História Em busca da felicidade. - Capítulo 1


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Categorias Como Treinar o seu Dragão
Personagens Astrid, Banguela, Personagens Originais, Soluço, Stoico, Valhallarama
Tags Astridxsoluço, Dias Atuais
Visualizações 26
Palavras 630
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oláá, depois de sumida por anos e ter me apaixonado por Como treinar o seu dragão trago para vocês uma fanfic nos dias atuais. Críticas são sempre bem vindas.
Vamos lá .

Capítulo 1 - Meu nome é Soluço, sim, Soluço o unicórnio.


Fanfic / Fanfiction Em busca da felicidade. - Capítulo 1 - Meu nome é Soluço, sim, Soluço o unicórnio.

Imagino que todos tenham um ente na família que seja extravagante, aquele ponto fora da linha, a ovelha negra, bem, na família Haddock era o meu pai, um homem grande de pavio curto e com uma grande paixão por unicórnios, é isso mesmo, unicórnios, você não leu errado, não precisa retornar ao começo da frase ou limpar os seus óculos, seu monitor também não está com defeito... eu acho; e por causa dessa grande e inabalável paixão ele decidiu que seria uma ótima ideia dar ao filho o nome de seu primeiro unicórnio de pelúcia. Acho que isso explica a origem do meu nome, mas não a minha origem.

Meu pai passou sua vida inteira pensando “Unicórnios são tudo, unicórnios são minha vida, vou virar um grande músico e escrever sobre unicórnios.” Até que aos 20 anos ele conheceu a mulher que iria substituir o que ele pensava ser insubstituível, de repente ele não queria mais pensar em unicórnios, adorá-los ou fazer um culto à meia-noite em um cemitério para eles, ele desejava estar ao lado da ruiva brigona e teimosa que cursava medicina veterinária na mesma universidade em que ele procrastinava, que tinha como hobbie andar a cavalo, intoxicar os alunos de culinária e as vezes fingir que nada mais existia, apenas para se concentrar em irritar aquele veterano bronco, que calhou por ser o meu pai, e caso você ainda não tenha percebido, essa sócia racional do meu pai, é a minha mãe.

E não demorou muito para que ela recebesse esse título, em alguns meses Valka abandonou a república feminina do Campus para dividir um apartamento “temporário” com o pseudo músico mais cobiçado da região. O temporário acabou se tornando meses, anos e perdura até hoje, não teve um dia desde que o jovem casal chegou naquele apartamento que não descordassem de alguma coisa, e também não teve um dia em que não se apaixonassem mais e vislumbrassem o quanto a vida poderia ser maravilhosa, aquele coleguismo que começou com uma garota vaiando uma banda de rock se tornou uma grande amizade, até que explodisse e bem, seja bem-vindo ao mundo Soluço.

Quando eu dei os primeiros sinais de existência minha mãe estava cursando o último ano e meu pai havia acabado de se formar, ambos como bons estudantes, sem emprego, bem, pelo menos sem emprego fixo. Meu pai se viu de frente a duas opções, ter que ver sua amada abandonar seu curso para ajudar com as despesas ou trabalhar para o meu avô, eu já disse que meu pai é teimoso?! Ele criou uma terceira opção...

Mas em três meses ele foi demitido e teve que voltar com o rabo entre as pernas para o pai, ver minha mãe abandonar seu amado – e chato – curso, nunca foi uma opção.

Só que o meu avô morreu, algumas semanas depois de eu nascer, o que é muito triste, pois eu soube que crianças criadas pelos avós são super mimadas, eu queria ter sido uma criança mimada, mas só fiquei com a parte do bullying mesmo.

Me pai se viu em desespero, a empresa da família indo por água abaixo, e consequentemente o seu ganha pão, então ele fez algo que nunca pensou fazer na vida, abandonar a carreira de músico/motoqueiro/vagabundo e se juntar ao seu cunhado/meu tio – que podemos chamar carinhosamente de Gosmento – e utilizar a sua faculdade de administração para algo – os planos de manter o diploma apenas como enfeite de parede também foram por água a baixo – reerguendo o pequeno restaurante em que cresceu e transformando-o em uma corporação milionária, de nome Vikings, nome fofo né?!

Mas por mais que meu pai tenha caído nesse caminho, eu não vou mesmo seguir os passos dele!

Meu nome é Soluço, e eu menti, meu pai odeia unicórnios. 


Notas Finais


E ai?? Bem, é só um começo kkkkkkkkk


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