História Em Nome do Clã - Interativa - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Amor Doce
Tags Amandre, Ambrega, Amor Doce, Armintorry, Clã, Dakecilia, Fantasia, Interativa, Maxxirce, Romance
Exibições 187
Palavras 2.856
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Magia, Mistério, Misticismo, Poesias, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá, manas <333
Não vou falar muito aqui porque sei que tá todo mundo ansioso pra ler. Enfim, espero muito que gostem!
Música do capítulo: I see Fire - Ed Sheeran

Capítulo 2 - Dias frios


Fanfic / Fanfiction Em Nome do Clã - Interativa - Capítulo 2 - Dias frios

Em Nome do Clã

1° capítulo - Dias frios

E eu vejo o fogo

Sangue na brisa

E espero que você se lembre de mim

          Uma nevasca prematura caía lá fora, cobrindo as árvores e o chão com um manto gelado e branco, era uma cena bonita e melancólica de se ver. A luz luxuriante das velas acesas dançava no salão da grande mansão do prefeito, uma casa já esquecida pelas almas atormentadas daquela cidade repleta de entulhos e fogo.

Ou nem tão esquecida.

Passando cautelosamente entre os pedaços de cimento e das árvores caídas no jardim, conseguiu finalmente entrar no vestíbulo que possuía um estilo vitoriano mas ao mesmo tempo moderno e delicado. Abriu a porta e viu se pisando num chão de mármore preto e branco. Ficou admirado com a madeira de cerejeira entalhada que adornava todas as portas da mansão que há tanto tempo não via. Acabara de voltar de uma viagem de 2 semanas, exausto e faminto.

De repente, uma silhueta esguia e de baixa estatura surgiu no topo da enorme escadaria de madeira trabalhada, que era coberta por um tapete vermelho.

— Armin, é você? — perguntou uma voz tênue e modulada, o rosto permanecia coberto pelas sombras.

— Sou eu, Raven — respondeu o garoto.

Percebendo os olhos de sua companheira perdidos e desesperados pelo salão, ele caminhou até ela, lhe envolvendo com um abraço caloroso logo em seguida.

— Fiquei preocupada — sussurrou fragilmente, apertando o abraço. — Achou alguma coisa?

— Fui até a divisa. Estão amontoando os corpos para não nos deixar passar — disse ele, sentindo sua voz vacilante. — Precisamos procurar ajuda, Raven, o inverno vai piorar e não temos comida.

— Eu sei, eu sei — Levou as mãos à cabeça, respirando fundo — Mesmo que eu odeie admitir, precisamos entrar num clã. Tem alguma ideia de onde possam estar?

Armin mordeu o lábio, subiu o resto dos degraus, parando em frente a um janela com os vidros coloridos que formavam um desenho, quebrados.

— Estão no norte, na parte mais quente da montanha.

— Na montanha? — repetiu, confusa.

— Sim, é o lugar mais seguro por lá — Apontou para a grande montanha ao longe que era cercada por um rio que transbordava durante tempestades — Mas não sei como chegaremos antes que a neve engrosse.

— Vamos avisar os outros.

Adhara e Armin se dirigiram até a sala de música cuja estava mais quente que o resto da casa por conta de uma lareira acesa, cercada por dois corpos encolhidos e cobertos por mantas.

— Ei — Raven chamou a atenção do grupo mas ao se dar conta de que faltava uma pessoa no local, sentiu seu coração falhar. — Onde está Amanda?

 


 

O nome Acampamento Das Bruxas, que era como todos os retirantes chamavam o Acampamento Vanllir, poderia parecer assustador e sombrio para outras pessoas. Mas para Valentina era somente mais um lugar em que teria de reconstruir sua vida depois de saber que era uma feiticeira. Ela nunca teria a oportunidade de morar num lugar onde todos eram tão anormais quanto ela.

Será que iria ter uma colega de quarto? Será que as duas iriam ficar a noite inteira, conversando? Ou estudar juntas e ter um sinal secreto quando uma estivesse com um carinha dentro do quarto? Não. No fundo, Valen sabia que esse era mais um sonho do qual teria de abrir mão. Mas aquele era um acampamento de qualquer maneira, como uma faculdade, e isso significava que ela não estaria completamente sozinha.

Tudo isso e mais um pouco estava passando por sua cabeça quando ela chegou apressada na reunião de recrutamento. Ao entrar numa rua deserta e muito comprida, Valentina soube exatamente para onde se dirigir e depois de alguns longos minutos desviando de entulhos e escombros pelo asfalto, ela conseguiu encontrar uma floresta. Não era uma floresta comum, podia notar que algumas pessoas já passaram por ali antes pois havia papéis de bala e mais alguns lixos jogados no gramado.

Valen seguiu uma trilha que passava pelo meio da floresta até avistar um ponto minúsculo de luz ao longe.

— Encontrei — falou ao perceber que estava finalmente chegando a algum lugar.

Ao adentrar no local da reunião, ela se tocou que aquilo realmente parecia com um acampamento. Haviam pessoas correndo, caminhando e conversando animadamente pelo gramado. Tinham também algumas barracas e pequenas casas por lá, fogueiras e mesas.

— Ei, garota!

 Valen virou-se abruptamente na direção da voz, deparando-se com uma garota alta e de cabelos longos e negros.

— Você é nova, não é? — perguntou, arqueando uma sobrancelha.

— Ahn, é, sou sim — respondeu Valentina, desconfortável por ser tão desatenta. — Valentina, muito prazer.

— Prazer, sou Torria, monitora do Clã Eitri — disse Torria, orgulhosa de seu cargo. — Então, precisa de ajuda?

— Ah, sim. Estou procurando o Acampamento Vanllir...

— Torria! Eu não disse para me esperar no acampamento?! — berrou uma garota baixinha e de cabelos ruivos se aproximando das duas. — Fiquei te procurando por horas!

— Desculpe, estava dando boas-vindas à caloura — disse Torria, sorridente. — Aliás, você precisa levá-la à Janice.

— E por que eu faria isso? — A garota cruzou os braços com certa irritação.

— Não sei, deve ser porque você é monitora do seu clã e responsável por isso? — respondeu Torria, sarcasticamente.

— Argh, que saco! — resmungou. — Vem logo, temos muitas coisas a fazer.

Valen piscou algumas vezes para assimilar a situação e quando de volta à Terra, agarrou a alça de sua mala e seguiu a garota que já estava caminhando apressadamente para longe.

— Como você é novata vai precisar de um passe para entrar no dormitório — explicou ela. —  Mas antes disso, precisará ir até a reunião de recrutamento dos clãs — A garota virou-se para Valen, sorrindo para ela pela primeira vez. — Aliás, sou Jennie.

— Valentina — Sorriu amigavelmente. — Então, você é a monitora do clã     Vanllir?

— Sou, é um cargo cheio de responsabilidade, chatices e burocracia mágica — Jennie revirou os olhos. — Mas tem seus encantos, eu posso pegar a poção que eu quiser do estoque e ninguém nota.

— Parece ser legal.

Valentina não costumava ser muito receptiva com novas amizades, porém, Jennie parecia ser uma garota legal apesar do gênio difícil.

— Ei, cabeças de bagre! — Torria surgiu ao lado de Jennie. — A reunião vai começar! Andem!

Valen só pôde perceber que o acampamento estava vazio quando Torria chegou, provavelmente todos já estavam na reunião. As três garotas correram com pressa, atravessando novamente por uma densa floresta.

— Espera, se você é do Eitri, o que faz aqui? — perguntou Valen, curiosa e confusa.

— Nosso clã tem uma aliança com o dela — respondeu Jennie enquanto desviava de um galho de árvore. — Somos as únicas que tem aliança, os outros clãs preferem se virar sozinhos. Idiotas.

— E isso é bom? — indagou Valentina.

— De certa forma sim — Torria interferiu. — Os clãs que tem aliança ajudam um ao outro com caça, lugares de fácil fuga se algo acontecer e armas.

— Espera, mas…

Antes que pudesse terminar de falar, Valentina sentiu a mão de Torria na sua, puxando-a para frente. Assim que as árvores pararam de atrapalhar sua visão, Valen parou para observar a grande casa, sede do acampamento Vanllir. Era uma estrutura magnífica, coberta de hera, com pinhões, sacadas sobre mísulas formando arabescos e janelas com vitrais em forma de ponta. Todos aqueles detalhes pareciam ter saído de um conto de fadas gótico.

A varanda, que rodeava toda a mansão, era repleta de lindos lampiões e as pilastras que a sustentavam tinha a madeira coberta de belos detalhes floreados.

— Lar, doce lar — sussurrou Valentina, colocando a mão sobre uma roseta e deslizando-a pelo corrimão que levava até a pesada porta dupla que havia na frente da casa.

 

 

Amanda sentia suas pernas queimarem; já havia gritado pedidos de socorro tantas vezes que acabara sem voz. Depois de correr quilômetros, ainda podia ouvir os passos apressados atrás de si, lhe procurando, lhe caçando como um animal. Lágrimas persistentes enchiam suas pálpebras, atrapalhando sua visão que ficava cada vez mais turva. A única luz naquela noite tortuosa era a da lua cheia que brilhava no céu.

Respirava ofegante, ainda segurando o pulso machucado que estava demorando a curar. Mesmo não sabendo para onde ir, Amanda sentiu seu senso de perigo gritar quando viu-se encurralada em frente a uma grande casa velha e caindo aos pedaços. Não sabia exatamente onde estava mas concluiu que provavelmente era o centro da cidade ao avistar uma placa de shopping jogada ao longe.

Amanda subiu apressadamente a escadinha que dava na varanda, espiou rapidamente pelas janelas e tudo que viu um completo breu pela falta de energia. A porta, felizmente, estava aberta, facilitando sua passagem. Subindo as escadas rapidamente, parou ao encontrar um quarto de criança cujas paredes eram cor-de-rosa e azul. Um latido ecoou no primeiro andar da casa, a fazendo arrepiar. Arrastou-se pelo chão até se enfiar debaixo de uma das camas, torcendo para que os cachorros não a encontrassem.

— Verifique lá em cima! — gritou uma voz grossa vinda do andar de baixo.

Com medo, Amanda não moveu um músculo, tapou a boca e prendeu a respiração. Estava dividida entre o receio de ser encontrada e a vontade de se entregar, acabar com todo aquele sofrimento lhe parecia ser muito tentador.

Os passos se aproximavam, Amanda podia escutar as fungadas que os cachorros de caça davam pelo piso, lhe procurando.

Movida por um sentimento terrível de dor, tristeza e desespero, ela respirou fundo, deixando que todas aquelas sensações tomassem conta de seu corpo frágil e machucado. Fechou os olhos, lembrou-se vagamente do que era capaz e enfim conseguiu trazer de volta seus poderes.

A casa, antes escura e mórbida, ficou repleta de uma luz vívida e cegante por todos os cômodos. A força e intensidade eram tão grande que a cama que protegia Amanda foi arremessada para longe, batendo com força contra um dos homens que a perseguiam.

Num pulo, a garota levantou-se e correu até a sacada de onde apoiou-se na grade de proteção e pulou. Seu corpo caiu em queda livre. Tentou, inutilmente, agarrar algo mas seus dedos apenas passavam pelo ar gélido.

Amanda teve medo de cair e machucar-se ainda mais, tentou abrir as asas mas estava receosa demais para fazer e sua roupa a atrapalhava. Já convencida da queda dolorosa, deixou o corpo leve, entregando-se ao destino inevitável.

Como se já não bastasse, suas costas e, consequentemente, suas asas bateram com força contra a água funda de um rio. Seu corpo foi puxado para baixo por conta do peso das penas molhadas, a desesperando ainda mais.

Tentou nadar para a superfície mas de nada adiantava, teve certeza de que se afogaria ali e com certeza ninguém a encontraria ou muito menos tentaria a encontrar. Não morreria, mas seria um bom tempo de descanso para ela.

Amanda nunca imaginara que seria tão doloroso e difícil viver como uma exilada. Havia se perdido de seu clã e então acabou ali, no fundo de um rio, esquecida e entregue ao desespero. Já não conseguia lembrar do rosto de seus irmão anjos, muito menos dos outros exilados.

Queria sair dali, voar para longe e tentar retomar sua vida de antes, mesmo que somente andasse por aí sem rumo como os outros de seu clã. Porém, estava cansada demais para isso, física e mentalmente.

Antes mesmo que pudesse perder o fôlego e desmaiar, sentiu duas mãos fortes puxando seu corpo para a superfície. Confusa e atordoada, Amanda tossiu com força, expelindo a água para fora de sua garganta.

— Você é maluca?! — berrou uma voz aguda, raivosa.

— Segura a cabeça dela! — gritou outra voz que Amanda logo reconheceu ser de Ivy.

Mais duas mãos seguraram sua nuca, lhe permitindo finalmente abrir os olhos e contemplar a visão acolhedora de seu clã. Sempre preferiu manter distância dos temidos exilados, por isso surpreendeu-se quando viu que todos estavam preocupados com ela. Sentiu, pela primeira vez, o calor da amizade verdadeira esquentar seu peito.

 

 

Dificilmente poderia se ver a luz do sol batendo contra a neve no chão; todos já estavam acostumados com o clima frio e o céu nublado. Mas não naquele dia.

O barulho das patas ágeis em contato com as folhas secas lhe agradava, ainda mais quando sabia que não estava sozinho. Sentindo o vento bater contra os pêlos alaranjados, botou a língua para fora, permitindo-se divertir com a sensação de liberdade. Latidos e uivos ecoaram atrás de si e desejou dar uma risada alta, mas antes, queria ter a vitória como sempre. Quando finalmente passou como um raio pela grande árvore, uivou e abanou a cauda, alegremente.

Logo seus irmãos aproximaram-se, cansados e ofegantes.

“Isso não vale!” — reclamou Nath em pensamento.

“Não tenho culpa de ser o mais rápido” — Maxxie gabou-se.

Logo Viktor também chegou ao grupo, ofegante. Diferentes de Maxxie, uma raposa, Nathaniel e Viktor eram bem maiores que o irmão mais novo. O loiro possuía pêlos amarelados, as patas mais escuras, eram grandes e com garras mortais. Já Viktor era um grande lobo preto, não era tão musculoso como Nathaniel mas botava medo em qualquer um que passasse por ele.

Maxxie, o mais novo do clã, um corredor esperto e ágil, preferia sua forma de raposa pois sempre ganhava as corridas assim.

Nathaniel não conseguia esconder o orgulho de seu companheiro que antes era tão pequeno e frágil. Aproximou-se da pequena raposa, passando sua cabeça no pescoço de Maxxie, carinhosamente.

“Ei, Lola!” latiu Viktor para a garota que se encontrava sentada no topo de uma árvore não muito grande. “Não quer vir com a gente até a cachoeira?”

— Estou ocupada — respondeu friamente, sem mover a cabeça.

Maxxie lançou um olhar para Viktor como quem dizia “desiste”. Mas Viktor sacudiu os pêlos da cabeça, uivando mais uma vez, chamando a atenção de Lola.

A garota rosnou, revirou os olhos e desceu da árvore numa agilidade incrível.

— O que vão fazer? — perguntou ela.

Não conseguia ver seus irmãos mas sentia o cheiro deles e os batimentos cardíacos ainda acelerados por causa da corrida.

“Apenas nadar e caminhar por aí, quem sabe não caçamos um pouco?” sugeriu Maxxie.

— Nesse frio? — Lola resmungou, torcendo o lábio.

“Eu não sei vocês mas vou voltar para o acampamento, estou morrendo de sono”

Nathaniel tomou sua forma humana novamente, dirigindo-se até a trilha estreita no meio da floresta que o guiava até o acampamento novamente.

“Vocês são uns chatos!” reclamou a raposa.

“Não esquenta, eu vou com você” Viktor disse, empurrando seu corpo contra o de Maxxie de leve.

“Você vem, Lola?” perguntou o menor.

— Hunf, não tenho nada para fazer mesmo — respondeu.

Transformando-se em uma loba grande e de pelagem castanha, partiu com seus irmãos até a grande cachoeira com a esperança de encontrar alguma pista do paradeiro de sua família.

 

Egoístas, sedutores, frios e cruéis; era assim que os membros do clã Eitri eram conhecidos pelos arredores do Norte. A fama de terem uma beleza assustadoramente atraente e uma lábia persuasiva, era temida pelos outros clãs. Ágeis e calculistas, não é o tipo de grupo que uma pessoa qualquer tem a honra, ou talvez o azar, de conhecer.

Os passos desfilavam pelo corredor cujo piso era de carvalho. O cheiro de cigarro e de bebida ficava cada vez mais forte conforme ele se aproximava da sala.

Ajeitou os cabelos, os jogando para trás, passou a mão pela nuca e deu um sorriso de canto ao perceber que era novamente motivo de suspiros por onde passava. Seus braços musculosos cobertos apenas por uma jaqueta preta de couro deixava seu peitoral suado à vista, deixando que todos observassem  sua beleza de tirar o fôlego.

— Boa noite, senhor Blanche.

Acenou com a cabeça para a bela mulher que trajava roupas vulgares, recostada na porta da sala. Ela deu um passo para o lado, permitindo que ele entrasse na sala que já se encontrava cheia por seus companheiros.

— Castiel, que surpresa! — falou Torria, sentada na mesa de bilhar, sorrindo radiante.

— Já começaram sem mim? — perguntou, observando a mesa de sinuca à sua frente.

— Resolveu aparecer, huh?

Uma figura alta e de cabelos brancos surgiu na sala, tirando o sobretudo grande e o jogando em cima de uma poltrona que ali havia.

— Não iriam durar uma semana sem mim — gabou-se Castiel.

— Já pode parar de se gabar e nos ajudar a encontrar aqueles lobos malditos — resmungou Sterre, surgindo na sala e batendo no braço do maior.

— Não adianta, já fugiram — rebateu Alec, parando ao lado da garota.

— E se os procurarmos? — sugeriu Torria. — Não devem estar tão longe.

— Não podemos simplesmente sair desse jeito sem proteção — interrompeu Lysandre, cauteloso.

— Eu acho uma gracinha esse seu senso protetor, Lys — disse Sterre. — Mas não podemos continuar agindo como se eles não estivessem invadindo nosso território.

 — Nós já estamos em guerra, querem mesmo arranjar outra? — Lysandre pôs a mão na testa, frustrado.

— Corta essa, Lysandre — Alec interrompeu. — Se não fizermos nada a respeito disso vão achar que estamos vulneráveis.

— Eu só acho que devemos… dar um susto neles, assim não vão voltar mais — disse Sterre, sorrindo maldosamente.

— Uh, quer dizer que vamos conhecer os lobinhos? — Torria riu para a amiga.

— Só espero que não tenham cheiro de cachorro molhado — Sterre zombou, arrancando risadas do grupo, exceto de Lysandre que continuava impassível.

— Está decidido — Castiel endireitou sua postura. — Vamos dar uma lição a esses vira-latas.


Notas Finais


Vocês não têm noção do quanto tô insegura sobre esse capítulo mas graças à minha amada @Ankhy eu estou postando agora. Quero agradecer imensamente a todos que participaram e dar os parabéns pelas fichas maravilhosas que criaram. Também quero informar que não deu para colocar todas as fichas neste capítulo mas eu juro de mindinho que no próximo todos vão ter seus momentos. Palavra da tia Sccar. Espero que tenham gostado e até o próximo capítulo <3

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Twitter: @exiladah
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