História Em busca de Justiça - Capítulo 9


Escrita por: ~

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Categorias Ariana Grande, Fifth Harmony, One Direction
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Harry Styles, Lauren Jauregui, Louis Tomlinson, Normani Hamilton, Zayn Malik
Tags Camren, Larry, Mistério, Norminah, Policial, Romance, Serial Killer, Vercy
Visualizações 106
Palavras 2.278
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Crossover, Drama (Tragédia), Mistério, Policial, Romance e Novela
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Hi Guys!

Boa Leitura.

Capítulo 9 - Rude


Lauren P.O.V

Depois de ajudar Camila e sua equipe a resgatar Emma, eu fui para o meu apartamento, eu estava cansada, não sei o que me deu para ajuda-la, quando eu vi já estava perseguindo aquele monstro. Em meu apartamento eu andava de um lado para o outro tentando entender o que estava acontecendo comigo, no dia em que estivemos no mercadinho do suspeito eu observei cada detalhe, inclusive o livro de minha autoria atrás do balcão, mas devido à presença constante de Camila em minha cabeça eu acabei por esquecer naquele momento. Isso nunca aconteceu, eu sempre fui focada em meu objetivo, me vingar, mas desde que aquela latina entrou em minha vida, eu não tenho pensado com clareza, principalmente quando estou perto dela, resolvi ficar em meu apartamento até a sexta-feira. Hoje já é sexta-feira, pelas minhas contas, hoje deve aparecer mais uma vitima do IV, então estou eu e Mani a caminho do departamento, depois de ajudar Camila eu não voltei ao departamento, eu precisava pensar, eu precisava ficar longe dela.

- Bom dia! – Mani os cumprimentou, todos já estavam na sala da Camila.

- Bom dia! - responderam em uníssono, mesmo tentando evitar eu sentia os olhos de Camila sobre mim.

- Alguma novidade? – perguntei indiferente.

- Ainda não! – Camila respondeu – Estamos esperando, como você disse que mais uma vitima deve aparecer hoje... Todos do departamento estão sobre aviso, qualquer caso semelhante aos do IV, eles irão nos avisar.

- Ótimo! – digo sem muita vontade – Qualquer coisa nos chame, nós vamos tomar um café!

- Ah, claro! – Camila pareceu ficar triste – Fique a vontade.

Deixamos a sala e seguimos até a cafeteria ao lado, eu estava precisando de um bom café. Mani tagarelava ao meu lado, mas eu não dei importância, geralmente é sobre algum novo flerte e eu não tenho paciência. A polinésia amiga de Camila nos atendeu e ficou de nos levar nossos pedidos em nossa mesa, nos sentamos e Mani continuava a falar, assim que a polinésia trouxe nossos pedidos, ela sentou-se conosco e ficou nos encarando com divertimento.

- Você é a Lauren Jauregui! – ela falou com diversão, não acredito que ela vá ficar aqui – E você a medica legista, Normani Kordei! – Mani assentiu com o cenho franzido – Eu sou Dinah Jane, melhor amiga da Camila, ela quem me falou de vocês.

- Espero que coisas boas! – diz Mani de forma simpática e eu reviro meus olhos – Pelo menos de mim eu tenho certeza, já da Laur...

- Já da Laur, ela só tem a agradecer por ajuda-la! – falei assim que ela deixou a frase morrer – Desculpe-me, mas você não tem outros clientes para atender?

- Rude! – a tal da amiga da Camila me chamou de rude? Foi isso que eu ouvi?

- Como é que é? – ela me olhou com diversão.

- Você nunca ouviu essa musica? – além de tudo é louca só pode - Why you gotta be so rude? Don't you know I'm human too? (Por que você tem que ser tão rude? Você não sabe que eu sou humano também?) – Mani começou a gargalhar ao meu lado e ela continuou com a expressão divertida no rosto – Do Magic! Você precisa ouvi-la, ela é muito legal... Mas te respondendo, minha funcionaria dá conta do recado, não se preocupe.

- Que bom para você! – digo com ironia – Mani eu já vou indo, fique aí com sua nova amiga. – Mani deu de ombros – Foi um prazer Srta. Jane!

- O prazer foi meu, Lauren! – até meu nome soava como deboche em sua boca.

Deixei Mani com a engraçadinha e voltei para o departamento. Bati na porta da sala da Camila e ela disse “entre” um pouco mais alto, mas sem gritar. Entrei e ela estava analisando alguns papeis Lucy e Harry não estavam.

- Que amiga engraçadinha você tem Cabello! – falei sentando-me no sofá.

- Que amiga? – sua expressão era de confusão.

- A dona da cafeteria aqui do lado! – ela arregalou os olhos – Ela me chamou de Rude na cara dura!

- O que? – ela parecia horrorizada – Eu vou matar a Chee!

- Não suje suas mãos, não por isso! – digo de maneira seca – Alguma novidade?

- Ainda não! – assenti – E você... Conseguiu resolver o problema daquele dia?

- Não, mas estou no caminho! – ela assentiu e voltou a trabalhar.

Enquanto eu conversava com o pessoal da minha editora, Camila analisava alguma coisa, mas eu sempre sentia seu olhar sobre mim, não falei nada apenas continuei a discutir sobre o lançamento do meu novo livro. De repente alguém bateu na porta e Camila liberou a entrada, era um policial com um cartão na mão.

- Deixaram lá na portaria! – ele falou mostrando o cartão – É para a Srta. Jauregui!

- Quem o deixou? – perguntei antes de aceitar o cartão.

- Um rapaz, ele era de alguma empresa de entrega! – ele respondeu com medo. Peguei o cartão e ele se retirou.

- Mal chegou e já tem pretendentes, Srta. Jauregui?! – Camila fala com deboche.

- Só se o IV for meu fã! – respondo depois de ler o cartão.

- O que? – ela indagou confusa.

- Leia você mesma! – lhe estendi o cartão e ela o pegou, ela leu e franziu o cenho, no cartão estava escrito 25° 46' 41.151" N 80° 13' 10.535" W  - IV – São coordenadas, a nova vitima deve estar neste local.

- Mas porque ele o enviou para você? – seu tom era questionador.

- Ele já sabe que estou aqui para ajuda-los, provavelmente conhece minha fama e quer provar que é melhor do que eu! – ela não pareceu muito convencida, mas assentiu – Dê uma olhada, aonde estas coordenadas irão nos levar.

- Calma, já estou olhando! – ela colocou as coordenadas – Achei é uma área afastada é quase fora de Miami.

- Talvez não seja a ultima vitima, mas alguma outra informação! – ela me encarou com a sobrancelha arqueada – Ele encara isso como um jogo, porém ele acha que dita às regras. Ele quer jogar comigo, ele acha que pode me vencer.

- Isso é loucura, como ele poderia ter certeza de que você viria nos ajudar?

- Ele não tinha, mas resolveu arriscar! – sorri de lado – Meu pai foi o responsável por conseguir pegar o pai dele, ele quer ver se eu consigo repetir o feito e prende-lo também... Ele deve ter acompanhado a minha vida toda através da mídia, ele acha que me conhece, e isso será o principal ponto da sua derrota, eu nunca revelei mais do que eu realmente queria que ele soubesse sobre mim.

- Você esperava por isso? – ela parecia chocada.

- É claro que sim. – digo como se fosse obvio – Eu fui à única que o III deixou viva, ele queria que eu crescesse para repetir seu jogo doentio, ele sabia que em algum momento eu iria querer me vingar, seu desejo esta sendo refletido através de seu filho. – ela se mantinha calada – Quando ele fugiu após assassinar minha família, ele deve ter se mudado para outro país, ele deve ter passado por algumas plásticas antes de retornar, eles se mantiveram afastados por anos, mas depois da poeira abaixar eles colocaram a cara no sol e hoje já devem ser inclusive pessoas importantes na cidade.

- Como pode ter certeza? – dei de ombros – Tem alguma coisa errada, algo não esta encaixando.

- Porque diz isso? – perguntei interessada na sua linha de raciocínio.

- Porque se ele tivesse realmente a intenção de jogar com você, depois que você se tornasse adulta, porque ele teria tentado te matar na época? – franzi o cenho – Você ficou na UTI por vários dias, eu me lembro de visi...

- Você se lembra de? – ela corou.

- Nada, o que eu quero dizer é que se ele tentou te matar naquela época, isso que esta acontecendo agora não foi premeditado, não naquela época! – assenti – Talvez ele esteja fazendo isso justamente para no final te matar, já que ele não conseguiu naquele dia fatídico.

- Bem, é um ponto a ser levado em consideração. – admiti – Mas eu não me lembro de nada do que aconteceu naquele dia, nem mesmo minha vida antes daquilo. – ela assentiu e pude notar tristeza em seus olhos – Você tem acesso ao caso, eu sei que já foi arquivado, mas vocês devem tê-lo aqui em algum lugar.

- Eu posso perguntar ao meu pai a respeito. – ela suspirou – Mas não garanto nada, o Chefe de departamento da época e responsável pelo caso era o Simon, e me lembro de quando meu pai assumiu o departamento, ele reclamou por vários dias sobre a bagunça que Simon havia deixado.

- Apenas tente, não perderemos nada por tentar! – digo com indiferença – Com as informações que os investigadores conseguiram na época, eu posso rever minha teoria, mas de qualquer forma ele tem um interesse claro em mim.

- Vou ver o que posso fazer! – assenti – Mas agora precisamos verificar esse local, vou chamar o Harry e a Lucy, não podemos confiar, ele pode ter armado uma emboscada para você.

- Eu duvido, ele sabia que eu iria com vocês, por isso enviou o cartão para o departamento e não para o meu apartamento.

- Vou pedir as imagens do entregador e tentar encontra-lo, depois eu posso interroga-lo sobre quem o contratou para fazer essa entrega.

- Faça como quiser!

- Você poderia ser... – Camila foi interrompida por batidas na porta – Entre!

- Com licença, a Sra. Heimdahl esta aqui e pediu para falar com vocês duas! – o mesmo policial do cartão falou.

- Já estamos indo! – Camila respondeu - Vamos Jauregui, depois podemos verificar o local.

Deixamos a sala e seguimos até a recepção onde a Sra. Heimdahl nos aguardava com sua filha Emma, ela parecia estar bem, apesar de tudo.

- Sra. Heimdahl, aconteceu alguma coisa? – Camila pergunta preocupada.

- Não, minha querida! – Emma sorria para mim e eu devia estar com o cenho franzido – Nós só viemos agradecer.

- Ah, não precisa! – Camila parecia com vergonha – Não fizemos mais do que a nossa obrigação.

- Sim, vocês fizeram... Se não fosse por vocês duas, provavelmente eu teria perdido outra filha... – lágrimas começaram a rolar por seu rosto – Eu serei eternamente grata a vocês duas... Muito obrigada.

- Realmente não precisa agradecer, apenas tenha uma vida boa e longa e já estará nos agradecendo! – digo de maneira educada – E você mocinha, será que você poderia vir aqui comigo por um momento?

Camila P.O.V

Eu fiquei perplexa com a frieza e descaso que Lauren fez sobre estar sendo colocada em um jogo com um psicopata assassino. Eu fiquei assustada com a forma que ela levou todo o lance do bilhete, agora mais do que nunca eu vejo que ela precisa ser salva e, não é apenas do psicopata, mas dela mesma. A Sra. Heimdahl veio nos agradecer, isso sempre me deixa sem graça, eu não faço meu trabalho pensando em reconhecimento, faço porque gosto, mas o que me chamou atenção foi a Lauren se afastar com a Emma, ela parecia estar falando algo importante para a menina, pois a mesma a encarava com atenção, assim que ela terminou de falar, Emma sorriu largo e a abraçou, já percebi que Lauren não reage bem a abraços, mas ela até que retribuiu a Emma, do jeito dela, mas retribuiu.

- Então vamos Emma? – sua mãe perguntou e ela assentiu – Mais uma vez obrigada... E vocês fazem um lindo par.

Se eu corei? Não, imagina. Eu fiquei foi roxa mesmo, Lauren franziu o cenho tentando entender, mas assim que olhou para mim arregalou os olhos.

- É verdade! – Emma falou com divertimento – Nos convide para o casamento! – ela encarou Lauren – Obrigada, eu não vou me esquecer!

Lauren assentiu e elas se retiraram, eu ainda estava congelada quando Lucy se aproximou de nós duas.

- Que cara é essa Mila?

- Nada... Não é nada! – forcei-me a falar – Chame o Harry, recebemos coordenadas do IV, precisamos verificar.

- Como? Ele entrou em contato? – sua afobação é visível.

- Sim, mas depois eu explico! – ela assentiu agora mais calma – Agora nós precisamos ir.

Ela assentiu e foi em busca do Harry, Lauren e eu ficamos paradas esperando, ela parecia estar perdida em pensamentos e eu, eu ainda sentia meu rosto queimar de vergonha pelo que a Sra. Heimdahl e Emma disseram.

- Pronto, estamos aqui! – Harry falou batendo continência só para me irritar.

- Vamos logo! – eles nos seguiram, sinceramente eu não estava com vontade de ficar sozinha com Lauren naquele momento. – Nós vamos à frente e você nos segue Jauregui.

- Você não vai comigo?

- Eu acho melhor eu ir no carro oficial com eles! – ela arqueou uma sobrancelha de maneira desafiadora – E como você não anda em carro que carrega criminoso...

- Isso tudo é medo de se apaixonar por mim, Srta. Cabello? – fui pega de surpresa e engasguei com saliva. – Não perca seu tempo, eu não valo a pena!

Ela saiu andando até seu carro, se eu não a conhecesse até cogitaria a ideia de que ela ficou magoada comigo. Harry e Lucy me olhavam com os olhos arregalados, sem entender o que estava acontecendo, Lucy até me deu alguns tapinhas nas costas quando me engasguei.

- Va-vamos!

- Ainda bem que temos um longo caminho pela frente! – Harry soltou divertido – Assim você poderá nos explicar o que foi que aconteceu aqui.

- Não aconteceu nada! – respondo de maneira firme colocando o celular sobre o painel do carro – Siga as orientações do GPS!

Durante todo o caminho Harry e Lucy tentaram me fazer falar, mas eu tratei logo de cortar o assunto, expliquei para eles como as coordenadas haviam chegado até nossas mãos e eles ficaram surpresos.


Notas Finais


E aí, como estamos?
Erros corrijo depois.

To Be Continued...


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