História Em Nome do Amor - AyA - Capítulo 33


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Categorias Alfonso Herrera, Anahí, Originais, Rebelde
Personagens Alfonso Herrera, Anahí
Tags Atração, Aya, Ciumes, Cowboy, Hot, Leitura, Los'a, Ponny, Ponny Aya, Romance, Traumadas Anyponcho
Visualizações 20
Palavras 1.029
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 33 - Capítulo 33


O caminho mais curto era a casa de Anahí, por isso ela resolveu levar Alfonso para lá. Ela sabia que era um erro e que se arrependeria no dia seguinte, mas ele estava tão mal que não havia outra escolha. Não se atreveria deixá-lo sozinho na fazenda nesse estado, apesar de ter raiva dele, ainda o amava e se preocupava, querendo ou não.

Dirigia com cuidado e de vez em quando lhe dava olhares furtivos, o rosto demonstrava quanta raiva sentia naquele momento, tanto pela palhaçada que Alfonso criou no bar, quanto pela infeliz da Cláudia tentando impedi-la de sair de lá com ele. Quase sorriu ao lembrar que mesmo bêbado, ele ainda a dispensara. Ela pode perceber que o rosto da outra ficara lívido quando mencionou que mesmo bêbado ele não a quis. Mas o sorriso desapareceu quando lembrou-se da traição, afinal, uma coisa não anulava a outra.

Estacionou o carro e deu a volta para abrir a porta de Alfonso, que estava em um estado meio embriagado e meio sonolento. Ela apoiou um de seus braços em seu ombro e o ajudou a tirar do carro, fechando a porta com o pé. O peso dele, a fizera se inclinar para o lado diversas vezes, mas com muito esforço conseguiu levá-lo para dentro, sentiu-se fraca pelo esforço mas aliviada por tê-lo trazido pra casa. Tirou seu seu chapéu, jogando-o no sofá e caminhou com ele novamente até chegarem ao seu banheiro.

- Any, meu amor... Vamos tomar banho juntos? - Alfonso sorriu safado e tentou agarrá-la. Anahí revirou os olhos e começou a desabotoar sua camisa.

- Sim, claro que vou. Por isso você precisa colaborar, ok? - falou com certa ironia, que naquele estado, Alfonso não percebera e somente assentiu feliz com a cabeça.

Terminou de tirar toda a roupa de Alfonso, o deixando somente de cueca. Ele estava suado e o cheiro de bebida estava impregnado em sua pele. Aquilo embrulhou o estômago de Anahí de tal forma, que ela se perguntou como ele chegara naquele estado.

Ligou o chuveiro e ajustou para a água mais gelada que tinha e sorriu pra si mesma, sentindo um genuíno prazer em vê-lo pagar, mesmo que pouco, pelo vexame.

- Não, água gelada não Any... - choramingou Alfonso quando entrou no box.

- Água gelada sim, quem mandou beber como se não houvesse amanhã? - falou grossa, tentando empurrá-lo para a água.

Finalmente, Alfonso cedou e deixou a água gelada cair sobre si. Ele tremia e mal conseguia pronunciar alguma palavra. Tão tonto estava, que não se aguentava em pé, então com ajuda de Anahí, sentou-se no chão do box em baixo do chuveiro.

Any ficou em pé, o abservando, enquanto ele tremia e olhava para ela com os olhos piedosos. Por um momento quase o tirou de lá e o aconchegou em seus braços, mas aquele era o melhor remédio para acabar com a bebedeira.

- Me perdoa Any, vol-volta pra mim... - ele pediu tremendo, enquanto apoiava a cabeça na parede.

Ela fechou os olhos e abraçou a si mesma. Várias vezes no carro, Alfonso lhe pedira a mesma coisa. Era insuportável ouvir aquele apelo, porque seu coração, burro e estúpido, só queria ceder e dizer que sim. Mas sua cabeça não conseguia entrar em acordo, insistia em lembrá-la da diferença financeira entre ambos, quanto da traição que ela pensara ter sofrido por parte dele. Alfonso lhe estendeu a mão e ela cedeu, ajoelhando-se no chão a sua frente.

- Eu posso estar bêbado, e dizem que bêbados não mentem... Estou aqui te dizendo mais uma vez, que eu não trai você baby, eu nunca pensei em trair você... - falou baixinho, as lágrimas escorriam por seu rosto e se misturavam as gotas de água gelada, que agora já se acostumara, beijou a mão dela demoradamente e encostou-a no seu peito gelado.

Anahí desligou o chuveiro, não aguentava mais assisti-lo com tanto frio daquela forma. Seu rosto já estava banhado com lágrimas e quando sentiu o beijo de Poncho em sua mão, tremeu. Aqueles lábios macios e gentis em contato com sua pele, lhe deixaram com as pernas bambas.

Ele a puxou delicadamente para si e ela se sentou em seu colo, colocando ambas as pernas em volta dele. Acariciou o rosto de Alfonso com carinho, olhando diretamente naqueles olhos verdes acastanhados que ela amava. Quantas noites sonhara em estar novamente nos braços dele, tantas que não conseguia nem contar... Suspirou e envolveu sua nuca em suas mãos, de forma que podia acariciar-lhe os cabelos.

O corpo de Alfonso estava gelado em contato com a pele quente de Anahí, que não pareceu encomodar-se nem um pouco com aquela situação. Ele já estava excitado e seu membro pulsava em baixo dela. Ferozmente ele segurou seus cabelos e lhe beijou sem pudor. Gemeu quando sua lingua entrou em contato com a lingua aveludada dela. Ambos estavam desesperados por aquele contato, por aquele beijo, que se entregaram de tal forma que nem a falta de fôlego era o bastante para se separarem. Ele mordia os lábios dela e ela os dele, as línguas entraram na doce sincronia de sempre e as mãos de Alfonso apertaram Any contra ele, como se assim ela não pudesse escapar jamais.

Anahí havia perdido o controle há tempos, ela mexia o quadril desesperada por senti-lo dentro de si. Livrou-se da blusa molhada que estava vestindo e seus olhos se fecharam com prazer, quando sentiu a boca quente de Alfonso percorrer seu pescoço. Ele gemeu de prazer quando viu seus seios desnudos, sem sutiã para atrapalhar e caiu de boca em ambos, sem pudor. Os gemidos de Anahí se intensificaram e o deixavam cada vez mais louco, assim como as puxadas de cabelo que ela lhe dava e os arranhões nas costas.

Ela levantou-se o suficiente para tirar o short que vestia, e Alfonso abaixou sua cueca. Estavam pouco se importando com o frio ou se estavam quase transando no chão do box, o que importava era o fogo que estavam sentindo e que precisava ser aplacado naquele instante. Sentou-se lentamente sobre o membro de Alfonso e entraram em uma névoa de prazer. Mais uma vez se uniram e sentiram como se tudo no mundo estivesse perfeito outra vez.



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