História Emison - Capítulo 6


Escrita por: ~

Postado
Categorias Pretty Little Liars
Personagens Alison DiLaurentis, Aria Montgomery, Dianne Fitzgerald, Emily Fields, Ezra Fitzgerald, Hanna Marin, Jason Dilaurentis, Jessica DiLaurentis, Personagens Originais, Spencer Hastings
Tags Emison, Prettylittleliars
Exibições 97
Palavras 1.116
Terminada Não
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Mistério, Poesias, Policial, Romance e Novela

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Espero que gostem

Capítulo 6 - Uma carta para meu pai


Assim que entro no meu quarto vejo a bandeja com o jantar. Macarrão com almôndegas e suco de laranja. Passei tanto tempo me preocupando com meus problemas que havia esquecido que preciso comer.
Quando termino de comer vejo uma carta de baixo do prato. Vem em um envelope branco todo delicado, direcionado a mim. Uma carta da minha família? Mais uma que não vou ler. Por algum motivo não jogo essa no lixo, só deixo na minha escrivaninha. Tomo banho coloco pijama e deito na cama. Não consigo dormir. Pego a carta na escrivaninha e fico encarando-a.  Resolvo abri-la e assim que vejo reconheço a letra do meu pai na carta escrita a mão, então começo a ler.

"Oi princesa, como está viver aí no castelo? Soube das novas selecionadas.. Uma ex namorada do seu irmão está aí agora, talvez você já a conheça, o nome dela é CeCe Drake.
Bem, vou parar de enrolar, eu sei que provavelmente você não vai ler essa carta, como não deve ter lido as outras duas que fiz pra você, mas se você chegou nessa parte, por favor, leia ate o final.
Eu quero lhe pedir desculpas primeiramente, eu sei que errei muito como pai, que não lhe dei atenção quando era tudo que você precisava, mas eu quero mudar minha atitude, fazer você ter orgulho de me ter como pai. O real motivo para essa carta é muito triste, sei que eu e sua mãe lhe prendemos muito na sua adolescência e eu estou arrependido. Não sei como dizer isso a você, vou para de enrolar e dizer tudo de uma vez. Sua mãe morreu a uma semana atrás...
Não quero que você chegue em casa e pergunte porque sua mãe não está, pois ela não vai mais estar em lugar algum...
Filha, por favor, fale conosco, você se foi a quase dois meses e não deu sinal de vida, estou com medo que alguma coisa tenha acontecido contigo, apesar de tudo eu te amo.
Com amor, papai"

Que? Que tipo de pegadinha era aquela? Isso era uma pegadinha? Como assim? Minha mãe... Eu não estava conseguindo acreditar nessa história. Se não tinha dificuldade para dormir antes, agora com certeza eu não conseguiria mais. Eu leio a carta mais um milhão de vezes, tentando achar um furo nela, um jeito dela ser falsa... Meu pai não seria capaz de tanta baixaria, ele não faria isso só pra mim dar sinal de vida. Depois de ler a carta de novo, eu me encolhi na cama, com a carta entre os braços e fiquei acordada pensando nas milhares de brigas que eu tive com a minha mãe, e o que eu diria a ela se tivesse chance... Eu sou um monstro. porque não respondi nenhuma de suas cartas? Porque briguei com ela? Ela só queria o meu melhor.
Depois de horas pensando nela, resolvo escrever para minha família. Escrevo a carta várias vezes, mas acabo amassando por achar que está ruim. Ouço uma batida em minha porta. O que alguém taria fazendo aqui as duas da manhã?
- Ali, está acordada? - a pessoa fala tão baixo que não reconheço quem é.
Coloco à luva e vou abrir a porta
- Ezra, o que faz aqui essa hora?
- Senti sua falta hoje. Posso entrar?
- Claro, entre. - Ele entra e eu fecho a porta. - Por que sentiu minha falta?
- Achei que se eu te falasse das novas selecionadas eu te prepararia para hoje, não imaginava que você faltaria...
- Não foi por isso que eu não apareci hoje. É... porque veio tão tarde? 
- Tive que ter pelo menos um encontro com todas as vinte selecionadas hoje. O dia foi cansativo. Já eliminei 5 garotas. 
- Saiu com Paige Mccullers? 
- Sai, foi um dos melhores encontros hoje pra falar a verdade. 
- Que? - Pulo de susto.
- Por que a surpresa? 
- Surpresa? que surpresa? - Ele me olha com uma cara de você não me engana, fala logo. - É que ela não parece boa pessoa. 
- Como você conheceu ela se está o dia inteiro no seu quarto.
- Não importa... Eu estou meio mau, você pode ir agora? 
- Por que você está mau? Estranhei você está acordada agora...
- Nada de mais... - Uma lágrima escorre pela minha bochecha.
- Ali... - Ele levanta e abre os braços, e eu o abraço com força. 
Pego a carta da escrivaninha e dou para ele ler. Ele lê com atenção e no final me abraça com força.
- Alison... Eu sinto muito - Ele fala com uma voz muito doce como quem quer me consolar. - Vai ficar tudo bem...  - Ele segura meu rosto e encara meus lábios, sei o que ele estava preste a fazer.
- Ezra... - Falo limpando as lágrimas. - Lembra aquela conversa conversa a uns dias atrás?
- Lembro claro... 

- Concordamos de ser amigos, e é isso que quero ser ainda. Eu já lhe disse, vim aqui para fugir de casa, não para me casar...
- É... claro... desculpa por isso... 
Depois dessas palavras ficamos um tempo sem falar nada, até que ele pergunta:
- Já escreveu a carta? 
- Que? 
- A carta, para seu pai...
- É... Eu tentei, mas nunca fico satisfeita e acabo amassando e jogando no lixo. Não sei como agir, ou o que escrever, não sirvo pra isso. 
- Escreva o que você pensa, não se importe com o que as pessoas vão pensar, apenas seja você mesma. 
- Obrigado mesmo Ezra... Você é o melhor amigo do mundo. 
- Não tem de quê. - Ele me da um beijo na testa. - E não esquece de aparecer amanhã, as coisas vão começar a mudar por aqui. 
- Como vão mudar? 
- Cada uma de vocês ganharão um celular. E tem a próxima festa, desta vez com convidados do reino Indiano, funcionará igual a outra, grupos encarregados de cada coisa... 
- Já entendi.
- Vou indo agora. Sinto muito por sua perda, melhoras.
- Obrigado... Boa noite.
- Boa  noite. 

Pego meu caderno e uma caneta pronta para começar a escrever. Fico encarando a folha do caderno por uma meia hora antes de começar a escrever. 

"Olá papai. Está tudo bem por aqui. Logo depois de receber sua carta fiquei meio sem chão, pois não sabia o que fazer. Eu só conseguia ficar pensando o que falaria pra ela se ainda estivesse viva, o quanto eu pediria desculpa se ainda tivesse chance, quem dera poder falar que eu a amo.
Pai te amo muito e me orgulho de te chamar de pai. Obrigado por me avisar. Beijos da Ali."


Notas Finais


Espero que tenham gostado
Até a próxima bjs
Rsrs Szz


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...