História Emerald Eyes - Capítulo 11


Escrita por: ~

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Categorias Asking Alexandria
Personagens Ben Bruce, Cameron Liddell, Danny Worsnop, James Cassells, Sam Bettley
Visualizações 30
Palavras 709
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Hentai, Musical (Songfic), Poesias, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 11 - Hopeless


Fanfic / Fanfiction Emerald Eyes - Capítulo 11 - Hopeless

- James? - Bati na porta do quarto dele e esperei, quando ele não respondeu bati novamente - James, por favor.

- Entra.

Assim que abri a porta, não consegui dar nenhum passo. Ali parada percebi o quanto eu podia dar trabalho.

James sempre foi o melhor de nós dois. Sempre divertido, carismático, cuidador e responsável.

Mas pra mim, bastar olhar o quarto de alguém para saber sobre sua vida naquele momento.

E realmente, James estava acabado, esgotado.

O quarto dele nunca foi bagunçado, quer dizer, não completamente. Mas agora estava pior que o meu... literalmente pior.

- Também não é pra tanto. - Falei fechando a porta e me encostando na mesma

- Cala a boca. - Ele resmungou da cama.

- James, me desculpa, de verdade.

- O problema é que não dá pra te desculpar. Nunca deu.

- O que?

- Você sempre faz alguma coisa. - Ele se sentou na cama - Se corta, se isola, sai escondido, esconde coisas importantes. E sempre pede desculpas pelas mesmas coisas. E eu posso até falar que te desculpo, mas nunca é de verdade, no fundo eu não consigo te desculpar.

- Me perdoa por existir então. - Falei sentando do outro lado da cama - Não é sempre que consigo controlar. Quando eu sinto que tô atrapalhando, eu tento me distrair só pra você ficar em paz por um tempo.

- Eu não consigo ficar em paz pensando em como você está. Juro que tento, mas é impossível pensar em você sabendo que você tem pensamentos suicidas a quase todo momento.

Eu o abracei e pelos primeiros dez segundos ele não respondeu, mas quando eu ia soltar, ele me envolveu no melhor abraço que eu já havia levado. Definitivamente, o melhor.

- Eu te amo, mas você tem que parar de me deixar louco. - Ele disse e riu

- Prometo que vou. Prometo. - Respondi - Eu também te amo.






Depois de nos resolvermos, eu fui pro meu quarto e liguei o rádio e cinco minutos depois recebi uma ligação




- Juliana minha rainha.

- Oque você quer Dante?!

- Nossa. Já desistiu do nosso amor?!

- Já está tão convencido?!

- Credo, sua grossa.

- Sou um amor de pessoa.

- Finge que eu acredito. - Ele riu - Vai ter uma festa hoje a noite, tá afim?! Lia e Elliot também vão.

- ué, eles já se resolveram?

- Mais rápido que o flash. Então?

- Uma festa na quarta feira?! Não podia pedir por um castigo melhor.

- Dá pra pedir desculpas pra ele logo?!

- Já pedi, ele aceitou. Mas seria meio chato pedir permissão pra uma festa agora.

- Então sexta?

- Aí já posso conversar com ele.

- Te pego na sexta às 21h.




Dante era estranho, mas legal e conseguia pegar confiança fácil...



- Precisamos conversar. - Benjamin anunciou entrando em meu quarto - Agora.

- Tá ligado que você tá na minha casa, né?! - Arqueei a sobrancelha pra ele - Posso te expulsar a qualquer momento.

- Grossa. - Ele cantarolou - É sério.

- Sente-se e diga.

- Uma pergunta, duas respostas: oque é isso no seu pescoço e oque realmente aconteceu na sua bochecha?

- Um chupão de Dante e eu já disse que foi um pequeno acidente na aula de educação física. - Respondi cínica

- O chupão eu até acredito, mas não gostei da resposta. E é impossível um corte desse acontecer na aula de educação física.

- Quer tenta?! - Arqueei a sobrancelha - Oque quer indiciar Ben?

- Oque Caio realmente fez com você?

- Oque acontece entre eu e Caio, fica apenas entre nós dois.

- Não quando ele tá te batendo. Aí o assunto também é meu e se duvidar, vira do seu irmão e dos meninos.

- Caio anda meio descontrolado e é só isso.

- Quantas vezes já aconteceu?

- Três.

- Três?!

- Você não passa vinte e quatro horas comigo, quase não sabe das coisas pelas quais eu tenho que passar.

- Estou quase me obrigando a passar.

- Tenho meus amigos, não precisa se intrometer.

- Eu só quero ajudar.

Eu suspirei. Benjamin não desistia das coisas tão fácil, ele persistia, e eu sabia que ele só queria me ajudar e eu tinha que despistar ele de algum jeito.

- Relaxa Ben, se algo acontecer eu te aviso.

- Você não tá levando isso a sério, mas eu tô e te digo uma coisa, se eu saber que ele tocou em você mais uma vez, eu acabo com ele.


Notas Finais


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Kisses


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