História Em Busca de uma Guerra Perdida... - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Personagens Personagens Originais
Exibições 9
Palavras 1.018
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Lemon, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi, Yuri
Avisos: Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Pollux: Encostou, sou eu... comenta quem entendeu...

Capítulo 2 - Capítulo II: Dezesseis.


Eu segui Louis pela escola/alojamento até a cozinha.
- Você e o Uri parecem bem íntimos...
- Nós ficamos bem amigos no campo de batalha, foram meses difíceis...
- Entendo...
Naquele momento ouvimos um barulho alto e o chão tremeu, Louis e eu estávamos sozinhos na cozinha, então tentamos segurar os utensílios que estavam caindo.
Sai correndo dali com Louis ao meu encalço, fui direto a sala do diretor/de comando, precisava saber o que estava acontecendo.
- Uriah! Uriah!?
- Daryl?!
- Uri, o que está acontecendo?
- Vem!
Ele estava nervoso, pegou minha mão e subimos para o andar de cima, e depois para o terraço.
- Leste!
Olhamos para leste e o que vimos foi surpreendente, uma grande onda rosa/roxa estava vindo da capital em nossa direção.
- O que é aquilo Uriah?
- Que os deuses ajudem para que não seja o que eu estou pensando...
Uriah correu ate uma tenda improvisada no terraço onde perguntou quanto tempo demoraria para chegar, então pegou novamente minha mão, e a de Louis, que tinha brotado do nada, e desceu as escadas para uma sala no andar Térreo, a biblioteca.
- Protocolo Quebra-1!
Ele berrou me jogando pra dentro, logo depois jogou Louis e então se jogou.
Caímos alguns degraus, então varias pessoas começaram a pular os degraus e entrar na sala, dezesseis pessoas.
Uriah fechou a porta, eu não tinha percebido, mas a sala havia sido reformada, havia agora um grande reforço nas paredes, e umas letras estranhas.
- Uriah?
- Sim?
- O que é “Protocolo Quebra-1”?
- É um protocolo de proteção, para as pessoas de maior potencial do complexo.
- Ainda não entendi...
- Em todos os complexos da armada real existe uma sala desta, protegida de qualquer tipo de influência externa, onde as pessoas de maior potencial ficam escondidas em caso de ataques.
- Pessoas de maior potencial?
- Pessoas que entendem as “ciências arcanas”.
- O que?
- Antes da guerra de cem anos atrás, o rei criou A Ordem, que era um grupo de cientistas que entendiam e manipulavam as ciências que as pessoas normais não compreendem, A Ordem é responsável pela guarda pessoal do rei e por comandar os atos de guerra, são os chamados “arcanistas”.
- Você está me dizendo que aquela coisa toda de magia existe?
- Nós não chamamos assim, mas é basicamente isso mesmo...
- Uau...
- Nós estamos aqui por um propósito, você.
- Eu?
- Seu pai era o último arcanista real vivo, até dois dias atrás quando veio te ver.
- Me ver? Não vejo ele há muito tempo...
- Ele veio te entregar isso.
Uriah me deu uma pasta, com vários cadernos, folhas avulsas, anotações e diários.
- Isso era dele?
- Sim, esta no seu sangue, você precisa decifrar esses códigos.
- Porque eu?
- Esta protegido.
- Como?
- Feitiço de sangue.
- Como em filmes?
- Como assim?
- Tipo, rabo de lagartixa  e pernas de aranha, com sacrifício de cachorro?
- O que?! Não! Isso era usado sim, no começo, agora é tudo controlado por símbolos simples.
- E o que é aquela onda?
- É uma espécie de onda eletromagnética...
- E o que ela faz?
- Quebra as barreiras que separam a física do arcanismo.
- Eles seguem leis diferentes?
- Na escola vocês aprendem a física, que rege as leis naturais desta dimensão, os arcanistas estudam as leis da outra dimensão , onde esta ciência é amplamente discutida.
O garoto que falou era um pouco mais alto que eu, era pálido e de cabelos incrivelmente negros, e tinha olhos enigmaticamente azuis.
- É incrível como vocês se parecem...
Uriah disse como um sussurro, para que ninguém ouvisse, mas eu ouvi.
- Nos acha parecidos?
- O que? Vocês são idênticos!
- Não acho – o garoto disse e se sentou na minha frente.
- Ezra – legal ja sei o nome dele – você é o Daryl mais alto...
Uriah riu e bati em seu braço.
- Tudo bem, mas não me confunda - Ezra disse para Uriah e voltou-se para mim – Ezra, Ezra Allen.
- Daryl, Daryl Gray.
- Uriah!
Jack se aproximou com uma garota, ela era alta e magra, tinha pele escura e olhos cor de mel, com belos cabelos rebeldes e negros como a noite.
- Sim.
- Maryene precisa de ajuda, parece que o véu caiu e ela não consegue manter isso tudo aqui sozinha.
- Tudo bem – Uriah se levantou num pulo – Daryl, Ezra vamos!
- Legal! - Ezra comemorou.
- Pra onde? – Perguntei.
- Ajudar e aprender.
Seguimos para uma outra sala, nova, no fundo da biblioteca.
- Vai precisar de uma pena.
Ele me entregou uma pena branca, com a ponta envolvida em uma belíssima e detalhada capa dourada, e quando a segurei, brilhou com as iniciais do meu nome: “D.G.”.
- Ok, não estou entendendo mais nada.
- Apenas obedeça Ezra, ele vai te ajudar.
Depois de dizer isso ele se aproximou e disse baixo o bastante para que apenas eu ouvisse.
- Ele está solteiro viu...
Senti o rubor em minhas bochechas, Uriah se afastou e ao me ver envergonhado saiu rindo, se eu não fosse tão ruim de mira, atiraria essa pena na jugular dele...
Eu e Uriah conversávamos sobre tudo, inclusive sobre meu primeiro/ único/atual/provavelmente eterno amor, Marco Bennett.
História comprida, mas vou resumir: oitava série, briga, nariz sangrando, eu, primeiros socorros, ele, banheiro, curativo, idiota, risadas, nunca mais falou comigo. Bela história não?
Uriah adorava ela, ele gostava de me ver sofrer, então da última vez que ele tocou no assunto eu chutei as bolas dele, depois disso ele nunca mais falou comigo sobre relacionamentos.
Aquele chute realmente deve ter doido...
- Daryl?
- Sim?
- Cara você tá viajando a uns cinco minutos.
- Desculpe...
Ezra era realmente parecido comigo, cabelos pretos, pele pálida, olhos azuis, mas ele era alto e forte, e seu cabelo curto, enquanto eu era baixinho, magrelo e cabeludo... Eu sou um zircônio perto desse diamante lapidado...
Tenho que parar com as referências...


Notas Finais


Pollux: peguem um gelo, taquem o gelo no chão, otimo. Agora que o quebramos o gelo vamos comentar ai.


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