História Em Meio a Doces e Flores - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias Seventeen
Tags Meanie
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Palavras 1.444
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Fluffy, Romance e Novela, Violência, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Hoje temos Mingyu com ciúmes, e altas descobertas (ou não). Bem vcs já sabem o q aconteceu, mas nosso WonWoo não, então tenham paciência com meu menino, ahn? Aproveitem e desculpem qualquer erro.

Capítulo 6 - Chantilly


Havia passado uma semana desde o dia em que Jihoon, o amigo médium de minha tia, nos consultou. Durante todos os setes dias, Mingyu evitou-me totalmente, sem nem mesmo uma breve explicação do porquê de fazê-lo.

Talvez ele estivesse fugindo de minhas perguntas, mas eu não pretendia questioná-lo, pois sabia que deveria ser algo difícil de dizer, já que Mingyu agia tão cautelosamente. Procurei não pensar sobre isso, até porque, depois de um tempo, ficou complicado encará-lo – tinha medo de ser ignorado.

Estava novamente substituindo MingHao durante aqueles dias, já que não estava totalmente curado de uma séria alergia na pele e o atestado médico dava-lhe 8 dias para que descansasse em casa.

– Vai passar na casa de MingHao? Ele me disse que estará sozinho lá por enquanto, já que Jun precisou viajar com o irmão para resolver alguns problemas da família. Pensei que seria bom se fossemos, para ajudá-lo no que precisar. – JeongHan perguntou-me, enquanto decorava um bolo com chantilly.

– Vou sim, alguém mais irá?

– Mingyu e Chan, nós vamos todos em meu carro. – Assenti, um pouco desconfortável com a notícia.

– Pode emprestar-me esse saco de confeitar com o chantilly? Só preciso ajeitar uma coisinha.

Estendeu o item para mim e na metade do processo para consertar o que havia errado no cupcake, estraguei-o mais um pouco.

– Aigoo! Está distraído hoje ou o que? – JeongHan reclamou e, involuntariamente, segurou o saco junto comigo para ajudar-me.

No mesmo instante, Mingyu brotou de sabe-se lá onde, parecendo um pouco – muito – impaciente. Estava com a aparência extremamente cansada, mas contive o impulso de comentar algo, apesar de sentir-me preocupado. Não entendia a vontade de ajudá-lo, mas ignorei o sentimento.

– Deixe que eu faça isso. – Balbuciou, e logo JeongHan e eu livramo-nos da situação constrangedora ao qual nos encontrávamos segundos atrás.

Ficamos o resto do tempo em silêncio, fazendo o que deveria ser feito na cozinha e evitando o olhar uns dos outros durante a maior parte do tempo, devido ao clima pesado que habitou o lugar no momento da chegada de Mingyu.

Queria compreender o porquê de seu estado, mas poderia ser um assunto um tanto delicado. É sempre o mesmo medo: parecer bisbilhoteiro e intrometido, então eu deixo tudo como está, mesmo que numa pequena e escondida parte do meu cérebro algo me diga que para fazer o contrário.

Por esses devaneios e outros – que surgiam conforme o meu pensamento mudava – terminei de ajudar na última encomenda do dia. Surpreendi-me ao ver quem havia solicitado o pedido, vendo Nayeon, a garota citada por Jihoon e amiga de Mingyu, atravessando a porta de entrada pontualmente.

– Boa tarde! WonWoo, certo? – Sorriu, mostrando os dentes fofos para mim.

– Eu mesmo. – Sorri de volta e entreguei-lhe seu pedido.

– Desculpe, mas você poderia cuidar de Mingyu por mim? Ele me disse que não dormia há dois dias, porém não contou o motivo. Estou aflita por ele, sentimento de enfermeira. – Riu meio sem graça e estendeu a mão, como se fizesse um juramento, e eu apenas assenti.

Então eles haviam se conhecido no curso de enfermagem? Não me prendi a essa dúvida e despedi-me da Nayeon.

Peguei minhas coisas para que pudéssemos ir à casa de MingHao. Encontrei-me novamente com JeongHan e Mingyu, enquanto esperávamos Chan terminar com seus afazeres no caixa.

– Você precisa dormir, Kim. – Disse, embora houvesse saído automaticamente. – Nem uma expressão brava você consegue fazer direito, veja só. Tente descansar um pouco no carro. – Já tinha falado, então não achei que seria pior se terminasse o que tinha para falar.

– Nayeon te falou algo? – Não conseguia perceber irritação em sua voz, apenas preguiça ao dizer. Logo o garoto bocejou, comprovando o que a enfermeira havia me dito minutos antes.

– Aham. – Murmurei, sem jeito.

 

Já no carro, Chan falava sem parar. O mesmo assunto de sempre: seu mais recente crush, como ele costuma chamar, e o namorado dele. Chan não sabia nem mesmo o nome desse último, apesar de vê-lo todos os dias, mas suas características me lembravam, estranhamente, o amigo de minha tia.

Naquela semana, tudo me lembrava à consulta e o que Jihoon havia dito para Mingyu. Voltava-me para aquele dia como se tivesse acontecido ontem, e já estava cansado disso. Era o único assunto que pensava, por isso não conseguia arranjar diálogos com meus colegas de trabalho.

A solução para que eu saísse daquela situação estava logo ao meu lado, mas não podia ser contatado. Dormia tão profundamente que não queria incomodá-lo. A quietude do ambiente – apesar de Chan ainda tagarelar – também me fez dormir um pouco.

Não demorou muito para que JeongHan me despertasse, já que o casa de MingHao não era longe. Acordei com a porta do carro sendo aberta, onde apoiava minha cabeça. Não caí graças à rapidez com que agi, amaldiçoando Yoon e sua falta de gentileza.

Cutuquei Mingyu para que acordasse também, embora não quisesse fazê-lo. Ele parecia em paz, sem o semblante enevoado de antes. Abriu os olhos mais lento do que o esperado, semicerrando-os logo depois.

– Já chegamos? – Balancei a cabeça em concordância e saímos, preguiçosos e sonolentos.

Estranhamente, o cansaço de Mingyu parecia atingir-me de algum modo, já que meu corpo também parecia lento.

Olhei ao redor, estranhando o lugar. Estávamos no estacionamento de um prédio, e pelo que me lembrava MingHao não morava em um apartamento.

– Ele se mudou. – JeongHan cessou minha dúvida como se estivesse lendo meus pensamentos, apesar de que acreditava estar com uma expressão de confusão no rosto momentos antes.

Logo já nos encontrávamos na frente da porta de número 471, esperando que o dono do apartamento atendesse a campainha. Em seguida, a entrada já se encontrava livre para passagem.

– HAO?! – Exclamamos ao mesmo tempo, surpresos ao ver o rosto de nosso amigo totalmente coberto por pomada. Parecia um fantasma da cabeça aos pés, dando para ver apenas alguns pontos da pele expostos.

As partes alérgicas ao qual não foram cobertas podia-se ver completamente vermelhas e algumas com feridas. Reconhecia bem o incômodo que era, por já ter passado pela situação.

Apiedei-me de meu colega e entrei, estendendo uma barra de chocolate que tínhamos separado da despensa para presenteá-lo, na tentativa de levá-lo algum conforto. Praticamente arrancou o doce de minhas mãos, convidando-nos para entrar.

Era um lugar bonito e confortável, e imaginei ser de um preço auto para o garoto conseguir pagar. Talvez Jun finalmente tivesse conseguido um bom emprego como professor de dança, afinal.

Ele também disse que iria tornar-se meu sócio quando conseguisse um trabalho fixo, o que me fez voltar a refletir sobre meus planos futuros. Ficara tão focado em outros assuntos que esquecera completamente de meus sonhos, o que nunca poderia ser feito, em minha opinião.

– Sabe, seria um bom contraste abrir uma confeitaria e uma floricultura. Quero dizer, os dois juntos soam como algo realmente bonito, ahn?

Estava tão avoado que não reparei quando Chan começou a falar sobre minhas vontades. Olhou sugestivo para mim, como se esperasse uma resposta animada.

– Ahn, soa uma boa ideia, realmente.

Cogitei sobre aquilo, distraindo-me novamente. Vi Mingyu implorar para que pudesse ir ao quarto dormir um pouco, mas foi só. Minhas ideias iam e voltavam, e a caaa imaginação, parecia possível que meus desejos se tornassem algo concreto.

 

De noite, JeongHan sugeriu que fossemos embora. Era tarde e o trânsito ficaria agitado, já que a maioria das pessoas saia de seus trabalhos. Encarregaram-me de acordar Mingyu, apesar de que eu não entendia o porquê de todos tentarem para que eu sempre interagisse com ele. De dez pedidos, nove tinham relação com Kim.

Abri a porta do quarto calmamente, para que o barulho não o assustasse. Aproximei-me e sacudi de leve o seu ombro, mas ele apenas balbuciou algo inaudível e virou-se para o outro lado.

– Kim, acorde. Mingyu! – O sacudi mais apressadamente, e ele logo despertou.

– Ahn? Não quero ir embora. – Falava arrastado, e não sabia se ele estava totalmente consciente. – Eu vou lembrar-me da minha avó e de meu avô, não irei conseguir dormir de novo.

Franzi a testa, estranhando a frase. Lembrei novamente de quando fui para sua casa, e da frase que havia escrito.

“Não há o que temer, apenas saia. Meu marido desgosta de visitas”.

Meu marido. Então o espírito que me enviou a mensagem seria o mesmo de sua avó? Jihoon disse algo sobre “ela” ainda estar aqui – mas não especificou quem – e não ter conseguido ir por alguma mentira criada.

Escutei um alerta no celular de Kim e, impulsivamente, peguei-o. Era uma mensagem.

[Nayeon]

Gyu, temos um problema. Eu acho que seu pai descobriu sobre nossa farsa. Ele ficará enraivecido se souber que tudo aquilo foi em vão.

O que diabos Kim Mingyu estava escondendo?


Notas Finais


Oi gente, então. Eu não vou explicar nada n, só falar pra focar em Nayeon e enfim. Eu fiquei triste pra - desculpa a palavra - caralho pq n sei se vcs gostaram do cap anterior, mas agora to foda-se. Enquanto MDF me agradar, eu estou feliz e realizada. É ÓBVIO que comentários são um incentivo maravilhoso, mas eu cansei de usá-los para minha satisfação ao invés de me sentir feliz com o que faço. Enfim, se puderem comentar é o maior favor, eu vou ficar realmente grata e animada, mas é isso.
Amo vcs, até o próximo cap.


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