História Em Uma Rua - ABO - Capítulo 17


Escrita por: ~

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Categorias TazerCraft
Personagens Mike, Pac
Tags Abo, Deathfic, Mitw, Mpreg
Exibições 116
Palavras 1.033
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Romance e Novela, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


GENTEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE!

107 FAVORITOS!

MEOOO G-ZUIS!

EU AMO VOCEIS!

IEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE! :3

Capítulo 17 - Promessa


Fanfic / Fanfiction Em Uma Rua - ABO - Capítulo 17 - Promessa

Lá estavam eles, novamente, naquela sala de espera tão odiada, Felipe, Rafael e Mikhael estavam quase carecas de tanto puxarem os cabelos.

Mike podia ainda sentir o desespero de algumas horas atrás.

Após eles chegarem na cozinha, encontraram Rafael ajoelhado no chão com Tarik em seu colo, o loiro tirou sua mão de dentro do vestido usado pelo Ômega, a vendo cheia de sangue que escorria por seu pulso.

“E-Ele ta sangrando!” – O desespero era evidente em sua voz. Mike o pegou no colo e correu para fora, sendo seguido pelos dois. E foram no carro dos visitantes, os dois Alfas na frente e Mike no banco de trás com  o menor no colo. E quando chegaram, Rafael e Mikhael estavam melados de sangue e o Ômega branco feito papel.

Agora estavam ali, inquietos e em um semi-desespero.

- Vão tomar um banho,  trocar de roupa e durmam um pouco. – Falou o Alfa Pacagnan. – Eu espero, e se receber alguma noticia eu ligo.

Os dois concordaram, e saíram, Cellbit levou o cunhado para sua casa e foi embora para a sua.

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Pouco tempo depois, lá estava Mikhael, novamente na recepção, ao lado do cunhado, ele já havia avisado a família do esposo e sua própria família. Todos se voluntariaram para ir, mas ele conseguiu fazer eles ficarem em casa, e ainda conseguiu convencer Felipe a voltar para casa, que o Lange já deveria estar preocupado e bla bla bla...

- Tem certeza? Posso ficar mais um pouco! – Falou novamente o Alfa, sua cara era assustadora, olheiras, nariz escorrendo, olhos inchados pelo choro e mais pálido.

- Sim... – Ele o olhou novamente – Pode ir.

O Alfa concordou e foi embora. Passado assim 2 horas, um medico apareceu no corredor, olhando para a prancheta.

- Parentes de Tarik Pacagnan?

- Eu! – Mike se levantou e quase correu até o médico. – Ele ta bem?

- Bem, é uma situação delicada, venha. – O médico saiu andando e Mike foi atrás do médico e eles entraram no consultório do médico e eles se sentaram. – Bem... A gravidez desde o inicio era de risco, acho que deixaram claro, e agora ele iniciou um aborto espontâneo, mas o feto está bem, o feto e Tarik estão bem.

- Que bom! – O alivio era praticamente palpável.

- Mas ele vai ter que ficar de repouso absoluto, e usar cadeira de rodas pra evitar movimentos. E ficará tudo bem...

- Você... Sabe que ele é um Pacagnan, né?

- Sei, é sim provável que ele morra, mas não teremos certeza até o parto, de acordo com a identidade dele, os pais de Tarik são dois machos, e o Ômega é um Pacagnan legitimo, então...

- Ele sobreviveu... Obrigado doutor... Me leva até ele?

- É a duas portas daqui.

- Ah... Obrigado.

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Tarik acordou com uma leve caricia em seu cabelo levemente cacheado. Ele abriu os olhos e teve apenas a imagem desfocada de alguém o olhando. Assim que a sua visão voltou, seus olhos se encontraram com os de Mikhael, que se encheram de lagrimas, mas ele fez questão de não derrubar nenhuma.

- Mike? O... Que aconteceu? – Perguntou o Ômega percebendo que estava em um quarto de hospital. Ele assim percebe o ambiente ser tomado pelo irritante som de “bipis”, ele olhou para o marido, em busca de respostas.

- Você teve um aborto espontâneo... – Começou o Alfa, desviando o olhar do esposo. – Porém o bebe está bem, e agora esta de repouso absoluto mocinho. – Falou em um tom divertido, mesmo estando quebrado por dentro.

 Quando percebeu, seu esposo o apertava , buscando conforto.

- Por favor, me prometa que vai protegê-lo! Prometa-me que não o deixará morrer! Por favor! – Suplicou desesperado, molhando a blusa do marido, que assustado retribuiu o abraço.

- Nada vai acontecer com o nosso bebe! Eu prometo! – Falou ele, o apertando ainda mais.

~~~~

[Agora pra quebrar o clima... E de presente pelos 100 Favoritos!]

Assim que chegou o apartamento que divide com o namorado, Felipe tirou o sapato, mas logo um cheiro muito forte de Cappuccino, ele liberou sua presença, para ter certeza que ninguém se aproximaria dali, e correu para o quarto, encontrando o namorado sem roupas se masturbando. Ele havia entrado no Rut...

Rafael gemia de dor, precisava estourar seu nó... De preferência em alguém, e nem percebera o companheiro por estar com a mente nublada pelo pensamento de estourar seu nó logo. Quando percebeu, foi jogado deitado na cama, o forçando a parar de terminar a tão preciosa punheta.

- Eu sei que não sou “o ideal”, mas vou te ajudar Rafinha... – Falou o outro Alfa, assim colocando o membro do parceiro na boca, começando o famoso boquete.

Quando sentiu que o nó estava começando a se formar, o Alfa moreno arrancou as próprias roupas – Que escrevemos a verdade, já o incomodava pra cacete – e subiu no colo do parceiro, encaminhando a “perdição” para a “ferramenta” que nunca imaginou usar para esse propósito. Mas antes , se lembrou que tinha um pote de lubrificante na gaveta, que seu irmão – que depois agradeceria depois, mesmo que na hora, ter quase arrancado sua cabeça pelo presente – lhe dera, alegando que Alfa não se lubrificam como as fêmeas e os Ômegas.

Ele passou o lubrificante, e ai sim, começando pela penetração, teve que se segurar muito para não gritar, pois... Porra! Se sentia rasgado pela metade, não conseguia entender como seu irmão e outros faziam com tanta facilidade – aparentemente.

Rafael, que estava fora de si, girou com o outro Alfa, ficando assim por cima e o Pacagnan por baixo, deitado na cama, ele colocou as pernas do companheiro nos ombros e começou os movimentos, gemendo o nome do Alfa que agora estava submisso a si, e aos pouco, o prazer que sentia, o parceiro correspondia, gemendo o seu nome.

Aos poucos o nó dos dois foi se formando, e quando finalmente estourou, Rafael estava todo dentro de Felipe, que gritou de dor e de prazer. Que se virou e mordeu o ombro de parceiro, mesmo que não pudessem ter a Marca, isso mostrava que ele era seu, e marcava uma promessa, de que iria para sempre ama-lo, não importa o que aconteça...


Notas Finais


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