História [EM REVISÃO] Between God and the Darkness - Capítulo 106


Escrita por: ~ e ~harley_jerk

Postado
Categorias Supernatural
Personagens Abaddon, Adam Milligan, Alex Jones (Annie Jones), Bobby Singer, Castiel, Charlene "Charlie" Bradbury, Chuck Shurley, Claire Novak, Crowley, Dean Winchester, Donald "Don" Stark, Dorothy Baum, Gadreel, Garth Fitzgerald IV, Hannah, Jody Mills, Kevin Tran, Lúcifer, Mary Winchester, Meg Masters, Michael, Miguel, Naomi, Personagens Originais, Rowena MacLeod, Sam Winchester, Samandriel
Tags Castiel, Crowley, Dean Winchester, Deus, Escuridão, Irmãs, Isabella, Sam Winchester, Samantha, Supernatural
Visualizações 26
Palavras 2.073
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 106 - Tempo de um resgate


Fanfic / Fanfiction [EM REVISÃO] Between God and the Darkness - Capítulo 106 - Tempo de um resgate

POV Sam Winchester

- Nossa... – Falei, assim que chegamos na cena do crime – Esse lugar cheira a enxofre.

- O fedor, as tempestades bizarras e cada vaca morta em cada cinco quilômetros - O Dean falou - Eu apostaria em demônios.

Uma militar se aproximou de nós e pegamos nossos distintivos.

- Oi - O Dean falou - Agentes Stark, Banner e Quinzel, FBI. Só precisamos dar uma olhada no entorno.

- Por quê? - Ela perguntou - Isso é um caso militar, não federal.

- Bom, não foi o que o nosso superior falou – Falei e ela me encarou.

- É mesmo? Talvez eu e ele precisaremos ter uma conversa então.

Antes que eu ou o Dean disséssemos algo, a Isabella pegou meu celular e ligou para alguém, e logo entregou o aparelho para a militar, que se afastou de nós.

- Para quem você ligou? - Perguntei.

- Para quem pudesse nos conseguir acesso - A encaramos sem entender - A Sah, gênios.

- O quê? - O Dean perguntou.

- Eu não aceito ordens de qualquer um. A menos que você possa me dar uma boa razão, por ter três agentes bisbilhotando a minha cena de crime, eu os algemarei e acabarei com eles. Entendido? - A Cabo falou alto o suficiente para que nós três escutássemos.

A Cabo estava nos encarando com um sorriso sínico, que sumiu no momento seguinte. Ela ficou em silêncio por alguns instantes e logo voltou para perto de nós.

- Sim - Ela falou para a Samantha e suspirou - Sim senhora - Ela devolveu o celular para mim e se afastou rapidamente.

- Samantha, o que diabos você fez? - O Dean perguntou, assim que a ligação estava no viva-voz.

Os computadores dos militares são conectados a mesma rede.

- E?

Eu os invadi - Ela falou calmamente e ri fraco.

- Você é a melhor Sah - A Isabella falou e ela e o Dean foram até o ônibus militar.

- Samantha?

Sim?

- Eu já falei que eu te amo? - Ela riu fraco e até pude imaginá-la sorrindo.

Eu também te amo - Sorri fraco - Mas pelo amor do meu pai, nunca mais deixe a Bells fazer uma dessas - Ri fraco.

- Mas se não fosse por você, estaríamos sendo presos agora.

Como se eu não pudesse livrar vocês, não é?

- Nossa salvadora - Ela riu - O que faríamos sem a sua ajuda?

Entrariam em uma enrascada e eu teria que salvar a pele de vocês - Ri fraco.

- Obrigado.

Se precisarem de mais alguma coisa, sem ser invadir o sistema militar, me avisem - Ri fraco.

- Claro, até - Desliguei e fui até o ônibus, onde o Dean e a Isabella estavam.

POV Isabella McConnell

Assim que entramos no ônibus, fomos checar os corpos. Estava olhando um dos homens e vi que ele tinha um ferimento no peito, mas não parecia ser recente.

- Hei, alguma coisa? - O Sam perguntou, assim que entrou no ônibus e assenti.

- Sim, esse cara foi baleado no coração - Ele veio para mais perto de mim.

- Foi isso que o matou?

- Talvez, quinze ou vinte anos atrás - O encarei.

- Todos esses corpos têm uma ferida fatal, duas ou três, mas todas velhas - O Dean falou e o moreno o encarou.

- Os corpos foram ocupados e o demônio dentro deles os manteve funcionando? - Assenti.

- Provavelmente. Eu acho que eles estavam possuídos e se eu estiver certa, agora os soldados é que estão.

- Com licença agentes – A Cabo entrou no ônibus e veio na nossa direção com um tablet na mão - Nós conseguimos isso com uma câmera de segurança, talvez queiram dar uma olhada - O Sam pegou o tablet e reproduziu a gravação.

O vídeo mostrava os militares saindo do ônibus, um após o outro e por fim o motorista. O Sam parou a gravação, no momento em que o motorista parecia olhar para a câmera e aproximou a imagem.

Abaddon, pensei, filha da mãe.

☆☆☆☆☆☆☆☆☆☆☆☆☆

Nos livramos rapidamente da Cabo e voltamos até os carros.

- Abaddon? Sério? - O Dean resmungou - Achei que você e a Samantha tivessem queimado aquele corpo - Ele falou para o Sam.

- E queimamos Dean.

- Então como ela está com ele? Por que ela está brincando de G.I. Joe?

- Não tenho ideia.

- Por que não perguntarmos quando encontrá-la? - Falei.

- Perguntarei. E depois vou arrancar aquela cabeça fora… De novo.

☆☆☆☆☆☆☆☆☆☆☆☆☆

Estávamos voltando para o bunker, quando meu celular começou a tocar. Peguei-o e atendi, deixando no viva-voz para poder dirigir.

- Alô?

A Abaddon está viva?! - A Sah perguntou, com a voz um pouco mais alta do que o normal.

- Bem...

Bells, como ela pôde voltar depois que eu e o Sam queimamos o corpo dela?

- Não sabemos ainda. E aliás, como você já está sabendo que ela voltou?

Porque ela ligou.

- O quê?! - Agora foi a minha vez de perguntar alterada - Quando? E o que ela falou?

Ela me deu essas coordenadas: 44.053051, com negativas 123.127860. E dois nomes: Irv Franklin e Tracy Bell.

- Irv é um amigo dos Winchester's, se não me engano, mas não sei quem é Tracy.

Ela disse que eles eram caçadores e que se não fossêmos salvá-los, ela os mataria.

- Já escutamos essa história - Suspirei - Certo, trabalho novo, pesquise com o Kevin tudo que os Homens de Letras tenham sobre os Cavaleiros do Inferno, de preferência, uma forma de matá-los, permanente e avise-nos.

Claro - Ela suspirou.

- Obrigada Sah – Ela desligou e liguei para os Winchester's em seguida.

Expliquei rapidamente o que a Sah me falara e lhes dei as coordenadas, que as Sah me passara por mensagem.

Os números nos levam a um local nos arredores de Eugene, Oregon - O Sam falou - Vocês sabem que isso é uma armadilha, não sabem?

- Sim - Falei.

E nós simplesmente vamos em direção a ela?

Armas em punho - O Dean falou - Está conosco?

Vocês sabem que sim.

POV Dean Winchester

Chegamos de manhã cedo em Oregon. O lugar parecia mais uma cidade fantasma, do que qualquer outra coisa.

- Que diabos aconteceu aqui? - Perguntei.

- A fábrica de produtos químicos teve um vazamento anos atrás, eles evacuaram três quarteirões - O Sam falou - Acho que continua contaminado.

- Esse lugar todo está envenenado? - A Isabella perguntou.

- Sim. Mas não corremos risco de morrer, há menos que passemos algumas horas aqui.

- Ah obrigado, me deixou bem mais aliviado - Falei e o Sam riu fraco.

Seguimos pelas ruas da cidade, quando ouvimos um barulho baixo, vindo de um velho restaurante. Empunhamos nossas armas e o Sam entrou primeiro.

- Dean - Foi então que vi o Irv e a outra garota, que deveria ser a Tracy.

- Irv? - Fui até o Irv e tirei o pano da sua boca – Onde está Abaddon?

- Abaddon está torturando os caçadores, ela está tentando chegar até vocês.

- Você sabe o por quê? - A Isabella perguntou.

- Eu duvido muito que ela queira adicioná-los na lista de cartões de natal dela. Agora vocês vão fazer um salvamento aqui ou o quê?

- Depois de você tomar um pouco de água benta cara – Falei e peguei meu catil, lhe deixando beber um pouco.

- Satisfeito? - A Tracy perguntou ao Sam, depois que ela bebeu a água.

- Sinto muito sobre isso – Falei.

- Não se preocupem, a última coisa que vocês precisam é nos ver com os olhos pretos - A Isabella cortou as cordas que estavam mantendo os dois presos e eles se levantaram.

- Tracy, certo? Eu sou Sam Winchester e... - A garota o interrompeu.

- Que bom para você.

- Ela é nova – O Irv falou – Nós fizemos um trabalho de transformação juntos em Sacramento – Ele assentiu e a encarou – Esperta, mas tem uma boca.

- Vamos nos preparar – A Isabella falou.

Pegamos tudo o que tínhamos trazido na minha bolsa de armas e deixamos sobre o balcão do restaurante.

- Certo, temos o suco de Jesus, armas carregadas com balas com armadilhas do diabo, atire em um demônio e o deixe acorrentado - Falei - A lâmina dos anjos funciona...

Ouvimos um barulho vindo do lado de fora e o Sam foi até a janela, levantando um pouco a persiana.

- Eles estão vindo – Ele falou.

- Bom - Falei e ele nos encarou.

- Eles tem rifles de precisão.

- Certo, não tão bom assim - A Isabella falou.

- Então, qual vai ser o jogo? - O Irv perguntou.

Deixamos meu celular reproduzindo uma gravação, nos dando tempo de contornar os demônios e ficarmos escondidos no lado de fora.

- Irv, você, a Isabella e eu vamos para a esquerda - Falei - Sam, você e Tracy para a direita.

- Certo - O Sam falou - Vamos?

Ele apoiou sua mão de leve sobre o ombro dela, para direcioná-la e ela o empurrou para longe de si.

- Não me toque.

- Hei, qual o problema? - A Isabella perguntou.

- Minha família está morta por causa dele.

- O quê? - O Sam perguntou e encarei o Irv, que parecia saber daquilo já.

- Eu vi um demônio massacrar os meus pais e o tempo todo ele falava como se estivesse celebrando, como um garoto idiota deixou Lúcifer sair da sua jaula - Ela olhou para o Sam com desdem.

- Certo, temos que nos mexer – Falei – Garotas comigo. Irv… - Indiquei o Sam e ele assentiu.

- Certo, vamos filho - O Irv e o Sam se separaram de nós.

Voltamos para perto da lanchonete, mantendo-nos escondidos.

- Certo, acho que continuam ali dentro - Falei - Vamos esperar eles saírem e os pegamos, um por um.

A Isabella assentiu e a Tracy também. Olhei para a garota e suspirei.

- Escute, só para você saber, o Sam não foi o único que achou que estava fazendo o certo e acabou vendo tudo isso ir por água a baixo. Isso só faz parte de…

- Ser um caçador? - Ela falou sínica e a encarei.

- Ser humano - Ela me encarou - Se você quiser ficar chateada com o Sam, tudo bem, eu entendo. Mas se você quiser ir atrás de alguém, tenha certeza de que eles tem os olhos pretos. Você precisa saber quem são os verdadeiros monstros no mundo.

POV Sam Winchester

O Irv estava me acompanhando e falava algumas coisas que, sinceramente, eu não estava escutando. Depois do que a Tracy disse, era meio difícil não estar pensando naquilo.

- Sam, está de acordo? - O Irv perguntou.

- Sim – Respondi por responder.

- Bom, agora me passe aquele palito e você, o Dean, a Isabella e a Tracy dão o fora daqui – Parei de andar e o encarei.

- O quê?

- Eu vou sozinho, vou lhes dar o máximo de tempo que puder.

- Irv, isso é morte na certa.

- É o que eu tenho em vista – O encarei sem entender e ele suspirou – É minha culpa Sam. Eu estava em um antro, desleixado e sozinho, e eu conheci uma garota e logo depois eu estava amarrado em uma cama e ela estava deturpando coisas que não eram para ser deturpadas.

- Ela quem?

- Abaddon – Suspirei – Eu os entreguei, Pete, Tracy… Eu entreguei todos eles. Então me passe essa lâmina e me deixe fazer o que eu tenho que fazer, ou então me ajude… - Mas ele não terminou de falar.

Um tiro o acertou bem no peito, fazendo-o cair no chão, já sem vida. Peguei minha arma e me apoiei contra a parede. Fui até a beirada e atiraram pela segunda vez, mas ainda sem me acertar.

Antes que atirassem de novo, atirei contra o demônio que estava no terraço do restaurante, acertando a luneta da arma. Corri em direção ao restaurante, me jogando lá dentro.

Mas havia um pequeno detalhe que eu esquecera: Os demônios estavam lá dentro. Um deles pisou no meu pulso, me impedindo de usar minha arma ou mesmo me levantar.

- Bú – O demônio falou e sorriu sínico.



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