História Em família - Capítulo 19


Escrita por: ~

Postado
Categorias Eliane Giardini
Personagens Eliane Giardini
Tags Antônio Fagundes, Eliane Giardini, Werner Schunemann
Visualizações 120
Palavras 2.992
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Adultério, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


+18

Capítulo 19 - Capítulo 19


Fanfic / Fanfiction Em família - Capítulo 19 - Capítulo 19

Cheguei em casa no fim do dia com Alice e Antônio estava na sala. Depois de perceber minha relação com ele, ela havia mudado muito, quase não dava mais bola pra Antônio e nem respondeu direito seu cumprimento quando chegamos - Guarda suas coisas direitinho, tá? - Pedi pra ela - Tia, podemos tomar banho de banheira? - Pediu animada - A tia vai sair comigo - Antônio respondeu antes de mim - Sair pra onde? Eu tô cansada - Reclamei - Sair pra jantar. E não é um pedido - Falou firme e para não brigar na frente da Alice, respondi - Vou tomar banho com ela, se quiser, espera - Sai junto com a menina para o banheiro principal. Entramos juntas na banheira cheia de espumas - Very relaxing - Ela falou e eu ri - Very good - Respondi e agora ela riu de maneira fofa - Tia, sabia que você não gosta do tio Antônio? - Brincou a espuma - Por que você acha isso? - Porque ele é chato, feio e briga com você - Gargalhei ao ouvir - Eu já te disse que os adultos são complicados - Respondi - Se ele brigar com você, dorme na minha cama ou na cama do daddy, ok? - Sorriu - Eu não posso dormir com o seu daddy - Ri - Por que? Você dorme comigo - Falou sem entender - Porque você é criança, seu daddy e eu não somos namorados, não posso dormir com ele - Gesticulei -  Mas o meu daddy disse que vai cuidar de você, tia - Falou meiga - Disse? - Sorri - Disse, ele quer ser seu namorado - Respondeu séria e ri - Alice, não fala bobagem - Joguei espuma nela - Mas ele me contou - Retrucou - Você não pode ficar falando isso, se o Antônio souber, vai brigar com seu daddy - Falei mais baixo - Eu não conto - Respondeu baixinho e sorri. Antes de falar outra coisa, Antônio bateu na porta - Laura, nós vamos perder a reserva - Reclamou e bateu de novo - Já vou! - Falei irritada - Vamos sair, tá? - Ela concordou entendendo e rapidamente levantamos da água e a ajudei a se vestir. Quando saímos do banheiro, Gustavo já tinha chegado. Eu estava de roupão e com a toalha enrolada no cabelo e Alice de pijama. Ela correu para o colo dele - Eu vou precisar sair, você vai ter que ajudar ela sozinho com o dever - Falei chateada, pois todo dia antes nós dois faziamos as tarefas junto com ela - Vai demorar? - Perguntou baixo - Eu não sei, eu nem queria ir, vou só sair pra jantar - O tio brigou com ela, ela não quer ir daddy - Alice falou emburrada - Alice! - A olhei brava por ela ter falado. Antônio apareceu no corredor - Porra, você ainda não se vestiu, Laura? - Falou alto e não respondi, apenas entrei no quarto. Não tive a mínima vontade de me arrumar. Vesti uma calça jeans, uma sapatilha e uma camiseta preta um pouco larga em meu corpo. Nem me dei ao trabalho de me maquiar ou secar o cabelo. Peguei minha bolsa e desci. Antônio estava me esperando lá em baixo - Você vai assim? - Me olhou de cima a baixo - Qual o problema? - É naquele restaurante da praia - Respondeu - E dai? - É requintado, você vai se sentir mal com essa roupa - Ri irônica - Tá com vergonha de mim? - Você anda bem vestida e elegante até pra ir na esquina, por que pra sair comigo não? - Falou bravo - Porque você disse pra não demorar - Falei debochada - Então sobe e se arruma. Te espero - Sentou no braço do sofá - Para de me perturbar, eu vou assim ou não vou - Apontei o dedo e ele bufou. Fomos para o restaurante e seguimos o caminho todo quietos. Eu pensava no que Gustavo e Alice estariam fazendo e não demorou para chegarmos. Fomos guiados até a mesa reservada e pedi apenas uma salada. Antônio pediu um prato mais sofisticado e vinho - Por que você está me tratando assim ultimamente? - Segurou minha mão - Olha Antônio, eu tive um dia corrido. Eu tô cansada,  última coisa que eu quero é discutir relação - Soltei sua mão - Eu também tive um dia cansativo e de prejuízo - Reclamou - O Guto prejudicou dois negócios que estavam prestes a ser feitos - Soltou um pouco o nó da gravata - O que ele fez? - O olhei séria - Não deixou super faturar as licitações. Ele se meteu onde não devia e perdemos o negócio - Falou indignado - Como você acha isso normal? Eu não sabia que vocês super faturavam - E como você acha que o dinheiro aparece? Como você acha que temos dinheiro pra comer aqui? Isso precisa acontecer pra ter lucro - Balancei a cabeça - Então ele está certo de destruir essas atitudes corruptas - Falei séria - Ele é um bosta. Eu sempre te falei que ele era assim - Bebeu vinho - O Gustavo é honesto, Antônio. Ele te disse isso desde quando chegou - O encarei - Você tá querendo dizer que eu sou o que? - Falou firme - Não sei. Me diz você - Levantei a sobrancelha - É melhor mudarmos de assunto, eu te trouxe aqui pra ficar bem - Falou e bebi água. Nossa comida chegou e enquanto comia falou - Eu estava pensando em conversar com o Guto sobre ele procurar outro lugar pra morar - Limpou a boca e senti um aperto só de ouvir essa hipótese - Está louco? Por que? - Soltei meu garfo - Nós perdemos nossa privacidade, a gente só briga. Nosso casamento não tinha nada disso. Ele e a Alice estão atrapalhando muito nosso relacionamento - Suspirei - Eu não consigo mais ficar sem a Alice - Me segurei para não dizer que também não consigo ficar longe do seu irmão - Você nem queria que eles fossem pra lá. Pra que esse sentimentalismo agora? - Reclamou - Além do mais você pode visita-la sempre - Antônio, eles não estão atrapalhando, o Gustavo paga as contas, a Alice alegra a casa. Que mal tem? - Falei quase desesperada - Você faz tudo pela Alice. Até dorme com ela. Eu fiquei totalmente de lado, nem tempo pra transar nós temos - Balancei a cabeça - Não acredito que está dizendo isso. Ela é sua sobrinha. Para de ser tão egoísta! - Você é amiga do Guto? - Assustei com a pergunta - Não, quando falo com ele é sobre a Alice. Por que? - Gesticulei - Então deixa ele ir ele se virar e arrumar a vida dele sem ajuda. A Alice é dele - Não me importo com o Guto... - Menti e respirei pra continuar -...mas se ele for a Alice também vai - Falei com drama - Eu não sou mais suficiente? Antes era só nós dois - E você reclamava - O olhei - Por favor, não faça isso - Praticamente implorei segurando sua mão - Vou pensar, por enquanto é só uma hipótese - Bebeu mais vinho - Semana que vem eu quero ir ao médico com você. Conversei com um amigo e ele sugeriu inseminação artificial. O que você acha? - Respirei fundo - Ah, por favor - Passei a mão por meu rosto e ele ficou quieto, com a cara fechada. Algum tempo depois pedimos a sobremesa e comemos em silêncio. Entramos no carro e Antônio passou a mão por minha coxa. Me lembrei do meu momento no carro com Gustavo e empurrei a mão dele - Po Laura, o que tá acontecendo? Eu sou homem. Eu preciso de sexo - Falou irritado - Você só me procura pra sexo ou pra falar de filhos. Qual o sentido desse casamento? - O olhei - Eu amo você! O sentido é o nosso amor - Apertou meu rosto e se aproximou - Eu amo muito, sempre vou te amar - Ouvi suas palavras e me senti culpada. - Fala que me ama também. Tô com saudade de ouvir - O abracei em silêncio - Fala que também me ama - Apertou meu corpo - Hum? - Falou querendo ouvir. Segurei seu rosto e preferi beija-lo a ter que dizer. Quando percebi que ele estava se empolgando o empurrei - Em casa a gente continua - Sorri e ele se animou. Dirigiu conversando e encostei a cabeça no vidro. Fingi estar dormindo e logo chegamos em casa. Já estava tarde, mas Guto não estava lá em baixo. Quando entrei no quarto deitei na cama e continuei fingindo que estava dormindo e ignorei todas as tentativas de Antônio. Ele se irritou e vi quando ele saiu. Fiquei esperando que voltasse para eu ir me encontrar com Gustavo, mas demorou tanto que peguei no sono de verdade.

 

No outro dia de manhã Antônio e Gustavo saíram muito cedo. Eu e Alice tomamos café da manhã sozinhas e como sempre fomos juntas pra escola. Trabalhei a manhã toda e perto do horário de almoço recebi uma ligação - Alô? -A voz da minha cunhada fica ainda mais sexy por telefone - Ri ao ouvir a voz de Gustavo - Que saudade de você - Falei sorridente - Tomei chá sozinho ontem - Reclamou - Desculpa, fui fingir que estava dormindo e acabei dormindo de verdade - Expliquei - Você tem uma chance de se redimir - Como? - O Antônio vai pra uma conferência agora e volta só a noite. Estou indo pra casa trabalhar lá. O que acha de dispensar a Maria e passar a tarde comigo? - Pediu eufórico - Uma proposta tentadora - Mordi meu lábio - Eu quero ficar a sós com você. O que me diz? - Perguntou - Eu vou - Respondi instantaneamente - Te espero lá em 20 minutos ok? - Tá bom. Até já! - Desliguei e liguei para a Maria. O almoço já estava pronto e ela foi embora como pedi. Inventei uma desculpa no trabalho e fui imediatamente para casa. Cheguei primeiro que Gustavo. Aproveitei e fui para meu quarto. Rapidamente troquei minha lingerie. Vesti uma calcinha de renda preta e tirei o sutiã. Coloquei um vestidinho leve de alcinha que batia na metade de minhas coxas e desci para a sala. Cinco minutos depois Gustavo chegou. Ele entrou e sorriu ao me ver sentada no sofá, jogou sua pasta de documentos na poltrona e levantei para ir ao seu encontro - Que delícia te ver - Falou e me levantou um pouco do chão. Nos beijamos com saudade. Sentou comigo na poltrona mais próxima e subi em seu colo - Fiquei com tanta saudade - O abracei - Eu também, quase fui te acordar - Ri ao ouvir - Jantou direitinho ontem? - Perguntei e rocei meu nariz no dele - Uhum - Mordeu meu queixo - Deu o remedinho da Alice? - Ele apertava minhas costas - Dei e fizemos as tarefas - Respondeu beijando várias vezes meu rosto - E sentiram minha falta? - Segurei seu suas bochechas o encarando - Hummm - Ele fingiu estar pensando - Só na hora de escrever umas palavras que eu não lembrava - Me olhou - Guto...- Bati em seu braço e ele riu - É claro que sentimos sua falta, a Alice só fala de você - Me agarrou e ri - Eu sabia - Rimos juntos - Mas e você, deu café da manhã pra ela? - Perguntou - Dei - Ri ao sentir ele roçar a barba em meu pescoço - Dirigiu com cuidado? - Dirigi - Pensou em mim? - Apertou minha barriga e ri mais - Pensei muito... Não faz cócegas - Puxei seu cabelo reclamando e ele riu - Por que não? - Roçou várias vezes sua barba em mim - Porque eu não gosto... paraaaa!!! - Gargalhava me segurando em sua nuca. Mesmo sendo errado, eu tinha a sensação de estar livre em seus braços. Gustavo me fazia sentir viva, jovem, feliz - Você foi trabalhar tão sério hoje com essa roupa - Mordi sua orelha enquanto desfazia o nó da sua gravata - Sou um homem de negócios dona Laura - Deu um tapa na lateral da minha coxa e ri - Que homem gostoso - Falei descaradamente e puxei seu blazer o jogando no chão - Você também é uma mulher muito gostosa - Abraçou minha cintura e se levantou comigo no colo, me jogou no sofá maior e eu ri com o impacto - Esse vestido é muito bonito, mas não vamos precisar dele - Subiu no sofá comigo - Não? - Mordi os lábios e ele negou - Quero você nua... tira - Puxou meu vestido e levantei os braços para ele terminar de tirar - Isso - Sorriu olhando meu corpo - Sempre quis te ver assim - Passou as mãos pela minha barriga - E gostou de ver? - Falei o encarando - Amei, você é linda - Sussurrou - E muito gostosa - Ri ao ouvir e puxei seus braços, ele ficou totalmente por cima de mim - Será que finalmente eu te ter por completo? - Puxou meu cabelo e esfregou a boca na minha - Vai, a tarde toda, quantas vezes quiser - Respondi e desabotoei a camisa dele - Eu vou querer muitas - Sussurrou e rimos - A vontade...- O agarrei com as pernas e ele apertou com força minhas coxas. Seus lábios deslizaram lentamente por meu pescoço e fechei os olhos acariciando suas costas e seu cabelo - Que pele deliciosa, adoro seu cheiro - Me lambia e depois mordia. Chegou em meus seios e chupou cada um deliciosamente. Eu olhava sua boca faminta grudada em mim e gemia sorrindo. Seus lábios desceram por meu corpo e encheu minha barriga de mordidas, eu me encolhia ao sentir - Ahh - Puxei seu cabelo e ele esticou as mãos em meus seios os massageando. Estavam tão vermelhos e era tão gostoso senti-lo devorar cada parte de mim que não ligava para as marcas que ficariam. Me desesperei quando ele arrancou minha calcinha. Apoiei as pernas em seus ombros e ele logo tocou minha intimidade. Me olhava fixamente enquanto a massageava lentamente - O que você faz comigo? Eu só consigo pensar em você - Falei me contorcendo e ele sorriu satisfeito. Afundou o rosto em minha intimidade, passou devagar a língua por toda extensão dela e senti meu corpo flutuar - Guto - Choraminguei - Você é perfeita - Apertei meus próprio seios e ele voltou a esfregar a lingua em mim. Dessa vez a penetrava e tirava, depois apenas sugava meu ponto de prazer. Ele sabia exatamente o que me falar e o que fazer. Ainda nem tinhamos chegado ao ato, mas todos os momentos com ele, sem dúvida foram os mais prazerosos da minha vida - Guto...Você me deixa louca - Grudei seu cabelo com tanta força, puxava sem dó e isso o estimulava. Devorou minha intimidade o quanto quis. Mordeu várias partes de minhas coxas e eu gritei com seus dentes puxando minha pele. A melhor sensação já estava me dominando. Sentia minhas pernas tremerem - Guto... Ai Guto - Eu gemia tanto seu nome -  Ergui os quadris, o prendi puxando seu cabelo e rebolei em seu rosto como uma desesperada, Gustavo literalmente me devorou, apertava meu bumbum e dava tapas sobre ele. Eu tinha pavor de levar tapas do meu marido e ficava brava quando acontecia, mas até isso com Gustavo era bom e adorei sentir minha pele formigar a cada estalo forte que sua mão dava contra mim. Logo desabei - Ahh - O soltei e apertei meus seios - Você é deliciosa - Beijou minha virilha, minhas coxas e várias vezes minha barriga. Abri os olhos e sorri pra ele,acariciei seus cabelos enquanto sua boca roçava minha pele. Meu corpo estava à sua disposição. Ele olhava e passava a mão em cada parte. Se ajoelhou entre minhas pernas e foi abrindo seu cinto. Levantou minha perna esquerda em seu ombro e mordeu minha panturrilha, depois beijou meu pé - Finalmente eu vou ser sua - Sussurrei mordendo os lábios - De um jeito bem gostoso - Sua voz rouca ecoou mas logo foi abafada pelo barulho do interfone - Não é possível! - Gustavo falou bravo - Não acredito nisso. Sempre tem alguém pra estragar! - Passei as mãos no meu rosto - Esquece - Reclamou - Não dá, meu carro está lá fora - Sentei com pressa ainda nua - Vamos deixar tocar - Segurou meu braço - Não, meu carro está lá. Sabem que tô aqui - Coloquei minha calcinha com pressa - Preciso ver quem é - Levantei - Ah não - Me abraçou por trás e beijou minhas costas várias vezes - Guto não - Ri soltando suas mãos de mim. Virei de frente - Sobe pro seu quarto - Falei afobada e nos beijamos bem rápido, Gustavo pegou a camisa dele e atendi - Quem é? - Finalmente Laura, tá um calor horrível, abre logo - Liberei o portão ao ouvir a voz de Manoela - Droga! - Esbravejei e logo vi ela atravessando o jardim com umas sacolas. Abri a porta e não disfarcei meu incômodo em vê-la - Como sabia que eu estava aqui? - Perguntei séria - Eu passei na escola e falaram - Analisou minha roupa curta, em seguida beijou meu rosto e entrou. Olhou em volta e viu a pasta jogada na poltrona, com o blazer caído no chão - O Antônio está aí? - Me olhou - Não...- Você está sozinha? - Neguei - Então quem está aí? - Apontou pras coisas - O Gustavo!  -


Notas Finais


Comentem o que acharam


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...