História Embery Hills [Camren] - Capítulo 19


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Categorias Ashley Benson, Bea Miller (Beatrice Miller), Cody Christian, Douglas Booth, Dylan O'Brien, Fifth Harmony, Lucy Hale, Troy Ogletree
Personagens Ally Brooke, Ashley Benson, Austin Mahone, Bea Miller, Camila Cabello, Chris Wood, Cody Christian, Dinah Jane Hansen, Douglas Booth, Dylan O'Brien, Lauren Jauregui, Lucy Hale, Normani Hamilton, Personagens Originais, Troy Ogletree
Tags Ally Brooke, Ashley Benson, Bea Miller, Camila Cabello, Camren, Chris Wood, Dinah Jane Hansen, Dylan O'brien, Fantasia, Fifth Harmony, Lauren Jauregui, Lucy Hale, Magia, Normani Hamilton, Troy Ogletree
Visualizações 140
Palavras 1.708
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sci-Fi, Sobrenatural, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Pansexualidade, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Aaaaah gente me desculpa pela demora. Eu ando meio sem tempo pra escrever.

Capítulo 19 - Capítulo 16 - He's among us


Fanfic / Fanfiction Embery Hills [Camren] - Capítulo 19 - Capítulo 16 - He's among us

  Camila e Normani ainda estavam cuidando das feridas de Austin quando Bloond e Lauren entraram no quarto. A enfermaria não era feita para suportar tantas pessoas em uma sala só, mas Bea, Dinah, Dylan, Allyson e Siope também estavam ali. Margo, a senhora de cabelos grisalhos e curandeira do clã, tinha o cenho franzido enquanto ajudava a elemental de pele morena a suturar a enorme ferida no estômago do informante. Não que houvesse muito que pudessem fazer. Austin já estava praticamente morto quando foi encontrado e nem mesmo as habilidades pouco desenvolvidas de Camila para cura foram capaz de ajuda-lo. Ele não tinha mais do que algumas horas.

Normanj tentava aliviar a dor do rapaz com algumas ervas. De alguma forma parecia que todos os órgãos internos de Austin haviam sido danificados de dentro para fora. A garota se recusava a imaginar que tipo de aberração de Olesya seria capaz de fazer algo daquele tipo.

-Como ele está? - foi a primeira coisa que a conselheira perguntou ao pisar no quarto.

-Mal. - foi o que a elemental respondeu, sentindo um enorme bolo se formar em sua garganta.

Sabia dos riscos de viver no mundo em que nascera. Havia crescido ouvindo histórias assustadoras sobre todas as criaturas horríveis fora daquele internato e sobre as atrocidades que eram capazes e cometer. Mas ver aquilo de perto era algo novo para ela. Geralmente as coisas mais perigosas como combates ou morte ficava nas costas dos guardiões, enquanto à elas cabiam a estratégia e liderança. Claro que havia Camila. Desde de pequena ignorando o Conselho quando lhe diziam q seu lugar não era em frente de batalha, mas ao lado de seu clã, liderando seu povo. Certa vez em segredo, se lembrou, Mila havia lhe confessado que entendia parte da atitude de Olesya; que talvez o clã estivesse mesmo se tornando fraco e acomodado. Mani havia praticamente entrado em pânico ao pensar que a alguém a ouvisse dizer algo assim, seria imediatamente tratada como traidora. Mas confiou na amiga quando a mesma lhe deu sua palavra de que nunca machucaria ninguém de seu povo e que a única coisa que pretendia fazer sobre aquilo seria mudar algumas regras sobre o treinamento dos elementares quando finalmente subisse ao Conselho como líder.

Como que para ressaltar seu estado de saúde, Austin se curvou para fora da cama, tossindo o sangue expelido de seu pulmão em um recipiente que havia sido deixado ali para isso. Ele estava sentindo tanta dor que Dylan teve de ajudar o rapaz. O garoto lobo estava sério como nunca antes. Afinal de contas, Austin e ele haviam crescido e treinado juntos. A garota não poderia sequer imaginar o quão horrível deveria ser para ele assistir um amigo morrer sem poder fazer nada.

-Ainda posso responder por mim mesmo, obrigado. - Austin resmungou, deitando-se novamente na maca levemente inclinada e encarando Bloond.

Aquilo fez Normani curvar o canto dos lábios levemente enquanto tirava as luvas plásticas sujas de sangue de suas mãos e se colocava ao lado da maca. Desde que ele acordara se mostrara incrivelmente forte e são para alguém que sabia que estava prestes a morrer. Mais do que nunca, aquilo a fez admirar sua coragem.

-Acredito em você. -Bloond sorriu levemente para o rapaz com uma voz condescendente. De repente foi como se a sala se enchesse de luz, e é Normani entendeu imediatamente o que estava acontecendo. Aquele era o jeito de Bloond de reconforta-lo, dando-lhe um pouco de paz perto do fim. -Sinto muito que esteja passando por isso, garoto. Eu nunca quis que...

-Sabia onde estava me metendo. - ele foi impassível, e embora sua voz fosse falha, fez um arrepio percorrer a espinha de Normani. Ele, após tantos rituais, também era um devorador, afinal de contas. -Sabia dos riscos desde o dia em que aceitei essa missão. Não ouse sentir pena de mim por fazer algo que deveria ser feito.

Bloond engoliu em seco e se permitiu não discutir com ele naquele momento. De certa forma ele estava certo. Austin, melhor do que ninguém, sabia dos riscos de se estar disfarçado no lado inimigo. Sabia como as coisas acabariam porque fora o mesmo que acontecera com seu pai antes disso quando o mesmo buscara justiça pelo assassinato da esposa. No final, parecia que a família havia se afundado em um círculo vicioso de vingança de onde não conseguira sair.

-Tudo bem. Agora alguns de vocês, deem o fora daqui. -Margo saiu empurrando Siope, Bea e Lauren para fora do quarto, deixando Dylan ali apenas porque sabia que Austin precisaria de um rosto familiar por perto em seus últimos minutos. - O garoto está frágil e ainda precisa fazer seu relatório.

Normani permaneceu na sala, juntamente a Camila, Allyson, Dinah e a conselheira. Enquanto Bloond puxava uma cadeira e se colocava ao lado da cama de Austin e Mano continuava por perto, caso ele precisasse, as garotas permaneceram afastadas. Dylan continuava em pé ao lado do amigo e parecia não querer ir a lugar nenhum.

-O que aconteceu lá, Austin? - Bloond foi direto ao assunto, sem tempo para cordialidades.

-Honestamente eu não faço ideia. - mais uma onda de tosse atingiu o garoto e Normani lhe estendeu um lenço, que foi logo descartado, manchado de sangue. - Eu voltei ao clã de Olesya, escondendo meus rastros como sempre. Mas eles não estavam lá. Fiquei confuso, afinal sempre me avisavam quando o clã estivesse prestes a mudar sua localização novamente, mas antes que eu pudesse fazer qualquer coisa, fui atacado por trás e acabei desmaiando.

-Os homens dela parecem ser especialistas nesse tipo covarde de ataque. - Dylan comentou com ironia, mas se calou ao receber um olhar zangado de Bloond.

-Quando acordei estava cercado por eles. – o Mahone continuou, sua expressão se tornando sombria. Uma aura negra começou a envolver seu corpo como uma camada espessa de fumaça e Normani teve de se controlar para não dar um passo para trás. - Eles brincaram comigo por algumas horas e me deixaram para trás quando pensaram que eu estava morto. Devoradores sentem quando uma alma ainda se encontra dentro do corpo, nós nunca erramos. Mas como não tenho alma... Não sei de onde tirei forças, mas eu sabia que precisava lhe avisar, Bloond. Eles foram avisados sobre mim. E essa informação veio de dentro de Embery Hills.

A reação de todos foi de total confusão.

-Mas isso é impossível. -Dinah foi a primeira a se pronunciar. - Os únicos que sabiam que você era o informante éramos nós.

-Os únicos, não. - a expressão de Camila era tensa ao encarar Allyson e a loira imediatamente entendeu onde a líder queria chegar.

-Nós realmente não vamos voltar à esse assunto, Mila. Lauren é inocente e ponto. Eu colocaria minha mão no fogo por ela.

-Então é melhor tomar cuidado, Brooke. Você pode acabar se queimando.

Normani estava prestes a se meter no meio da discussão e acabar com aquilo quando Austin falou. Ele parecia mais debilitado a cada segundo e suas bandagens já se encontravam encharcadas de sangue novamente.

-Não foi a garota Jauregui, disso eu sei. Enquanto eles achavam que eu estava morto eu ouvi alguns deles conversando. Seja lá quem for, faz parte da guarda e não é uma garota.

Mani teve que se apoiar na maca naquele momento, e viu a nova informação afetar a todos ao mesmo nível. Os guardiões sempre haviam sido totalmente leais ao clã, colocando a vida do elementares antes mesmo da própria. Eles eram tratados como se fossem do próprio povo de Normani e agiam como tal. Imaginar que algum deles fosse capaz de se unir a Olesya destruía todas as certezas de segurança que tinham dentro de Embery Hills. Olesya estava um passo à frente, como sempre, e a elemental da terra sabia que eles deviam ter previsto. Se eles foram capazes de infiltrar um informante dentro do clã da elemental das trevas, o que garantia que ela não fosse capaz de fazer o mesmo?

-O que está insinuando? - Camila deu um passo para frente, sem se deixar abalar. - Que alguém da Guarda está trabalhando para Margott?

-Bem, análise os fatos, Cabello. - sua voz falhou antes de mais um ataque de tosse. -Quem mais poderia ter vazado a informação além da Guarda das aprendizes? Eles eram os únicos que sabiam.

-Isso é um absurdo. Diga a ele Dylan. Diga que está enganado.

Normani viu a expressão gélida do garoto lobo vacilar, como se ele mesmo estivesse em uma grande luta interna consigo mesmo.

-Ele está certo, Mila. - o pesar pingava em sua voz. - Ninguém mais poderia ter vazado a informação além de nós.

-Não. Vocês estão errados. Eu confio nos guardiões. Confio em nossos amigos. Eles não fariam isso, você não faria isso, Dy.

A ameaça de um pequeno sorriso se fez presente no rosto do garoto. Sabia o quão difícil era ganhar a confiança de Camila, e saber que a tinha era motivo de orgulho. Admirava a confiança cega que ela tinha em seus amigos, mas eles tinham que ser realistas ali. Não seria a primeira vez que alguém de dentro do clã se virava contra eles.

-De qualquer jeito isso é assunto para o Conselho. - Bloond disse, pensativa. - Elas vão querer investigar mais sobre isso. Se tivermos mesmo um traidor entre nós, então precisamos descobrir quem é.

Com aquilo, decidiram que seria melhor deixar Austin e Dylan a sós. O garoto lobo era a única família que restava ao Devorador, então talvez fosse mais reconfortante tê-lo do seu lado quando a hora chegasse. E todos ali no quarto já sabiam que não demoraria muito.

Quando saíram do quarto a primeira coisa que Normani notou era o quão silencioso o corredor se encontrava, levando em consideração que Bea e Lauren se encontravam no mesmo espaço. Ambas se encontravam perdidas em seus próprios pensamentos e até mesmo Siope, sempre o primeiro a querer animar a todos, tinha uma expressão exausta e triste.

Todos os três levantaram o olhar quando os recém chegados saíram do quarto do Mahone, buscando imediatamente alguma resposta.

  -Precisamos reportar ao Conselho. -Dinah suspirou, tão cansada quando qualquer um dos amigos. -Temos um problema. Dos grandes.



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