História Eminente - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Ashley Benson, Justin Bieber
Personagens Ashley Benson, Justin Bieber
Tags Amor, Ashley Benson, Câncer, Doutor Bieber, Drama, Justin Bieber, Médico, Romance
Visualizações 460
Palavras 1.339
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa noite minhas gatinhas, capítulo novinho em folha para vocês. Conheçam um pouco mais da história de Alasca. Na capa temos seu marido, Michael, representado pelo gatão Chris Wood. Boa leitura!!

Capítulo 3 - Resultado.


Fanfic / Fanfiction Eminente - Capítulo 3 - Resultado.

Ponto de Vista Alasca Mackenzie

— Bom dia, Mike. — senti o outro lado da cama se movimentar e me virei para ver meu marido se levantando.

— Bom dia, Alasca. — suas palavras eram frias e diretas. Mike acordava de mau humor todos os dias, mas eu nunca conseguia me acostumar com isso. Sinto falta do marido carinhoso e apaixonado com quem me casei. Só havia sobrado um homem ignorante e que chegava todos os dias bêbado em casa.

— Onde você vai? — perguntei.

— Me arrumar para fazer o que você não faz: trabalhar. — revirei os olhos.

— Eu não trabalho porque você não deixa, Michael. Você sabe muito bem disso. — e realmente era verdade. Ele tinha ciúmes até da minha sombra.

— Meu dinheiro sustenta nós três, não preciso que você trabalhe, muito menos que conheça outros homens e saia por ai me traindo na primeira oportunidade que tiver. — deu de ombros, entrando no banheiro.

As palavras dele me machucavam de uma forma inexplicável. Isso porque apesar de ser do jeito que ele é, eu ainda o amo e tenho esperanças de que um dia ele vá mudar, mas ouvir todos os dias que você é uma vagabunda que não é digna de confiança doía muito.

Levantei para ir até o quarto da minha pequena. Abri a porta de vagar e percebi que ela já estava de pé, com os cabelos enrolados na toalha e já vestida. Levantei uma de minhas sobrancelhas e me aproximei.

— Você tomou banho sozinha? — perguntei, surpresa.

— Sim, mamãe. — arregalei meus olhos, assustada. 

— Você não pode fazer isso, Alice. Imagina se você se machuca? E se eu estiver longe e não conseguir te ajudar a tempo? — senti um aperto no peito só de pensar nisso. — Me prometa que não fará isso novamente.

— Num vô! — peguei Alice no colo e a abracei com força. 

— Isso tudo é ânimo por ser seu primeiro dia na escola? — ela assentiu e eu sorri. — Então pega a escova que a mamãe vai fazer uma trança bem linda em seus cabelos.

Coloquei minha menina no chão, que correu para pegar o que pedi. Ela estava mais animada do que nunca e osso me deixava muito feliz. 

Penteei seus fios cor de ouro, enquanto cantava uma pequena canção, fazendo com ela batesse palminhas. Fiz uma trança linda e amarrei o fim. Ali foi até seu espelho e sorriu assim que viu sua imagem. Não podia negar que ela era minha cara, não tinha quase nada do Mike. 

Fui ao meu quarto e tomei um banho rápido. Meu marido já havia saído sem nem me avisar, mas eu já estava acostumada com isso. Coloquei uma roupa qualquer e peguei o carro na garagem. Ajeitei Alice na cadeirinha e nós partimos. A escolinha era perto de casa e em menos de quinze minutos eu já estava estacionando. Minha pequena estava muito animada e eu não continha o sorriso ao vê-la daquele jeito. Peguei-a de dentro do carro e dei sua bolsa de rodinhas para que carregasse. Segurei sua pequena mãozinha e caminhamos até chegar na secretaria. 

— Bom dia, meu nome é Alasca Mackenzie e é o primeiro dia da minha filha, Alice Mackenzie. — ela revezava o olhar entre mim e Alice.

— Sejam bem vindas. — sorriu, simpática. — Meu nome é Emily Greene. Me desculpem por meus olhares, é que vocês são incrivelmente lindas.

— Muito obrigada. — lhe lancei meu melhor sorriso, mas eu estava preocupada de deixar minha filha. Eu não queria desgrudar dela. 

— Ela pode me acompanhar e você pode vir busca-la às três. — era muito tempo longe dela, pela primeira vez em nossas vidas.

Abaixei para ficar a altura dela e a abracei. Dei alguns beijinhos em seu rostinho e ela sorriu.

— Se comporte, tá bom? — ela assentiu. — Eu amo você.

— Amu muuuuito mais!!! — ela abriu os bracinhos e eu acariciei seu rostinho. A moça se afastou e eu voltei para o carro.

Já eram oito horas da manhã e eu tinha que passar no hospital para pegar o resultado dos exames de Ali. Eu e Mike estávamos desconfiando que ela estivesse com alguma doença. Seus sintomas eram dores no corpo, falta de ar, tosse com um pouco de sangue e perda de apetite. Fizemos todos os exames a duas semanas mas o resultado só saía essa semana. 

Dirigi por exatamente 45 minutos até chegar no hospital particular. O doutor Fields já estava me esperando. Sorri ao entrar na sala, mas ele não retribuiu. Senti o nervosismo presente no local e me sentei.

— Senhorita Mackenzie. — pegou em minha mão.

— Doutor Fields. — retribui o aperto.

— É... Bom... Nós analisamos os exames da Alice e... — ele estava enrolando para falar, me deixando mais nervosa ainda.

— Seja direto, Damian. — eu o conhecia a muito tempo para ficar com informalidades.

Alice está com câncer pulmonar. — ele praticamente cuspiu as palavras em meu rosto. Naquele momento eu não sabia o que fazer, só sentia meu mundo caindo e o chão se abrindo sobre meus pés.

Meus olhos se encheram de lágrimas. Percebi o olhar piedoso de Damian me encarando, mas não deixei que ele falasse mais nada. Peguei os papéis de cima da mesa e sai correndo da sala. Em poucos segundos já estava em meu carro.

Eu não queria ir para casa e ficar sozinha, então fui para um bar que meu marido frequentava. Pedi uma dose de Whisky e virei de uma vez só. As seguidas foram de tequila, cachaça, vodca pura e o que de mais forte tivesse ali. Acho que passei umas boas três horas dentro daquele bar, vendo pessoas saírem e entrarem, casais felizes, outros brigando, pessoa sozinhas... Mas era o melhor lugar para ficar no momento, onde eu sabia que ninguém iria me fazer perguntas. Assim que me levantei para sair, vi Michael entrar. Hoje era segunda-feira, o único dia da semana em que meu marido saía mais cedo, às duas horas. Ele me encarou, confuso. Eu sabia que ele iria a esse bar sempre e realmente quis vir para encontra-lo. Ele se aproximou e eu já estava esperando por suas perguntas, mas antes disso, eu falei:

— Só me siga, por favor. — tentei passar por ele, mas ele segurou meu braço.

— O que aconteceu? — perguntou.

— É importante, Michael. Vamos para casa, precisamos conversar.

— Eu vou beber algo e já te encontro, Alasca. — assenti e fui para meu carro.

Eu não estava muito bem, mas também não ficava bêbada facilmente. Peguei Alice na escola e fomos para casa. Não troquei muitas palavras com ela, não sabia o que falar. Dei banho, comida, brinquei um pouco com suas bonecas e ela adormeceu. Já eram oito horas da noite quando Mike chegou. Ele estava muito alterado.

— O que você quer? — ele estava quase caindo de bêbado.

— Acho melhor conversarmos outra hora. — eu realmente não queria falar com ele nesse estado, sei como ele fica agressivo quando está assim.

— Não seja uma vadia, Alasca. Desembucha! — sua voz me deu medo. Tentei me afastar mas ele não permitiu.

— Você está alterado, Mike. Amanhã conversamos. — ele me lançou um sorriso sarcástico enquanto me prensava na parede.

— Você vai me dizer e vai ser agora. — seu rosto estava próximo ao meu e eu senti seu bafo de cachaça.

— Tudo bem, mas me solte. — ele pensou por um tempo mas me soltou aos poucos. — Eu fui pegar os resultados dos exames da Alice.

— E o que deu? — ele passou as mãos nos cabelo.

— Ela está com câncer de pulmão, Mike. — soltei a bomba de uma vez e seu olhar perdeu completamente o brilho. Parecia estar perdido.

— Como assim? Câncer de pulmão não é pra quem fuma? — ele se sentou.

— Não apenas para o dependente, mas você fuma e isso pode ter causado... — ele não deixou que eu terminasse de falar.

Se levantou e veio pra cima de mim. Me empurrou com toda a força na parede e eu bati a cabeça. 

— Você está dizendo que a culpa é minha?! — gritou.

Minha cabeça doía. Eu estava ficando tonta e minha última visão foi dele vindo novamente em minha direção com os punhos levantados. Depois disso eu desmaiei.


Notas Finais


Eu estou com raiva do Mike e vocês? A vida da Alasca realmente desmoronou, não vejo a hora dela encontrar nosso doutor Bieber e voces? 😍 espero que tenham gostado, leiam minhas outras histórias.

Imaculada
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Atração Fatal
https://spiritfanfics.com/historia/atracao-fatal-5527116

Au Revoir
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Just Happen
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Dirty Minds
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