História Em um jardim... - Capítulo 1


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Categorias Percy Jackson & os Olimpianos
Personagens Nico di Angelo, Percy Jackson
Tags Lemon, Percico, Pernico, Universo Alternativo
Exibições 260
Palavras 2.707
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Lemon, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Esta é a minha primeira fic! espero que gostem.
é uma história pernico. Leiam e se divirtam!

Capítulo 1 - Capítulo único


Fanfic / Fanfiction Em um jardim... - Capítulo 1 - Capítulo único

Nico Pov’s

***

Minha noite de sono fora horrível! Primeiramente por causa dos pesadelos que surgiram logo depois que fechei os olhos, e depois, porque Percy roncava muito alto toda santa noite. Mais o pior de tudo fora os pesadelos. Bem que Percy tinha avisado que uma maratona de filmes de terror antes de dormir seria uma má ideia. Ele sempre dizia que eu tinha uma “mente facilmente influenciável”. Parece que ele tinha razão.

Por causa dos sonhos ruins eu estava acordado já a algum tempinho, mas só levantei quando o despertador tocou (exatamente às 7 da manhã).

Fui direto para o banheiro fazer minha higiene matinal, tomei um bom banho quente e aproveitei para me livrar de uns pelinhos indesejáveis. Saí do banho e tentei encontrar uma roupa adequada para o café da manhã. Calça jeans escura e blusa preta com caveiras bordadas? Perfeito!

Dei uma olhada no meu reflexo no espelho... Bem, meu cabelo parecia um ninho de ratos desleixados, estava com olheiras e umas malditas espinhas estavam brotando de minha pele pálida. Se colocassem um chapéu pontudo em minha cabeça e me dessem uma vassoura, eu seria um autêntico bruxo mau do oeste. Tudo que eu podia fazer era pentear o ninho de ratos o melhor que conseguia. Graças aos deuses que no dia anterior tinha feito um corte social, senão eu já poderia ser contratado para fazer o papel de algum vilão em um filme de terror.

Coloquei meu perfume favorito e tentei agir o menos mal-humoradamente possível, se é que era possível deixar de ser tão mal-humorado, o mal humor é sanguíneo. E ai você pergunta: “Mas Nico, pra que se arrumar todo para um simples café da manhã???”. Pra falar a verdade, não me importo muito com estar ou não estar bem arrumado, se eu não estiver pelado, beleza...

Desci a escada sentindo o cheirinho de panquecas (OBS: minha casa é no estilo daquelas americanas, com sótão, porão e tudo o mais. Tudo isso graças aos pais de Percy e aos meus).

Antes de chegar à cozinha, pude ouvir Percy cantar uma música muito mal. Ri comigo mesmo ao tentar decifrar aquela letra muito mal cantada.

Nós dois estávamos juntos já alguns anos, e quando Percy me abraçava e beijava sempre parecia a primeira vez. Como é a aparência de Percy? Bem, por onde começar? Ele é alto, possuí cabelos pretos, pele clara perfeitamente bronzeada, intensos olhos verde-mar (que sempre ficavam cada vez mais intensos a cada ano que passava), ele tinha um incrível e enlouquecedor porte atlético, todos os músculos bem desenvolvidos e minuciosamente desenhados. OMG!!!

Quando ele percebeu minha presença fui recepcionado com um caloroso beijo de bom dia.

– Então, Gasparzinho, dormiu bem? – ele me perguntou, enquanto eu me sentava à mesa e ele colocava as panquecas diante de mim.

– Poderia ter sido melhor... – Disse, dando a primeira garfada na panqueca.

- Quer um pouco de melado? – Perguntou, segurando na mão um fraco com a seguinte frase na embalagem: “Melado da tia Hellen, você vai se melar dos pés a cabeça!”.  Ri comigo mesmo ao lembrar-me na dificuldade que o maior teve para entender o trocadilho.

- Seria bom...

Percy despejou um pouco do líquido doce sobre minha panqueca, logo depois se sentando também.

- Do que tá rindo? – Perguntou ele, curioso.

- Ah, nada não...

Terminamos o café sem muita conversa. Quando, por fim, terminei de devorar as panquecas, levei os pratos para a pia, onde Percy já lavava os dele, olhei pela janela e disse:

– Percy, vou dar uma passeada pelo bosque, tá?

– Okay, só não demore muito, senão vou ficar preocupado – Foi tudo que o maior disse enquanto lavava os pratos.

Dei um abraço apertado nele e, em seguida, um beijo.

– Hey, cuidado, você vai acabar se molhando todo – Disse o de orbes verdes, maliciosamente. Tive a leve impressão de que ele não estava se referindo a água da pia.

Não dei muita atenção a isso. Corri pro lado de fora. Ah, a casa onde eu e Percy moramos fica bem de frente para um bosque.

Como não senti o costumeiro calor do sol, deduzi que o céu estava nublado. Olhei pro alto e confirmei minhas suspeitas. O céu estava nublado, coberto por imensas nuvens cinzas. Sempre me sentia em um ar diferente quando aparentava que iria chover. Sentia um cheiro diferente no ar, algo como o cheiro do ar antes da chuva.

Olhei para o oeste, a alguns metros de onde estava, um verdejante bosque colorido cheio de pinheiros e diversas outras árvores se erguia. O bosque fazia um meio-círculo perfeito ao redor de nossa casa. A única parte que não estava cercada por árvores era o lado leste, ou seja, o lado nascente.

Caminhei tranquilamente bosque adentro. Seguindo uma trilha aberta. Ao andar por entre as árvores do lugar, ouvia-se um Crack!Carck! Causado pelos gravetos que quebravam quando eram pisados.

Aquele lugar estava em completo silêncio! Os únicos sons que se podiam ouvir eram os de gravetos quebrando. Avancei mais um pouco. Depois de alguns minutos de caminhada, cheguei a um espaço aberto, bem amplo. O espaço aberto era em forma de um círculo completo, naquele espaço, seria possível aconchegar umas sete casas de tamanho médio perfeitamente.

Eu sempre perdia o fôlego quando via aquele lugar. Tudo era tão lindo que passava horas contemplando aquilo sem perceber o tempo passar.

A trilha levava ao mais belo jardim que já vira em toda a minha vida.

O chão estava repleto de pomposas flores que se erguiam do solo fértil. Um maravilhoso e verdejante tapete de grama revestia o solo. No centro, borbulhava uma grande fonte onde uma estatua do deus grego Poseidon cuspia água em um chafariz. Em sua mão direita, segurava um tridente.

Alguns pássaros aproveitavam a água da fonte para se banhar e matar a sede. Para se tornar o próprio jardim do Éden só faltava o Adão e a Eva.

Fiquei a observar a estatua de Poseidon, ele estava nu, e o pior: era tudo minuciosamente detalhado. Nossa, não podiam ter feito a escultura com roupas não?

Olhando aquela estatua pelada daquele jeito, pensei no Percy. Pervertido? Nenhum pouco.

– Se você continuar a olhar ele assim, eu vou ficar com ciúmes...

O susto foi tão grande que meu coração quase quebrou a caixa torácica de tão forte que bateu.

– Percy! – Gritei, irado – Você quer me matar de susto, é???

Me voltei para ver o moreno de olhos verde-mar que me encarava com um sorriso divertido no rosto.

– Calminha, Nick – Começou ele, segurando a risada – Vejo que precisa se tornar um pouco mais corajoso.

– O que? Eu sou corajoso – Disse – Só não esperava que você me seguisse...

Fui interrompido pelo selar dos nossos lábios. A língua dele pediu passagem, eu cedi instantaneamente. Toda a minha raiva havia se dissipado feito fumaça. Era incrível o efeito que os lábios do maior causavam a mim. Separamos-nos e ele disse:

– Eu sei, foi mal pelo susto Nick – Disse acariciando meus cabelos.

– Tudo bem. – Não estava mais com raiva, não tinha mais motivos para estar.

– Vejo que foi uma boa ideia investir nesse jardim – Falou o maior, se aproximando da fonte, eu o segui logo atrás. – Valeu a pena cada centavo gasto com tudo isso... Afinal, foi seu presente de aniversário de 16 anos... – Seus belos olhos se voltaram para mim, me encarando romanticamente. – Nico, eu te amo...

Meu rosto enrubesceu. Droga, Percy! Não me olha assim! Isso me deixa louco!

Ele torceu os lábios carnudos em um beicinho superfofo e sensual. Apenas com aquilo, senti meu “amiguinho” despertar.

Desviei o olhar. Se eu continuasse a olha-lo, iria ficar louco de tesão. Ouvi um riso baixinho.

– Nico – Ele disse meu nome no tom mais sedutor possível – Você não sabe o quanto esse seu corpinho me excita.

Senti meu rosto arder.

Quando terminou de falar, me envolveu em seus fortes braços e selou nossos lábios mais uma vez.

Narrador Pov’s

Percy mordia os lábios do amante vez ou outra, fazendo-o soltar gemidos baixos por causa do beijo. Foram obrigados a separarem os lábios para tomar fôlego, mas logo retomavam ao trabalho. O de orbes verdes interrompeu o ósculo apenas para tirar a camisa do menor, expondo-lhe o tronco magro e pálido.

Percy deitou o corpo de Nico sobre o tapete de gramas e se pôs sobre ele. Prendeu-lhe os pulsos com as mãos, enquanto distribuía mordidas e chupões pelo pescoço do moreno. O maior fazia questão de que ficassem marcas bem visíveis na pele pálida do menor. Ao chegar ao tórax do moreno, dirigiu a atenção para seus mamilos. Percy os mordia e chupava o mamilo esquerdo como se precisasse ser amamentado desesperadamente. Moveu a mão direita e estimulou com os dedos o mamilo direito.

O di Ângelo gemia com os estímulos recebidos. A cada segundo sentia que seu membro endurecia mais (se é que era possível). O mais velho cessou com os estímulos e selou apaixonadamente seus lábios com os do menor, aproveitando para empurrar seu quadril contra o de Nico, fazendo um movimento de vai e vem, com a intenção de fazer uma simulação de penetração. Nico podia sentir o membro enrijecido do maior sob a calça jeans.

Percy parou com os movimentos e apressou-se a despir a parte inferior do corpo de Nico. Deixando-o apenas com a cueca Box preta que ele dera com o conjunto de cuecas no aniversário do menor. Porque dar de presente um conjunto de cuecas Box preta de aniversário? Porque saber que quem ele mais amava estava usando a peça íntima que dera o deixava mais excitado que o normal.

O mais velho fez carícias no membro alheio com a mão livre, enquanto a outra ainda prendia um dos pulsos de Nico (ele amava saber que o moreno estava totalmente submisso a si). Sem desgrudar os lábios, aumentou a velocidade dos movimentos, ouvindo Nico gemer entre seu ósculo. Desfez o beijo e transferiu a completa atenção para o “Nico Junior”. Com os dentes, e lentamente, abaixou a cueca do outro, lançando-a para o lado. Agora, tinha o moreno completamente nu diante de si.

O membro de Nico era tamanho médio, sem prepúcio, duro, e o moreno possuía alguns pelos ralos próximos à base.

O menor mantinha os olhos fechados, esperando a carícia oral, que não ocorreu. Abriu os olhos e olhou confuso para Percy, que o encarava fixamente, com um sorriso malicioso nos lábios.

Merda! Não me olhe assim! Isso me deixa louco!

– O que tá esperando? – Questionou ele, corado.

– Quero saber o que você quer que eu faça – Ele o estava provocando, queria vê-lo implorando para ser chupado.

– E-eu quero – Merda! Ele estava gaguejando? – E-eu quero – Tomou fôlego – Eu quero que você me chupe Percy! – Sentiu o rosto pegar fogo.

– Como quiser!

O maior pôs o membro do mais novo na boca de uma só vez. Nico gemeu alto, sorte que seus amigos estavam bem longe, ao menos era o que aparentava.

Percy alternava entre lambidas e chupadas. Lambia da base a glande. Distribuindo, também, beijos ao longo do percurso. O mais velho engoliu o pênis de Nico e iniciou um vai e vem, concentrando-se principalmente na glande. O moreno mal podia conter os gemidos, estes, por sua vez, apenas incentivavam Percy a acelerar os movimentos. Os movimentos eram contínuos, sem pausa. Depois de alguns momentos assim, Nico gemeu alto e arqueou as costas, despejando seu líquido na boca de Percy, que engoliu tudo e ainda limpou ao pênis do menor. Desprendeu o pulso alheio e retirou a própria roupa.

Nico o encarava atentamente, mordendo o lábio. Ao terminar de despir-se deixou à amostra o corpo esbelto e bem desenvolvido. Os braços fortes, peitoral bem esculpido, o abdômen bem delineado e as pernas torneadas e as nádegas firmes do maior enlouqueciam a Nico. E o membro do maior era, com certeza, bem maior que o membro do menor. Tinha, no mínimo, uns 24 cm, grosso e cheio de veias pulsantes, pela fenda escorria pré-gozo. Era bem aparado e tinha um prepúcio que cobria metade da glande grande e rosada.

Ele aproximou-se do menor e deu-lhe três dedos para chupar. O moreno os deixou completamente encharcados, e os fez da maneira mais sensual que pode. Ao sentir o primeiro dedo adentrar-lhe o interior gemeu de dor, sendo prontamente beijado pelo maior. Depois veio mais um e depois o último dedo. Percy os movimentava habilmente no interior do outro, causando-lhe gemidos contidos.

Depois de cansar de brincar, o mais velho retirou os dedos do interior de Nico e sentou-se, pondo Nico em seu colo. Aos poucos, e lentamente, a glande adentrou o pequeno ânus, fazendo Nico praticamente gritar de dor. Mesmo depois de tantas fodas, o orifício de Nico ainda continuava apertado (estava do jeitinho que Percy gostava). Aos poucos adentrou o restante do grande membro de Percy, lágrimas de dor rolavam pela face de Nico. O maior, carinhosamente, secou-as com as mãos e disse-lhe palavras fofas e promíscuas. Quando o mais novo ameaçava chorar de dor o maior tentava consola-lo dizendo: “Calma, Nick, vai ficar tudo bem. Logo vai passar, confie em mim”. Automaticamente, Nico envolveu o pescoço de Percy com os braços apertando-o fortemente. Depois de uns demorados minutos finalmente Percy estava completamente dentro de Nico.

Esperou o menor acostumar-se com o volume dentro de si. Quando a dor tornou-se suportável, o menor rebolou, simbolizando que podiam prosseguir. Os movimentos começaram lentos, mas logo foram acelerando. Ambos gemiam sem parar.

Eles mudaram as posições e colocaram-se de pé. Nico sustentava o corpo na borda da fonte, molhando os dedos na água fresca, enquanto Percy o penetrava por trás, com as mãos em seu quadril. Essa era a posição preferida de Percy, porque transar em pé o deixava muito mais selvagem.

Não demorou muito e os movimentos tornaram-se frenéticos. Nico urrou de prazer ao sentir a tora de Percy atingir-lhe a próstata. E outra vez, e outra vez. Agora, não havia uma estocada sequer que não atingisse seu ponto de prazer.

Apesar de que era difícil estocar sendo o membro de Percy tão grande e o orifício de Nico tão apertado, o suor lubrificava a entrada e tornava mais fácil de Percy estocar. Ele tirava o membro por completo e adentrava tudo de uma só vez. O som de pele contra pele era muito obsceno. Os dois não paravam de gemer nem por um momento se quer. Nico se masturbava com uma mão, enquanto com a outra sustentava o corpo.

– M-Mais forte Percy – Disse entre gemidos – Seja selvagem.

O de orbes verdes acatou ao pedido com muito prazer. Em cada estocada, usava o máximo de violência e força que conseguia ao mesmo tempo em que arranhava o quadril alheio. Com a boca próxima a orelha do menor, o mais velho sussurrava frases promíscuas cheias de palavrão e luxúria. Com tamanho prazer que o maior sentia, mordeu a orelha pra tentar despejar um pouco do prazer que sentia.

– N-Nico... e-eu... v-v... – mal conseguia formular uma frase coerente por causa do tamanho prazer que o assolava.

Em um jato, Nico veio primeiro, sujando a borda da fonte. E após mais 12 estocadas Percy urrou loucamente de prazer. Sentia o ápice chegando, não conseguia mais sentir as pernas nem os braços, mal se lembrava como se respirava ou falava. Quem era ele mesmo? O que estava fazendo? Sua mente tornou-se pura branquidão. Os espasmos tomaram conta absoluta de todo o seu ser. Cada partícula de seu ser vibrava de puro êxtase. E quando expeliu o líquido branco para o interior de Nico, gritou o mais alto que pôde. Ocorreram sete jatos consecutivos. E o gozo escorria por entre as pernas do menor, que estava absolutamente fadigado.

Percy desabou no chão, trazendo Nico consigo. Retirou-se do menor, envolveu o corpo do menor em um abraço. E teriam permanecido nessa posição por um bom tempo... Se não tivesse retumbado pelos céus um trovão.

E dentro de poucos segundos depois, a chuva desceu sobre a terra, molhando os dois garotos que, desesperadamente, tentavam pegar as peças de roupas espalhadas pelo chão gramado. Os dois correram dali. A chuva tinha desfeita toda a atmosfera romântica... Mas eles iriam terminar quando chegassem a casa... Afinal, eles NUNCA paravam antes do 7° round... É, o dia iria ser ocupado...


Notas Finais


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