História Em Busca de Uma História - Camren - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Fifth Harmony, Ian Somerhalder, Originais
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton, Personagens Originais
Exibições 17
Palavras 2.314
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 4 - Sex


 

-Eu... É muita informação pra digerir.

            Tudo ficou escuro.

-Merda. –Eu ouvia Lauren, mas não via ela.

-Oque aconteceu?

-Falta de energia. Vem comigo.

- Onde você ta?

            Senti a mão dela no meu ombro, segurei a mão dela, fui seguindo ela por onde ela me puxava, subimos uma escada até que me soltou para mexer um algum tipo de armário. Abriu algumas gavetas e achou uma lanterna e ligou. Percebi que estávamos em um closet e depois saindo dele estávamos em um banheiro enorme , e então em um quarto que fazia o banheiro ser minúsculo, e logo saímos na escada. Descemos duas e chegamos na sala. Ela me deixou no sofá e saiu da casa.

Esperei uns dois minutos e as luzes voltaram. Pouco tempo depois ela estava de volta.

            O jantar ficou pronto e jantamos, a sala de jantar era linda. Os talheres de prata, os pratos eram pretos com linhas de prata. A comida estava divina, peixe cozido. Nunca comi um arroz tão gostoso. A luz parecia estar mais fraca.

-Impressão minha ou a luz ta diminuindo?

-Liguei o gerador, mas ele esta tão velho que pouco vai aguentar.

-Entendi.

            Terminamos de comer e ela pediu para irmos até o escritório, segui ela e comecei a ficar preocupada com a hora, já estava tarde, já eram 22h da noite e eu ainda teria que pegar a estrada, além de que a chuva la fora não dava sinal de fim tão cedo.

            Ela ligou para um amigo policial e pediu que ele desse uma olhada no caso, falou oque pensava e que estava comigo.

-Temos que esperar agora.

-Meu pai seria tão idiota assim?

-Como?

-De ter dito... Em um jornal.

-As pessoas fazem coisas bestas quando se trata de manchetes. E ele como todos na época, não pensaram em tanta maldade assim. Ninguém pensou em uma fatalidade deste tipo. Todos ficaram preocupados em outra coisa.

- No que?

-Você, no hospital. Você foi a única sobrevivente, e isso foi por pouco.

-Grande coisa...

-Você é grande coisa. Você era a mais frágil daquele carro, e foi a que sobreviveu.

-E fiquei órfã;

-Ficou viva.

-Sabe... Se não fossem meus sapatos, todos estaríamos vivos.

-Como?

-Eu tirei os sapatos, paramos e então eles tiveram que colocar meus sapatos pra gente descer. Se eu não tivesse tirado, teríamos descido e o motorista teria batido só no carro.

-Eles desceriam do carro, e ai no momento de abrirem a porta traseira e tirar você o carro bateria em vocês e então você morreria com certeza.

-Seria melhor.

            Ela se levantou, com aquela luz fraca seus olhos ficavam tão escuros. Ela girou minha cadeira e ficou de frente para mim, apoio suas mão nos braços da cadeira e se inclinou na minha direção. Eu queria fugir daqueles olhos mas parecia errado desviar o olhar deles.

-Acha mesmo isso? –E então desviei o olhar para a boca dela.

-Oque?

-Que seria melhor se você tivesse morrido?

-Sim.

-E como seria para os seus pais enterrar uma filha?

-Não sei.

-Se você tivesse morrido traria muita mais dor. Não só para eles.

-Não só para eles? – Olhei para ela.

-Só sei que... Eu não poderia fazer isso.

            Não sei o porque ou como as coisas aconteceram depois da ultima frase que saiu da boca de Lauren, mas logo em seguida a boca dela estava na minha e era ótimo. Não sei também como fui parar em pé, mas fui, e ela me empurrava contra a mesa que menos de um minuto antes estava entre nós. E então o ar-condicionado não era o suficiente, eu sentia minha roupa começar a grudar no meu corpo e o suor começar a brotar na minha testa e nuca. E como se ela lesse meus pensamentos suas mãos param na minha nuca, suas mãos formaram um rabo de cavalo em meus cabelos e ela puxou. Afastou a boca da minha e eu abri os olhos, e dei de cara com aqueles olhos verdes que agora estavam tão escuros.

-Vem comigo.

-Ta.

            Quando foi que minhas pernas ficaram bambas? Não sei. Mas foi difícil subir os dois lances de escada. Foi difícil por causa das pernas? Não. Foi difícil porque Lauren ia na frente e eu agora só conseguia olhar seu corpo. Ela era lésbica? Eu era lésbica? Desde quando? E o namorado dela? Deus... Isso esta errado. Oque estou fazendo e porque não consigo parar? Chegamos naquele quarto novamente e agora vi a imensidão dele. A segunda escada dava direto nele então...  Ele seria do tamanho da casa inteira? Eu entrei e dei alguns passos deixando Lauren para trás, ouvi a porta fechar, minha garganta estava seca de repente.

            Ela andou, passou por mim e continuou, ainda bem. Meu estômago estava virando.

-Você... –Ela virou pra mim

-Água. - Merda. Eu falei água de novo?

-Que? –Ela riu- Você quer água?

-Gostaria.

-Esta bem.

            Ela entrou em uma das portas do imenso quarto, e voltou com um copo de água. Então aqui tem uma cozinha? Me entregou e eu segurei o copo com as mãos tremulas. Ela começou a rir quando me molhei e molhei um pouco o tapete , e então ela fez oque eu não esperava, ficou atrás de mim e pegou o copo e levou em direção a minha boca, bebi metade da água e ela bebeu o resto. E ai ela jogou o copo no chão, Pensei que iria quebrar mas caiu no tapete felpudo preto.

-Me faz um favor?

-Sim.

-Tire a roupa.

            Merda. Isso é tão bom, a voz dela bem atrás do meu ouvido, da pra sentir que ela ta bem atrás de mim. O calor aumentou e eu dei graças por tirar a roupa, soltei os botões da minha blusa, tentando no mínimo 3 vezes cada um até que eles abrissem, se eu já era desajeitada antes, excitada então era 3 vezes pior. Tirei a blusa e coloquei as mãos nas costas para abrir o sutiã e acabei tocando nela, Nossa ... E ela estava tão perto assim de mim? Senti sua respiração no meu ombro e por instinto arrumei a coluna, e assim meu ombro encostou em sua boca, e ela distribui beijos do fim do meu pescoço ao fim do meu ombro. Respirei fundo reprimindo um gemido e abri meu sutiã, Voltei os braços para frente do meu corpo e senti os dedos dela na alça do meu sutiã, estiquei os braços e ela desceu a alça pelos ombros e então ele escorregou pelo meu braço e caiu no chão. Logo em seguida ela passou a mão pelas minhas costas e então pela minha barriga, ignorando meus seios e me deixando carente, desceu até o cós da minha calça e o abriu, colocou as mãos no meu quadril, por dentro do cós da calça, a ponta de seu deão ralou no cós da minha calcinha, e ela desceu a calça, com suas mão passando pelas minhas pernas. Ainda bem que mantenho minha depilação em dia.

Que merda, olha oque eu estou pensando...

Que bom que ela não ouve meus pensamentos...

E então quando as mãos dela alcançaram minhas canelas, percebi que ela estava de joelhos. Lauren ficou de joelhos para me despir, isso é excitante o suficiente para eu começar a me preocupar em saber se ela iria tocar na minha calcinha porque seria uma vergonha ela ver como estou molhada. E então ela desamarrou meus sapatos e tirou junto com as calças e se colocou de pé novamente, com as mãos passando por dentro das minhas pernas, até chegar onde estava o ponto da minha preocupação, quando senti suas duas mão habilidosas por sinal, me tocarem bem no meu ponto mais sensível, não consegui, fechei os olhos e um gemido escapou pelos meus lábios, logo tampei minha boca.

-Sera que não passou pela sua cabeça que eu posso querer e muito ouvir seus gemidos? –Ela perguntou e então segurou minhas mãos e colocou do lado do meu corpo. - Não os prenda. E mantenha os olhos fechados.

Meu pescoço tombou para o lado, senti a ponta dos dedos dela passarem pela minha orelha e tirarem o cabelo do pescoço, ela mordeu minha orelha e chupou, desceu beijos e chupões por todo meu pescoço até o ombro, e então parecia que ela estava na minha frente agora. Beijou meu pescoço  desceu os beijos cada vez mais perto de onde eu estava tão carente dela. E logo senti sua boca ágil envolta de um dos meus mamilos, pensei que teria sua mão no outro, mas não, ela como sempre não me deixa ter oque eu espero que vai acontecer. Ela mordeu bem de leve e puxou com a ponta dos dentes, minhas mãos foram direto para seus cabelos e eu apertei seu coro cabeludo enquanto gemia, ela repetiu o mesmo com o outro mamilo e deixou um leve chupão em cada um, se ela não tivesse parado eu juro que chegaria ao clímax apenas com sua boca ali. Ela ficou na minha frente e eu sentia sua roupa junto do meu corpo

            Senti sua boca na minha, me beijando, deixei me levar por ela e senti suas mãos na minha cintura, me empurrando aos poucos para trás, deixei meus braços descansarem em seu pescoço. Aos poucos passos, senti algo encostar em minha coxa, e então ela segurou meu quadril, e desceu minha calcinha, levando novamente suas mãos ate minha canela. E voltando com beijos do meu joelho para cima, prendi a respiração conforme ela se aproximava, e novamente quando achei que ela me beijaria no meu lugar mais intimo ela apenas soprou e então conforme o tão molhada ela já havia me deixado, a sensação de seu sopro me provocou o arrepio mais gostoso. Suas mãos voltaram para meu quadril e me empurraram para que eu sentasse. Me sentei.

-Deite-se. –Me deitei. – Braços abertos – Abri os braços. – Pernas abertas – Abri as pernas. – Mais abertas. – Abri mais.

Pareceu não ser suficiente porque ela colocou as mãos na minha canela e abriu minhas pernas ainda mais, e assim ali exposta eu esperei um pouco. E então senti algo macio passando na bochecha do meu rosto, passou pela minha boca, e seguiu pelo meu pescoço, desceu até meu seio, passou no mamilo de ambos os seios, era macio e mesmo assim deixava um rastro de calor por onde passava, e como ela pediu não guardei nenhum dos gemidos que minha garganta soltou. Meus lábios ficaram rachados, senti descer dos meus seios até meu umbigo, dei uma pequena volta pela minha cintura e seguiu até minha virilha, respirei fundo e então ela parou de se mover, e logo deixei de sentir o toque dela na minha virilha. Esperei ansiosa pelo próximo toque. Senti a cama afundar no meio das minhas pernas abertas. E então de cada lado da minha cabeça, respirei fundo e então abri os olhos, dei de cara com Lauren em cima de mim, com a cabeça inclinada para o lado e olhando para minha boca, as pupilas dela pareciam dilatadas, e seus olhos agora estavam de verde mais intenso.

-Acho que eu mandei ficar de olhos fechados.

-Eu sei.

-Feche.

            Porque eu obedeço? Não sei, mas obedeço; Fechei os olhos e esperei um pouco até que senti algo gelado pingar na minha boca, apenas uma gota, aguá. Lambi meus lábios e pingou mais uma, continuei com os lábios abertos esperando, e logo em seguida soltei um grito, quando mais uma gota pingou no meu seio esquerdo. Seguindo por outro grito no seio direito, meu corpo estava quente e ela pingava agora água gelada. Será que com a água ela vai além do que foi antes? Eu só ouvia minha respiração nada, além disso, e eu podia ouvir quase meu coração bater com a velocidade que ele batia. E então senti pingar em minha barriga, formou uma poça em meu umbigo.

- Não se mexa, não gosto que molhem minha cama.

            Como não me mexer? Era impossível, e logo senti um pouco do liquido descer pela minha cintura.

-Acabou de molhar.

-Desculpe.

-Hum... Não. Não quero desculpar.

            Merda, oque isso significava? Senti a cama se levantar, ela havia descido. Logo senti ela levantar minha cabeça, senti um elástico na minha nuca e algo nos meus olhos, ela me vendou.

-Tem algum problema com cordas?

-Cordas?

-Sim. Você trabalha de que?

- Sou fotógrafa.

-Que interessante, então não vou usar cordas, você usa as mãos.

-Oque vai fazer?

-Amarrar você – Como ela pode dizer isso com essa tranquilidade? -Me deve um roupão de seda novo.

Senti ela juntar meus pulsos acima da minha cabeça e então senti algo de seda enrolar-se nos meus pulsos e depois puxar, ela me amarrou na cabeceira da sua cama e depois meus pés.

            Quando então eu já estava amarrada e vendada, senti novamente ela subir na cama e então gritei, gritei primeiro de dor, e depois de prazer, ela encostou no meu lugar de mais intimo oque antes eu pensava ser água, era gelo. Só uns segundos depois que ela tirou que meu gemido cessou. Ela continuou pingando. Senti sua mão, molhada de gelo passar por meu corpo, meus seios, meu pescoço, minhas pernas. Sentindo o toque dela fui me aproximando do clímax, e quando a mão dela se juntou ao gelo, me tocando exatamente ali eu não aguentei e cheguei ao meu orgasmo. Ela se afastou, desceu da cama. Meu corpo tremia, eu começava a sentir calafrios e até mesmo agora começava a sentir o vento do ar condicionado bater em meu corpo nu, aos poucos meu corpo se acalmou e meus olhos pesaram.

-Lauren. –Chamei por ela. Ouvi seus passos pelo quarto. Até chegarem perto de mim, virei a cabeça na direção que ouvi os passos e senti sua mão no meu cabelo.

-Durma.

Senti seus dedos ainda gelados passarem pelo meu rosto e assim eu dormi.

 



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