História Em Busca de Uma História - Camren - Capítulo 3


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Categorias Fifth Harmony, Ian Somerhalder, Originais
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton, Personagens Originais
Exibições 15
Palavras 937
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 3 - Proposital?


 

E em questão de 1 minuto eu estava em pé, nos fundos da loja com uma roupa de proteção para a cuva que deixava só o rosto de fora, com Lauren na minha frente em cima de sua moto incrivelmente linda, e ela estava colocando o capacete em mim. É a primeira vez que ela me toca? Minhas pernas tremiam e minhas mãos nem foram capazes de abaixar da viseira do capacete, e então ela abaixou. Subi na moto.

- Se segura. –Ela ligou a moto e começou a andar.

            Não tinha aonde segurar então eu fiquei com medo de tocar nela e não ser isso que ela tinha mandado então eu fiquei tentando me equilibrar, e quando ela freou para passar em uma lombada eu a abracei com força e nossos capacetes bateram um no outro, ouvi a risada gostosa dela e ela parou a moto, soltei ela.

-Me de suas mãos. – Ela falou. Estiquei minhas mãos e ela colocou cada uma em um lado da sua cintura, a apertei e ela ligou a moto e partimos, acho que alguns 5 minutos depois de algumas lombadas e eu aproveitando para apertar aquela linda cintura dela, nós chegamos na casa dela. ­Era grande, com uma arquitetura diferente, era linda. Desci primeiro e tentei soltar o capacete e não consegui. Ela desceu, tirou o dela e começou a rir de mim.

- Muito desastrada.

-Sou.

            Que olhos verdes lindos. Ela é uma mulher... Isso não é errado? Nunca senti atração por uma mulher antes, mas Lauren... Ela é tão linda.

            Tirei o capacete e ela entrou na casa, abriu a porta e esperou eu entrar, entreguei o capacete e entrei, tiramos a roupa e ela colocou do lado de fora. Eu estava completamente seca a decoração era basicamente preto, branco e cinza, mas era lindo, um ar sofisticado, não tinha nada fora do lugar. Havia só algo de cor e era um quadro, Lauren, o provável namorado, e um senhor e uma senhora.

- Quer beber algo? Comer?

            Só quando foi falo de comida eu senti que estava com fome.

- Agua?

- Agua? Você quer agua?

- Quero.

- E vai comer oque?

- Nada.

- Vai sim. Vou mandar fazerem o jantar. – Ela seguiu por um corredor, continuei olhando os quadros, o namorado em quase todos, a maioria quando eram crianças, eles se conheciam desde sempre?

 

- Senhorita. – Olhei pra trás e havia uma mulher, com uns 50 anos com um uniforme de cozinheira.

-Oie.

- O jantar será servido na sala de jantar em 40 minutos. Enquanto isso, Lauren a aguarda na biblioteca.

- Obrigado. Onde fica a biblioteca?

- Neste corredor, subindo as escadas, a segunda porta a esquerda.

- Obrigado.

            Segui pelo corredor, no final tinha uma escada. Subi e encontrei mais portas, entrei na segunda a esquerda, era um cômodo enorme com prateleiras do chão ao teto. Com uma mesa no centro, Lauren estava sentada com vários cadernos.

- Eu encontrei algo.

            Fechei a porta e sentei do lado dela.

-Foi um “acidente” de carro? – Ela fez aspas com os dedos.

-Não. Foi um acidente sem aspas.

-Eu acho que foi proposital.

-Foi um acidente, estava nevando e tinha um motorista bêbado.

- Na época do acidente, existia apenas uma edição de um gibi incrível, era a primeira edição. Um homem tinha ela. E não quis vender.

-E alguém mata por isso?

-Sim.

-São só papeis.

-Ela valia na época 15.000,00.

- Não mataram meus pais.

            Ela me deu um artigo de jornal velho, tão velho que as bordas se desfaziam.

- Meu pai guardou tudo sobre este ramo. Eramos apaixonados também. E ele achava que tinha sido proposital. Olha a foto. É o carro dos seus pais.

            No jornal tinha a foto do carro batido, deu perda total no carro. Na foto eu podia ver o peito do meu pai. A blusa suja de sangue.

-Camila?

-Eu... Nunca tinha visto nada.

-Que?

-Do acidente... É meu pai... morto no carro.

            Ela puxou a foto da minha mão.

-Eu não sabia disso.

-Calma... Esta dizendo que meu pai foi morto? Por alguém? Tipo... Não acidental? Proposital?

-É oque meu pai diria.

-E por que ele diria isso?

-Porque seu pai tinha a única edição daquela revista em bom estado, alias, perfeito estado. E então ele deu uma entrevista no jornal falando sobre a revista e ele disse “Levo ela para todos os lugares, já invadiram minha casa, imagina se a revista estivesse la. Até na minha viajem vou levar.”

-Ele não falou pra onde viajaria, ou o dia, ou a hora. Paramos porque eu queria ir ao banheiro.

-Se alguém tivesse o seguindo...

-Mas meus avós venderam todas as revistas.

-E as coisas que estavam no carro?

-Malas, roupas, brinquedos, carteira, os documentos. Tem uma caixa la na minha casa com elas dentro.

-E nenhuma revista? –Ela encostou na cadeira, relaxada.

-Não.

-E ele a levava para todos os lugares, então... –

Aqueles olhos verdes me olhando.

-Então alguém pegou apenas a revista do carro? Antes da policia chegar?

-Seu pai tinha dinheiro, em uma viagem se leva cartão e dinheiro pro caso de não aceitarem cartão e etc... Porque não levaram carteira, documentos?

-Não sei. Mas porque a policia não pensou nessa possibilidade?

-Já parou pra imaginar detetives investigando gibis de super heróis?

-E como seu pai viu isto e os policiais não? Como ninguém mais...

-Meu pai era um detetive particular, ele já foi até do governo, só que ele tinha um hobby, gibis. Minha revistaria um dia foi o sonho dele.

-Eu... É muita informação pra digerir.

            Tudo ficou escuro.

 



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