História Em família - Capítulo 18


Escrita por: ~

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Categorias Eliane Giardini
Personagens Eliane Giardini
Tags Antônio Fagundes, Eliane Giardini, Werner Schunemann
Visualizações 127
Palavras 2.119
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Adultério, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


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Capítulo 18 - Capítulo 18


Fanfic / Fanfiction Em família - Capítulo 18 - Capítulo 18

Acordei com o barulho incessante na porta - Dona Laura, acorda, a senhora está atrasada - As batidas ficavam cada vez mais altas - Shut up - Alice resmungou e me abraçou mais - Dona Laura - Dessa vez chamou mais alto e finalmente tomei consciência do que estava acontecendo - Meu deus, a hora! - Praticamente pulei da cama - Já acordei, Maria - Gritei - Alice, acorda. Nós temos que ir pra escola - Ela resmungou - Não, I want to sleep - Falou mal humorada - Alice, eu preciso me arrumar. Levanta agora! - Puxei o edredon - Tia - Ela gritou querendo chorar - Você tem aula e eu tenho trabalho - A sentei na cama e peguei seu uniforme no guarda roupa - Toma, vai colocando que eu já venho arrumar seu cabelo - Alice tirou o pijama praticamente chorando e eu fui para meu quarto me arrumar. Coloquei uma saia preta e um cinto com uma camisa de botão azul. Prendi o cabelo e me maquiei muito rápido - Maria?? - Gritei várias vezes e ela veio correndo - Arruma a lancheira da Alice, por favor - Pedi afobada e voltei para o quarto de Alice - Eu tô com sono tia - Ela resmungava enquanto eu prendia seu cabelo - No carro você dorme. Escovou os dentes? - Ela assentiu - Pega a mochila, vamos - Alice me entregou a mochila e a peguei no colo. De salto ficava ainda mais difícil carrega-la. Além disso levava sua mochila, minha bolsa e as pastas. Não sei como não caímos da escada. Maria riu ao ver a cena - Deixa eu te ajudar - Falou e pegou as coisas e fomos para o carro - Cadê o Antônio e o Gustavo? - O seu Antônio acordou de mal humor e foi cedo pra empresa. Seu Gustavo tá dormindo - Respondeu - Meu deus, acorda ele. Ele também se atrasou, era pra ter ido com o Antônio - Maria ficou afobada - Vou acorda-lo - Entrei no carro e chegamos meia hora atrasadas na escola. Alice já havia despertado e a levei na sala pedindo desculpa para a professora. Eu perdi a primeira aula e uma substituta ficou no meu lugar. Agora só me restava os trabalhos da direção. Mas quando finalmente sentei na minha sala percebi que havia esquecido meu celular em casa - Ai, mas que droga! - Bati na mesa - O que foi? - Uma colega falou - Pede pra Leda ficar no meu lugar, é muito rápido. Só vou passar em casa pra pegar o celular - Pedi e sai com a minha bolsa. Apesar de todos os atrasos e da segunda feira conturbada, meu humor estava inabalável. Toda vez que me pegava pensando na noite anterior, acabava sorrindo. Foi tão bom. Queria estar cada vez mais perto dele. Fiquei distraída pensando nisso e nem percebi o quão rápido cheguei em casa. Maria foi até a porta ao me ouvir chegar - Voltou por que? - Perguntou surpresa - Esqueci meu celular - Andei até a escada - Dona Laura, eu tentei mas o seu Gustavo não acordou -Reclamou - Eu vou tentar chamar ele agora - Subi correndo e antes de ir pro meu quarto, abri a porta de Gustavo e ele não estava na cama. Ouvi o barulho do chuveiro e andei sorrateiramente até a porta do banheiro. Estava entre aberta e pude ver Gustavo tomando banho pelo reflexo do grande espelho. A espuma ia embora com a água que escorria em seu peitoral. Me aproximei mais um pouco e meus olhos alcançaram seu membro e me surpreendi ao vê-lo tão grande. Gustavo fechou os olhos e pude ouvir sua respiração ofegante. Ele estava se tocando quase em desespero e essa cena me deixou atônita. Minha boca salivou e eu pude sentir minha intimidade se latejar pelo desejo de toca-lo. Estava tão perto, queria continuar o que começamos ontem. Por que eu tinha tanto desejo por ele? Dei mais alguns passos na intenção de entrar no banheiro mas ouvi Maria chamar no corredor - Laura? Laura? Ele acordou? - Acho que Gustavo também ouviu, pois abriu os olhos e virou, desviei de seu olhar e sai correndo para fora do quarto - Já acordei ele - Fechei a porta e sem querer fez barulho - Que droga - Reclamei baixo - Vou pegar meu celular e já vou - Fui para o meu quarto e não o encontrava em lugar nenhum. Procurei no da Alice e só o encontrei vários minutos depois. Desci para ir embora e Gustavo apareceu quando destravei o carro - Laura? - Olhei para trás e estava envergonhada por tê-lo espionado - Achei que não ia acordar mais - Tentei agir naturalmente - É que hoje entro mais tarde - Ah desculpa, fiz a Maria te perturbar a toa - Não tem problema. Por que ainda tá aqui? - Esqueci o celular - Mostrei - Será que você pode me dar uma carona? - Claro, mas você dirige - Estiquei a mão e ele veio pegar a chave - Então vamos, se não me atraso de verdade - Falou e entramos no carro. Por um momento ficamos em silêncio, não sabia o que dizer depois de tantas confissões e de tudo o que havia acontecido. Liguei o som pra amenizar a situação e Gustavo segurou minha mão que estava apoiada em minha perna. Olhei para seu gesto e ele a apertou levemente, em seguida entrelaçou nossos dedos, continuou olhando o trânsito e segurando o volante com a outra. Eu acariciei seu pulso e a parte de cima de sua mão. Meu coração acelerava só de estar perto dele. Levei sua mão próximo ao meu rosto e a beijei. Ele sorriu e parou o carro no farol vermelho - Linda - Beijou minha mão também e depois acariciou meu rosto - Dormiu bem? - Beijei seu braço depois de perguntar e ele beijou meu ombro - Como nunca - Sorri ao ouvir - E você? Descansou? - Colocou meu cabelo atrás da orelha - Até perdi a hora - Ri depois me inclinei para perto dele e trocamos um selinho - Você está irresistível, sabia? - Colocou a mão sobre minha coxa e a apertou - Você também - Falei me lembrando do que vi minutos atrás no banheiro e arranhei seu peitoral por cima da camisa - Não me provoca, Laura! - Subiu minha saia e logo o carro começou a se movimentar outra vez. Mas mesmo assim sua mão continuou a me tocar. Seus dedos afundaram na parte interna da minha coxa e abri as pernas para me tocar mais. Só podia estar louca de deixar isso acontecer, mas Gustavo me deixava assim e já estava excitada demais com a situação. Logo seus dedos massagearam meu sexo coberto e ele sentiu o quanto eu queria. Novamente paramos no sinal. Agora foi Gustavo que se inclinou pra mim e foi distribuindo mordidas em meu pescoço, sem deixar de massagear minha intimidade - Hum, que delicia - Falou ao penetrar dois dedos em mim - Ahhh - Gemi e ele esfregou meu ponto de prazer com o dedo polegar enquanto continuava com os dedos dentro de mim - Não para - Arranhei sua nuca - Gostosa - Falou malicioso no meu ouvido e penetrou com mais força - Ahhh - Dessa vez quase gritei e fiquei com medo dos carros em volta. Pra minha decepção o sinal abriu e ele precisou segurar no volante outra vez - Gustavo, eu preciso - Suplicava e apertava o membro dele por cima da calça com a mão esquerda e esfregava meu próprio sexo com a direita - Para. Eu que vou fazer - Segurou firme meu pulso quando percebeu que eu não aguentaria mais. Estávamos a ponto de causar um acidente. Gustavo entrou no estacionamento vazio de uma loja que ainda estava fechada. E imediatamente soltou seu cinto. Me puxou pelo cabelo e nos beijamos como loucos. Puxei seu membro pra fora durante o beijo e ele voltou a penetrar os dedos em mim, em seguida os lambia e eu o agarrava para me beijar de novo - Põe a boca, Laura - Pediu no meu ouvido enquanto se tocava - Chupa gostoso pra eu trabalhar feliz - Dei uma risadinha ao ouvir e nem me importei com o lugar que estávamos. Segurei meu cabelo e ele o puxou para não atrapalhar - Você foi a melhor coisa que aconteceu - Falou e abriu os botões da minha blusa. Movimentei seu membro algumas vezes e passei a língua sobre a ponta dele. Fazia movimentos circulares e isso o estimulava a apertar mais meus seios. Ele gemia com essa tortura - É delicioso - Eu falava baixinho - Prova mais - Ouvi sua resposta e comecei a suga-lo. Gemia com ele em minha boca e aumentava os movimentos gradativamente - Ohh, que boca gostosa Laura - Puxava meu cabelo em desespero - Abre a perna - Obedeci e quase perdi as forças quando sua mão começou a me torturar. Ele me masturbava enquanto eu o chupava. Nosso ritmo estava desesperado. Enfiei o máximo que consegui em minha boca e o suguei com tanta vontade que ele gemeu muito alto - Eu vou gozar - O movimentei com a mão e o encarei - Goza Guto, goza - Foi a primeira vez que o chamei assim, o lambi outra vez, depois o abocanhei e logo senti todo seu prazer se despejar na minha boca. Nunca deixava Antônio fazer isso, mas com Guto foi delicioso. Saboreei cada gota. Movimentava mais e lambia o que faltava, mas perdi as forças com os dedos dele em meu sexo e cheguei ao orgasmo - Ahhh - Meu gemido ecoou pelo carro. Os vidros estavam um pouco embaçados. Nos soltamos e cada um encostou em seu banco. Nossa respiração estava muito ofegante. Nos olhamos e sua cara de sapeca me fez sorrir - Vem aqui - Puxou meu braço - Meu corpo ainda tá tremendo - O abracei e falei enquanto ele beijava meu pescoço - O meu também - Abriu mais minha blusa - Mas eu quero experimentar mais de você - Abriu meu sutiã na frente - Guto, eu quero transar - Pedi em meio a excitação que sentia de novo enquanto ele devorava meus seios. Apertava um e se deliciava no outro. Seu jeito safado e a maneira como fazia me deixava de um jeito que nunca fiquei antes - Pede mais - Puxou o bico do meu seio com o dente - Ahh, faz amor comigo... me pega gostoso - A cada segundo que passava eu ficava ainda mais louca. Estava fora de mim. Esse desejo me fazia falar e fazer coisas que nunca consegui fazer nos anos de casada. Eu estava perdidamente apaixonada por Gustavo e havia entrado em um caminho sem volta.Pois agora que conheci esse prazer, não saberia mais viver sem. Ele abriu ainda mais minha roupa e me virou de lado. Apoiei a mão no vidro e quando ele vinha passar pro meu banco seu celular começou a tocar. Ao ouvir o toque insistente,  nos afastamos de imediato e voltei a sentar normal - Meu deus, perdemos a noção do tempo - Falei ainda atônita - É o Antônio - Ele viu e fiquei totalmente assustada - Atende - Ele fez sinal de silêncio e atendeu enquanto eu arrumava minha roupa - Antônio eu tô chegando, tô no táxi. Acho que ele pegou o caminho mais logo - Mentiu - (...) - Tá, tá bom. Logo tô aí - Desligou - Me deixa em um ponto de táxi - Fechou a calça e ajeitou a camisa - Isso é muito errado - Falei enquanto fechava minha blusa - Para! Vem dirigir - Beijou rosto e saiu do carro. Pulei para o banco do motorista e ele entrou e sentou no meu lugar. Olhei no retrovisor e minha boca e meu queixo estavam muito vermelhos. Esfreguei os dedos pelo local mas não adiantou. Dirigi alguns metros e parei no primeiro ponto de táxi que vi. Ele saiu do carro e deu a volta até minha janela - Dirige com cuidado - Apoiou os braços na porta e sorri - E se cuida! - Beijou meu ombro - Você também se cuida tá? - Passei a mão em seu braço - A gente se vê depois. Esqueça o celular mais vezes - Se inclinou dentro do carro e rimos antes de dar um selinho. Voltei correndo para o trabalho e precisei me desdobrar para conseguir terminar as tarefas que haviam acumulado. Além de dar mil desculpas pela minha demora.

 



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