim da escola.

- A noite eu irei vê-la. - ele me abraçou.

- Vou deixar a janela aberta. - sussurrei em seu ouvido e corri para dentro da escola. Parem em frente a porta do meu quarto.

- Mademoiselle De la Serre? - era a voz de Madame Levene. Droga.

- O que foi? - eu me virei.

- Voltará a estudar amanhã. - ela disse com o cenho franzido. - Espero que seu comportamento melhore.

- É claro que sim mademoiselle. Ele vai melhorar. - Eu dei um sorriso sarcástico para ela, que se virou e foi embora.

   Entrei no meu quarto, tirei minhas botas e me joguei na cama. Mais uma tentativa de ser expulsa daquele lugar horrível havia falhado.  Meus olhos começaram a pesar e antes que eu me dei conta, já estava dormindo.


Notas Finais


Obrigado por ler♡
Domingo que vem tem o próximo capítulo. Bjs.


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