História Em família - Capítulo 21


Escrita por: ~

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Categorias Eliane Giardini
Personagens Eliane Giardini
Tags Antônio Fagundes, Eliane Giardini, Werner Schunemann
Visualizações 235
Palavras 2.698
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Adultério, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


+18

Capítulo 21 - Capítulo 21


Fanfic / Fanfiction Em família - Capítulo 21 - Capítulo 21

- Vocês beberam? - Antônio se aproximou e perguntou vendo a garrafa deitada na mesa. Guto parou os abdmonais e sentou no tapete - A Manu veio aqui e tomamos um vinho - Falou e sentei no sofá - Você demorou, Antônio -  Mudei o assunto - Eu sai com uns amigos - Sentou na poltrona - Então você e a Manu estão ficando íntimos? - Antônio riu - Já até se beijaram - Falei disfarçando meu tom - Sério Guto? - Ela me beijou, na verdade. Me agarrou mesmo - Explicou e me olhou - A Manu é doidinha, cuidado que uma hora ela te ataca - Apontou rindo - Eu vou pro quarto descansar - Guto levantou e levou a garrafa de vinho vazia com ele. Antônio e eu ficamos na sala - Tem comida no microondas - Apontei pra cozinha - Aonde você vai? - Me segurou quando ia passar - Vou subir pra ler um pouco - Eu acabei de chegar, você tava vendo tv com o Guto, por que não pode ver comigo? - Falou sério e me sentei ao seu lado. Cruzei a perna e fiquei olhando fixamente pra tv. Antônio jantou na sala e ficava passando a mão na minha perna e dando beijos por meu ombro - Você tá cheirando cerveja, para - Empurrei sua mão - Não quer assistir? - Apontei pra tv e ele decidiu não discutir. Deitou a cabeça em meu colo e ficamos assistindo a televisão. Algum tempo depois subimos pra deitar e eu lia enquanto Antônio tomava banho. Quando saiu, veio engatinhando pela cama e parou de joelho perto de mim - Me dá um beijo - Pediu e lhe dei um selinho - Não, um beijo - Segurou firme meu rosto - Um beijo de verdade - Abocanhou meus lábios e me beijou. Foi subindo por cima de mim e já segurando meus braços - Não Antônio, não - Pedi tentando me soltar - Eu quero e quero agora - Mordeu meu ombro - Eu também... mas tô naqueles dias, para - Menti e consegui livrar minhas mãos depois empurrei seus ombros - Não acredito - Reclamou deitando do meu lado - Não é minha culpa - Me virei de costas pra ele. Nesse momento senti a culpa da traição. Mentia descaradamente e não sabia por quanto tempo iria conseguir suportar isso. Antônio havia voltado a beber, estava cada dia mais descontrolado emocionalmente e eu tinha medo do que aconteceria quando eu pedisse o divórcio. Eu sei que eu estava errada, eu deveria parar e me afastar,  mas só de pensar em Gustavo me esperando lá em baixo, eu desistia da ideia de ficar longe. 

Esperei Antônio entrar em sono profundo e sai descalça do quarto. A casa estava escura e em total silêncio. Andei até a cozinha e Gustavo estava encostado no balcão. Fui até ele e o abracei com força - Eu tô me sentindo tão culpada - Deitei em seu peito - Calma, o que foi? - Apertou minhas costas - Essa situação de mentir, querer você mas ter que dormir na mesma cama que ele. Eu preciso me separar - O olhei - Eu sei que a sua situação é ainda mais difícil, não vou te pressionar. Eu te amo muito, Laura. Você transformou a minha vida mas se você quiser que eu me afaste até as coisas se resolverem - Não - Segurei seu queixo - Claro que eu não quero - Esfreguei a boca por seu rosto - Eu posso comprar uma casa, saio daqui e a gente vai poder se encontrar enquanto você se separa - Ele segurou meu cabelo e falou contra meus lábios - Você e a Alice se tornaram minha família, não posso e nem quero ficar longe - Fechei os olhos e gemi baixo com o chupão em meu pescoço - Vamos pensar no agora e depois a gente vai decidir, tá bom? - Mordeu minha orelha - Eu tô viciada em você, Guto. De um jeito que nunca senti antes por ninguém - Arranhei seus braços e ele me sentou na mesa - Eu também. Viciei no seu cheiro, na sua pele,  no seu gosto - Sua voz rouca soava em meu ouvido enquanto ele massageava meus seios -

 

Narrado por ele

Laura estava com um baby doll rosa, com detalhes de renda preta. A blusa era de alcinha e o short tão curto que quando ela sentou subiu completamente, estava mole sobre a mesa, com as pernas em volta de mim, deixando eu chupar cada parte do seu corpo. Nos beijamos com desejo. Puxei seu cabelo e fiquei louco com os gemidos que ela dava em minha boca. É uma mulher linda, refinada, doce, mas que é capaz de enlouquecer qualquer homem com seu jeito sexy que nem ela mesmo sabe que tem. Segurou meus cabelos e os puxou quando coloquei os dedos em sua intimidade pela lateral do short. Ele era larguinho e facilmente a estimulei - Ahhh - Mordeu meu lábio - É arriscado transar aqui,  Guto - Sussurrou ofegante quando tirei seu short - Você não gosta de adrenalina? - Puxei seu cabelo e ela começou a me puxar com as pernas - Me ensina a gostar - Levantou minha camisa e a tirei. A empurrei deitada e inclinei o corpo sobre ela. Puxei as alças do pijama pra baixo, sem tira-lo por completo, seus seios ficaram expostos, apertei um ao mesmo tempo que chupei o outro - Quis tanto seu corpo - Sussurrei e ela puxou meu cabelo gemendo. Em seguida subi os lábios por seu colo e ela me puxou até alcançar minha boca - Eu quero ser só sua - Respondeu e nos beijamos. Laura segurou meu membro e o estimulava enquanto nos beijávamos. Não aguentava mais esperar, precisava dela agora, segurei sua mão e empurrei apenas a ponta em sua intimidade - Ahhhh - Ela parou de me beijar ao sentir - Guto - Choramingou e me apertou - Humm - Gemi junto quando empurrei mais - Ahh Guto - Me chamava alucinada e arranhava minhas costas mas seu estado piorou quando estimulei seu ponto de prazer enquanto a penetrava. Fiquei totalmente em pé e firmei sua cintura, apertando com força. Me movimentava lentamente me deleitando com a visão do corpo dela largado na mesa. Laura me olhava hipnotizada e massageava seus seios. Fui aumentando as investidas e  seu corpo balançava junto com a mesa que rangia - Isso Guto, assim que eu gosto - Ela falava sensual e se segurava nas laterais da mesa. Peguei ela no colo. A girei e a sentei no balcão ao lado da pia. Laura apoiou suas mãos pra trás e encostou a cabeça na janela, olhando pra cima em busca de ar. Dessa vez eu a penetrava muito mais rápido. Ela me apertava com as pernas, me instigando a ir mais fundo. Sua intimidade me guardava por completo e era delicioso senti-la tão quente, tão molhada. Apertou minha bunda com as duas mãos - É tão gostoso, não para Guto - Sussurrava ofegante e mordia meu peito.

 

Narrado por ela

Nunca imaginei que pudesse ser tão bom. Guto apertava minha cintura e não tinha dó de fazer com força. Cravei as unhas em seus ombros enquanto ele se deliciava em meu seio e eu aproveitava para falar em seu ouvido - Guto, você vai me fazer gozar de novo - Comecei a gemer mais alto com a loucura que me invadia - Geme baixinho amor - Apertou meu rosto e esfregou nossas bocas - Baixinho - Repetiu esfregando meu clitóris muito rápido enquanto me olhava - Eu não consigo é muito gostoso, não tenho mais forças - Arranhei forte suas costas mas ele diminuiu as estocadas - Não Guto, eu tô quase - Implorei e tentei puxa-lo mais - Vai gozar só quando eu deixar - Mordeu meu queixo - Deixa, por favor, é tão gostoso com você - Eu mesma esfregava meu sexo enquanto suplicava. Ele me segurou no colo e virou rapidamente até encostar suas costas no balcão - Mostra que é gostoso mesmo, rebola, faz a gente gozar, depende de você - Sua voz rouca e safada me deixou louca. Me pendurei em seu pescoço e chocava meu sexo no dele com pressão. Como se nossas vidas dependessem disso - Isso Laura - Apertava firme minhas coxas - Que delícia você é, mais do que eu imaginava - Ele estava agarrado em meu corpo. Gemendo contra meu pescoço suas palavras aumentavam ainda mais o meu prazer - Eu quis tanto isso, imaginei você tantas vezes dentro de mim - Confessei contra seus lábios sem parar de me movimentar - Então não para - Ele sussurrava ofegante com o mesmo desespero que eu. Sentir seu membro entrar e sair de dentro de mim, era a melhor coisa que eu já havia experimentado. Eu literalmente estava louca - Eu te amo Guto, eu te amo muito - Estava tão alucinada que sussurrava descontroladamente no ouvido dele - Fala mais - Grudou a mão em meu cabelo e o puxava com força - Eu te amo - Repetia com a testa colada na dele - Te amo muito - Chupei seu lábio e ele se derramou dentro de mim, soltando um alto gemido de satisfação que me deixou aliviada. Adorei sentir seu prazer dentro de mim, com ele tudo era diferente, tudo era melhor. Não aguentava mais, senti meu corpo se encher de espasmos com a sensação que só ele me fazia sentir, logo a paz me invadiu e minhas pernas adormeceram - Ahh - Ele me calou com um beijo e paramos sem ar - Eu te amo ainda mais - Falou ofegante em meu ouvido. Estavamos muito suados. Me sentou no balcão outra vez e encostei na parede de olhos fechados. Ele deitou a cabeça em meu ombro e ficamos abraçados em silêncio. Estava esgotada, agora sim eu sabia o que era ficar satisfeita. Nossos corpos exalavam calor e cada parte de mim formigava. Estava literalmente extasiada. Passei a mão pelo cabelo do Guto e desci por suas costas sentindo seus músculos e sua pele suada. Depois de alguns minutos assim, ele roçou o nariz pelo meu e acariciei seu rosto. Sorrimos um para o outro e nos beijamos com carinho - Vem ficar um pouquinho no meu quarto comigo? - Falou baixinho, me puxando pra levantar - Vamos - Vesti rapidamente a parte de baixo do baby doll e ele pegou sua camisa.  Guto segurou minha mão e subimos sem fazer nenhum barulho. Do corredor era possível ouvir os roncos de Antônio. Assim que entramos, Guto trancou a porta.

 

Narrado por ela

Não podia acreditar que Laura estava ali comigo. Finalmente me senti completo desde que cheguei. Ela não era a mulher que Antônio desdenhava e me apaixonei a cada dia pelo seu jeito de falar, de sorrir, pela paciência e pelo carinho que colocava em tudo o que fazia. Era uma loucura ser seu amante. Era imperdoável trair o meu irmão, mas Laura dominou não só meus pensamentos, mas também meu coração. A encostei contra porta e ela abriu aquele sorriso que eu amava. Puxei sua blusa e a joguei no chão. Beijei seu rosto - Você é tão linda - Desci a boca por seu pescoço - Tão cheirosa - Ela fechou os olhos - Eu não vou mais te soltar - Esfreguei os lábios em seus seios eriçados e lembrei de cada vez que eu observava seu corpo sem que ela percebesse. Fui abaixando e além de beijar, delineei sua barriga com a língua e sorri ao ver sua pele arrepiar. Puxei seu short e o tirei, sua barriga se movia rapidamente pela respiração ofegante. Mordi sua coxa e ela apertou minha nuca - Isso - Sussurrou quando mordi sua intimidade. Apoiou uma das pernas em meu ombro e a suguei várias vezes. Seu gosto me excitava e eu apertava seu bumbum com as duas mãos pra devora-la mais - Ahh, ahhh - Ela tapava a própria boca pra abafar seus gemidos manhosos. Levantei e ela se segurou em mim. Fui dando passos pra trás enquanto nos beijavamos. Caímos na cama e ela puxou minha calça com a cueca e finalmente ficamos completamente nus. A puxei pra cima de mim e ela me agarrou com as pernas - Senta - Apertei sua cintura e ela apertou meu membro. Me encarava e o estimulava. Foi se sentando devagar - Isso Laura - A segurei pelo pescoço e nos beijamos - Eu queria ter te conhecido naquela sorveteria - Falou entre os gemidos enquanto subia e descia em cima de mim - Eu teria insistido - Falei e sorrimos ofegantes. Ela esmagava os seios contra meu peitoral e eu não a soltava de meus braços. Apertei seu bumbum e ela gemia a cada tapa que levava. Fizemos por vários minutos assim, lentamente, nos encarando e nos conhecendo da maneira mais íntima - Você é minha - Fiquei por cima dela. Sua expressão e seus gemidos denunciavam que ela estava a beira do climax, segurou na cabeceira da cama com uma mão e me agarrou com a outra. Eu esmagava suas coxas de tanto apertar, a deixava firme e me deliciava dentro dela. Laura aguentou as últimas estocadas fortes que lhe dei, mas tapei sua boca para abafar seus quase gritos e só soltei quando gozamos juntos outra vez, ela falou sem força- Só sua, só sua - Mordeu meu ombro e desabei em seu corpo, suado, cansado e sentindo as melhores coisas. Laura praticamente sumia em baixo de mim e deitei ao seu lado para lhe dar espaço. Ela deitou de bruços e virou o rosto pra mim. Ficamos nos olhando em silêncio por alguns momentos. Deslizei a ponta do dedo por suas costas lentamente, até chegar no seu bumbum. Passei a mão por ele e ela beijou meu braço - Queria ter me conhecido na sorveteria mesmo? - Perguntei e ela riu - Pensando bem acho não - A puxei para mais perto e a abracei com a perna - Por que? - Ela alisou minhas costas com carinho - Porque você disse que era muito namorador - Ri ao ouvir - E você acha que eu pensaria em mais alguém se visse esses olhos verdes? - Segurei seu rosto e nos beijamos rapidamente - Não sei - Fez charme - Claro que não - A apertei e nós rimos - Vem mais pra cá - Me puxou e estendi o braço pra ela deitar  e nos cobrimos. Estavamos literalmente agarrados - Você ainda acha que sou uma bruxa? - Me olhou querendo rir - Agora eu tenho certeza - Apertei seu nariz - Por que? - Ela riu - Porque você me enfeitiçou - Apertei sua cintura e rimos - Ah Guto - Me apertou - Adoro quando você me chama assim - Beijei seu pescoço - Todos te chamam assim - Mas quando você chama, é diferente - Segurei seu rosto - Porque eu te amo - Falou sussurrando e nos beijamos - Te amo - Respondi dando selinhos e ela sorriu -  Descansa um pouquinho - Beijei sua testa - Eu tenho que voltar - Falou e beijou meu peito - Só um pouquinho - A apertei contra mim - Obrigada por cuidar de mim - Esfregou o dedo em meu queixo - Vou cuidar sempre - Apaguei a luz do abajur e nos cobrimos. Ela dormiu rapidamente. Seu rosto delicado continuava perfeito mesmo com o cabelo todo bagunçado. Beijei seus lábios e sua bochecha e ela sequer se mexeu.  Eu estava cansado e mesmo lutando contra o sono, foi impossível, dormi observando Laura em meus braços. As poucas horas que dormimos voaram. A luz entrava com força no quarto. Laura estava nua ao meu lado, agarrada em meu peito. Mas não foi isso que me despertou e sim o barulho incessante das batidas e dos chamados na porta - Gustavo???? Gustavo??? - As batidas continuaram - Laura, Laura - A cachoalhei e ela abriu os olhos assustada - Nós perdemos a hora - Sussurrei e sentei na cama.



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