História Em Busca de Uma História - Camren - Capítulo 5


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Categorias Fifth Harmony, Ian Somerhalder, Originais
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton, Personagens Originais
Exibições 12
Palavras 1.378
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 5 - Sick


 

 

Quando acordei eu não estava mais vendada nem mesmo amarrada, e muito menos no quarto de Lauren, e nem vestida. Olhei envolta, o quarto era completamente branco, moveis eram poucos, apenas uma cama de solteiro box e uma cômoda. Tinha duas portas, uma deveria ser a do banheiro, Olhei para os meus pulsos e a marca que estava era leve, um rosa, então foi real. Me levantei, enrolada nos lençóis e abri a primeira porta, era um banheiro. Tomei banho, eu não fazia ideia de que horas eram. Me enrolei com as toalhas quentes que havia no armário do banheiro, escovei os dentes e voltei para o quarto, abri a gaveta e me deparei com minha roupa, coloquei a mão e ela estava quente, Foram lavadas e secadas? Peguei minha calça e minha blusa embaixo haviam duas embalagens de uma famosa loja de lingerie. Abri e dentro tinha um sutiã e uma calcinha. Me vesti e abri a segunda gaveta da cômoda, havia maquiagem. Ela pensa em tudo? Terminei de me arrumar e abrir a segunda porta, sai em um corredor. Essa casa é um labirinto. Comecei a andar e então ouvi um barulho de papel, olhei para o chão e vi um pedaço de folha, peguei e havia escrito “segue o corredor, no fim vá para a esquerda e siga reto.“ Era a mesma letra da caixa no escritório de Lauren. Fiz oque o bilhete dizia e sai na cozinha. O namorado de Lauren na mesa sentado comendo panquecas... Ótimo...

-Hey, bom dia.

-Bom dia – Respondi.

-Senta aqui.

            Sentei em frente ele.

-Dormiu bem? – Balancei a cabeça que sim. – Vai comer algo?

-Acho que não. Na verdade eu preciso ir até a revistaria, pegar meu carro e ir embora.

- Lauren já trouxe. Esta na garagem.

-Ah, que bom. Então eu vou indo.

-Não sem comer.- Lauren... era a voz dela...  Não posso virar, não posso virar. –Bom dia.

-Bom... Bom dia- Tinha que gaguejar mesmo?

            A cozinheira entrou na cozinha, provavelmente por que Lauren entrou.

-Ian, garanta para mim que Camila não vai sair sem comer. Até mais.

-Tchau. –Ian acenou com as mãos. Virei o olhar para ela. A cozinheira entregou a Lauren um copo para viagem. Lauren beijou a testa dela e sorriu, e depois olhou para mim, só então percebi que eu estava sorrindo depois de ver Lauren em um momento carinhoso.

-Coma. Tchau.-Ela disse.

-Tchau – Respondi e ela saiu pela porta.

-A senhora deseja oque parar o café da manha?

-Não sei... Oque for fácil e rápido.

-Omeletes?

-Pode ser. Obrigada.

-Então... Como foi sua noite?

-Foi... –Merda- Foi boa. Quartos confortáveis tem aqui.

-Sei. Sabe oque mais eu sei?

-Oque?

-Eu sei que quando mulheres dormem nesta casa. Não é por minha causa.

-Olha, desculpa, eu sei que Lauren é...

-Oque?

-Ela é sua namorada. Eu sei. –Ele começou a rir.-

-Lauren é minha caçula. Minha irmã caçula. –Ahhh, Faz mais sentido.

-Nossa.

            Cobri meu rosto com vergonha.

-Eu mereço isso – Ele continuava rindo.

            A omelete chegou tempo depois, eu comi, me despedi dele e entrei no meu carro. Peguei a estrada e voltei a trabalhar. Passei duas semanas sem ligar para Lauren, e juro, juro que só sonhei com ela 3 vezes nas duas semanas. As outras vezes eu sabia que era ela nos meus sonhos, mas não via o rosto então, não posso contar. Mas quase todas as noites eu demorei para dormir lembrando da noite com ela. Fechar os olhos deitada na minha cama agora tinha outro significado.

            Uma noite, sai com minhas amigas, fomos para um restaurante e no meio do jantar eu vi um homem passar por mim de costas, mas me parecia muito familiar, o cabelo até o colarinho da camisa, preto. E quando se sentou eu reconheci. Era Ian, ele pegou o telefone e fez uma ligação.

-Oque foi Mila? –Minha amiga me cutucou e olhou na direção que eu olhava- Olha só, em uma noite de amigas, você decide paquerar?

-Não... É que eu conheço ele.

-Então me apresenta.

Eu pedi licença e levantei, olhei em volta para ter certeza que Lauren não estava lá também. E quando eu estava me aproximando ele me reconheceu. Porque esse sorriso maravilhoso que ele tem não saiu assim tão facilmente de Lauren?

-Oi. –Ele levantou e puxou a cadeira para mim.

-Você não ai acreditar que eu acabei de encontrar –Ele falando no telefone.- Não... Lauren para com isso. Você não pode. –Ele colocou a mão na testa, o sorriso já havia desaparecido.- Por favor, esquece a revistaria pelo menos enquanto está ai. –Mais uma pausa- Por que?- Ele falou um pouco alto de mais e algumas pessoas olharam- Porque eu não quero enterrar mais ninguém.- Ele desligou.

            Ok, eu não podia evitar de olhar para ele com expressão de surpresa.

 - Desculpa.

- Lauren esta bem?

-Ela esta doente, esta no hospital.

            A comida que eu já havia comido, já queria sair, meu estomago estava revirando.

-Oque ela tem?

-Mesma coisa que nosso pai tinha.

            Eu ouvia os batimentos do meu coração, o restaurante todo parecia ter ficado em silêncio. O pai dela morreu a pouco tempo e agora ela estava internada?... Olhei em volta procurando pelo banheiro, eu precisava ir e vomitar urgente.

-Camila?

-Oi.

-Você está pálida.

-Eu preciso ir ao banheiro.

-Vou perguntar onde tem.

Ele se levantou e o celular começou a tocar, vi a foto dele e de Lauren mostrando a língua aparecer na tela, segurei o celular atendi.

-Ian, não desligue o telefone na minha cara.

-Você está doente.

-Quem é?

-Você... Você vai morrer Lauren?

-Camila? Cadê o Ian?

-Procurando um banheiro.

-Eu vou ficar bem. Olha eu queria falar com você mesmo. O meu amigo policial, ele ligou.

-Você está doente.

-Eu sei disso, o médico me disse o mesmo.

-Você.

-Camila você esta em choque?

-Não gosto de ver as pessoas que gosto em hospitais.

-Então não me visite.

-Já vi que adoecer não muda seu jeito.

-Eu sou eu.

-Em que hospital você esta?

-Você não vai vim aqui Camila.

-Por que não?

-Por dois motivos. Um: Você não gosta de ver pessoas em hospitais. Dois: ... Minha namorada esta aqui.

            Ela tinha namorada? Alguém tomou o celular da minha mão e falou com a Lauren.

-Eu levo ela. Camila. Camila olha para mim. – Minha amiga me chamava, vem, vamos para o carro, você não está bem.

           Ian e Dinah, minha amiga me levaram para o carro. Fiquei deitada no banco de trás enquanto eles conversavam lá fora. Ouvi Ian pegar o numero de Dinah com a desculpa de querer saber como estou. Ri comigo mesma, minutos atrás Dinah brincou sobre eu a apresentar a ela. Coincidências... Odeio coincidências.

            Dinah dirigiu até a minha casa, entramos e ela me levou para a minha cama. Tirou meus sapatos e eu logo dormi. Acordei de madrugada e vomitei, vomitei bastante. Dinah estava dormindo do meu lado e logo acordou comigo. Tive febre, e sono, muito sono. Em uma das vezes eu acordei com um homem me olhando, medindo minha febre.

-Infecção alimentar.

-Oi? Quem é você.

-Médico, amigo de Dinah.

            Logo ela entrou. Me sentei e ela me deu um copo de vitamina para beber.

-Não gosto de vitaminas.

-Ou isso ou água. Tudo que dou sólido você rejeita. -Bebi apulso e voltei a dormir. Passei dois dias de cama, no terceiro eu estava me sentindo melhor. Tinha feito uma desintoxicação estomacal. É horrível. Mas então era fim de semana, e eu decidi pegar a estrada junto com Dinah e ir visitar Lauren, ligamos para Ian e ele nos disse qual hospital era. Quando chegamos ele nos esperava na recepção. Pegamos uns crachás de visitante e entramos. Usamos máscaras para não passar nada para Lauren, e limpamos as mãos. Os celulares foram guardados dentro de plásticos. E a moça que abriu a porta usava luva apesar para tocar na maçaneta. O excesso de cuidado era pouco, ela tinha a imunidade baixa, muito baixa, uma gripe qualquer... Podia fazer muito estrago.

            Ian foi o primeiro a entrar, ouvi alguém rindo.

-Eu odeio você- era uma risada e voz feminina. Seria a namorada de Lauren? Eu deveria ter vindo? Segurei na mão de Dinah para ter coragem e entrei. 

 

 



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