História Elite Squad - Forming The Squad... - Capítulo 4


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Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Exibições 3
Palavras 1.417
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Colegial, Escolar, Fantasia, Ficção Científica, Hentai, Luta, Magia, Romance e Novela, Violência
Avisos: Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Gente, sério, não me matem, não me esquartejem, nem me ameacem, capítulo que vem eu desvendo os mistérios e ai vocês voltam a me amar, sem discussões nem nada, mas chega de enrolação, apenas me desculpem por trazer a infelicidade de vocês, kisses, e chega de blá blá blá.

Capítulo 4 - Capítulo 21 - "In The Name Of Love".


Fanfic / Fanfiction Elite Squad - Forming The Squad... - Capítulo 4 - Capítulo 21 - "In The Name Of Love".

 

P.O.V Alya

Poucos segundos antes do meu surto ao saber quem era a famosa Golden Huntress, descobri quem era o famoso Black Bird, Allaryc, um rapaz alto e bonito, mas velho demais pra mim, nossa, como a vida é injusta, literalmente. Quando ouvimos o estrondo, saímos correndo para a sala de teletransporte que segundo Allaryc, foi inventada por Katherine, outra de suas façanhas, mas ele me disse que ela era Engenheira Elétrica também, então ela tá tipo, um Tony Stark dois. Mas continuando, após chegarmos na sala, rapidamente pensamos em ir para o centro da cidade, onde já se posicionavam a dupla dinâmica de heróis que salvava Paris, Chat Noir e Ladybug.

- Relatório do Acontecimento. – Katherine disse firmemente a Allaryc, era a primeira vez que eu saia em uma missão, mas Katherine disse que tudo acabaria normalmente e que a primeira missão dela certamente não era como um Akuma, e por isso, seria até que mais fácil, segundo ela.

- Jasper Argýne, trinta e nove anos, nasceu em Paris, recentemente transformado em Pistolet/Pistola. Aconteceu após receber um não ao seu pedido de casamento à Marcelane Korute. – Sua voz era séria, com certeza sua postura era rígida, algo que eu nunca tinha visto, apenas me impressionou o fato de que o vilão conseguira atingir Ladybug de raspão, fato que me impressionou. – Tá, já chega Pistolet, ou o que for, quais são as suas últimas palavras?

- Vejo vocês no inferno, idiotas. – Ele começou a atirar freneticamente, e o meu único instinto foi pegar os leques que antes serviam como plumas atrás do meu uniforme e correr até o vilão usando os leques de titânio para ricochetear as balas e infelizmente uma das que eu não consegui ricochetear, atingiu uma senhora idosa, mas neste momento, graças aos deuses, um certo garoto moreno, chamado Nino Lahiffe, ajudou a senhora a se levantar e a levou para dentro de uma loja, mas a bala ter o acertado foi a gota d’água, rapidamente corri em direção ao vilão e invoquei a minha arma certeira.

- Ah, não vai nos ver não. – Ri em tom irônico dirigido a ele. Era uma ironia clara, que poderia ser notada por todos ali, principalmente por Katherine, que compreendeu o que eu faria e lançou um olhar para Allaryc e logo em seguida para Nino, e então, da boca de Black Bird saíram palavras que apenas Katherine, com sua aguçada audição conseguiria ouvir.

P.O.V Nino

Nunca achei que as pessoas conseguiriam fazer a diferença no mundo, mas então aquilo aconteceu, Chat Noir e Ladybug mostraram ao mundo que super-heróis existem, e isso me fascinou, me inspirou a ajudar aos outros mesmo sendo apenas um garoto normal, e desde o dia do “Homem-Bolha” nunca me perdoei, e por isso não deixarei que mais nenhum akuma me afete, e agora, aparece outra super-heroína, segundo as informações de Nadja Chamack, possuindo o nome de “Peacock” ou pavão. Achei que a garota iria ficar parada, mas ao ver que a senhora que eu carregava fora atingida, vi apenas a fúria tomando conta de seu corpo, e quando percebi, Ladybug já havia capturado o akuma, mas quem era a garota por trás daquela máscara? Era uma coisa que eu realmente queria saber.

Ao término do incidente de “Pistolet”, me dirigi rumo à minha casa, que sem dúvida não era nada comparada à de meu amigo Adrien Agreste, porém, mesmo não sendo luxuosa, era aconchegante, e infelizmente, meus pais não estavam em casa.

Subi direto para o meu quarto. Já estava escurecendo, e no outro dia de manhã eu teria aula, mas me deparei com uma caixa vermelha sobre a escrivaninha, que a princípio, achei ser algo que meus pais deixaram, mas pela minha falta de atenção, ou déficit como meus pais e os médicos chamam, nem reparei, apenas a abri e uma luz forte tomou conta do quarto, de repente, um boneco pequeno saiu de dentro da luz, e meu primeiro instinto? Jogar uma almofada em sua cara.

- Ai, cara, quero dizer, senhor, digo, ai meu deus, por que essa cara? – A pequena tartaruga circundava o meu corpo até parar na minha frente, eu tentei abrir a boca para falar, mas as únicas coisas que saíam eram confusas e gagas, perdidas no espaço contínuo de tempo. – Nino Lahiffe, correto? Sou Wayzz, o Kwami do Miraculous da Tartaruga.

P.O.V. Narrador.

E os dois continuaram com toda a sua conversa. Aquilo durou horas, até que a cidade novamente fora atacada, era a segunda vez no dia, aquilo já começava a cansar, a correria já não era mútua e cansava os heróis que desesperadamente tentavam conter a imensa quantidade, porém, antes de todos os seres mútuos sendo capazes de deter o akuma, Tortue já o havia deixado em estado crítico, facilitando o trabalho de Ladybug e Chat Noir, que naquela noite, haviam deixado uma folga para os heróis do tempo da tarde, que deteram “Pistolet”.

P.O.V. Marinette. (Leiam as notas finais, onde se encontra o link da música.)

Eu havia chegado em casa mais cansada do que deveria, afinal, o Akuma estava praticamente imóvel, e a cidade não parecia mais precisar de Ladybug, achava eu que já estaria na hora de sair de vez dessa vida, e passar Tikki para uma pessoa que utilizaria melhor, eu estava quase acabando com a minha vida, e assim que coloquei a testa contra o vidro da janela, percebi o que estava fazendo e olhei para o céu, eu era uma completa inútil, não ajudava, apenas atrapalhava. Muitos estavam certos, principalmente, Alya, ou melhor, Lady-Wifi, por que Paris confiaria em uma pessoa que nem sabem quem é que poderia facilmente traí-los, acho que chat sentiu o mesmo já que nunca mais me visitara, estava na hora de seguir em frente e esquecer dos problemas, e então, foi assim que a minha madrugada passou rapidamente, e por incrível que pareça, eu acordei às exatas cinco horas segundo o grande relógio Parisiense, que concordava com meu despertador, e Tikki, com absoluta certeza estava mais cansada do que eu, por isso desci até a cozinha e separei uma fornada de cookies e levei até o quarto deixando ao seu lado, junto à um bilhete.

“Tikki, sei o que você disse sobre Paris precisar de Ladybug, mas com a chegada de todos esses novos heróis, sinto que o lugar para uma desajeitada como eu é em um lugar onde eu não possa ameaçar a ninguém, não se preocupe comigo, já que em breve, você estará com uma nova pessoa que cuidará muito melhor de você do que eu, e certamente, cuidará do povo parisiense melhor do que eu, ensine-a tudo o que você não pode me ensinar, e mostre a verdadeira bravura dos que me antecederam, com muito amor, de uma pessoa que você não verá tão brevemente.

Marinette Dupain-Cheng.”

Me arrumei o mais rápido possível aquela manhã, e me agasalhei para não dar problemas para os meus pais, terminando o meu possível visual com uma boina preta, assim como o resto do visual, e assim que desci, vi meu pai, como sempre fazendo um ótimo café da manhã, e apenas o cumprimentei, dizendo que naquela manhã não seria necessária um reforço para o meu organismo e para que ele não se preocupasse, já que eu apenas daria uma volta pelo quarteirão. Eu amava a Tikki, com todas as minhas forças, mas não poderia causar algo de ruim para ela, isso era uma coisa que certamente me mataria se acontecesse, eu estava disposta a encarar os riscos, e por isso saí correndo pela rua, ah, aquela rua, a rua que passava sobre o rio, onde aproveitei para tirar da minha pequena mochila, o meu sagrado caderno de desenhos, e comecei a traçar delicadamente o nascer do sol sobre o belíssimo ambiente em que se encontrava o rio, aquela calmaria me fazia refletir e pensar que o que eu fazia agora seria o certo mais tarde. Sem pensar duas vezes, subi no corrimão da ponte, e comecei a andar calmamente de olhos fechados, seguindo reto e comecei a correr, como era reconfortante aquele vento no meu rosto, uma brisa calma e suave, que me trazia a paz, e quando estava preparada para descer da mureta e voltar para o mundo real, e para o meu caderno de desenhos, alguém me empurra, me fazendo cair no meio do rio, e sem a Tikki, eu não sobreviveria, eu nem mesmo conseguia nadar. Apenas fechei os olhos esperando que a luz tomasse conta de mim.


Notas Finais




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