História Em minhas lágrimas - Chanbaek - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Personagens Originais
Tags Baekyeol, Chanbaek
Exibições 13
Palavras 742
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Artes Marciais, Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Fluffy, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shoujo-Ai, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Sim, eu demorei mais de 7 dias para postar, e peço desculpas. Espero que me perdoem, e gostem desse ep.

Escrevi ele todo na sala de aula, pois o tempo está muito corrido, então peço desculpas caso esteja muito pequeno. XOXO

Capítulo 2 - Capítulo 2


Continuei a andar, mas desconfiado e com medo por causa do sumiço dessas pessoas. Esses casos tinham acontecido em vários bairros pobres, cada um distante do outro, isso fazia a polícia suspeitar de que fossem várias pessoas. Apertei o pé para casa, pois já estava meio perto. Meu coração estava acelerado, com medo de ser mais uma vítima da cruel sociedade que abrangia minha cidade. Quer dizer, Seul não era violenta aos olhos das pessoas de fora, mas para quem morava em certos bairros, poderia ser a cidade mais perigosa do mundo. Um dos lugares mais seguros do mundo? Um piada. Realmente, ninguém se importa com a vida do pobre.

Cheguei em casa, depois daquela pequena corrida contra o medo. Minhas pernas são longas, isso ajudava na hora de correr, mas eu não sabia se aquele sequestrador teria pernas longas. Bom, eu sei que não era o sequestrador, provavelmente, mas minha paranóia me fazia pensar coisas absurdas. Entrei em casa, respirando como se tivesse corrido 60 quilômetros. Depois de fechar a porta, tomei um tempo para tentar controlar a respiração, enquanto arremessava minha bolsa em um sofá logo ali. Após minha respiração já estar um pouco controlada, tranquei a porta, lembrando que o novo trabalho de minha mãe ocupava o dia todo.

Fui para meu banho rápido depois da escola que tenho todo dia, é como um ritual, parece que quando eu ficava sem ele, meu dia ia mal, e eu realmente não estava a fim de morrer para algum psicopata.

Enquanto estava no meu banho, o medo ainda permanecia, e o arrependimento de ter assistido "hora do pesadelo" noite passado. Esses filmes me deixavam paranóico. Enxaguei meu cabelo de olhos abertos, o que resultou em uma ardência insuportável e uma vermelhidão da qual parecia que eu havia fumado maconha. Sai do banho e coloquei um roupão que era um pouco pequeno para mim, mas cobria o necessário. Abri a porta e peguei o secador de minha mãe para secar meus cabelos.

Enquanto penteava com a ajuda do pente e secava o mesmo, ouvi algumas batidas na porta, e meu coração voltu a disparar, mas logo ouvi uma voz familiar.

 Chanyeol, sou eu –Era meu pai. – Filho, está aí?

– Sim, papai! Espere um pouco. – Sai do banheiro devagar, com os pés ainda molhados, me aproximei da porta e abri a mesma. – O que foi? 

 – Posso entrar? Estava passando aqui perto e lembrei de você. – Ele sorriu.

 – Claro que sim – Me afastei, dando espaço para ele entrar. – só espere eu me trocar. 

Ele se sentou e eu fui até o banheiro, onde coloquei as roupas em que eu tinha preparado antes do banho. Arrumei o cabelo, ainda molhado, e sai do banheiro, me dirigindo até a sala.

 – Voltei. Desculpe de demorei. – Sentei no sofá onde estava minha mochila. 

 – Estava com saudades. Desculpe não dar sinal de vida essa semana. O trabalho está tomando muito de mim, mas hoje vim almoçar aqui perto e resolvi vir te ver. Sei que não vai compensar, mas depois te dou algum dinheiro para você gastar com uns amigos. Na sua idade, eu saia bastante, quero que você faça o mesmo. 

 – Tudo bem não ter vindo, eu sei que sempre vem quando pode, e entendo seu trabalho. Você está mais presente agora que se separaram, espero que continue assim, mas também espero que encontre e forme uma nova família. 

 – Você não ficaria com ciúmes?

 – Claro que não, é só não me trocar por seu novo filho. 

 Sorri e peguei uma mochila. Tirei uma pasta roxa de dentro dela, onde estavam alguns desenhos. Entreguei para meu pai. 

 – Desenhei bastante desde a última vez que você veio. 

 – Uau! – Seus olhos brilhavam. – você realmente gosta de desenhar. Esse é meu garoto. 

 Ele colocou os desenhos sobre a mesa, e se formou um silêncio constrangedor, até que meu celular começou a tocar. O toque não era muito moderno, pois eu havia deixado com o padrão. Me afastei um pouco, pedindo licença enquanto tirava o celular do bolso.

 – Alô? – C-Chanyeol? – Era Oh Sehun. – Você está bem? 

 – Sim. Por que parece tão assustado? 

– Alguém foi morto aí em seu bairro! Acabou de passar no noticiário, fiquei preocupado e liguei. Desculpe se atrapalhei em algo. Pode sair agora? Tenho umas coisas para te contar. 

 – Ok. – Olhei o relógio, eram 13:36. – Pode ser as 14:00? 

 – Pode sim. Aah, no mesmo lugar de sempre. Vejo você lá.

 E assim se fez o silêncio da chamada, apenas com o "tu-tu-tu" do telefone.  




Notas Finais


Meu Twitter: @YoshiokaViih

Conto com a avaliação de vocês!


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