História Em família - Capítulo 17


Escrita por: ~

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Categorias Eliane Giardini
Personagens Eliane Giardini
Tags Antônio Fagundes, Eliane Giardini, Werner Schunemann
Visualizações 148
Palavras 2.873
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Adultério, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


+18

Capítulo 17 - Capítulo 17


Fanfic / Fanfiction Em família - Capítulo 17 - Capítulo 17

Gustavo entrou e se assustou ao me ver parada na sala - Ainda acordada? - Me devolveu a chave - Você sabe que agora também tenho insônia - Respondi ríspida e joguei a chave na mesa de centro - Então vem, vou fazer um chá pra você - Puxou minha mão para me levantar do sofá - Não, você demorou demais, já tomei suco - Continuei ríspida e ele me soltou - Eu fiz alguma coisa pra você? - Ficou sério e o encarei sem dizer - Fiz? - Perguntou outra vez e me levantei - Se é por ontem... - Coçou a cabeça - Eu achei que você também queria, eu não quis te desrespeitar. Eu acho que podemos falar sobre isso...- Me olhou - Esquece ontem, até porque você nem deve estar pensando mais nisso - Respondi grossa - Por que você está falando assim comigo? - Pergutou sério - Eu tô falando normal, Gustavo! - O encarei com raiva - Tudo bem... Obrigado pelo carro e boa noite! - Falou chateado e foi para a cozinha. 

Sentei de volta no sofá e alguns minutos depois senti o cheiro do chá. Meu coração estava apertado. Mesmo com ciúme, fiquei me sentindo culpada por trata-lo assim. Afinal, eu era casada e ele meu cunhado. Não tinha direito algum sobre a vida dele. Levantei e fui até a cozinha. Ele estava servindo sua xícara - Vai querer? - Me olhou - Eu quero saber uma coisa - Respirei fundo - O que, Laura? - Você dormiu com a Manoela? - Cruzei os braços e mesmo sem querer perguntei tirando satisfação - Por que? - Me encarou sem entender - Sim ou não? - Levantei a sobrancelha - Não - Respondeu - Então por que chegou tão tarde? Cadê o seu blazer? - Continuei o interrogatório - Você está com ciúme? - Ele riu - Eu só estou te perguntando, se tem problema em dizer tudo bem - Tentei disfarçar - Não tenho. Se você quer saber... - Largou a xícara -...Eu fui dar uma volta pela praia com a Manoela. Não fizemos nada demais. Meu blazer está no seu carro - Apontou e fiquei quieta - Mais alguma pergunta? - Me olhou - Não. Eu vou subir - Respondi séria - Espera - Gustavo deu a volta na mesa e parou em minha frente antes de eu sair - O que você sente por mim? - Gelei ao ouvir a pergunta vinda "do nada". Senti minhas pernas bambearem. Ele me encarava com seus lindos olhos azuis esperando a resposta - Por que está me perguntando isso? - O olhei - Porque quero saber, as coisas mudaram e não dá mais pra continuar assim - Me olhou sério - Se é pelas coisas da piscina e de ontem... eu queria te dizer que eu não sou uma vagabunda - Falei com a voz embargada e ele tocou meus lábios - Não foi isso que eu te perguntei.  Eu quero saber o que você sente por mim - Segurou meu queixo com força e nos olhamos - Porque eu não aguento mais fingir - Falou próximo do meu rosto - Eu me sinto assim, Gustavo. Uma vagabunda, por desejar o irmão do meu marido e pior ainda por ficar me oferecendo - O encarei - Eu acordo e vou dormir pensando em você. Eu sinto uma dor no peito cada vez que você está longe, mesmo que seja por algumas horas. Eu estou odiando a minha própria irmã desde aquela festa por medo de você gostar dela. Você e a Alice chegaram e sem saber me fizeram ver que antes de vocês minha vida era uma merda. Eu não sei o que seria de mim sem as nossas madrugadas, sem esse chá, sem você - Ele limpou minhas lágrimas que escorriam - O que você acha que eu sinto? Sinto tudo o que não sabia sentir. Sinto felicidade, sinto amor, sinto medo, sinto tudo, mas de que adianta eu estar falando tudo isso? Eu sou casada e casada com o seu irmão! Você nunca vai querer ou poder ficar comigo - Ele abraçou minha cintura e beijou minha testa, em seguida o canto da minha boca - Eu sou apaixonado por você, completamente apaixonado, Laura. Não consigo mais fingir que está tudo bem - Segurou meu rosto e nos olhamos - Você é especial, é única! Eu convivo com a culpa de amar a mulher do meu irmão. Mas acima de tudo isso, eu sinto todo dia a dor de ver ele te tratar daquele jeito. Você merece outra vida, Laura - Balancei a cabeça - A gente não pode - Falei com a voz embargada - A sua beleza me atraiu de imediato, seu corpo também, mas quando te conheci de verdade, me apaixonei pela mulher que você é. Por essa alma que só você tem. Por esse jeito carinhoso, pela atenção que você dá pra tudo. Eu te admiro, eu penso em você toda hora. Eu quero cuidar de você - Mordeu minha orelha e o abracei arrepiada - Me admira? - Perguntei dengosa - Sim... Você é tão inteligente, já percebeu que você sabe todos os assuntos? - Sussurrou no meu ouvido e sorri - Você acalma qualquer um, esse seu olhar me hipnotiza, eu passaria a madrugada e o dia inteiro só te ouvindo falar, só olhando pra você - Puxou meu cabelo fazendo minha cabeça se inclinar para ele - Eu tenho dinheiro suficiente pra comprar outra casa. Mas eu não consigo nem quero me afastar de você. Eu adoro acordar de manhã e ter ver radiante sorrindo pra todos. Adoro ouvir a Alice contar sobre você. Eu quero você, não aguento mais ser só seu amigo, não quero você como cunhada, eu quero a mulher que você é. Quero te tocar como homem, como você merece - Roçou o nariz pelo meu e ouvir tudo isso foi inexplicável. Todo meu desespero de horas atrás foi esquecido completamente - Eu te amo Gustavo - Lhe dei um selinho - Eu amo o amigo, o pai, o homem, eu amo tudo o que você é, eu amo o fato de você ter invadido minha vida - Fiquei na ponta dos pés e o abracei pela nuca - Eu também te amo, amo tudo o que você faz, eu tenho vontade de passar o tempo todo com você, tudo que aconteceu na minha vida, foi pra ter você. Você é minha desde a primeira vez que te vi, mesmo sem a gente saber, você sempre foi minha. Eu te amo Laura, minha Laura - Sussurrou e nossa respiração foi ficando ofegante conforme nossos rostos se tocavam. Ele roçava a bochecha na minha e depois o nariz. Penteou meu cabelo para trás com as duas mãos e foi me dando selinhos bem devagar. Deu vários e começou a me beijar lentamente. Nossas línguas se tocaram pela primeira vez e foi a coisa mais deliciosa que senti. Suas mãos percorriam meu pescoço e meus ombros. Eu acariciava sua nuca e mordia seus lábios. Ele sorria e mordia os meus de volta. Passei a mão por cada detalhe do seu rosto e suspirei o abraçando forte. Meu corpo sumia em seus braços e ele me apertava tanto, que podia jurar que nada além de nós existia. Me aconchegava nele e tinha certeza que era o meu lugar. Seus carinhos e seus cuidados comigo fizeram com que eu me sentisse amada além de desejada. Gustavo me encostou no balcão e ficamos em silêncio nos olhando por alguns instantes e minha respiração continuou descompassada. Olhava seu corpo e depois sua boca. Logo me agarrou outra vez, mas agora era com mais pressa, com um olhar excitado. Segurou meu cabelo com uma firmeza que me fez gemer. Sua outra mão apertou tanto minha cintura que eu sentia seus dedos afundarem em minha pele. Nos beijamos imediatamente. Minhas mãos estavam apoiadas no balcão, mas precisei solta-las. Queria toca-lo, sentir mais seu corpo. A culpa pelo erro que estava cometendo era minúscula comparada ao meu desejo. Minha lingua brigava com a dele em um ritmo desesperado. Nunca senti alguém me beijar com tanto desejo.A vontade era tanta que o beijo apenas acendia ainda mais o que sentíamos. Era nítido o quanto esperamos por isso. Nossas mãos finalmente tocavam onde queriam e nunca era suficiente. Os segundos passavam e nós dois precisávamos de mais, sentir mais, encostar mais. Eu movia meu corpo contra o dele pra cima e pra baixo. Esfregava desde meu ventre, até minhas coxas contra o volume apontado pela bermuda. Apertava seu quadril e sua bunda o estimulando a se esfregar mais em mim e ele percebia o quanto eu estava louca em seus braços. Separamos nossos lábios quando o ar foi necessário e nossa respiração se misturava de forma muito ofegante. Fechei os olhos e ele encostou a testa na minha - Olha pra mim - Sussurrou rouco contra meus lábios e obedeci - Não para de me olhar, sou louco por esses olhos verdes - Puxou meu lábio inferior com o dente - Eu não canso de te olhar - Respondi mordendo o rosto dele em várias partes. Ele soltou o laço do meu hobby. Sua mão esquerda foi para dentro da minha camisola e mordi seu queixo quando o senti esmagar seu seio - Ahh - Gemi e ele soltou - Faz mais - Pedi baixinho o encarando. Ele deslizou dois dedos por meus lábios e foi enfiando na minha boca. Fechei os olhos para chupa-los e ele protestou - Olhando pra mim - Puxou meu cabelo e suguei seus dedos suavemente por alguns segundos sem parar de encara-lo, ele passou os dedos que eu havia chupado sobre o bico rígido do meu seio o deixando úmido, e continuou dando puxões nele que me deixaram ainda mais excitada. Sua mão apalpava cada parte do meu corpo e só parou entre minhas pernas - Eu não aguentava mais ficar só te olhando, como é gostoso te tocar - Falou ofegante. Agarrei em sua nuca e o puxei contra mim, ele se inclinou e comecei a lamber seu ombro, seu pescoço e sua orelha - Eu queria tanto suas mãos em mim - Confesseu baixinho. Seu cheiro e o gosto da sua pele me deixavam louca a ponto de morde-lo como se estivesse faminta - Você é deliciosa, Laura, tão deliciosa - Ele também estava fora de si - Aproveita, faz o que quiser... me dá prazer - Pedi a ele o que nunca tive coragem de pedir ao meu próprio marido. Gustavo ficou ainda mais ofegante ao me ouvir. Enfiou a mão dentro da minha calcinha e seus dedos deslizaram sobre minha intimidade molhada. Agora eu mordia seu peitoral e arranhava as laterais do seu corpo com desespero. Ele friccionava deliciosamente meu ponto de prazer. Se apenas com a mão ele me fazia sair de mim, imagina o resto. Me virou bruscamente de frente para o balcão e me empinei pra ele. Gustavo esfregava seu membro em meu bumbum como louco, ia pra trás e pra frente como se estivesse dentro dele e penetrava com tanta força os dedos em minha intimidade que minhas pernas bambeavam. Era delicioso sentir aquele membro desesperado por meu corpo, queria dentro de mim, mas também queria continuar sendo torturada como estava sendo agora. Sua mão livre massageou meu seio. Virei o rosto pra ele, gemia e respirava rápido demais - Sabia que é maravilhoso te deixar louca? - Mordeu minha bochecha - Ahh Gustavo... Eu não sabia que podia ser tão gostoso, eu não aguento mais - Estava mole em seus braços - Goza pra mim - Apertou meu queixo - Goza, eu sei que você quer gozar pra mim - Ele segurou seu membro depois o encostou várias vezes em minha entrada - Põe, por favor - Implorei sem raciocinar direito - Eu só vou por se você gozar, vou te fazer gozar só assim - Sussurrou rouco no meu ouvido e continuou me masturbando. Ele brincava em meu corpo, eu sentia que estava fora de mim. Gustavo pressionou a ponta de seu membro sobre meu clitóris algumas vezes e  foi o suficiente para me fazer chegar ao ápice apenas por ser masturbada. Fiquei desesperada, meu corpo foi invadido por uma descarga de prazer que nunca havia sentido. Era isso que eu esperava por tanto tempo e ele realizou sem sequer ter me penetrado. Tinha vontade de gritar pela sensação deliciosa, estava arrepiada, ele continuou passando a mão em minha intimidade. Não conseguia aguentar quieta mas ele me calava com a outra mão e falava besteira em meu ouvido. Meu corpo fraquejou e gemi manhosa sentindo tudo formigar - Shhh - Tapou minha boca e a soltou em seguida - Ahh, como é bom, eu nunca senti assim - Falei sem forças. Coloquei a mão pra trás e arranhei sua nuca - Quer mais? - Lambeu meu pescoço - Quero, quero dentro de mim, faz o que quiser comigo - Falei sem medir as palavras e puxei seu cabelo - Como você faz pra ser assim? - Senti ele dar alguns tapinhas contra meu sexo e sorri de olhos fechados. Suas palavras eram música para mim. Estava completamente alucinada. Apertei seu pulso que firmava minha cintura - Humm, olha como você tá - Ele sussurrava deslizando a mão por minha intimidade e pela parte interna de minha coxa, tudo estava extremamente molhado em mim - Prontinha pra ser minha - Suas mãos já puxavam minha camisola ainda mais pra cima e eu deixaria ele me pegar como quisesse. Queria que ele fizesse tudo o que tivesse vontade em meu corpo. Queria mais desse prazer delicioso, seus dentes mordiscavam minha nuca - Ahh - Eu gemia por antecipação mas ficamos assustados e paramos ao ouvir - Daddy?? - Ouvi o barulho vindo da escada - A Alice - Ele me soltou completamente - Wonderfull, não sai dai, não continua essa escada - Falou alto e andou para a sala tentando esconder sua situação - Por que daddy? - A tia Laura quebrou um copo na cozinha, você está descalça. Vai colocar suas botas e aí você desce - Ouvia a conversa deles na sala - Tá bom, diz pra ela que eu não demoro - A menina falou animada e ouvi a correria nos degraus de novo. Eu ainda estava encostada no balcão tentando dirigerir o que tinha acabado de acontecer. Estava fraca mas ao mesmo tempo eufórica, meu corpo ainda queimava pelo desejo de ser possuída completamente. Gustavo voltou para a cozinha e acendeu a luz que estava baixa - Ela deve ter vindo atrás de leite. Posso fazer? - Falou naturalmente - Pode claro - Desencostei do balcão e antes de sair de perto ele segurou meu braço - Você é incrível, Laura - Roubou um selinho e me soltou. Senti meu coração disparar. O que ele estava causando em mim? O agarrei com desejo e ele retribuiu imediatamente. Nossas linguas se esfregavam sensualmente, o beijo dele me fazia queimar e a umidade entre minhas pernas não me deixava negar que queria ser dele nesse exato momento. Em um ato de desespero abaixei um pouco sua bermuda. Segurei seu membro e ele gemeu. Estava quente, muito duro, pulsava em minha mão. Era grande, espesso, minha intimidade se contraia de desejo ao aperta-lo. Mas o barulho da correria de Alice nas escadas fez eu me afastar com pressa - Eu já venho - Falei ofegante - Segura ela um pouquinho, olha minha situação - Nós rimos e corri pra sala - Alice vem com a tia no banheiro - Chamei e ela veio de botas e pijama. Lavei as mãos e o rosto, ainda estava zonza. Molhei minha nuca e em seguida fiz um coque em meu cabelo - Por que você me deixou dormindo sozinha? - Perguntou brava - Porque vim tomar chá com seu daddy, você quer? - A peguei no colo - Quero - Me abraçou e fomos pra cozinha - Essa mocinha quer chá e não leite - Falei e a sentei na mesa - Que bom, já está pronto - Ele entregou a ela - Ela tá crescendo tão rápido, daqui a pouco não aguento mais pegar no colo - Fiz um coque no cabelo dela enquanto ela bebia o chá - Eu sou pequena tia - Reclamou e ri - Tá virando uma mocinha mesmo - Gustavo sorriu - Sou criança daddy - Resmungou e rimos - Agora que você já tomou o chá, vamos subir pra dormir - Tirei a xícara dela - Você vai dormir comigo? - Pergutou manhosa - Vou, vamos - A peguei no colo e Gustavo se aproximou - Boa noite, wonderfull - Beijou a testa dela - Boa noite - Sorriu me olhando e beijou meu nariz. Alice riu - Quase na boca - Colocou as mãos no rosto - Alice, não fala bobagem - Gustavo falou sério pra ela e subimos. Logo nos acomodamos na cama e ela sussurrou - Eu queria ser sua filha, tia - Falou quase sonolenta - Você é meu amor, você é - Sussurrei em seu ouvido e pegamos no sono.



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