História Em nome do amor, Amém - Capítulo 18


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Tags Jikook, Vhope, Vkook
Exibições 1.283
Palavras 5.407
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Escolar, Festa, Lemon, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 18 - Dezoito


TaeHyung POV

- Eu quero te levar pra minha casa. – disse, terminando de abotoar sua camisa e encarando-o com um sorriso no rosto. Ele ficou me encarando sério por alguns instantes, antes de soltar uma risada alta e se aproximar ainda mais de mim. Surpreendi-me com tal proximidade e ergui uma sobrancelha, sugestivo.

- Querer não é poder. – disse ele, afastando-se.

Eu bufei e revirei os olhos, indo atrás dele e puxando-o pelo braço.

- Por que você não quer? O clima entre nós está tão bom hoje. – disse.

- Mas eu quero voltar para o seminário.

- Hoseok...

- Então me dê um bom motivo para eu ir com você! – cruzou os braços, esperando minha fala.

- Já disse dois! Porque o clima está bom entre nós hoje e porque eu quero que você venha comigo!

- Isso não me convenceu. Não tem nenhum outro argumento?

Eu bufei e levei minha mão à sua nuca, segurando-o firme. Hoseok entreabriu os lábios e soltou um gemido baixo, involuntário.

- Porque você quer. – disse, mordendo meu lábio inferior e aproximando nossos rostos – Porque você está louco por isso. Porque... – movimentei meu quadril para frente, fazendo minha ereção ainda endurecida, roçar na de Hoseok. Para minha vitória, ele também ainda estava duro – Eu sou capaz de te fazer perder a linha.

Ele engoliu em seco e não respondeu de imediato. Parecia que as palavras haviam sumido de sua mente subitamente.

- V-Vamos... Comer um algodão-doce? – questionou ele finalmente, soltando-se e direcionando-se a uma barraquinha. Eu sorri vitorioso e o segui.

- Isso quer dizer que você vai vir comigo para minha casa? – questionei, animado, enquanto Hoseok comprava o algodão-doce.

- Não. Isso significa que minha resposta não vai mudar. Não importa o quanto insista.

Bufei novamente.

- Me deixe te levar pro seminário então.

- Ok. Sendo assim, aceito sua carona. – respondeu.

Eu sorri e peguei meu celular no bolso, enviando uma mensagem a Jungkook. Mesmo que tivéssemos brigado, não podia deixar ele me atrapalhar.

- Ora ora... – ouvimos. Olhei para o lado, vendo Yoongi se aproximando.

- Yoongi? – guardei o celular no bolso novamente.

- Esse que é o seu namorado então, TaeHyung? Foi por causa dele que você não saiu comigo depois daquele almoço? (Primeiros capítulos)

Eu engoli em seco e, sem pensar duas vezes, encarei Hoseok que comia seu algodão-doce rosa de maneira confusa, enlaçando meu braço em sua cintura e puxando seu corpo para mais próximo de mim. Aproximei meu rosto da lateral de seu pescoço, beijando-a levemente.

- Sim, é ele. – respondi, voltando a encarar Yoongi. Ele ficou um pouco nervoso. Notei que seus olhos marejarem. Porém, sorriu.

- Desejo felicidades ao casal.

Suga POV

- Obrigado. Agora... Se nos dá licença. – TaeHyung sorriu e puxou aquele garoto, passando por mim. Ao fazê-lo, vi o garoto dar um tapa em TaeHyung.

- Ei! Nós não temos nada! Não fique inventando esse tipo de coisa! – disse o garoto, xingando TaeHyung.

Franzi as sobrancelhas e ri nasalmente.

- Tentando me enganar, hyung? – revirei os olhos – Você deve tentar melhor da próxima vez. – disse a mim mesmo, como se TaeHyung pudesse me ouvir, antes de segui-los.

Notei que os dois já estavam indo embora do parque de diversão, então decidi segui-los. Para onde iriam esta noite?

- Siga aquela moto. – disse ao taxista.

* * *

 - AONDE ESTAMOS INDO? O SEMINÁRIO É PRA LÁ! – gritou Hoseok, enquanto eu acelerava minha moto. Ele estava agarrado à minha cintura. Sorri malicioso e continuei meu plano silenciosamente – EI! EI! PARE ESSA MOTO! – ignorei-o.

Contudo, não consegui ignorar uma imagem perturbadora em meu retrovisor. Um táxi estava em nossa cola desde que saímos do parque. Por mais que eu acelerasse ou dobrasse esquinas, o carro continuava me seguindo. Lembrei-me de Yoongi subitamente. Será que ele estaria tão paranoico a ponto de me seguir para ver onde eu levaria “meu novo namorado”?

Estacionei em frente do hotel da família de NamJoon, mudando completamente a rota de minha casa. Desci da moto e ajudei Hoseok a fazer o mesmo. Ele olhou para o hotel luxuoso e depois para mim.

- Isso sequer parece com o seminário ou com sua casa. Onde você me trouxe? – ele estava irritado.

- Apenas me ajude e não me questione nada.

Peguei sua mão e adentrei a recepção, encontrando NamJoon mexendo no celular, entediado. Assim que me viu acompanhado, sorriu malicioso.

- Seu melhor quarto, por favor. – pedi, jogando-lhe a chave de minha moto. Seus empregados a estacionariam na garagem. Ele riu nasalmente e pegou um cartão de quarto, entregando-o para mim.

- Amanhã a gente acerta. Por hoje... – encarou Hoseok – Aproveite.

Eu me direcionei ao elevador, ainda segurando a mão de Hoseok e chamei ao térreo.

- AH! TAEHYUNG! – NamJoon me chamou – Antes de qualquer coisa, verifique a primeira gaveta do criado-mudo direito! – sorriu malicioso. Eu assenti e voltei a esperar pelo elevador.

Notei que, após eu pegar a mão daquele padre e pedir-lhe para me ajudar, ele ficou quieto e não disse mais nada. Não sabia se mudou rapidamente porque eu peguei sua mão ou porque eu lhe pedi ajuda.

- E-E-Eu acho melhor eu ir embora. – disse Hoseok, soltando minha mão e virando-se de costas. Contudo, eu me virei e, quando fui chama-lo, vi Yoongi adentrando a recepção. Respirei pesadamente e estiquei meu braço, alcançando o pulso de Hoseok. Puxei-o para mim e, com o impulso, ele acabou caindo sobre meu peito. Porém, não caímos no chão. Ele apenas ficou apoiado em meu peito, com suas duas mãos. Nossos rostos ficaram muito próximos e seus olhos estavam arregalados, assustados. Eu enlacei meu braço ao redor de sua cintura, segurando-o firmemente. Engoli em seco e fiquei fitando seus olhos escuros, sem expressão em meu rosto.

Eu podia notar que a respiração dele ficou ofegante repentinamente. Sempre que eu me aproximava demais, ele ficava nervoso, de alguma forma.

- Eu te pedi ajuda e você simplesmente disse que iria embora. Mas, o dever dos padres não é ajudar os outros? – questionei, de maneira sussurrada.

- Como...? – cedeu.

- Apenas me beije. Me agarre como jamais agarrou nenhum outro cara.

- O que? – assustou-se.

Sem explicar-lhe mais nada, acabei com o espaço que havia entre nossos lábios, selando-os. Levei minha mão livre para seus cabelos, segurando-o firmemente para que não escapasse.

Suga POV

- Fique com o troco! – disse ao taxista, saindo rapidamente do veículo. Notei que um dos funcionários montava na moto de TaeHyung, levando-a até a garagem do hotel. Respirei fundo, sentindo meus olhos se encherem de lágrimas – Ele nunca me levou pra um lugar caro desses... – disse a mim mesmo, adentrando o hotel.

Meus olhos se arregalaram e as lágrimas escorreram logo que pisei dentro da recepção. A cena que vi fez meu peito quebrar-se. TaeHyung segurava aquele garoto firmemente em seus braços, enquanto os dois se beijavam de maneira intensa. Engoli em seco, sentindo alguém tocar meu ombro.

- Perdeu. – ouvi sussurrarem em meu ouvido. Era um dos amigos de TaeHyung. Ele riu nasalmente.

Minhas mãos se fecharam em punhos e eu bufei, direcionando-me até o falso casal. TaeHyung cessou o beijo e me encarou, sorrindo sádico. Eu continuei indo até eles. Contudo, o elevador se abriu e ambos o adentraram. Quando eu cheguei perto, as portas se fecharam. TaeHyung continuava a sorrir sádico para mim, enquanto passava o dedo indicador sobre os lábios.

- Isso é uma vingança? – questionei a mim mesmo, quando o elevador começou a subir, sentindo mais lágrimas escorrerem por meu rosto.

TaeHyung POV

Hoseok manteve-se calado até chegarmos ao nosso andar. O elevador se abriu e eu saí, indo até a porta e passando o cartão. Ela se destrancou e eu adentrei o quarto. Não esperei por Hoseok. Contudo, ele não fugiu e adentrou o quarto em seguida.

- Você o conhece? – questionou, fechando a porta e vindo até mim, que tirava meu casaco e meus tênis.

- Não. Ele é apenas um garoto da minha escola.

- Foi por causa dele que me pediu ajuda?

Eu andei em sua direção e, irritado, joguei-o contra a parede, prensando-o entre ela e o meu corpo. Engoli em seco, engolindo também as lágrimas que queriam formar-se em meus ombros.

- Esqueça ele. – disse, afastando-me e jogando-me na cama. Deitei de bruços e fechei os olhos.

- Vou voltar pro seminário.

Bufei e abri os olhos, revirando-os.

Antes de qualquer coisa, verifique a primeira gaveta do criado-mudo direito! Lembrei-me da fala de NamJoon e abri a primeira gaveta do bidê ao meu lado. Sorri malicioso e levantei, indo até Hoseok e pegando-o no colo. Levei-o no ombro até a cama, onde joguei-o. Fiquei por cima de seu corpo, com uma perna de cada lado do mesmo, sentado sobre sua ereção.

- Será que eu vou ter que usar algemas para te segurar comigo? – questionei, vendo-o arregalar os olhos.

- Me solte! ME SOLTE!

Ele se debateu, mas, eu permaneci calmo sobre seu corpo, observando suas tentativas falhas de se livrar de mim. Porém, algo embaixo de mim começava a ficar duro, assim como no parque. Ri divertido, pegando um dos objetos que havia na primeira gaveta. Segurei os pulsos de Hoseok, prendendo-o na cabeceira da cama, que era “em forma de grade”. Sendo assim, poderia prendê-lo ali. Ele parou de se debater e me encarou assustado.

- EI! – ele sacudiu seus braços, tentando soltá-los. Eu havia prendido os dois – O que é isso? Me solte! Eu já te ajudei! Me deixe ir!

Ainda ignorando-o, comecei a tirar minhas roupas lentamente. Meu olhar mantinha-se focado no de Hoseok, que começava a prestar atenção em meus movimentos. Primeiro, tirei minha camiseta, jogando-a no chão; depois, tirei minhas meias, jogando-as num canto também; então, comecei a abrir meu cinto. Hoseok encarou meus olhos e eu sorri de lado, abrindo o botão e descendo o zíper da calça. Fiquei em pé sobre seu corpo, tirando aquela peça de roupa e jogando-a no chão ao lado da cama. Depois, voltei a sentar sobre seu corpo, mas dessa vez sentei com força. Hoseok gemeu, contorcendo um pouco suas costas. Eu mordi meu lábio inferior, pegando mais um objeto da gaveta. Desta vez, era uma fantasia sexy de policial. Amarrei várias espécies de cinto em meu peito, alças, que formavam um X em minhas costas e prendiam-se em um cinto propriamente dito, que ficava na cintura. Eram pretos e tinham detalhes de strass. Enquanto eu vestia aquilo, mantinha o contato visual com Hoseok. Coincidentemente, eu estava de cueca boxer preta.

Coloquei a boina de policial e lambi os lábios, inclinando meu corpo para cima do de Hoseok, começando a abrir sua camisa. Ele engoliu em seco e, com os lábios entreabertos, passou a encarar cada botão que eu abria. Ao chegar no último, ergui meu tronco e segurei os dois lados de sua camisa, abrindo-os com fúria. Hoseok soltou um grito surpreso. Eu ri nasalmente e passei minhas mãos por seus braços, chegando às suas mãos e enlaçando nossos dedos. Depois, deslizei as minhas novamente, tocando as laterais de seu pescoço. Hoseok jogou a cabeça para trás e eu passei minhas unhas levemente pela pele de seu pescoço, escorrendo-as para seu peitoral e depois para seu abdômen. Hoseok suspirou pesado, impulsionando seu quadril para cima, fazendo com que seu membro pressionasse em minha bunda. Eu me inclinei sobre seu tronco e aproximei meu rosto de sua orelha.

- Ahnnn. – simulei um gemido.

Ele repetiu o movimento e eu sorri sapeca.

- Você sente falta, não é? Você está desejando fazer sexo mais do que qualquer coisa, não é assim? – sussurrei em seu ouvido, começando a rebolar sobre sua ereção, ouvindo a respiração sôfrega de Hoseok também próxima ao meu ouvido – Então se entregue, Hoseok. Permita-se receber todo o prazer que eu quero te dar.

Ele gemeu baixo, não me respondendo. Então, sorri e mordisquei seu lóbulo.

- Você deve gemer alto quando eu te tocar. – sussurrei, pegando o terceiro objeto e roçando-o na lateral do corpo de Hoseok.

- N-Não. – sussurrou amedrontado.

- Por quê? Eu gosto. – sussurrei, antes de elevar meu tronco e bater com o chicote em seu peito. Hoseok gemeu alto, fechando os olhos. Eu sorri e mordi o lábio inferior – Isso... Gema alto. Acorde todos os hóspedes desse hotel.

Rocei as “franjas” do chicote no abdômen de Hoseok e ele tentou se soltar das algemas.

- Não... Não...

Eu sorri sádico e bati-lhe mais uma vez. Ele gritou, agarrando a cabeceira da cama.

- Sua pele é tão fácil de marcar. – disse, em um tom provocativo, ao ver que seu tronco já estava marcado, enquanto passava o dedo indicador pelas áreas avermelhadas – Delicioso. – disse, inclinando-me e mordendo seu mamilo, puxando-o com força. As costas de Hoseok se arquearam e ele voltou a gemer alto. Sorri, antes de fechar meus lábios ao redor de sua ponta rosada, chupando-a com vontade.

Comecei a abrir sua calça e puxei-a, tirando-a brutalmente e jogando-a no chão, junto de suas meias. Os dedinhos de seu pé estavam dobrados. Eu me sentei entre suas pernas e o fiz dobrá-las, deixando-me seu corpo mais a mostra. Sorri malicioso, escorregando o chicote por seu abdômen e membro, subindo pela parte interna de sua coxa e parando ali. Mordi o lábio inferior, atingindo sua coxa com o chicote fortemente. Hoseok gritou e afastou sua perna, agora avermelhada. Eu ri nasalmente e puxei-a de volta, beijando por onde eu havia recém batido.

- E-Está doendo... – disse ele, sôfrego. Eu então mordi sua coxa, fazendo-a doer ainda mais. Ele gritou. Chutando-me. A boina caiu de minha cabeça e eu o encarei com raiva. Hoseok se encolheu, engolindo em seco – D-D-Desculpa. – pronunciou, arrependido.

- Suas desculpas não me convenceram.

Eu me reaproximava lentamente, enquanto abria suas pernas com brutalidade e enfiava-me entre elas. Subi minhas mãos vagarosamente por suas coxas, parando em sua cintura. Apertei-a e impulsionei meu quadril para frente, pressionando minha ereção fortemente em sua bunda. Hoseok gemeu.

- Gema mais alto. – pedi, repetindo o ato e apertando sua cintura com mais força. Hoseok gemeu mais alto, encarando-me com os olhos semicerrados – Agora está desculpado. – sorri de lado, inclinando-me e beijando seus lábios entreabertos. O beijo foi intenso, como o que havíamos tido na recepção do hotel. Enquanto nossas línguas batalhavam em nossas bocas, passei minhas mãos por todo seu corpo, parando uma delas sobre sua ereção. Apertei-a, fazendo um gemido abafado sair dos lábios de Hoseok – Você... Gosta de velas? – questionei, muito próximo aos seus lábios.

- Você não me torturaria assim.

- Então você sabe do que se trata?

Ele ficou calado.

- Como você é indecente, padre. – ri nasalmente e me afastei, levantando-me da cama. Peguei outros dois objetos da gaveta: uma vela e uma caixa de fósforo.

- Não faça isso, por favor. – ouvi.

- Quanto mais você implorar, mais eu vou querer fazê-lo.

Ele ficou calado.

- Essa cera parece queimar. – pronunciei, vendo a vela acessa começar a se derreter aos poucos. Aproximei-me de Hoseok e segurei a vela sobre seu corpo. Hoseok tentava se soltar das algemas desesperadamente. Sorri malicioso e comecei a girar a mão lentamente, deixando a cera derretida cada vez mais próxima de cair. Hoseok ainda tentava se soltar. Ri e abri uma das algemas – Tente se soltar. Tente fugir antes que a cera quente caia em você.

Ele começou a tentar abrir a algema, sem ter a chave.

- AONDE ESTÁ A CHAVE? – gritou, desesperado, enquanto jogava sua camisa no chão.

Eu passei a língua por meus lábios e encarei minha cueca volumosa. Hoseok escorregou seus olhos para minha cueca e engoliu em seco. Porém, rapidamente ficou de quatro, aproximando seu rosto de minha cueca. Encarou-me e colocou a língua para fora, aproximando-a de minha ereção. Ri nasalmente e terminei de virar minha mão, derramando a cera quente sobre suas costas. Hoseok fechou os olhos e gritou, contorcendo-se.

- Não deu tempo. – disse divertido, movimentando a vela em minha mão, fazendo-a derreter mais cera. Hoseok engoliu em seco e, com um olhar doloroso, encarou a vela em minha mão. Eu o empurrei, fazendo-o ficar de quatro e impulsionei meu quadril em sua bunda, segurando seus cabelos com minha mão livre, puxando-os para trás. O corpo de Hoseok veio para trás, devido a força que eu segurava seus cabelos, e eu derramei a cena por seu pomo de Adão, vendo-a escorrer por seu abdômen, até secar. Hoseok gritou, segurando minhas duas coxas e fincando suas unhas nas mesmas. Eu suspirei pesado, puxando seus cabelos um pouco mais, fazendo suas costas colarem-se em meu abdômen. Coloquei a vela em frente ao seu rosto – Assopre. – disse.

Ele fez o que eu mandei e eu sorri, colocando a vela no criado-mudo próximo.

- Me deixe ir embora... – pediu ele – Me deixe.

- Só te deixarei ir se você ficar mole. – sussurrei em seu ouvido com minha voz rouca, escorregando minha mão por seu abdômen e adentrando sua cueca, tocando seu membro duro – Quando seu pau não estiver mais duro... Eu te deixarei ir. – concluí, começando a masturba-lo devagar. Ele gemeu e fechou os olhos, tombando a cabeça em meu ombro. Eu sorri e passei a mordiscar sua orelha.

Minha mão segurava seu membro com força e movimentava-se para cima e para baixo, fazendo Hoseok arfar prazerosamente. Parei em sua glande, passando minha palma pela mesma. Hoseok agarrou meu braço, ficando suas unhas no mesmo, e soltando um gemido ainda mais alto. Sorri e mordi seu pescoço fortemente, soltando-o e brutalmente jogando-o na cama. Ele ficou deitado de bruços em minha frente. Inclinei-me sobre seu corpo e beijei sua nuca demoradamente, antes de morder sua pele clara e levemente coberta pela cera seca da vela, fazendo uma trilha de mordidinhas até sua bunda. Parei ali e, assustando-o, atingi-lhe com o chicote novamente. Ele gritou, agarrando suas mãos fortemente nas cobertas.

- Seu corpo é tão bonito. Ainda mais marcado. – pronunciei, fincando minhas unhas em seus ombros e descendo-as por todas suas costas, enquanto pressionava minha ereção entre suas nádegas. Depois, puxei-o e, segurando-o no colo, levei-o até um balcão próximo, derrubando as coisas de cima e colocando Hoseok sentado sobre o mesmo. Abri suas pernas e me afastei por um momento, indo até o criado-mudo e pegando mais dois objetos. Levei-os até Hoseok e coloquei ao seu lado.

- O q-que é isso?

- Você sabe muito bem o que é. – sorri malicioso, sentando-me na beirada da cama, de frente para Hoseok – E como usa.

Ele mordeu o lábio inferior, mas não pegou nenhum dos vibradores.

- MOVA-SE! – gritei, pegando o chicote e acertando suas coxas, uma de cada vez. Hoseok gritou – Eu quero ver você se divertindo. Me mostre como você fazia nos seus 15 anos. – sussurrei, agora próximo ao seu rosto e enlacei nossos lábios brevemente, antes de chicotear Hoseok e me afastar. Sentei-me na cama novamente, de pernas abertas, encarando o garoto sobre o balcão. Ele engoliu em seco e olhou para um dos vibradores, pegando-o e apertando o botão que havia no mesmo. O objeto começou a se movimentar freneticamente e Hoseok arregalou os olhos, desligando-o. Ele encarou seu membro, que visivelmente pulsava por baixo de sua cueca.

Ele me encarou e eu bufei impaciente, batendo o chicote sobre a cama, amedrontando o padre, que fechou os olhos e levou sua mão livre para seu corpo. Tocou primeiramente seu mamilo direito, depois escorregou para sua cueca, onde acariciou sua ereção pulsante. Eu sorri e mordi o lábio inferior, observando cada movimento.

Pegou um vibrador e levou para próximo ao seu membro, ligando-o. Ele passou o mesmo por cima da cueca, por toda a extensão de seu membro. Jogou a cabeça para trás e gemeu alto. Aquela simples cena fez um gemido rouco sair automaticamente por minha boca. Hoseok desligou o vibrador logo, mas eu desaprovei e ele me encarou amedrontado. Engoliu em seco e ligou novamente o aparelho, subindo-o por seu abdômen e parando em um de seus mamilos, rodeando-o. Ele gemeu alto mais uma vez, levando sua mão livre para sua cueca e adentrando-a. Eu vi ela começar a se movimentar por baixo do tecido. Soltei outro gemido, levando minha mão ao meu próprio membro, por baixo de minha cueca, segurando-o firmemente e começando a me masturbar.

- T-Taehyuungg... TaeHyung-aaaaah... – Hoseok começou a gemer meu nome, levando-me à uma loucura mental.

Sua mão mexia-se rapidamente, enquanto suas pernas abriam-se ainda mais, quase como um convite para mim. O vibrador caiu no chão e eu ri nasalmente, levantando-me da cama e direcionando-me até ele. Tirei sua mão de seu membro e prendi seus dois pulsos acima de sua cabeça. Puxei sua cintura para mim, fazendo minha ereção chocar-se fortemente com a dele, ouvindo-o gemer alto. Passei então minhas unhas por uma de suas coxas, aproximando meu rosto de seu ouvido.

- Ainda há um brinquedinho faltando, padre. – disse.

Ele grunhiu em negação. Eu ri e peguei o vibrador estilo bullet e rocei em seu membro. O mesmo ainda estava desligado. O padre tentou se afastar, mas eu puxei seus cabelos fortemente, fazendo-o amedrontar-se.

- Eu sei que você já usou um desses, Hoseok. E eu sei também que está louco para fazer de novo. Não é?

Ele engoliu em seco e não me respondeu.

- Responda quando eu falar com você! – dei-lhe um tapa no rosto, fazendo-o grunhir. Porém, não disse nada de imediato – E então?

- E-E-Enfie em mim. – pediu, inclinando-se mais sobre o móvel e erguendo suas pernas, deixando-as ainda mais abertas, com uma visão ampla para mim. Sorri.

- É assim que eu gosto... Padre.

Mordi seu pescoço fortemente, descendo meus lábios para um de seus mamilos e chupando sua ponta rosada. Hoseok gemeu. Mordi todo seu abdômen, marcado pelas chicotadas, chegando próximo à sua cueca.

- Olhe para mim. – pedi, vendo-o não executá-lo – Eu disse para olhar! – puxei o cinto que estava em minha cintura e bati forte no abdômen de Hoseok, que gritou. Meu suspensório com strass havia caído no chão. Hoseok me encarou assustado. Eu sorri e então mordi o cós de sua cueca, puxando-a para baixo com meus dentes. Por um momento, fiquei encarando o corpo nu de Hoseok e mordi meu lábio inferior.

- O q-q-que foi? – pediu, tímido.

- Como você tem coragem de esconder tudo isso embaixo de uma batina?

Avancei sobre ele, tocando-o fervorosamente e indecentemente.

J-Hope POV

Suas mãos me tocavam calorosamente, me apertavam com força. Seus olhos me encaravam intensamente, cheios de um desejo nítido. Enquanto sua boca aproximava-se de meu membro ereto, que parecia chamar pela mesma. Eu sabia que eu estava cometendo pecado. Eu tinha plena certeza disso. Meu corpo tremia só de pensar nisso.

- AAAAH. – gemi alto quando os lábios finos de TaeHyung tocaram minha glande. Ele chupou-a fortemente, sugando o pré-gozo já presente. Depois, seus lábios foram escorregando até colocarem-me por inteiro dentro de sua boca. Ele fez isso sem dificuldade alguma, deixando-me claro que era experiente. Tentei soltar minhas mãos das algemas, mas não consegui. Meu corpo todo estava entrando em um transe prazeroso – Ahhh... T-TaeHyung... Aaah...

Eu podia sentir seus dentes roçarem em minha extensão vez ou outra enquanto sua boca me engolia. Até que ele parou com os movimentos e tirou sua língua para fora, rodeando minha glande com a mesma e voltando a fitar-me, uma vez que ele fechou os olhos durante seus movimentos. Enquanto o fazia, pegou novamente aquele vibrador bullet. Eu engoli em seco, negando com a cabeça. Eu lembrava nitidamente o que aquele bullet fazia comigo. No que eu me tornava quando aquele pequeno vibrador estava dentro de mim.

- Por que não quer usar esse? – questionou TaeHyung, inclinando-se novamente sobre meu corpo – É muito pequeno para você? – puxou minhas mãos algemadas, levando-as para seu membro, coberto pela boxer – Será que prefere algo maior?

Eu mordi meu lábio inferior, sentindo seu tamanho e grossura sobre minhas mãos. Porém, afastei-as. Que diabos eu estava fazendo?

- J-J-Já fomos longe demais. Me deixe ir agora. – pedi.

- Eu já te disse. Te deixarei ir embora somente quando seu membro não estiver mais duro. E pelo que vejo... – tocou meu membro, masturbando-me devagar, fazendo-me arfar – Ele continua duro.

- Você disse que não era como Jungkook. Você disse que não passaria dos limites se eu não desejasse isso. Mas, agora você está fazendo totalmente o contrário.

Ele ficou calado. Então, levei meus dois braços para seu pescoço, deixando-o entre eles. As algemas fizeram um barulho desagradável.

- Me deixe ir, Tae. – pedi, sussurrando.

- Você sente desejo. Você está sentindo um tesão imenso. Mas, por que quer prender isso? Por que não se permite sentir prazer por uma noite?

- Porque eu sou padre. Porque eu prometi a Deus que não faria mais nada disso.

- Já ouviu o que dizem sobre Jesus e Madalena? Já ouviu falar sobre isso? – afastou-se e começou a falar mais alto – Ele era Jesus. Mas mesmo assim, dormiu com Madalena.

- CALE-SE!

Ele virou-se para mim, que descia do balcão e caía ajoelhado sobre o chão. Minha cabeça estava baixa e eu me sentia incomodado.

- Você não me quer.

- O que? – ele se aproximou.

- Você foi me procurar porque Jungkook havia te magoado. Eu te levei ao parque para te distrair, assim você não ficaria triste e não choraria mais. E agora... – levantei a cabeça, fitando TaeHyung, em pé em minha frente – Isso é somente para você tirar Jungkook da cabeça. Você está me usando. Você não me quer de verdade.

- E se eu estivesse te querendo? Você ficaria? Você dormiria comigo? É esse o problema?

Eu neguei.

- Eu estou confuso! Droga! – exclamei, levantando-me.

- Então deixa eu te tranquilizar. – ele se aproximou, segurando meu queixo com uma de suas mãos – Deixa o seu corpo relaxar. – ele me encarava profundamente – Fique comigo esta noite.

Eu desviei meu olhar, então TaeHyung se aproximou ainda mais, sussurrando em meu ouvido:

- Eu te quero, Hoseok. – ele me encarou, fazendo-me fita-lo novamente – Meu corpo quer ser seu, meus pensamentos querem ser dominados por você... Eu quero ser seu.

- Você está mentindo. – virei-me de costas para ele.

- Se não acredita em mim... – ele se aproximou e afundou seu membro entre minhas nádegas, beijando meu pescoço levemente, arrepiando-me. Sua voz rouca sussurrava em meu ouvido – Acredite em meu corpo. Ele não mente. – com isso, referiu-se que seu membro estava excitado por minha causa. Que seu corpo me desejava – Então, pare de falar besteiras e me chupe inteiro. Do jeito que você gosta de fazer.

Eu engoli em seco, respirando fundo e virando-me para TaeHyung novamente.

Perdoe-me Senhor.

Empurrei TaeHyung para a cama, fazendo-o deitar e fiquei sobre seu corpo, iniciando os beijos em seu pescoço. Ele gemia rouco. Sua pele era quente e macia. Toquei um de seus mamilos, apertando-o entre meus dedos. Era um pouco difícil fazer as coisas estando algemado, mas não era nada que eu não pudesse fazer direito.

Depois, apoiei minhas mãos em seu peito e comecei a rebolar sobre seu membro coberto, fazendo-o excitar-se ainda mais. Esfreguei meu membro molhado e duro, acabando por umedecer sua cueca também. Encarei seu rosto, vendo seus lábios se abrirem e gemerem deliciosamente, incentivando-me a continuar. Beijei então todo seu abdômen, chegando até seu umbigo, onde mordi próximo a ele. Encarei sua cueca volumosa e mordi meu lábio inferior, puxando-a para baixo. Seu membro saltou em frente ao meu rosto. Surpreendi-me com seu tamanho e grossura.

- Ch-Chupe... Ahnn... – ouvi ele gemer, levando uma de suas mãos até meus cabelos e acariciando-os.

Eu engoli em seco, hesitante. Contudo, não consegui deixa-lo de fazer, já que TaeHyung impacientemente acertou-me com o chicote, que estava ao nosso lado na cama.

- Logo... – pediu ele.

Por mais que seu jeito selvagem me machucasse, não era algo que eu não gostava. Era excitante e me deixava cada vez mais duro. Eu queria chupa-lo da melhor forma possível, eu queria que ele me tocasse fortemente, eu queria que me apertasse, que me beijasse, que me fizesse enlouquecer. Eu queria permanecer ali naquela noite. Eu queria ser desse cara que eu mal sei o primeiro nome. E eu seria dele.

* * *

- Olhe... Olhe como você está, padre... – disse TaeHyung, interrompendo meus pensamentos. Já havia passado um tempo e ele estava me penetrando profundamente, enquanto segurava-me em frente ao espelho do banheiro – Está vendo? Está vendo seu rosto de prazer? Seu rosto de pecador?

Eu podia ouvir o barulho de seu quadril chocando-se com minhas nádegas. Eu podia sentir dor onde eles se chocavam. Mas mesmo assim, estava mais delicioso do que todas as transas que tive até então. Minha cintura tinha um pequeno corte, de onde escorria minimamente um pouco de sangue. TaeHyung havia me acertado várias vezes, ocasionando um corte. Ele agora colocava uma de minhas pernas sobre o balcão do banheiro, fazendo minhas pernas se abrirem ainda mais. Meu interior estava completamente aberto. Eu senti que ele estava me rasgando primeiramente. Meus gemidos eram altos e intercalavam-se com gritos.

- Ahnnn... Você é tão quente, sabia? Eu poderia ficar te molestando assim por toda noite. – disse ele. Eu levei minhas mãos para sua bunda, fincando minhas unhas ali. Não tinha mais algemas em meus pulsos. Ele gemeu rouco em meu ouvido.

Até que saiu de dentro de mim e colocou-me sobre o balcão, abrindo minhas pernas. Ele segurou o controle do vibrador bullet, colocando a intensidade do objeto no máximo. Gritei alto, fechando os olhos, contorcendo-me e sentindo todo meu corpo tremer. Levei uma mão ao meu membro, mas TaeHyung bateu em meu rosto, fazendo-me afastá-la. Ele segurou meus cabelos com as duas mãos, voltando a estocar-me fundo. Tão fundo que eu podia sentir o vibrador tocar minha próstata. Meu ponto G.

- AAAAAAH... TAEHYUUUUNG... AAAAH... – eu levei minha mão ao meu membro novamente, mas TaeHyung bateu em minha coxa fortemente, fazendo-me afastar minha mão mais uma vez – D-D-DEIXE EU... AAAAH... AAAH...

- Não. – ele sussurrou em meu ouvido – Você só vai gozar quando eu mandar.

- N-N-NÃO... ME DEIXEEEE... AAAAAH. – gritei, mas fui ignorado.

Agarrei-me em seus ombros e ele me pegou no colo, levando-me até a banheira. Abriu a água para enchê-la, enquanto eu apoiava minhas mãos na parede, em pé, deixando TaeHyung me penetrar fortemente. Minha cabeça estava baixa e eu sentia meu corpo entrar em um estado de choque forte. Eu sentia que meu orgasmo estava próximo. Eu precisava de estímulo.

- T-T-TaeHyung...

- Ainda não. – sussurrou em meu ouvido.

- M-M-Me deixe...

- Não.

Eu levei uma mão até meu membro, mas TaeHyung puxou meus cabelos para trás com força, e eu obriguei a afastar a mão.

- P-P-P-Por favor... – implorei.

- Quando eu mandar.

Eu sentia a água subir por minhas canelas, enchendo a banheira.

- Não seja tão mau. Eu preciso.

- Então implore mais. Gema mais. Quem sabe eu deixe...

Eu mordi meu lábio inferior.

- P-P-Por favor, Tae... Me deixe gozar... E-E-Eu preciso... Aaaahn... Aaaahn... – disse entre gemidos.

- Mais.

Ele acelerava os movimentos dentro de mim, fazendo minhas pernas fraquejarem. TaeHyung então virou-me e segurou-me no colo, uma vez que minhas pernas estavam trêmulas demais para aguentar-me em pé. Eu enlacei meus braços ao redor de seu pescoço e encarei-o com meus olhos semicerrados. Meu rosto estava extasiado de prazer.

- Hoseok...

- S-S-Sim?

- Você... Você é tão bonito.

Engoli em seco, sentindo minhas bochechas esquentarem.

Após dizer isso em um tom tão sincero e tão distante de malícia, ele aproximou-se de meus lábios e beijou-me demoradamente. De uma maneira diferente do que fizemos durante o sexo. Este beijo era lento. Não continha pressa alguma.

- Obrigado por ser meu hoje. – sussurrou, dando uma última estocada forte e gemendo rouco. Eu gemi alto.

Ele me colocou no chão, em pé, e saiu de dentro de mim, tirando a camisinha preenchida por seu líquido e colocando-a fora. Depois, desligou a torneira da banheira e sentou-se dentro da mesma.

- Vem cá. – chamou-me para sentar-me entre suas pernas. Assim o fiz. Confesso que ao entrar em contato com a água, meu corte e meus machucados arderam.

TaeHyung, contudo, foi carinhoso naquele momento. Ele cheirou meu cabelo, enquanto escorregava sua mão para meu membro, segurando-o e masturbando-me lentamente. Depois, beijou meu pescoço com delicadeza, fazendo-me estremecer. Confesso que relaxei em seus braços e fechei os olhos, deixando meu corpo apenas sentir os seus toques carinhosos.

- Agora, você pode gozar quando quiser. – sussurrou em meu ouvido.

 

Continua...



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...