História Em busca do tesouro. - Capítulo 25


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Categorias Bleach
Personagens Bazzard Black "Bazz-B", Genryuusai Shigekuni Yamamoto, Grimmjow Jaegerjaquez, Hirako Shinji, Hiyori, Hyōrinmaru, Ichigo Kurosaki, Isshin Kurosaki, Karin Kurosaki, Kenpachi Zaraki, Masaki Kurosaki, Nnoitra Gilga, Orihime Inoue, Personagens Originais, Renji Abarai, Rukia Kuchiki, Shihouin Yoruichi, Toushirou Hitsugaya, Urahara Kisuke, Yuzu Kurosaki
Tags Aventura, Bleach, Pirataria
Visualizações 8
Palavras 1.639
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo-Ai
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Nudez, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


A coisa vai ficar feia... Princialmente pra mim que demorei eras pra postar de novo hehe.
Sorry gente, sorry, sorry.

Espero que gostem e por favor leiam as notas finais. Preciso da ajuda de vocês.

Kisses :*

Capítulo 25 - Lar do medo.


Fanfic / Fanfiction Em busca do tesouro. - Capítulo 25 - Lar do medo.

Depois de dias navegando num frio torturante, finalmente chegaram até uma alta montanha de gelo onde, bem perto do topo, havia uma entrada que segundo o mapa ficava a "Caverna de Cristais".

 Quando o Zangetsu ancorou, nenhum marujo queria sair do navio. Todos tentavam se aquecer de alguma maneira e a única que parecia não ligar para o frio congelante era Reiko.

— É lá? — Renji perguntou olhando fixamemte para a entrada da tal caverna.

A azulada conferiu o mapa mais uma vez.

— É sim. — Respondeu.

— Como vamos subir até lá? — O ruivo escarlate sentia os músculos "tremerem" por causa do frio.

— Vocês não vão subir, eu vou. — Reiko respondeu e começou a andar saindo dali.

Ao ouvir aquelas palavras, Ichigo arregalou os olhos e fitou a figura pequena de cabelos azuis descendo para o fundo do navio.

— Ichigo, faz alguma coisa! — Grimmjow falou o olhando. — Se ela for sozinha, não tenho certeza se vai voltar viva.

Sem muitas opções, o ruivo a seguiu e a encontrou no "depósito" do navio pegando algumas facas e cordas.

— Você não vai sozinha. — O capitão se pronunciou firme.

— E você não vai comigo.

— Se for sozinha, pode não voltar viva.

— Se for comigo, podemos não voltar vivos.

— Tem resposta pra tudo?!

Reiko, antes de costas, apenas se virou e o olhou nos olhos.

— Não, nem tudo. Mas pra o que eu sei que você vai dizer... Sim, eu tenho.

— Teimosa.

— Olha quem fala...

— Me dê um único motivo bom pra que eu te deixe fazer essa loucura.

— Posso te dar mais de um.

— Então diga.

Reiko cruzou os braços antes de responder calmamente:

— Sua família, seu navio, seus marujos, seus amigos, essa "raíz" no seu peito... Quer que eu diga mais?

O ruivo bufou com raiva.

— E se você morrer? Como as coisas ficam?

— Ichigo, uma hora ou outra eu vou morrer de qualquer jeito. Não me importo se for agora ou mais tarde. — A azulada suspirou.

— Você pode não se importar, mas tem pessoas aqui que se importam! — O capitão estava furioso. — E o Urahara, a Yoruichi, o Jinta, a Ururu, o Toushiro, Renji, Grimmjow, eu... Como fica?!

Aquilo fez Reiko pensar por alguns instantes.

— Preciso ir, estou perdendo tempo. — Foram suas únicas palavras.

Sentindo o sangue ferver nas veias, Ichigo segurou firmemente seu braço e a fez virar ficando de frente pra ele.

— Você não vai sozinha! — Disse sério. — Isso é loucura!

Foi então que Reiko perdeu a paciência.

A garota se soltou bruscamente de Ichigo e segurou a gola da sua camisa a puxando em seguida.

— Capitão Kurosaki, se quer ajudar em alguma coisa, fiquei aqui e não vá atrás de mim! — A azulada disse irritada enquanto seus olhos mudavam de cor. Antes azuis, mudaram para um tom ônix intenso. — Não mande ninguém me seguir nem interferir! Além disso, deixe essa preocupação toda de lado porque não vai ser uma montanha de gelo ou o frio torturante que vai me matar!

Ichigo se calou. Ainda abriu a boca pra questionar mas desistiu quando viu que, se o fizesse, uma certa azulada estouraria de raiva.

Sem dizer mais nada, Reiko saiu dali.

Mesmo agindo daquele jeito, estava preocupada e havia falado com Ichigo daquela maneira porque tentava evitar o pior. Não sabia o que encontraria, mas sentia que não era boa coisa e preferia deixar tanto o ruivo como qualquer outro marujo fora disso.

Já no convés do navio, que graças as habilidades de Renji no leme estava perto o suficiente da montanha, Reiko recebeu apoio moral do ruivo e do outro azulado, ambos preocupados.

Depois disso, a garota se afastou o máximo que pôde da popa do navio e respirou fundo. Contou mentalmente até três para logo em seguida correr o mais rápido possível e saltar na direção da montanha. Assim que a lâmina das facas que Reiko segurava foram cravadas do gelo, tanto ela como os marujos respiraram aliviados.

A partir dali, tudo dependeria do esforço da azulada.

(......)

Depois de uma manhã inteira "escalando", Reiko chegou na entrada da tal caverna.

Estava cansada, a ponta dos seus dedos estavam ficando congeladas e ela sentia que as coisas não se tornariam fáceis só porque havia conseguido subir.

— Vamos lá...

Dito isso, entrou.

Cada passo era dado cautelosamente, pra que emitisse o mínino possível de ruido ou qualquer outro som. Caminhou durante algum tempo, mesmo se sentindo observada, e então chegou até o fim da caverna revelando um lugar enorme todo de gelo com um lago cristalino no centro.

Em questão de segundos, um vento gélido percorreu furiosamente o lugar e se concentrou frente a algo que parecia muito com um trono para só então desaparecer subitamente deixando no seu lugar uma figura peculiar.

— Quem é você? — Reiko perguntou olhando aquele "ser".

— Tem certeza que não sabe quem eu sou? — A voz era rouca e os olhos eram gélidos.

A azulada o fitou por alguns segundos antes de abrir a boca vagarosamente e falar:

— Daiguren Hyourinmaru. O espírito místico de dragão de gelo que tem a capacidade de se tornar um humano... Mesmo que não completamente.

O homem era alto, tinha cabelos longos, usava uma roupa longa em tons claros de verde, tinha um X no rosto além de possuir mãos e pés de gelo e iguais as de um dragão. Já havia ouvido falar daquele homem, Hitsugaya havia lhe dito uma certa vez. Mas vê-lo era algo que ela sempre tinha como impossível...

Até aquele momento.

— Muito bem, suas informações estão certas. — Hyourinmaru falou calmo. — Agora, deixe-me falar quem é você...

A cada passo que ele dava, o chão congelava ainda mas e, misteriosamente, Reiko não sentia frio.

— Shirahane Reiko. Condenada a carregar uma maldição em si, tem uma peculiar capacidade de ler mapas considerados indecifráveis para outras pessoas. Perdeu o pai, recentemente a mãe, e no momento faz parte da tripulação que a prendeu no início de tudo. 

— Você é bem informado...

— Eu poderia dizer mais, porém acho que não é o momento.

Depois de parar frente a frente com a garota, Hyourinmaru a olhou no fundo dos olhos como se quisesse decifrar sua alma.

— Sabe... Você é o segundo ser da raça humana a me ver. Fora você, apenas uma pessoa conseguiu chegar aqui mas não viveu muito tempo para contar a história.

— Não me admira o porque disso...

O homem/dragão sorriu fraco.

— Me diga, o que quer?

— Quero saber tudo sobre o lendário tesouro. 

Ele continuava a encarando.

— Se é isso, não posso ajudar.

— Como?!

— Isso mesmo, não posso ajudar. 

— E porque não?

Ele então começou a andar de volta para o que parecia ser seu trono.

— Reiko... Eu posso dizer exatamente e detalhadamente o motivo pelo qual você está atrás desse tesouro além de dizer que ele não é tão impossível de achar, embora seja bastante perigoso fazer isso.

A azulada cruzou os braços e continuou o encarando.

— Onde quer chegar? — Questionou.

Hyourinmaru a olhou profundamente.

— Me diga o porque do seu desejo por esse tesouro considerado tão maldito e eu vejo o que posso fazer para lhe ajudar. Agora, não quero ouvi-la dizer que está fazendo isso para ajudar aquele capitão ruivo, quero que diga o seu porquê, o real motivo da sua busca.

Reiko abriu a boca pra falar mas as palavras não queriam sair. Aquele ser tinha tocado numa ferida aberta com relação a alguém especial.

— Como eu imaginei... — Foram as palavras do homem/dragão. — Como pode querer enfrentar os perigos que essa busca trás se nem mesmo seus medos você enfrenta?

E, num piscar de olhos, Hyourinmaru apareceu na sua frente com uma expressão séria.

— Escute bem, Shirahane Reiko. Esse mapa lhe trouxe até mim com uma finalidade que vai muito além do que você pensa. Você não está aqui apenas para saber mais com relação a algo que procura, está aqui para enfrentar a si mesma num duelo de vida ou morte que decidirá seu futuro. Você pode sair viva ou morta daqui, o resultado desse duelo muda tudo.

— Eu não entendo... — Reiko disse baixo.

— Você não precisa entender por enquanto. Mas ouça bem o que vai acontecer: eu vou lhe dizer tudo o que precisa saber sobre o lendário tesouro. Mas, em troca disso, você mesma vai ter que se livrar do que está lhe corroendo e, consequentemente, também está matando o capitão que, nesse exato momento, está naquele navio preocupado se você vai voltar ou não.

— Fala do... — A azulada não conseguiu completar a frase.

A espada que Hyourinmaru segurava tinha acabado de ser cravada no seu peito, bem no seu coração. Reiko cuspiu sangue e sentiu as forças indo embora enquanto a sua visão, aos poucos ficando turva, via um gelo diferente emanar dda espada a congelando por dentro e por fora.

— Tudo está confuso, eu sei, mas isso é preciso. Minha missão perante você é essa e eu espero que não guarde rancor, seu pai não iria gostar disso. Ele apenas queria que você matasse o que ele não conseguiu matar quando te deixou para trás e nunca mais voltou. — O homem/dragão disse em seu ouvido.

Ao ouvir aquilo, Reiko tentou falar, mas suas forças estava se esvaindo rápido demais. 

A espada se cravou ainda mais fundo e a azulada quis gritar ao sentir aquela dor. Porém, sentiu aquela mesma dor ficar maior ainda quando a espada foi tirada do seu peito que, assim como todo o resto do seu corpo, estava congelado.

Sem dizer mais nenhuma palavra, Daigurem Hyourinmaru empurrou a garota dentro do lado cristalino e, misteriosamente, ela não se transformou em sereia. Talvez por está totalmente congelada. 

Lentamente foi afundando naquele lago que parecia não ter fim e a úncia coisa que se via na água era o seu sangue jorrando. Na sua cabeça, apenas um nome pairava e parecia se distanciar a cada segundo.

"Ichigo..."

Falou mentalmente uma última vez antes de sentir a vida deixando seu corpo.

Mas as coisas ainda não haviam acabado...


Notas Finais


Obrigado por lerem e espero que tenham gostado :)

Como eu disse nas "notas do autor", tô precisando de ajuda.

Já faz um tempo que eu tenho uma Fic de Naruto em andamento. Ela não está postada, nem terminada, só os capítulos iniciais tão feitos (porque né, eu já tô sem tempo pra atualizar essa, imagine pra continuar a outra).

Mas sabe aquela vontade loka que dá de postar, de ver se ta bom? Eu tô com isso.

Então eu peço a opinião de vocês. Como já tô com essa em andamento (um andamento bem lento), eu queria saber se posto ou não a outra. Por favor deixem suas opiniões nos cometários porque isso vai me ajudar um bocado.

Obrigado desde já ;)
Até o próximo!


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