História EL's - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Escravo, Gonzáles, Peter, Ravi, Romance, Yaoi
Visualizações 312
Palavras 1.712
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ecchi, Lemon, Romance e Novela, Saga, Slash, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Espero que gostem.

Capítulo 2 - Bem vindo ao Lar!


1 dia depois.

Ravi abre seus olhos e se vê em um quarto pequeno e escuro que contém apenas, um colchão no chão no qual ele está deitado, correntes as quais prendem seus pês ao chão e suas mãos nas costas. Sua boca com mordaça bem apertada o impede de gritar, na intenção de chamar a atenção ele balança seu corpo para as correntes fazerem barulho, não demorou muito e a porta se abrir e dela entrar Peter com uma pistola de choque na mão o que fez o garoto ver que aquilo não era brincadeira, ele realmente havia sido vendido por seu pai mas a troco de quê?? Qual o pagamento John receber por ter escravizado seu filho?!, se perguntou Ravi.

- Você me preocupou sabia? Está dormindo desde ontem. – Peter se senta ao lado de Ravi no colchão - Seja bem-vindo a sua nova casa, eu quero apenas conversar com você por enquanto e acredito que você também quer então vamos fazer um acordo, eu tiro sua mordaça, você não grita e eu não uso isso em você. Concorda? – Ravi o encara paralisado de raiva. – Eu fiz uma pergunta e quero que responda. – Ravi concorda com a cabeça com um movimento rápido, Peter tira o pano encharcado de sangue da boca de Ravi, sangue esse que escorregou após o soco recebido no manhã passada.

- Porque eu tô aqui? O que eu fiz para você concordar com esse absurdo? Eu não te conheço, nunca te vi.

- Você tá aqui porque seu pai precisava de dinheiro rápido e fácil e não você não me fez nada por isso fui paciente com você quando me deu as costas na sua antiga casa, geralmente apenas pego as pessoas.

- Pegar? Eu sou um humano se não percebeu e pessoas não são ‘pegas’. Me deixe ir embora, não sou pagamento para trambiques do John.

- O contrato já foi assinado e partir de agora me você me deve 1 ano de serviços. – Ravi se encheu de raiva e pensou em matar Peter naquele instante mas tudo o que consegui fazer foi cuspir na cara de seu agora senhor. – Garoto, você vai se arrepender de ter feito isso. – Peter dá um tapa no rosto de Ravi e deixa claramente a marca dos seus cincos dedos na bochecha esquerda do garoto. * Din-don! * -  Não torne mais difícil do que é.

- Senhor, temos visitas. – falou uma mulher do outro lado da porta.

- SOCORRO, ME SALVE. – gritou Ravi quebrando o acordo. Peter atira e atinge Ravi com sua pistola de choque no peito o deixando desacordado novamente, Peter sai da sala dizendo a um dos seguranças que o amordace novamente.

2 Dias Depois.

Peter entra novamente no quarto e trouxe com ele um prato de arroz, parece pouco mas para Ravi que não comeu desde que chegou era um banquete, ele olhava para o prato com os olhos arregalados mostrando claramente seu desejo pela comida.

- Quer isso? – pergunta Peter esticando levemente o braço em direção ao garoto acorrentado e ele acena com a cabeça concordando, Peter coloca o prato no chão e solta as mãos de Ravi que tira a mordaça e avança sobre a comida – Então, você está aqui a 3 dias já deu tempo para pensar sobre seu comportamento, vai colaborar ou vou ter que te deixar mais 5 dias preso aqui?

- Eu não sou seu cachorro.

- E não é mesmo, é meu EL. – Ravi olha fixamente para o olhos pretos de Peter como se estivesse tentando ler a mente do mais velho. – Já que terminou de comer vou te soltar e te colocar para trabalhar, já perdi tempo demais com você preso aqui.

- Tenho necessidades fisiológicas, caso não se lembre!

- É verdade, eu deixo ir ao banheiro se você se comportar.

- E o que te garante que vou obedecer?

- Seu senso de sobrevivência, se não obedecer você vai apanhar até entender seu lugar. – Peter solta os pés de Ravi que levanta com dificuldade e segue seu senhor pela casa a passos lentos. Um apartamentos na cobertura, claro, arejado, com moveis e decoração simples mas luxuosas para Ravi que veio do subúrbio, alguns seguranças na varanda e na porta de entrada, na cozinha conjugada a sala uma mulher de meia idade o esperava atrás da ilha. – Ravi essa é Maria, trabalha comigo a 5 anos é responsável pela limpeza, comida, e tudo relacionado ao funcionamento da minha casa e ensinará a você o que precisa para poder ocupar o lugar dela, Maria está se mudando e por conta na filha caçula não poderá mais trabalhar comigo. Maria por favor comece colocando ele no banho, estou quase vomitando com esse cheiro, dê algum das minhas roupa a ele e faça o resto como combinado, estou de saída e volto para o jantar. 

Peter sai e deixa os dois a sós, o clima ficou pesado mas Maria quebrou se apresentando.

- Prazer em te conhecer, me chamo Maria como o senhor Peter disse.

- Me...chamo Ravi.

- Vamos começar, venha comigo vou levá-lo ao banheiro.

- Espere! Você tem que me ajudar a sair desse lugar.

- Não tem como sair e mesmo que eu quisesse esse homens não te deixariam passar. Quer um conselho? É só 1 anos, você só tem que obedecer e não falar nada isso ajudará sua saúde mental e física, está aqui a 3 dias e já tem marcar das correntes em seu corpo e sem contar que por conta da sua desobediência ficou sem comer.

- Então você também é a favor disso?

- Não, não sou. Acho que nenhum dinheiro do mundo te dá o direito de comprar pessoas ou aprisiona-las mas por experiência própria sei que pode te trazer coisas boas.

- Também é um EL?

- Não, sou uma simples diarista com horários para entrar e sair e um salário no fim do mês. Mas minha filha mais velha foi. – os olhos de Maria se encheram de lagrimas, ela se vira de costa para Ravi e começa a andar até as escadas. – Anda garoto, você tem que tomar um banho.

Ravi a segue silenciosamente olhando a casa e as várias portas fechadas no corredor. Maria nota a curiosidade do garoto.

- Você não é o único.

- Existem mais?

- Sim, cerca de 4 mas todos já estão com o dia marcado para saírem daqui, menos você. Entre. – Maria abre a última porta e Ravi entra olhando com medo cada canto do cômodo – É apenas um banheiro garoto, vou buscar a toalha e algumas roupas então entre debaixo da ducha e deixei a porta destrancada.

Maria falou do jeito que Peter Balson gostava que as coisas fossem feitas, da comida, das roupas, da arrumação e limpeza. Tirando as portas do corredor que ficavam trancas e do escritório que era proibida a entrada até para limpeza, Ravi percorreu toda a casa ouvindo Maria falar das futuras obrigações e cuidados que ele terá que ter com a casa, obedeceu as ordens sem relutar e criou um carinho por Maria talvez por não ter se sentido desconfortável ou ameaçado com ela, viu que era mais fácil ouvir do que bater de frente com algo que só o levaria a ruinas. Maria mostravas as plantas na varanda enquanto explicava os cuidados com cada uma delas, os seguranças os seguiam com os olhos atentos aos movimentos de Ravi. Sem que percebessem horas já haviam sido gastas naquele dia.

- Boa tarde Maria. – cumprimenta Peter.

- Boa tarde senhor Peter, bem vindo novamente. – responde Maria

- Obrigada! – agradece Peter enquanto desabotoando as mangas de sua camisa social e se aproxima dos dois. Ravi que estava regando uma planta se ergue esperando Peter lhe falar algo ou olhar para ele mas não, ele o ignorou como se não existisse. Maria notou a situação desagradável e interviu.

- Bom, eu vou preparar o jantar. Quer algo de especial senhor?

- Não, faça o que achar melhor.

- Ravi pode me ajudar? – Peter o olha por completo sem expressão alguma e concorda com uma aceno rápido de cabeça – Venha Ravi. – Maria leva Ravi para dentro e de cabeça baixa e calado a ajuda. Peter sobe as escada, 30 minutos depois volta de banho tomado e com um copo de vinho na mão, se senta em uma poltrona e olha para cozinha mais especificamente para Ravi.

- Então Maria, como foi o seu dia?

- Bem senhor Peter, obrigada por perguntar.

- E Ravi? Como ele se saiu? – Ravi que até esse momento tentava fugir do olhar afiado de Peter, o encarou na mesma intensidade que havia sido olhado nos últimos minutos.

- Bem, melhor que o esperado pelo senhor. Obedeceu aos meus pedidos, não tivemos problemas com tentativas de agressão ou de fugir, acredito que ouviu todas as minhas observações, ele será um bom EL pode demorar um pouco mas será perfeito para você.

- Não fiquem fingindo que não estou aqui. – reclamou Ravi cheio de ódio e segurando uma faca sobre a bancada.

- Ravi solta a faca. – sussurra Maria que estava ao seu lado.

- Eu vou sair daqui e quando eu sair vou me vingar de você. – diz Ravi em um tom alto e com olhos pegando fogos, os seguranças se aproximam de Peter e Maria esperando a ordem para detê-lo.

- Enquanto não merecer seu lugar você será um nada, um ninguém, então solte a faca e vá para seu quarto, já deu por hoje. – Ravi excita e seu corpo começa a tremer por conta da raiva e Maria por medo se afasta para se defender.

- Senhor! – fala um dos seguranças.

- AGORA Ravi, é uma ordem. – grita Peter se levantando da poltrona, Ravi olha para os lados e abaixa a cabeça, solta a faca na bancada e caminha devagar até seu quarto. - Deixem ele passar rapazes. – os seguranças abre caminho, Ravi entra em seu quarto e fica em pé parado de frente para uma parede com mil pensamentos em sua mente porém nenhuma com utilidade.

- Quero dois de vocês na porta do quarto dele, os outros voltem as suas posições. – Peter dá as ordens e respira aliviado por Ravi ter obedecido sua ordem – Showzinho para animar a noite.


Notas Finais


O que estão achando?
Beijos da Buu


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