História Em nome do amor, Amém - Capítulo 20


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Tags Jikook, Vhope, Vkook
Exibições 1.125
Palavras 2.830
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Escolar, Festa, Lemon, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 20 - Vinte


Hoseok POV

Quando o elevador chegou ao térreo, simplesmente me direcionei rapidamente até a porta de saída. Porém, esbarrei em alguém que adentrava o hotel. Era o homem que anteriormente estava atrás do balcão da recepção. Ele me encarou confuso.

- TaeHyung foi tão ruim assim? – questionou.

Eu o empurrei.

- Nojentos! – exclamei, saindo.

Enquanto andava pelas calçadas movimentadas de um dia de semana pela manhã, meu coração batia forte e as lágrimas escorriam sem pausa alguma. Minha cabeça doía, assim como todo o meu corpo, que fora cruelmente machucado na noite passada. Acabei então, por parar próximo à uma grade, onde escorei-me e levei as duas mãos ao rosto. O que eu havia feito? O que diabos havia acontecido naquela noite? Não somente comigo, mas com Jimin. O que havia acontecido?

Enquanto chorava desesperadamente, sem me importar com quem pudesse estar passando e me encarando, não muito tempo depois, senti alguém pegar meus pulsos, puxando-me. Abri os olhos e encarei aquela pessoa, enquanto os soluços do choro começavam a se fazer presentes.

- EU DISSE PRA VOCÊ NÃO ENCOSTAR EM MIM! – gritei, soltando-me e grunhindo de dor, quando meus pulsos não foram soltos. Mesmo estando com um capacete em sua cabeça, eu sabia muito bem quem era por baixo dele. E, sem dizer nada, puxou-me ainda mais forte, levando-me até sua moto. Ele me fez sentar e colocou um capacete em minha cabeça, prendendo-o firme. Eu fiquei sem ação. As lágrimas continuavam a rolar por meu rosto marcado.

Ele suspirou e sentou em minha frente, posicionando-se para acelerar novamente sua moto. Ele parecia esperar que eu me segurasse ao redor de seu corpo. Sem contestar, lentamente enlacei meus braços ao redor de sua cintura, abraçando-o fortemente. Após certificar-se que eu estava seguro, roncou sua moto e acelerou. Eu não sabia para onde ele me levaria, mas isso era o que menos importava no momento.

Jimin POV

- O que a gente deveria fazer agora? – questionei, sentando-me ao lado de Jungkook na cama.

- Você deveria se trocar primeiro.

Eu ri e assenti.

- É verdade.

Quando levantei, porém, Jungkook levantou também e me puxou, segurando-me firme colado ao seu corpo.

- Se bem que, se quiser ficar assim, não vejo problema.

Eu ri e lhe dei um tapa leve, envergonhado. Ele me soltou e riu também, jogando-se na cama e começando a mexer em seu celular. Eu me troquei e depois subi na cama e também no corpo de Jungkook, sentando-me sobre sua ereção. Peguei o celular de sua mão e coloquei-o ao nosso lado. Jungkook baixou suas mãos, tocando minhas coxas e me encarou curioso. Eu sorri e me inclinei, deitando-me sobre ele.

- O que foi? – questionou ele, olhando-me nos olhos.

- Não acha melhor a gente sair à noite?

- À noite? Por quê?

Eu engoli em seco, desviando meu olhar e ficando calado.

- Ah, entendi. – disse ele, sentando-se e segurando-me em seu colo. Ele me encarou nos olhos novamente, levando uma de suas mãos aos meus cabelos, arrumando-os delicadamente – Você não quer que eu vá para a boate, né? – eu fiz bico, não respondendo – Você ainda está com esse plano absurdo de querer me ajudar a ter uma “vida descente”?

- Não é absurdo...

- É claro que é! – exclamou, um pouco alto – Olha, vamos falar sério. Não é porque eu saí com você um dia e não fui para a boate neste dia, que eu estou mudando. Não é porque eu dormi com você na noite passada e vamos sair novamente de tarde, que eu vou deixar de trabalhar lá. Não é porque transamos, que eu vou abandonar minhas transas por dinheiro. Quero dizer que, não importa o que você faça ou o quanto se esforce, eu não mudar.

Eu baixei a cabeça, sentindo-me extremamente mal com suas palavras.

- Deus te colocou no meu caminho para que eu te ajudasse. E eu não posso falhar nessa missão.

Ele suspirou e segurou meu queixo, fazendo-me encará-lo novamente.

- Mas, eu não acredito em Deus. É por isso que eu não vou mudar.

- Por que você não acredita n’Ele?

- Porque Ele nunca me deu algo bom. Porque Ele nunca foi bom comigo. Desde que nasci, minha vida não foi boa em nenhum momento. Então, como eu poderia acreditar em um Deus bondoso se sou tão miserável?

Eu não sabia o que dizer.

- É melhor nós irmos agora. É quase meio-dia e eu estou com fome. – disse ele, beijando minha bochecha e tirando-me de seu colo. Eu o segui até a porta, mas parei, fazendo-o também parar e me encarar confuso – O que foi? – questionou.

- Jungkook. – encarei-o. Ele esperou por mais palavras – Você não acha que é estranho um padre entrar dessa maneira tão repentina e forte em sua vida? Você não acha estranho a maneira como nos relacionamos? Como somos tão diferentes, mas quando nos beijamos parecemos tão iguais? Você... Não acha que eu sou “o momento bom” que Deus está dando a você?

Ele engoliu em seco, abrindo a boca, mas não conseguindo dizer nada.

Jungkook POV

Direcionei-me ao elevador, calado, e Jimin fechou a porta do quarto, seguindo-me. Havia algumas pessoas dentro do elevador junto de nós. Então, puxei Jimin para que ficasse próximo ao meu corpo. Eu segurava sua cintura firmemente, com ele de frente para mim. Ele estava distraído olhando ao redor, e eu aproveitei esse momento para analisa-lo. Seus lábios carnudos e avermelhados, seus olhos inocentes, seu cabelo macio, sua pele clara. Ele tinha mãos pequenas, dedinhos adoráveis, um corpo invejável.

Grunhi, chamando sua atenção. Seus olhos escuros e grandes encararam-me imediatamente, preocupados.

- Você está bem? – questionou. Eu assenti, levando uma de minhas mãos ao meu peito. Eu senti algo extremamente estranho e assustador após analisar aquele garoto. Meu peito disparou e doeu. Senti-me ansioso, e com falta de ar por alguns segundos. Meus olhos marejaram. Algo que eu nunca havia sentido. Será que o tanto que eu afetava meu corpo com drogas e bebidas estava começando a me fazer mal? – Tem certeza? – Jimin ainda estava preocupado.

Ele levou sua mão à minha testa, tocando-a delicadamente para verificar se eu não estava com febre. Naquele momento, meu peito doeu mais uma vez. Então, virei o rosto rudemente.

- Estou bem. – respondi, grosseiramente. Jimin fez um semblante chateado e afastou sua mão, voltando a fitar outro ponto do elevador, como anteriormente fazia.

Eu respirei fundo, fechando meus olhos e desejando que o térreo chegasse logo. Eu precisava de espaço. Precisava respirar ar puro.

- Vou pegar um copo de água pra você. – disse Jimin, quando o elevador finalmente parou na recepção. Ele saiu no meio das pessoas e eu esperei até que o caminho estivesse menos tumultuado. Enquanto via Jimin enchendo um copo d’água em um bebedouro de coluna, aproximei-me do balcão onde NamJoon estava recebendo as chaves e acertando com alguns hóspedes, escorando-me no mesmo e afundando a cabeça em meus braços. Fiquei ali em silêncio, até NamJoon me cutucar.

- Hey! – exclamou.

Eu apenas tirei o cartão do quarto do bolso e coloquei sobre a mesa, sem movimentar minha cabeça.

- Tudo isso é cansaço? Pelo visto a noite foi muito boa, então. – brincou ele.

Eu respirei fundo e o encarei, com um semblante doloroso.

- Acho que estou tendo um infarto.

- O que? – riu.

- É sério. Acho que estou doente.

- Por que diz isso? – ele ficou sério.

- Estou passando mal.

- O que você sente? – ele deu a volta no balcão, parando ao meu lado e encarando-me preocupado.

- Meu coração está batendo tão rápido que parece que vai saltar da minha boca a qualquer momento. Ele dói. Ele bate tão forte que dói. Além disso, eu estou com falta de ar. Por causa desse coração doente, eu não consigo respirar.

NamJoon ficou pensativo e quando Jimin se aproximou, o moreno começou a rir alto.

- Beba um pouco. – disse o padre, alcançando-me o copo plástico. Eu bebi a água e respirei fundo.

- Ei! Pare de rir! – exclamei irritado a NamJoon, que continuava a soltar risadas.

- É que eu sei o que você está sentindo. E não tem nada a ver com infarto ou doenças respiratórias. – disse ele, voltando ao outro lado do balcão e atendendo a novos hóspedes.

- Não? Que doença é essa então? – questionou Jimin, preocupado.

- Amor.

Eu me engasguei com a água e levei alguns instantes para me recuperar.

- Eu só não te chamo de idiota, porque você já tem plena certeza que é um. – disse, amassando o copo em minha mão. NamJoon apenas riu.

- Mas, você disse que estava com fome, não é, Jungkook? – questionou Jimin. Notei que ele estava tenso – D-D-Deve ser isso... Não vamos demorar.

Eu assenti e suspirei, aproximando-me de NamJoon novamente e entregando-lhe o copo amassado. Encarei-o com raiva.

- Você sabe que eu não me apaixono, bastardo. – disse com os dentes cerrados.

Ele riu nasalmente e aproximou seu rosto de meu ouvido.

- É melhor mesmo. Assim você não para de dar pra mim.

- Idiota. – sussurrei de volta.

- Eu te quero esta noite. Então, se não estiver “apaixonadinho”, vá até a boate e rebole pra mim, vadia.

Eu engoli em seco, sorrindo malicioso.

- Pode ter certeza que irei.

TaeHyung POV

Eu acelerava o máximo que podia, ultrapassando os carros irresponsavelmente. Eu estava irritado. Muito irritado. E andar em alta velocidade fazia com que minha raiva diminuísse 50%. Porém, estacionei assim que cheguei em frente ao meu prédio. O barulho que os pneus fizeram na rua foi alto. Tateei o bolso de minha calça, procurando pelo controle da garagem e abrindo as portas. Desci com a moto e estacionei em minha vaga.

Saí da moto e tirei o capacete, colocando-o apoiado no guidão. Depois, tirei o de Hoseok, colocando-o no outro guidão. Ainda sem dizer nada, peguei sua mão e o puxei para fora da moto e da garagem, subindo para o prédio. Quando chegamos em frente a porta de meu apartamento, eu a destranquei e entrei. Encarei Hoseok, que ficou parado sobre o tapete escrito “bem-vindo”.

- Entra.

- É aqui que você e Jungkook moram?

Eu assenti e ele adentrou o apartamento, desconfiado. Olhou ao redor e parou seus olhos nas coisas mais feias que havia naquela sala: caixinha de cigarros, cinzeiro, garrafas de bebida e dinheiro ganho com prostituição.

- Por que me trouxe aqui?

- Porque eu disse que iria trazê-lo aqui, mas acabei levando-o até o hotel do NamJoon.

- Ok. Seu apartamento é bonito. – disse ele desanimado, virando-se para sair. A porta continuava aberta. Eu bufei e corri até ele, espalmando minha mão na porta, que se fechou. Fiquei próximo ao corpo de Hoseok. Ele estava de costas.

- Desculpa.

- Está tudo bem. – ele pegou minha mão, tentando afastá-la da porta, para que pudesse abri-la e ir embora.

- Responda sinceramente.

- Eu te desculpo. É sério.

Sua voz começou a ficar trêmula, indicando que seu choro estava próximo.

- Você se arrepende, não é? De ter transado comigo.

- Sim. Me arrependo. Mas, arrependo-me ainda mais por ter deixado Jimin ir embora ontem.

Agora ele chorava. Eu respirei fundo.

- Pare de se preocupar tanto com Jimin. Ele já tem idade suficiente para decidir o que é bom para ele; se ele quer isto ou aquilo.

- Mas... Eu... Estava ensinando-o tão bem! – exclamou, virando-se para mim. Como desconfiava anteriormente, ele chorava – Ele era perfeito! Você entende isso? Ele sequer sabia o que era a palavra “sexo” direito! Ele iria ser o padre ideal! Ele iria realizar seu sonho de uma forma tão vitoriosa!

- Seu sonho? – dei um passo para frente, aproximando-me ainda mais, e levei uma de minhas mãos, que não estava na porta, ao rosto de Hoseok, acariciando-o, secando suas lágrimas – Tem certeza que esse era o sonho dele? – encarei-o fixamente. Ele, porém, me empurrou e desviou-se de mim, indo até o sofá e sentando-se ali.

- Ele sempre disse isso! Sempre disse que queria se tornar um padre! Que este era seu maior e único sonho! E como amigo dele, eu só queria ajuda-lo a realizar isso. Eu queria vê-lo realizar isso. Dá pra entender isso? – ele me encarou – Dá pra entender o quanto Jungkook estragou Jimin? O quanto o prejudicou?

- Você já tentou perguntar a Jimin o que ele acha disso tudo? Você já o questionou sobre Jungkook ou seus sentimentos?

Sentei-me ao seu lado. E ele não respondeu às minhas perguntas.

- Acho que, antes de brigar com ele ou ficar chorando desse jeito, você deve questioná-lo essas coisas. Talvez você ouça ele dizer “foi tudo um erro” ou ainda “eu quero me afastar de Jungkook”, mas também pode ser que ele diga “eu gosto dele e de tudo o que ele me proporciona”. Assim você conseguirá entende-lo e- - parei de falar quando Hoseok me abraçou. Ele, que estava ao meu lado, jogou-se sobre meu corpo, abraçando-me fortemente – Hoseok. – pronunciei, surpreso.

Ele não disse nada.

Jimin POV

- Onde você quer almoçar? – questionou-me.

 - Pode ser naquele restaurante que nos encontramos aquela vez?

FLASHBACK ON

Eu paguei a conta e, quando fui sair do restaurante, acabei batendo contra alguém que entrava no mesmo.

- Desculpe-me. – disse, curvando-me. Ao fazê-lo, a calça escolar me chamou a atenção. Subi meu olhar pelo corpo daquele estudante devagar, lembrando-me do “encontro” que tive com aquele garoto essa manhã. E, quando meu olhar alcançou o rosto daquele estudante, meu coração pulou. Era ele.

- Não. Não desculpo. – respondeu, sorrindo sacana.

Eu engoli em seco, piscando nervosamente e desviando meu olhar, nervoso.

- De novo você? – ri nervosamente.

- Por que diz isso? – ele segurou meu queixo, erguendo minha cabeça, fazendo-me fitar seu rosto novamente – Não acha isso uma coincidência agradável? – ao questionar isso, sorriu mais uma vez, deixando-me ainda mais nervoso.

Abri a boca para dizer algo, mas as palavras não saíram. O garoto riu e soltou meu queixo.

- Fofo. – pronunciou, enfiando a mão no bolso da minha calça jeans, pegando meu celular e digitando algo. Depois, entendeu o aparelho em minha direção para que eu o pegasse de volta – No caso de não nos encontrarmos de novo.

Ele passou por mim, para adentrar o restaurante, e ao fazê-lo, passou a mão na minha coxa, apertando-a. 

FLASHBACK OFF

- Pode. – ele sorriu malicioso e apertou minha coxa, como havia feito naquele dia. Eu arregalei os olhos e senti minhas bochechas corarem. Contudo, Jungkook afastou-se rapidamente, fazendo um semblante estranho de dor. Ele levou a mão ao peito e respirou fundo.

- O que foi? – questionei.

- Vamos logo! Vamos logo! Estou com fome.

- Sim.

* * *

Jungkook POV

Enquanto Jimin comia, eu não conseguia parar de olhá-lo. Eu até mesmo deixei minha comida esfriar. Ele tinha um rosto e um jeito tão delicados. Seus olhos piscavam com um pouco de nervosismo e isso o deixava ainda mais encantador.

- Não vai comer? – questionou, encarando-me. Eu pigarreei e peguei os hashis, começando minha refeição – Jungkook! – chamou-me.

- Hum? – encarei-o.

- Como foi a noite passada para você?

- Como foi?

Ele assentiu. Parecia ansioso. Confesso que fiquei um pouco confuso.

- Foi... – mordi o lábio inferior, pensativo – Incrivelmente bom.

Ele soltou um sorriso, tomando um gole de seu suco. Lambeu os lábios para aproveitar os rastros do líquido que ficaram sobre eles em seguida. Eu arregalei os olhos, sentindo meu peito disparar novamente. Desviei o olhar de Jimin e peguei meu copo, tomando um grande gole do meu suco.

* * *

Estávamos andando em plena calçada movimentada a caminho do seminário. Estávamos silenciosos, mas eu podia notar que Jimin sorria sem parar. Aquilo me fazia rir levemente. Até o momento em que as palavras de NamJoon, até então esquecidas, invadiram meus pensamentos.

“- Eu sei o que você está sentindo. E não tem nada a ver com infarto ou doenças respiratórias.”

“- Amor.”

Enquanto distraidamente pensava nessas palavras perturbadoras, senti minha mão ser segurada por uma um pouco menor, com dedos pequenos e pele macia. Meu peito foi a milhão mais uma vez. Olhei para o lado, vendo Jimin encarando seus pés. Meu olhar então direcionou-se à minha mão. Os dedos pequenos eram de Jimin. A pele quente que fazia meu peito disparar, era dele também.

- Jimin.

- Hum? – ele me encarou.

Eu parei de caminhar, fazendo-o parar também. Soltei sua mão para levar as minhas ao seu rosto e segurá-lo delicadamente. Fixei meus olhos nos seus, que ansiosamente encaravam-me.

- Eu sei que eu já disse isso naquele dia que briguei com TaeHyung, mas... Quero dizer de novo.

Ele esperou que eu continuasse.

- Isso está longe de gostar e muito mais de amar, então, não confunda. Mas, eu... – aproximei meu rosto do seu, roçando a ponta de nossos narizes – Eu estou afim de você. Eu estou muito afim de você, padre. – sussurrei, fechando meus olhos e colando nossos lábios, em plena rua movimentada.

 

Continua...



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