História Emma Wentz - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias Amor Doce
Exibições 21
Palavras 1.226
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Preparem-se! Pois vocês vão rir pra carai com isso! É algo que ninguém nunca imaginou que fosse acontecer!

Capítulo 4 - E Agora?


Fanfic / Fanfiction Emma Wentz - Capítulo 4 - E Agora?

 POV'S Felicity 

Castiel e eu somos amigos de infância, nos conhecemos por causa das nossas mães. Um dia minha mãe, Tina, organizou um almoço e chamou a dona Valérie para almoçar conosco. Ela foi com seu marido e filho, Jean e Castiel. Desde então, crescemos juntos quase que grudados. Tivemos nosso primeiro beijo juntos, até hoje me lembro da cena...

 Flash Back On 

Estava escuro e frio. O tempo era chuvoso, caiam raios e trovões do lado de fora da casa dele. Valérie e Jean tinham saído há alguns instantes, nos deixando à sós, antes de faltar energia. Eu me encontrava abraçada a Castiel, por mais que eu tivesse 13 anos na época, tinha medo de trovões, raios e escuro. (até hoje na verdade) Ele me apertava contra si, e eu olhava pela janela e me afundava ainda mais em nosso abraço.

-Calma, Fê.- deu um beijo no topo da minha cabeça.

-Eu 'bão' consigo.- falei e me atrapalhei. Minha dicção ficava pior ainda quando estava com medo.

-Eu tô aqui, Felicity. Não vai te acontecer nada, vou te proteger.- ele segurou meu rosto e senti que me olhava.- Não vou deixar nada acontecer contigo.

-Obrigada, Cast. Você é o melhor amigo que eu podia ter.

-Eu não quero ser só um amigo, Felicity!

-Mas você não é só um amigo. É o melhor amigo que eu tenho. É o único amigo que eu tenho.- olhei para baixo.

Eu era esquisita, até hoje sou na verdade. No colégio, não tem quem goste de mim sem ser o Castiel.

-Felicity, eu não quero ser teu amigo.

-Eu sou tão má amiga assim?

-Não, você é ótima. E por isso eu quero mais.

-Hein?

-Quero namorar com você.- ele me empurrou no sofá e me beijou.

Foi tudo atrapalhado. Meu aparelho deixou o beijo com gosto de metal, e estava-mos muito desengonçados.

 Flash Back Off 

Anos se passaram, tirei o aparelho, pintei meus cabelos, e moramos debaixo do mesmo teto à um ano. Agora, ele está me agarrando, me empresando na parede e beijando minha nuca enquanto aperta uma de minhas coxas. Só lembrei da existência do Dragon quando ele latiu.

-Castiel, o Dragon... Ah!- fui interrompida por um apertão em meu seio esquerdo.

-Deixa o Dragon, se concentra em sentir prazer.- começou a massagear o meu seio.

-Castiel, eu tenho coisas pra fazer.

-Eu também.

-Castiel!

-Não consegue tirar o meu nome da boca, não é?- sussurrou no meu ouvido e deu um beijo na minha orelha, me fazendo arrepiar.- Como consegue me excitar tanto sendo essa vareta?

-Vai ver você gosta de varetas.- falei num tom de raiva.

-Adoro te deixar irritada.- disse novamente no meu ouvido. Parecia realmente excitado com essa situação.

-Eu percebi.- falei indiferente.

-Você tá muito tensa, Fê.- Merda! Não me chama de "Fê", caralho!

-Você só me chama assim quando quer alguma coisa.

-Eu quero o teu corpo nu, no meu quarto, na minha cama, na sala, na cozinha, no banheiro...- colocou a mão dentro da minha calça.- ...Em todos os lugares que eu possa te comer.

-Ai, Cast.- falei manhosa.

-Grr, fala assim, fala. Me excita ainda mais.- me virou bruscamente e me abraçou a cintura me beijando intensamente.

Passei meus braços pelo seu pescoço e me agarrei a ele, que me levantou e coloquei minhas pernas ao redor de sua cintura. Castiel me levou para seu quarto. Claro, no caminho batemos algumas vezes, mas não é muito relevante no momento. Ele me jogou na cama e tirou minha jaqueta e blusa, quase desesperado, tirei meu sutiã e ele apertou os meus seios com força.

-Ai, Castiel!

-Tá doendo?- afastou as mãos e me olhou preocupado.

-Mais forte!- as coloquei devolta.

-Você é bem safada.- me empurrou na cama.- Gosto disso.

Começamos a nos beijar novamente. Ele tirou sua jaqueta e sua camisa, depois a calça e eu o mesmo. O fogo era tanto, que realmente sentia que estava queimando por dentro. Parecia que nunca ia acabar aquilo, e eu realmente não queria que tivesse fim.

-Até que você nem é tão magrela assim...- disse passando os dedos pelo o meu corpo até a minha intimidade, onde fez caricias e menção a penetrar-me os dedos.

-Para de me chamar assim, senão eu saiu por aquela porta e não transo com você!

-E eu não sei que você ia se arrepender e voltar no mesmo instante que saiu?- A quem estou querendo enganar? Ele é gostoso demais.

-Castiel, eu te juro que se você não parar com isso eu- fui interrompida por ele me penetrando dois dedos com força.

-Só abre a boca pra gemer.- ficou por cima de mim e começou a movimentar seus dedos.

Ele ficou cara a cara comigo, ficava olhando a minha expressão de prazer e ouvindo atentamente meus gemidos. Castiel colocou mais um dedo em minha vagina e acelerou o movimento. Sinto meu interior pegando fogo, algumas pontadas no ventre, só que ao invés de dor, sinto prazer em sentir-las. Estava muito bom, mas aquilo estava me torturando! Eu queria algo maior, mais grosso e que fosse mais fundo que simples dedos humanos!

-Mete logo em mim!- falei segurando o lençol.

-Você ainda tem que fazer uma coisa.- disse com uma voz sexy.

-Faço! Eu faço!- gritei.

-Como você é submissa.- agarrou os meus cabelos e levantou minha cabeça e me olhou nos olhos.

-Sou o que você quiser!- falei e senti que ia soltar o gozo, então pressionei as paredes da minha vagina contra os dedos dele, e liberei o liquido.- Ah...!

-Agora vem.- tirou os dedos e colocou na minha frente.

Chupei seus dedos com meu gozo com o maior prazer do mundo. Tinha um gosto meio salgado... Depois abaixei sua cueca. O tamanho não era extraordinário, aparentemente uns 14 ou 16 centímetros, mas o suficiente pra mim. Me abaixei até ele e comecei a chupar. Tinha veias pulsando, ele chegava no fundo da minha garganta, me fazendo ter certa vontade de vomitar, mas me mantive firme e continuei. Castiel agarrou meus cabelos e me fez ir mais rápido e mais fundo. Fiquei o olhando sentindo o prazer que lhe proporcionava com aqueles movimentos de vai e vem que não tinham pausa, me fazendo ter falta de ar. Quando percebo, ele está soltando o pré-gozo, soltou minha cabeça e eu o tirei da boca e bati punheta pra ele até que gozasse na minha cara. Seu esperma tinha um gosto meio ácido e adocicado ao mesmo tempo. Lambi toda a extensão do seu pau e seu saco e lambi o que consegui dos meus seios, que também foram melados pelo esperma.

-Me fode. Me fode. Me fode. ME fode!- falei.num tom elevado me deixando cair de costas na cama.

-Por que eu não fiz isso antes?- ele me penetrou com tudo e começou a se mexer rápido, me fazendo gritar e arquear as costas.

-Castiel!- gritei enquanto sorria sentindo aqui, mas de repente, sinto dentro de mim, algo... mole? E Castiel parou de me penetrar.

Tirei o sorriso da cara aos poucos e fui colocando minhas costas no colchão calmamente e, olhando pro teto, eu pergunto:

-Você broxou, Castiel?

-Eu... É...- procurava palavras para o que acabou de acontecer.

-Tira de mim, agora.- falei calma e ele fez.

-Olha...- me levantei pegando minhas roupas jogadas pelo quarto.

-Cala a boca.- sai batendo a porta.


Notas Finais


Todo e qualquer detalhe sexual foi tirado de pesquisar via Google, garanto que nunca fiz nada acima. Vontade não falta, mas nunca fiz.


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