História Em uma nova era - Capítulo 16


Escrita por: ~

Postado
Categorias A Origem dos Guardiões, Como Treinar o seu Dragão, Enrolados, Valente
Personagens A Fada dos Dentes, Astrid, Coelhão, Flynn Rider, Jack Frost, Jamie Bennett, Mérida, Norte, Rapunzel, Sandman "Sandy", Soluço, Sophie Bennett, Stoico
Tags Hijack
Exibições 58
Palavras 2.644
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Crossover, Escolar, Famí­lia, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Slash, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Vocês não sabem o quanto odeio postar tão tarde da noite (( sim, pra mim isso é tarde, pelo menos pra postar )) MASSSSS estamos aqui ne
Desculpa a demora (( acho que demorei, mas seila, to muito distraída e com sono, sorry ))
Enfim, esse cap deu trabalho pra revisar, vocês não têm ideia.
Outra coisa: me odeio muito por não ter respondido comentário ainda. Caralho..... não se preocupem que vou responder.
Enfimmmmm
Espero que gostem !!

Capítulo 16 - Capítulo 15


"Espero realmente que você precise experimentar mais algumas vezes, pois eu sempre estarei aqui..."
Minha cabeça estava encostada em seu ombro, ao que me encontrava olhando para as nossas mãos juntas.
As lágrimas não estavam mais presentes, porém eu não podia dizer o mesmo da vontade, que, no momento ainda era grande.
Fechei meus olhos, tendo o seu rosto em minha mente, o que automaticamente fez com que uma lágrima acumulada caísse em minha bochecha. Todavia, levantei uma mão, a limpando num ato inconsciente.
Logo depois senti o seu carinho em meu ombro, o que me fez olhar para o rosto.
Ela sorriu, agora tratando de acariciar minha bochecha.
—Era disso que eu tinha medo.- falou, ainda sorrindo fraco.
—Disso?- perguntei, juntando as sobrancelhas, claramente confuso.
—De te ver magoado por causa das coisas humanas.- respondeu, ao que deu uma pausa, ainda passando a mão em meu rosto. Eu sabia que não tinha acabado de falar.- Por isso que, quando você conversou conosco sobre o assunto, eu fui a primeira a protestar.
Sorri, mesmo que minimamente, lembrando claramente daquele momento e também de sua reação exagerada.
Confesso que fiquei um pouco com raiva da guardiã naquela época, pois a mesma nunca havia sido do tipo de não me apoiar em algo. Fada sempre foi minha amiga em todas as coisas e quando informei que gostaria de ser humano, ela teve uma postura que nunca imaginei ter.
E agora vejo que talvez... estivesse certa.
Naquele dia, tive sua companhia pela tarde toda, onde acabei contando à respeito de tudo. Tudo sobre minha vida e escola.
Falei sobre Hiccup e as sensações estranhas que ele me causa. De como... De como eu fico ao seu lado. De como tudo que tem a ver com ele me atrai. Dos seus olhos, e a sensação que sinto quando os mesmos me encaram. De como é conversar com ele todos os dias. 
Também acabei soltando sobre Jamie.
Eu estava realmente muito animando para falar sobre ele com os guardiões, por que não com Fada?
Mas acabei apelando sobre o lado triste da história.
O lado que ele não me reconhece, e que parece querer ficar o mais longe possível de mim. Ou de como ele fica quando eu o chamo pelo apelido, criado por mim mesmo. E de como ele desvia o olhar quando eu o olho.
Eu sentia falta dele e quando finalmente o tenho, ele me odeia.
E era exatamente pelas causas citadas acima, que eu estava naquele estado ao lado de Fada no sofá, com as lágrimas derramando de meus olhos.
O que me leva a pensar pela primeira vez que é um saco ser humano! É realmente um saco sentir tudo isso.
O seu sorriso direcionado a mim no dado momento, foi o que me salvou de meus pensamentos e logo me via desviando a atenção totalmente para seu rosto.
—Eu tenho que ir, já vai escurecer.- informou, logo se levantando.
Passei a mão pelo rosto, ao que levantei também.
—Tudo bem... Err, valeu pela visita e por tudo.- falei, me sentindo um pouco sem jeito por a estar agradecendo, uma vez que a mesma era uma amiga e não precisaria daquilo. Logo a segui até a janela.
Assim que chegamos até o nosso destino, parei uma vez que a outra se virou, dando um sorriso, ao que acabou me abraçando no meio do caminho. 
—Jack, ele não se esqueceu de nós. Convença-o disso.- sussurrou em meu ouvido.
Eu a queria responder, todavia logo vi a mesma dando de ombros, já levantando voo.
Sorri pela sua frase, uma vez que senti certa certeza em suas palavras, que nem eu poderia enxergar sozinho.
—Eu irei convencê-lo.- falei para mim mesmo, todavia ainda mantendo os olhos no céu, e na guardiã fazendo seu caminho para seu covil, muito além das nuvens.
O barulho agudo foi o que me fez dar de ombros.
Olhei para os lados, procurando pelo aparelho, o achando em cima do sofá.
Vi pelo visor que era um número desconhecido, me fazendo pensar ser interessante. 
—Oi?
—Jack?
—Sim, quem é? 
—É o Hiccup, como você está?
Sorri de lado, indo até a cozinha. Aquilo realmente era interessante.
—Hiccop! Estou bem, e você?
—Também... Então... Minha mãe tem visita, e ele vai jantar aqui em casa.
—E... ?
—E... Como eu não quero ficar sozinho com os dois, e minha mãe deixou eu chamar alguém... Pensei em você.
Acabei por quase me engasgar com a água que havia colocado em um copo, porém consegui engolir o líquido, e logo depois não evitei o sorriso.
—Jack?
—Fala.
—Você não escutou o que eu disse?
Acabei sorrindo irônico, decidido a brincar com ele.
—Não, você falou alguma coisa?
Escutei o seu suspiro pesado do outro lado da linha. Acho que ele não ia responder, então continuei.
—Vem cá, como você conseguiu meu número?
Deu outro suspiro.
—Merida me passou.
Sorri, olhando para o chão.
—Ah, e o que você quer comigo mesmo?
—Jack, vai se ferrar. 
Evitei uma gargalhada, e demorei um pouco para respondê-lo.
—Ouch! Você me ligou para mandar eu ir me ferrar? Não sabia que era assim.
—Não. Eu te liguei para... Err, para te convidar para comer aqui em casa.
Sorri novamente.
—Ta, daqui a pouco eu to aí.
Escutei novamente seu suspiro pesado, o que me fez sorrir. Ele parecia nervoso.
—Que droga, queria que você recusasse. 
Dei gargalhada, pela sua tentativa falha de disfarçar seu nervosismo.
—Ah, claro que queria.
Ele não respondeu nada.
—Até daqui a pouco, Hiccop.
Desliguei o celular, escutando o seu "até" baixo.
Deixei o copo na mesa, andando com passos demasiadamente rápidos até o meu quarto, indo direto para o banheiro.
Tirei minhas roupas rapidamente, caminhando para o chuveiro, e o abrindo. Logo estava debaixo da água fria, não evitando o arrepio leve.
Não demorei para estar ensaboando meu corpo, e acabei por também pensar em algumas roupas, tentando escolher por entre elas uma que me sentiria confortável.
Lavei meu cabelo, e sem demora, estava saindo do banheiro.
Fui em direção ao guarda roupa, olhando por alguns segundos para as peças. Apanhei uma calça jeans branca, uma camisa preta e o meu antigo moletom azul.
Me livrei da toalha, para colocar a boxer e logo depois as roupas, também tratando de calçar meu par de tênis, e passar perfume.
Não me importei em mexer muito com o meu cabelo, apesar de ter o arrumado um pouco.
Todavia logo estava colocando meu celular no bolso, e dando uma última olhada no espelho.
Andei até o andar de baixo, descendo os degraus da escada rapidamente.
Peguei as chaves no meio do caminho, e desliguei as luzes acesas, praguejando por as deixar daquela forma, já que dinheiro não chovia do céu - infelizmente -, antes de caminhar para o lado de fora.
Tranquei a porta, e comecei a andar até a casa do ruivo.
Não era tão longe. Ficava somente a algumas quadras de onde me encontrava.
Minhas mãos estavam nos bolsos do moletom, enquanto o vento batia delicadamente contra a minha pele, fazendo até mesmo cócegas.
O céu se encontrava limpo, e as estrelas estavam mais brilhantes.
Mesmo que talvez eu não tenha mais esse direito, ou dom, me vi dando início a uma conversa com o Homem da Lua.
—Sabe, eu sinto falta de estar aí em cima.- disse, olhando para a bola branca no céu.
Em resposta, tive um brilho mais intenso vindo dali, o que me fez dar um sorriso largo.
Nem percebi que já estava chegando na casa do ruivo e logo caminhei até sua porta, pronto para bater na madeira.
Suspirei, dando três batidas e esperei, colocando as mãos novamente nos bolsos do moletom. Suspirei aliviado, ao que não demorou muito para Hiccup estar em minha frente.
Ele me analisou de cima a baixo, dando um sorriso logo depois.
Franzi as sobrancelhas, não entendendo sua atitude, mas resolvi deixar pra lá.
—Boa noite.- desejei, sorrindo de canto.
—Boa. Você... quer entrar?- respondeu, coçando a nuca.
Franzi o cenho, e foi minha vez de o olhar de cima a baixo.
—A gente vai jantar aqui fora? Porque se não, eu quero entrar sim.- falei sorrindo.
Ele arqueou as sobrancelhas, parecendo finalmente perceber o que havia falado.
—Ah, entra.- disse por fim, me dando passagem.
Caminhei para depois da porta, lembrando claramente da última vez que estive ali. Só que agora estava diferente, por causa dos móveis no lugar.
Sorri, interrompendo meus pensamentos, ao que olhei para trás.
Hiccup me pegou pelo braço, puxando-me para algum lugar, que reconheço ser o caminho da cozinha.
E como esperado, entramos no cômodo e logo o cheiro do jantar invadiu meus sentidos.
Na evitei trombar com o corpo de Hiccup, por causa de sua parada súbita.
—Desculpe.- sussurrei, depois de dar um riso.
Ele rodou os olhos, e então desviou a sua atenção para outro lugar.
—Mãe?- perguntou, me puxando novamente.
E é aí que eu vi a mulher. Ela estava sorrindo, enquanto conversava com um homem grande.
Limpei a garganta, tirando as mãos do bolso.
—Oi baixinho.- se virou, olhando para o ruivo e não consegui segurar a gargalhada inevitável, o que chamou a atenção de todos no cômodo.
Hiccup me olhou com raiva, o que só me fez rir ainda mais por causa de sua expressão. Todavia, ao perceber ser dono de tantos olhares, logo me via me concentrando em parar de gargalhar, conseguindo depois de um tempo.
—Quem é esse, Hiccup?- perguntou a mulher, depois que fiquei em silêncio.
—Jack.- respondeu, com os braços cruzados, parecendo ainda estar com certa raiva, mas eu simplesmente não consegui segurar o riso.
Ver a mãe dele chamá-lo daquela forma, foi demais para mim.
Andei até a mulher.
—Prazer.- falei, sorrindo largo.
Ela também sorriu, apertando a minha mão e se aproveitando disso, para me puxar para um abraço forte, que retribui com a mesma intensidade.
Me afastei, indo cumprimentar o homem grande, logo apertando a sua mão, sorrindo para ele.
—Stoico.- ele falou, também sorrindo, só que minimamente.
—Jack, prazer.- respondi.
Dei de ombros, andando até o ruivo, ao que sorri largo para o mesmo, uma vez que o menino ainda estava com os braços cruzados.
Ele rodou os olhos, me empurrando para trás de seu corpo.
—Mãe, vai me chamar quando estiver pronto?- perguntou.
—Vou, pode subir.- respondeu simples.
Ele pegou em meu braço novamente e me puxou, andando até a escada. Quando chegamos aos degraus, me soltou, e subiu rapidamente.
Fui em seu encalço, e logo chegamos ao seu quarto, ao que ele me deu passagem.
Andei até a sua cama, sentando confortavelmente na mesma, não demorando para observar os detalhes do cômodo.
Hiccup acabou sentando em uma cadeira que tinha perto da cama, me olhando. Foi quando encarei melhor seu rosto, que percebi pela primeira vez na noite, que o ruivo parecia realmente nervoso, e era até engraçado vê-lo naquele estado, mesmo que intrigante.
—Que foi?- perguntei depois de um tempo que nos encaramos.
—Como assim?- respondeu, arqueando as sobrancelhas.
—Você parece estar desconfortável.- continuei.
Ele desviou o olhar, entrelaçando as mãos em seu colo.
—Eu estou tendo uns sonhos estranhos.- disse por fim, sem ainda me olhar.
—Sonhos estranhos? É comigo?- perguntei irônico, tendo um arregalar de olhos de sua parte.
—O que?! É óbvio que não!- respondeu, rindo de maneira nervosa.
Sorri de lado, achando graça de sua reação.
—Não precisa esconder, Hiccop.- digo, ainda irônico.
Tinha noção que não era realmente comigo esses sonhos, mas era engraçado deixá-lo daquela forma.
O ruivo, como os esperado, rodou os olhos.
—Cala a boca, Jack.- falou.
Dei risada, levantando da cama e indo para a janela aberta. Logo sentei ao parapeito, olhando para a rua vazia por poucos segundos. Acabei também suspirando e fechando os olhos, sentindo o vento em meu rosto.
—Aqui é calmo sempre, né?- escutei o sussurro perto de meu ouvido, ao que o mesmo me fez virar, encarando o ruivo em pé e sorri por causa de sua aproximação.
—Sempre. Por que? Não gosta de calmaria?- respondi, ficando totalmente de frente para ele, querendo poder olhar seu rosto melhor.
—Não é isso. Na verdade, eu gostei muito daqui.- respondeu, sorrindo de lado.
—É, a Noruega é realmente muito perfeita em todos os aspectos.- comentei, reparando em sua mão encostando em meu joelho, não deixando de pensar aquilo ser um pouco estranho, mesmo que não o tenha afastado.
—Disso eu discordo. Eu só gostei das ruas quietas.- foi sua resposta, depois de um tempo.
—E do frio? Você não gosta?- perguntei, sorrindo de lado.
—Talvez. E você?- respondeu.
—Talvez.
Ele sorriu se aproximando e, ok... Agora aquilo era ainda mais estranho.
Ele suspirou em meu rosto, antes de quebrar o silêncio.
—Jack.- sussurrou.
—Estou aqui.- respondi irônico.
—Eu preciso fazer um negócio.- disse depois de um tempo em que o silencio se instalou.
—O que?- perguntei.
—Um negócio... E-eu preciso provar para mim mesmo.- respondeu, me olhando nos olhos.
Sorri.
—Então faça.- encorajei, sorrindo mais largamente.
Se eu pelo menos soubesse que negócio era aquele...
Seu olhar se desviou do meu.
—Só vai ser um experimento, ta bom?- se aproximou ainda mais.
Tudo bem... Eu me sentia ainda mais confuso, e minha mente formava suposições do que poderia ser aquele “negócio”. Mas, antes que eu pudesse pensar em lhe responder, ou perguntar o que ele estava fazendo, sua boca se encostou no canto da minha, fazendo com que minha reação viesse em um afastamento, mesmo que mínimo.
Todavia... Acabei fechando os olhos com a sua suavidade, sabendo, mesmo que estivesse atordoado e confuso, que o outro depois de beijar o canto de minha boca, havia se distanciado um pouco.
Os próximos segundos “vazio” duraram um tempo longo e parecia uma tortura a expectativa, ou as perguntas sem respostas. E então, senti o seu outro beijo, no outro canto de minha boca, para logo depois seus lábios não estarem mais ali novamente. Mas o que eu sabia/deduzia que viria, aconteceu milésimos depois: sua boca estava agora... Na minha.
Meu corpo conseguiu relaxar só com aquele toque simples e sereno e me vi retribuindo quase que imediatamente, sendo uma total surpresa minha atitude. Os selinhos permaneceram por um tempo.
Minha mão foi de encontro a sua cintura, e o puxei para mim, o encaixando entre minhas pernas. Minha mente já estava total e completamente vazia, não me permitindo pensar muito.
Ele colocou seus braços ao redor do meu pescoço, enquanto passava a língua por meus lábios, num pedido mudo para entrar, ao qual o permiti, abrindo a boca lentamente, ainda um pouco hesitante, mesmo que não saiba o motivo.
Nossas línguas se encostaram. A dele quente e a minha demasiadamente fria.
O choque térmico foi notável e grande, fazendo ambos gemerem em reclamação. Porém, era gostoso.
Minha língua começou a explorar a boca do garoto, num ritmo lento, apenas para aproveitar o tempo, quase o tornando nulo.
Nossas cabeças iam em direções diferentes vez ou outra e o ritmo aumentava aos poucos, enquanto nossas línguas eram constantemente entrelaçadas.
O ar foi se findando, não se importando em pedir permissão.
E então, acabei por puxar mais o corpo do outro, ao que aumentei mais o ritmo do beijo.
O que estávamos fazendo tinha gosto e era do tipo que todos iriam ficar com vontade de mais e mais, me fazendo querer ficar ali por mais tempo do que realmente podemos. Porém, eu precisava respirar.
Finalizamos o beijo, enquanto nos separamos lentamente.
Minha testa é encostada com a dele, e foco no que estava acontecendo há alguns segundos. Demora um pouco para acreditar no que fizemos.
Eu estou sorrindo pequeno, e sim. É confuso imaginar o motivo. Na verdade, eu não lembro de outra ocasião, onde meus sentidos e sentimentos estavam mais bagunçados.
Minha boca ainda está martelando, enquanto escuto a voz feminina.
—Hiccup, está pronto!


Notas Finais


Então gente, sobre o beijo, o Hic estava realmente precisando. Ele tinha que provar que não gosta de garotos. Quem sabe ele tenha conseguido ?? hehe
E sobre Jack, ele não sabe o que pensar. Não sabe mesmo. Então só o tempo irá ajudar os dois.
Vai ter parte dois, então não acaba aí 😊
Enfimmmmm preciso do seu comment. Comenta dizendo o que achou e tals......
LOVE U ALL 💕❤❤


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