História Emoções de uma docete - Capítulo 10


Escrita por: ~

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Categorias Amor Doce
Tags Amor Doce, Romance
Exibições 2
Palavras 1.618
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Romance e Novela

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Me desculpem!!!! Atrasei dnv... É pq eu tava em semana de provas e n tive tempo de atualizar aqui...

Capítulo 10 - Esther


Começo de um novo ano letivo pós-férias. Apesar de terem sido boas férias (exceto pelo incidente da praia), senti falta de Sweet Amoris. A primeira coisa que fiz foi entrar para a aula de Faraize rapidamente, afinal, havia me esquecido de ativar o alarme e acordei atrasada. Por causa da falta de lugares, sentei-me sozinha no fundo poucos segundos antes de o professor chegar. Assim que o professor organizou o material e conseguiu o silêncio da turma, anunciou:

– Teremos dois novos alunos nesta turma. Espero que os recebam bem. – Faraize abriu a porta, revelando duas pessoas muito parecidas em tudo exceto na cor dos olhos e do cabelo. Enquanto um tinha cabelo preto e olhos azuis, o outro tinha cabelo azul e olhos rosa. Lentes...? – Estes aqui são Alexy – apontou para o de olhos azuis. – e Armin. – falou do outro.

Ri baixinho. Eu me lembrava dos dois. Eles haviam estudado comigo por um dia em minha antiga escola. Também sabia perfeitamente que Faraize os havia confundido.

– Hã... – começou o verdadeiro Alexy. – Na verdade, eu que sou Alexy.

– E eu Armin. – falou o de cabelo preto.

– Ah... – Faraize fez uma expressão confusa. – Desculpa.

Os dois riram.

– Tudo bem. – responderam os dois, sentando-se cada um em um lugar.

Por haver ainda poucos lugares vagos, Armin sentou-se em um lugar que eu sequer havia visto, ao lado de Iris. Alexy sentou do meu lado.

– Olá, Sr. Alexandre. Parece que desta vez funcionou, não acha? – imitei a voz de Delaney.

Depois de uma expressão um pouco confusa, ele sorriu e disse:

– Ahh... Lembrei de você! Esther, não é?

– Sim. Te conheci na aula de Delaney.

– Ah, eu lembro bem. Pelo amor de Deus, que mulher chata! Pelo menos esse professor parece bem menos rigoroso.

– Faraize. Pode acreditar.

Depois de mais algum tempo para todos se silenciarem de novo, o professor retomou a fala:

– Para começar a aula de hoje, vou fazer um pedido de ajuda. A escola precisa de uma maneira de recolher fundos para um evento.

– Que evento? – interrogou Peggy.

– É uma surpresa.

– Mas...

– Que tal um show? – interrompi, poupando Faraize de dar uma patada nela. – Não sei, alguns alunos tocam, não é? Talvez, se eles quiserem ajudar...

Pude ver que Faraize avaliava seriamente a proposta.

– Acho que sim. Vou ver com a Sra. Shermansky. Mais sugestões?

O silêncio foi sua resposta.

– Pois bem. Logo que puder, levarei a ideia à diretoria.

Rapidamente voltou a dar uma aula normal de história. Assim que acabou, os alunos dispararam para fora, conversando alto. Fui atrás de Lysandre, querendo a opinião dele.

– Lysandre! Achei você! – falei ao achá-lo escrevendo no bloco de notas distraidamente.

– Ah, Esther! – ele fechou o bloco de notas antes que eu pudesse olhar o que tinha lá. – Gostei muito da ideia da banda.

– Oi! – sentei ao lado dele no banco. – Obrigada. Mas eu sinceramente não sei quem poderia tocar.

Ele pareceu se divertir com meu comentário, o que me confundiu.

– Qual é a graça?

– Você não sabia que eu e o Castiel temos uma banda?

– É sério?!

– Por que eu mentiria?

– Tem razão... – olhando em seus olhos, perguntei: – E vocês podem tocar?

Seu sorriso falhou um pouco.

– Por mim, sim. Mas não sei o que Castiel dirá.

– Ah, é. Tem esse detalhe...

– O que eu vou dizer sobre o quê?

– AH! – gritei, virando para Castiel, que ria da minha reação por trás do banco. – Socorro! Quer me matar de susto?!

Depois vi que Lysandre também ria.

– Ah... – fiquei um pouco desconcertada. – Queríamos saber se você e o Lysandre poderiam tocar no show.

– Pode ser. Mas precisamos de mais pessoas. Um cantor, um baterista e um guitarrista. Se você arranjar essas pessoas, você vai ter esse show.

– Obrigada! – agradeci, dando um abraço coletivo nele e no Lysandre. – Vou procurar!

Levantei-me e entrei na sala de aula A, onde encontrei Iris lendo um livro.

– Olá, Iris!

– Ah, oi! De onde você tirou aquela ideia da banda? Eu adorei!

– Na verdade, não sei... Simplesmente veio à mente. Por falar no show... Você por acaso saberia tocar guitarra ou bateria?

– Guitarra. Meu irmão me ensinou.

– Sério? Legal! Você acha que pode tocar no show?

– Acho que sim.

– Obrigada, Iris! Eu tenho que ir, estou procurando um baterista e um cantor!

– Certo! Tchau!

– Tchau!

Saí da sala um pouco perdida em pensamentos e acabei esbarrando de frente em alguém. Olhei para a gravata azul e a blusa branca na minha frente e soube quem era.

– Nathaniel! Desculpe-me!

Abaixei-me para pegar seu material caído e entreguei-o.

– Obrigado. – sorriu.

– Por nada! – em seguida, um silêncio desconfortável. Decidi quebrá-lo: – Ei, Nathaniel, você toca alguma coisa?

– Na verdade, não... Mas eu aprendo rápido. Precisa de alguém para tocar no show?

– Sim... Um baterista.

– Ah, acho que posso.

– Ótimo. Não vou pedir pra mais ninguém.

– Certo.

Despedi-me dele e fui atrás do cantor. Passando ao lado da sala de aula B, escutei uma voz melodiosa cantando. Não me recordava de já tê-la escutado. Era uma música calma, uma letra romântica. Era um canto baixo, mas pude escutar. Às vezes, parava e cantava de novo o mesmo trecho trocando a letra. Entrei na sala e deparei-me com Lysandre no fundo da sala, escrevendo em seu bloco de notas.

– Lysandre?! – exclamei. – Era você...?

Ele olhou para mim como se tivesse levado um susto e parou de cantar. Recompôs-se e indicou para que eu entrasse. Obedeci-o, fechando a porta atrás de mim e sentando ao lado dele.

– Meu Deus! Você canta muito bem!

– Obrigado...

– Você é o vocalista da banda, certo?

– Sim. Castiel é o guitarrista.

– Ah... Eu já ia te recrutar para cantar também. Já tenho uma guitarrista e um baterista, mas não achei ninguém para cantar.

– Por que você não canta?

– E-Eu?! Eu não sei cantar!

– Já tentou?

Depois de uma breve reflexão, balancei a cabeça em negação.

– Vamos, tente. Só uma música para que eu escute.

Assenti, sentindo-me emudecer de vergonha. Depois de um breve momento escolhendo a música, cantei uma música que sempre me remetia a ele por algum motivo:

 

“Hey, angel
Do you know the reasons why
We look up to the sky?
Hey, angel
Do you look at us and laugh
When we hold on to the past?
Hey, angel

Oh, I wish I could be more like you
Do you wish you could be more like me?
Oh, I wish I could be more like you
Do you wish you could be more like me?

Hey, angel
Tell me, do you ever try
To come to the other side?
Hey, angel
Tell me, do you ever cry
When we waste away our lives?

Oh, I wish I could be more like you
Do you wish you could be more like me?
Oh, I wish I could be more like you
Oh, I wish I could me more, I could be more, I could be more

Yeah, I see you at the bar, at the edge of my bed
Backseat of my car, in the back of my head
I come alive when I hear your voice
It's a beautiful sound, it's a beautiful noise
Yeah, I see you at the bar, at the edge of my bed
Backseat of my car, in the back of my head
I come alive when I hear your voice
It's a beautiful sound, it's a beautiful noise

Hey, angel
Hey, angel
Do you look up to the sky?
Do you look up to the sky?

Oh, I wish I could be more like you
Do you wish you could be more like me?
Oh, I wish I could be more like you
Do you wish you could be more like me?

Hey, angel
Hey, angel”

 

Olhei para ele, como que pedindo o diagnóstico. Ele parecia maravilhado.

– Como você nunca cantou antes? Sua voz é muito bonita! Acho que você não deve se preocupar mais com um cantor. Você é perfeita para esse serviço!

– Obrigada... – senti minhas bochechas queimarem diante do elogio.

Ele olhou para o relógio, que indicava que a próxima aula deveria começar em breve.

– Vamos?

– Sim.

Saímos juntos da sala, conversando distraidamente no corredor até quase tropeçarmos na Ambre e... Outro cara que eu nunca vi na minha vida, que a beijava. Timidamente, pedi ao Lysandre para sairmos dali. Ele assentiu e seguiu para o grêmio. No entanto, assim que tentei segui-lo, uma mão me segurou pelo braço e me levou até a sala de aula A. Assim que vi seu rosto, vi que era o rapaz que estava beijando a Ambre há pouco. Soltei meu braço e me afastei dele com um pulo.

– Quem é você e o que quer comigo?!

– Você não lembra de mim, Esther?

Olhei em seu rosto. Cabelo castanho bagunçado, olhos verdes. Uns doze centímetros mais alto que eu. Roupa militar, braços fortes. Balancei a cabeça em negativa.

– Kentin. Eu estudei com você por um tempo e fui para a escola militar e voltei.

– Ken?!

– Não me chame assim. Meu nome é Kentin.

– Tudo bem... Mas... Por que você beijou a Ambre?!

– Vingança.

– Ah...

Ouvi o toque. Droga, eu ia me atrasar.

– Desculpa, mas preciso mesmo ir. Tchau!

Corri para a sala do primeiro piso sem esperar uma resposta. Cheguei pouco antes do professor. Lys me olhou com uma expressão de dúvida e gesticulei: depois eu explico. Ele assentiu e eu sentei ao lado de Melody. Logo depois da aula, encontrei Lysandre no pátio.

– O que aconteceu? Eu fui para o grêmio e você sumiu!

– Kentin me arrastou para a sala de aula A. Para que eu soubesse que ele estava de volta.

– Ah...

– Esther Maria! – chamou meu pai. – Venha! Estou te esperando!

– Ops! – levantei, levando comigo meu caderno. – Tchau, Lys! – falei.

Acabei passando o resto do dia planejando o tal do show.


Notas Finais




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