História Em família - Capítulo 20


Escrita por: ~

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Categorias Eliane Giardini
Personagens Eliane Giardini
Tags Antônio Fagundes, Eliane Giardini, Werner Schunemann
Visualizações 114
Palavras 2.756
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Adultério, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


A pedidos, postei mais um hoje
Porque vocês estão acompanhando e comentando, por isso como forma de agradecimento
Teve esse 'bônus'
Espero que gostem

Capítulo 20 - Capítulo 20


Fanfic / Fanfiction Em família - Capítulo 20 - Capítulo 20

- E cadê todo mundo? - Perguntou largando as sacolas - O Antônio está numa conferência, e...o... o Guto o Gustavo veio pra casa, não sei por que - Gesticulei - E você não deveria estar na escola? - Me analisou - Eu vim pro almoço - Respondi - Por que esse vestido tão curto? Tá marcando seus peitos - Apontou e olhei pros meus seios - Eu estou em casa e tá calor - A olhei de volta - E cadê a Maria? - Pediu pra sair mais cedo. É um interrogatório? Que coisa! - Me irritei e Manu riu - O bom humor de sempre! - Revirei os olhos - Senta, a Maria deixou o almoço pronto. Vamos almoçar? - Calcei meu chinelo - Chama o Guto pra almoçar com a gente - Sorriu - Não vou ficar incomodando ele. Ele chegou e foi direto pro quarto - Menti - Se você não chamar, eu mesma chamo - Levantou - Tá tá,  eu chamo. Você é louca - Ela riu. Subi alguns degraus da escada e o chamei - Gustavo? - Oi? - Desce pra almoçar comigo e com a Manoela, vamos por a mesa - Já vou! - Ele gritou e fui para a cozinha com minha irmã. Arrumamos a mesa e quando sentamos, Gustavo apareceu. Estava com uma camisa polo azul escura e de bermuda branca. Sorri sem mostrar os dentes pra ele e Manoela levantou - Quem é vivo sempre aparece - O agarrou pelo pescoço e ele a abraçou pela cintura - Obviamente eu adorava minha irmã, mas sua personalidade estrionica, totalmente ao oposto da minha, estava me incomodando muito - Coloquei esse prato especialmente pra você. Né Laura? - Piscou pra mim e ele sentou - Obrigado, Manu - Sorriu e ela sentou de volta. Não estava acreditando que Manoela havia acabado com a minha tarde. Almoçamos durante uma conversa que foi agradável, depois fomos para a área coberta lá fora próxima a piscina - Se eu não tivesse comido tanto daria um mergulho - Manoela falou e levantou a blusa passando as mãos pela barriga - Com esse clima, eu queria morar dentro da piscina - Gustavo respondeu - Eu tenho preguiça - Cruzei a perna e percebi que Manu olhou fixamente para minha coxa. Segui seu olhar e vi uma baita mancha vermelha. Era uma das mordidas de Guto. Rapidamente descruzei e puxei meu vestido para baixo e ela desviou ao ver que notei seu olhar - Tá vendo como a Laura é chata? Sempre do contra - Reclamou - Você que é insuportável, sempre foi - Revirei os olhos e Gustavo riu - Irmãs...- Balançou a cabeça - Deixa a Alice ter uma pra você ver como é - Manoela falou - Só a Alice já está ótimo - Ele riu - A gente reclama, mas é tão bom né? - Falou sorrindo e Gustavo concordou - Você fica 9 meses com o barrigão, esperando e quando nasce aquela coisinha dá um medo - Manu gesticulou - E quando passa a noite inteira chorando? - Gustavo falou - E no meu caso que são gêmeos?  Um chorava e acordava o outro - Ela riu - Dois de uma vez não dá - Ele balançou a cabeça. Os dois continuaram falando sobre gastos, remédios e coisas para crianças. Guto contou sobre quando Alice nasceu e Manu falou sobre seu parto. Eu estava no dia, mas não podia falar com a propriedade que ela falava, Guto riu dos medos e inseguranças que ela contou de forma teatral. Também ri, mas no fundo fiquei triste porque não sabia sobre nenhuma emoção que ela estava falando. E foi a primeira vez em minha vida que senti vontade de ser mãe e fiquei triste por isso. Os dois se introsaram tanto no assunto maternidade, que por um momento parecia que eu não estava ali. E mais uma vez senti ciúme - Eu vou pegar sobremesa, vocês querem? -Levantei e só Gustavo aceitou - Eu vou te ajudar - Não precisa, eu trago - Falei séria e sai. Mas ele levantou também e me seguiu. Abri a geladeira e peguei a travessa de pudim. Ele trouxe as duas tijelinhas - Tá tudo bem? - Segurou minha mão e com a outra cortei o doce - Tá - Soltei sua mão e peguei a tijela para servir - Gustavo olhou pra trás e se certificou de que Manu ainda estava lá fora - Uma pena sua irmã ter estragado tudo - Beijou meu ombro - Depois a gente conversa, antes que ela venha atrás - O empurrei levemente e voltamos para a área - Esqueci de falar, em uma daquelas sacolas eu trouxe um presente pra Alice - Não precisava se preocupar, Manu - Gustavo falou comendo - Ela vai demorar pra voltar da escola? Queria entregar - Daqui duas horas e meia - Respondi - Ah Guto, então você vai me fazer um favor - Ela apontou - O que? - Vamos comigo no mecânico, eu não gosto de ir sozinha e então podemos buscar a Alice e eu entrego o presente - Não sei se consegui disfarçar minha cara de insatisfação e Manoela me olhou - Você não se importa né mana? - Piscou pra mim e sorri - Claro que não! - Respondi - Eu tinha que trabalhar em uns papéis - Gustavo falou sem graça - Mas é rápido. Eu juro. Não custa nada! sou irmã da sua cunhada, mereço umar ajuda - Insistiu - Tudo bem - Ele respondeu educado e fomos para dentro. Manoela pegou as sacolas e os levei até o portão. Era claro o meu descontentamento e percebi a falta de vontade de Gustavo em ir com ela. Acenamos chateados um para o outro e Manoela saiu sorridente como se estivesse levando um prêmio. Apesar de tudo, valeu a pena os momentos que passamos antes de minha irmã interromper. Eu estava encantada pela forma que Gustavo se preocupava comigo. Ele me tratava com carinho, atenção e respeito. Mesmo com as circunstâncias eu sabia que ele me respeitava. Me pegava sorrindo por lembrar de nós e aproveitei meu bom humor para resolver algumas coisas em casa durante a tarde. Alice realmente me fazia falta, a casa estava em silêncio e me senti sozinha. Mas não demorou muito e logo ouvi o barulho do portão ser aberto. Levantei, olhei pela janela e vi Alice correndo em direção a porta. A abri e a peguei no colo - Tia!!! - Abraçou as pernas em minha cintura - Que saudade - Falei e beijei seu ombro - Por que você não me buscou? - Reclamou e Gustavo chegou com algumas sacolas de supermercado - Porque não trabalhei hoje. Mas amanhã eu vai ser eu - Ela agarrou meu pescoço e beijou minha bochecha várias vezes e ri - Que delícia!!! - A apertei em mim - Esqueceu seu presente?  - Guto chegou do nosso lado e entregou uma flor na mão dela - Tia, eu colhi - Me entregou e fiquei muito feliz com esse gesto. Era impressionante o carinho que sentia por Alice. E adorava ver que ela sentia o mesmo - Que flor mais linda - A peguei e cheirei - Eu adorei - Beijei seu nariz - Daddy, dá a sua - Falou animada e ri olhando pra Gustavo - Essa foi eu - Me entregou e meus olhos brilharam para ele - Deixa a tia agradecer o daddy - Coloquei Alice em pé no sofá e envolvi os braços no corpo de Gustavo. Ele me apertou em um abraço delicioso - Quero te dar muito mais que uma flor - Sussurou no meu ouvido e passei a mão na sua nuca - Você ja me dá - Beijei seu ombro e Alice nos abraçou juntos - Daddy e titia, daddy e titia - Cantou e começamos a rir - Para de bobagem Alice - Apertou o nariz dela e fomos para a cozinha. Coloquei as flores em um copo com água e o deixei na janela - O que você trouxe nessas sacolas? - Falei enquanto Guto guardava - Coisas pro jantar. Sua irmã passou no supermercado e aproveitei - Respondeu - Tia, sua irmã is boring - É? Então vocês ficaram bastante tempo juntos - O olhei - Mas foi com as crianças, fomos na sorveteria - Por que ela é chata, Alice? - Encostei no balcão e a olhei - O cabelo dela é muito liso e ela me deu uma bola feia - Nós rimos - Para de ser mal agradecida - Falei e ela fez careta - Mas você vai me ajudar com o jantar - Guto apontou - Eu não cozinho bem - Ri - Mas pode ser minha assistente - Vou tentar - O ajudei a tirar as coisas e guardar no armário - Alice, vai tomar banho e traz a tarefa pra fazer aqui - Falei - Tá bom - Ela logo obedeceu. Assim que ouvimos ela subir o degraus, Guto me abraçou minha cintura por trás - Eu pensei em você o tempo todo - Falou em meu ouvido e virei de frente - Pensou nada. Ficou flertando com a Manoela - Apertei seu rosto - Não, fiquei pensando na irmã dela... Na Laura - Ri ao ouvir - Que tipo de pessoas nós somos? - Esfregou o nariz pelo meu - Pessoas que se metem com irmãos errados - Gargalhei ao ouvir - Que horror Guto! - Puxei seu lábio e ele me beijou - A gente não pode ficar se beijando pelos cantos, o Antônio pode chegar - Empurrei seu peito - Acho que ele vai demorar - Nos afastamos - O que vai ter de janta? - Perguntei - Uma coisa que eu sempre comia quando comecei a morar sozinho com a Alice nos EUA - Enlatados?  - Ri - Você tá duvidando de mim? - Ele riu também - Me fala o que - Carbonara - Sorriu - Hummm, eu adoro, vamos ver se você sabe mesmo - Brinquei. Ele colocou o bacon na bancada e enquanto cortava eu o abracei por trás - Você tá me desconcentrando - Falou rindo quando comecei a beijar suas costas - Não. Se concentra, eu quero um macarrão bem gostoso - Passei a mão por seu abdome e ele se virou pra me beijar mas Alice apareceu bem na hora - Cuidado vai cair de novo - Segurou meus braços para disfarçar e Alice riu - Desculpa - Respondi rindo também - Vou te ajudar, amor - Falei pra Alice e sentamos juntas. Enquanto Gustavo cozinhava para nós, eu ajudava ela com a tarefa. Depois fiz o suco enquanto ela tentava por a mesa. Quando estava a sós com eles, sentia realmente como era ter uma família. O clima era leve, descontraído, feliz. Por mais que Guto tivesse problemas na empresa, ele não trazia pra casa, muito diferente de Antônio. Jantamos e fomos pra sala, ficamos tomando o vinho que ele trouxe enquanto Alice brincava. Tomamos a garrafa toda e nesse tempo ela dormiu. Gustavo foi leva-la pro quarto e eu tentei ligar para Antônio, mas ele como sempre não atendia e fiquei feliz por isso - Eu acho que tô bêbada - Falei rindo quando Gustavo voltou - Eu bebi muito mais que você - Ele riu - Mas eu sou fraca - Falei com manha - Vamos fazer um jogo? - Ajoelhou de um lado da mesa de centro e deitou a garrafa vazia sobre ela - Que jogo? - Ajoelhei do outro lado, ficando de frente - Verdade ou consequência? - Ri ao ver ele mexer a garrafa - Exatamente - Piscou - Nem lembro a ultima vez que fiz isso - Segurei a garrafa - Nem eu, mas vamos lembrar agora - Sorriu - Tá, eu começo - Falei - Ok, a ponta é verdade e a parte de trás consequência - Explicou e girei. A ponta caiu para ele - Pode falar - Me olhou - Hum...É verdade que a Manu deu em cima de você o tempo todo quando estavam sozinhos? - O encarei - É - Ele riu e revirei os olhos - Sua vez - Ele girou e caiu consequência para mim - Sua consequência é levar um chupão, vem aqui - Apoiou as mãos na mesa e se inclinou para frente.  Fiz o mesmo. Ele passou a língua entre meus seios e puxou levemente minha blusa, chupou uma parte escondida e puxei seu cabelo - Não marca - Ele riu se afastando. Girei e outra vez caiu verdade - É verdade que você já beijou a Manu? - O olhei - É - Fiquei séria ao ouvir - Não acredito, Guto! - Foi no dia da praia e não teve nada demais - Tá, gira isso - Falei irritada e ele girou. Caiu em verdade - Verdade que você realmente não queria que eu viesse morar aqui? - Me olhou - É - Respondi querendo rir - A vida da voltas - Apontou e nós rimos - Eu que o diga - Girei e caiu em verdade - É verdade que você já....- Gaguejei com um pouco de vergonha - Ah, já fez aquilo pensando em mim? - Ele riu alto - Aquilo o que? - Fiz sinal com a mão e ele gargalhou - Não entendi - Entendeu sim - Ri também - Fala - Tentou falar sério - Já se tocou pensando em mim? - Ele se inclinou mais pra frente na mesa - Muitas vezes, você sabe, já me espiou - Dessa vez foi eu quem gargalhou - Eu não tava te espiando, aquele dia eu entrei pra te acordar - Bati na mesa - Tudo bem, eu gostei - Falou e nós rimos - É verdade que você e o Tony transam com frequência? - Levantou a sobrancelha e neguei com a cabeça - Com nenhuma frequência - Respondi - É verdade que você quer transar com a Manu? - O encarei apreensiva - Eu quero transar com você - Coloquei a mão no rosto e ri - Mas agora vamos girar certo - Girei a garrafa e caiu em consequência - Eu quero uma pergunta. Pode ser? - Ele concordou - Quando você se interessou por mim? - Só vou responder se você vier aqui - Sentou no tapete com as costas encostada no sofá e bateu em sua perna. Engatinhei pelo tapete até ele e sentei de costas em seu colo, deitando em seu peito - Me interessei quando você falou que a educação americana era péssima - Gargalhei e ele beijou meu pescoço - Não fazia nem 15 min que você estava aqui, não vale - Tá vendo, em menos de 15 min você me tratou mal - Fez drama e deslizou as mãos pela minha barriga - Mas agora eu sou tão boazinha pra você, não sou? - Falei dengosa e subi suas mãos pros meus seios por baixo da minha blusa - Humm - Suspirei quando ele apertou - Vamos pro meu quarto, eu não aguento mais, preciso sentir você- Coloquei a mão pra trás e puxei se cabelo - Eu também preciso, mas agora é arriscado... - Falei baixo - Tudo entre nós é arriscado. Você está disposta a se arriscar? - Perguntou em meu ouvido - Estou, tô disposta a tudo por você - Ele passou a chupar meu pescoço de uma maneira deliciosa - Humm...Sabia que eu nunca senti tanto prazer? E a gente nem foi até o fim - Sussurrei e coloquei as mãos por cima das dele - Você é diferente, Laura. Tudo em você é melhor - Mordiscou meu pescoço - Me espera de madrugada? - Pedi enquanto ele esmagava meus seios - Você me deixa louco - Mordeu minha orelha e arrepiei completamente - Me beija - Virei o rosto pra trás - Essa boca gostosa - Falou depois chocou nossos lábios e nossa respiração estava ofegante - O Antônio - Ele me empurrou ao ver a luz do farol invadir o quintal - Meu deus - Levantei no impulso e me deitei no sofá. Logo o carro foi desligado e Guto não teve tempo de correr.  Deitou no tapete e fingiu estar fazendo abdominal. Liguei a tv pelo controle e continuei deitada olhando pra tela. Antônio entrou, primeiro olhou para mim, em seguida encarou Guto e por último seus olhos pararam na garrafa vazia que continuava em cima da mesa.



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