História Em pé de guerra - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Familyau!, Fluffly, Hoseok!kid, Jimin!kid, Jungkook!kid, Ktaegyo, Namjin, Namjin!family, Taehyung!kid, Yoongi!kid
Visualizações 142
Palavras 1.220
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Famí­lia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


OLHA QUEM CHEGOU!~

eu deveria, mas não deveria estar postando isso
pq? pq eu não terminei de escrever o próximo cap e nem sequer comecei outro, ou seja, o próximo tem grandes chances de demorar horrores pra sair, mas blz

obrigada a quem favoritou e quem comentou, MUITO OBRIGADA MESMO, CÊS TÃO NO MEU KOKORO! vcs são incríveis, beijão

gent, mas cês viram a foto do jungkook que saiu hj? o que é isso, big hit??? vai me fazer chorar???? eu tô impactada até agora

eu preciso dizer aqui que jimin vai ser a coisinha mais lindinha dessa fic (mentira, todos são lindinhos!!!!!!!!!!) e que pretendo matar vocês com a fofura dele!

Capítulo 2 - Capítulo Um - Biscoitos demoníacos


Fanfic / Fanfiction Em pé de guerra - Capítulo 2 - Capítulo Um - Biscoitos demoníacos

Era sábado. Hoseok estava assistindo seus desenhos abraçado com sua preciosa pelúcia enquanto Taehyung dormia em seu colo, já Jungkook desenhava animadamente no tapete fofinho da sala. Eu estava na mesa próximo a eles, resolvendo meu trabalho no notebook. Agradeço aos céus cada momento silencioso dos meus filhos, principalmente porque sei que quando eles decidem infernizar não há ninguém que os segurem.

Estava concentrado no trabalho quando ouvi a campainha tocar.

— Papai, a porta! — Taehyung gritou.

Assenti com a cabeça levantando-me da cadeira e indo em direção a porta. Abri-a, mas não havia ninguém na porta, franzi o cenho confuso. Olhei para um lado e olhei para o outro, por fim dando os ombros e fechando a porta, porém logo a campainha foi tocada novamente. Mais uma vez abri a porta e não encontrei nada. Estava prestes a fechá-la novamente quando senti algo puxar minha calça e meus olhos se direcionaram para baixo.

Lá estava Jimin, filho mais novo de Seokjin, uma criancinha baixinha e bastante bochechuda que costuma brincar com Jungkook e Taehyung nos fins de semana. Ao contrário do irmão, ele é completamente adorável e amigável, eu diria que Jimin era a melhor parte daquela família. Em suas pequenas mãos estava um embalagem.

— Olá, Jimin.

— Olá, sr. Kim. — sorriu, mostrando seu doce “eye smile” que derretia qualquer um. — Papa pediu ‘pra trazer biscoitos pra vocês. Ele disse que são só para crianças, mas o sei que o sr. também vai querer comer!

Seokjin era um demônio mesmo, pensei enquanto pegava a embalagem das mãos do pequeno. Jungkook surgiu do nada atrás de mim, quase me matando do coração.

— Jiminie~. — cantarolou, animado. — Veio blincar’ comigo?

Jimin olhou para mim, depois para Jungkook e em seguida olhou para sua casa, parecia incerto sobre sobre o que responder, provavelmente tinha vindo apenas entregar, mas ao julgar os olhinhos de animados dele pude ter certeza que o mesmo estava animado para brincar com Kookie.

— Pode entrar, Jimin, eu aviso ao chato do seu pai que você vai brincar aqui. — dito isso, um novo sorriso surgiu nos lábios dele, correndo para dentro de casa e seguindo Jungkook que já estava a caminho de seu quarto.

Antes de fechar a porta vi Jimin voltar correndo até mim, dessa vez com um biquinho nos lábios.

— Papa não é chato! — e foi embora de novo.

Não pude deixar de rir do pequeno defendendo o pai, fechei a porta e segui para a cozinha. Os biscoitos estavam cheirando tão bem que eu estava considerando pegar um, mas e se Seokjin os tivesse envenenado? Não, ele não faria isso, afinal ele fez para as crianças, certo? Fui tirado dos meus pensamentos ao ver Taehyung entrar correndo na cozinha, roubar três biscoitos e fugir antes mesmo que eu considerasse dar uma bronca nele.

Olhei para os biscoitos e, bem, se Taehyung iria comê-los, eu também deveria, não é? Peguei um e levei a boca, assim que o mesmo se quebrou pude perceber que havia recheio de chocolate e mais alguma coisa que não pude identificar.

Meu. Deus. Que. Coisa. Incrível.

Como alguém tão demoníaco pode cozinhar de forma tão divina quanto essa?

Peguei mais alguns e segui de volta para o meu trabalho, afinal, precisava terminar isso ainda hoje. Comecei a digitar em meu notebook, dessa vez as palavras saíram facilmente e eu dei graças a deus por isso.

Dei uma tossida e senti que minha garganta parecia estar se fechando, corri até a cozinha atrás de água, completamente desesperado. Virei a garrafa de água toda, porém minha garganta continuava a fechar. Bati na mesa, ouvindo Hoseok gritar pedindo ajuda e tudo ficou preto.

×

Acordei com uma luz branca quase me cegando, eu estava deitado em uma cama de um quarto completamente desconhecido para mim. Me sentei assustado, que porra de lugar era aquele? Olhei para baixo, vendo um lençol cor de rosa e alguns bonecos do Mario.

— Bem vindo de volta ao mundo dos vivos, Namjoon. — eu sou capaz de reconhecer essa voz em qualquer lugar e, sinceramente, rezei para que fosse mais um de meus pesadelos.

Lá estava Seokjin, sorrindo como um anjo, mesmo sabendo que eu podia ver seus chifres de demônio de longe. Ele veio em minha direção e se sentou na cama.

— Onde eu tô? — perguntei, quando na verdade queria era mandá-lo para longe de mim.

—  Na minha casa. Você teve uma crise alérgica e eu decidi salvar a sua vida, então de nada. — ele deu de ombros.

Agora tudo fazia sentido, aquele gosto desconhecido junto com o chocolate era amendoim. Seokjin tentou me matar! Levantei meu dedo do meio para ele. Ele acaba de quase me matar e ainda assim acha que merece algum agradecimento por ter “me salvado”?

— Salvou porra nenhuma! Foi você quem fez aqueles malditos biscoitos! — gritei. Eu estava puto, putasso, mais puto que o pai do pingu.

— Ei! Calma lá! Eu lembro muito bem de ter dito que os biscoitos eram para as crianças, não para você. — se defendeu, levantando as mãos.

— E se um deles fosse alérgico também? Hein? Sorte sua ter sido eu. — reclamo, vendo o mesmo abaixar a cabeça. — Mas mesmo assim, obrigado por salvar a minha vida. — murmuro, contra a minha vontade. Por mais que eu queira continuar xingando ele, tenho que reconhecer que é graças a ele que eu estou respirando. — Você me levou ao hospital? — vejo o mesmo negar com a cabeça.

— Eu sou enfermeiro, Namjoon. E, para a sua sorte, tinha tudo para te tratar aqui em casa, sem necessidade de hospitais.

— Não me considero sortudo por isso. — faço careta. Ficamos em silêncio por alguns minutos, não havia mais assunto. Que desconfortável! — Já posso ir para casa? — foi como se Seokjin acordasse, pois logo tratou de puxar brutalmente meu cobertor e me colocar em pé.

— Pode, claro! — o olhei, um pouco assustado com a brutalidade repentina. — Os meninos estão brincando na sala. — disse, saindo primeiro do quarto e sendo seguido por mim.

Eu nunca havia entrado nos aposentos de Lúcifer - vulgo Seokjin -, mas a casa era bem diferente do que eu costumo imaginar. As paredes tinham tons claros, o piso de madeira estava completamente polido e havia diversos quadros de Yoongi e Jimin espalhados pela casa.

Chegamos a sala e encontramos Jimin, Taehyung e Jungkook desenhado com giz de cera no chão, enquanto Yoongi e Hoseok dormiam juntos no sofá. Assim que Jungkook me viu, seus olhinhos brilharam e o mesmo veio correndo em minha direção, não pensei duas vezes antes de pega-lo no colo.

— Papai!! — gritou o mais novo. — Você não morreu! — eu ri de seu comentário, levando a mão até seus cabelos e bagunçando-os.

— Não, eu não morri, mesmo com certas pessoas tentando me matar. — olhei para Jin, que revirou os olhos com meu comentário.

— Pare de tentar achar que tudo que eu faço é para afetar você, Namjoon, pouco me importo com a sua pessoa.

Ignorei seu comentário, olhando meus filhos.

— Vamos para casa, crianças? Ainda preciso fazer comida pra vocês.

— Não precisa, tio Jin nos deu lasanha. — Hoseok comentou, inocentemente.

Fiz careta, mais uma vez terei que agradecê-lo. Coloquei o melhor sorriso falso na cara e me virei para Seokjin, que tinha os braços cruzados com um olhar superior.

— Obrigado por alimentar meus filhos. — disse, a contragosto. Ele abriu um sorriso satisfeito. — Agora vamos crianças.



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