História Emotions - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Gravity Falls
Personagens Bill Cipher, Dipper Pines, Gideon Gleeful, Mabel Pines, Personagens Originais, Stanford "Ford" Pines
Tags Billdip, Bipper, Depressão, Reverse Bill, Reverse Billdip, Reverse Bipper, Reverse Dipper, Reverse Pines, Will Cipher, Willdip, Wipper
Exibições 69
Palavras 657
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishounen, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Boa leitura e desculpa qualquer erro <3

Capítulo 2 - Posso dormir com você?


WILL

 

Coisas acontecem, ás vezes sem motivo, outras vezes sem planejamento.

 

 

Uma pessoa me disse que esses “imprevistos” também pode ser nomeado de destino.

 

 

O que eu sei sobre ele até agora? Fato um: Seu nome é Dipper. Fato dois: Ele dominou por completo minha cama e aparenta que não vai cede-la tão cedo para minha pessoa. Fato três: Não faço ideia do que fazer com ele. E, por último e o pior de todos, quarto fato: Dipper parece ter alguma espécie de amnésia, a qual eu rezo que seja temporária.

 

 

Suspiro derrotado, me levantando da cadeira e mais uma vez meu olhar insiste em se focar no pequeno corpo espalhado de forma preguiçosa sobre minha cama.

 

 

Esse moreno de olhos claros é realmente muito bonito, e chamativo de certa forma, afinal, não se é todo dia que se conhece uma pessoa de personalidade tão... inexpressiva.

 

 

Ele vez ou outra abre um dos olhos, parecendo me procurar, mas agora já não faz mais, talvez tenha dormido.

 

Outro suspiro escapa de meus lábios, ele me faz lembrar uma criança, coisa que, de certa forma, ainda mexe um pouco comigo... Mesmo que nossas idades não sejam tão diferentes... tenho 26.

 

 

Olho, pela última vez, ele antes de me retirar do aposento, encosto-me na porta, reunindo coragem.

 

 

Ora, sempre fui um covarde.

 

 

Eu não me mudei após aquilo, e não pretendo, tenho medo de esquecer... a culpa é minha, devo conviver.

 

 

Minha casa possui dois andares, faz anos que não subo essas escadas...

 

 

Uma hora isso iria vir a acontecer, certo?

 

 

A cada degrau meus olhos ardem mais, sinto um aperto  no estomago assim que começo a ter o deslumbre dos lençóis.

 

 

Lençóis esses quais cobrem os moveis e estão cinzas devido a poeira.

 

 

Sigo em frente, ignorando as portas trancadas e o cheiro de mofo, eu apenas preciso chegar ao quarto de hóspedes, contudo, meu corpo paralisa em frente a porta pintada, antes de rosa, e agora desbotada, as lagrimas contidas deslizam sem aviso pela minha face.

 

 

Minha mão, já se encontra na maçaneta, pronta para abrir, porém, devido ao fato da mesma estar trancada, pude me afastar, agora respirando muito mais pesado, junto a essas malditas lagrimas insistentes.

 

 

Respiro fundo, fungando em seguida e seguindo para meu objetivo anterior, limpando meu rosto molhado com a longa manga do suéter.

 

 

Por fim, cheguei na única porta não trancada, adentrando o quarto de hospedes, nem me atrevi a olhar em volta, tenho consciência dos porta-retratos abaixados, ou virados para a parede.

 

 

Eu só quero... dormir uma noite em paz...

 

 

Deito na cama e assim que fecho os olhos, adormeço.

 

 

 

 

 

 

 

 

Acordo assustado, olhando ao redor, focando meus olhos imediatamente em duas bolas brilhantes e azuis, as quais me acalmaram quase que imediatamente...

 

 

--Quem... –Começo, todavia, logo tomo consciência de que conheço apenas uma pessoa com esse tipo de olhos.- Dipper? O que faz aqui?

 

 

Está escuro e não consigo vê-lo muito bem, ainda assim, consigo afirmar que o mesmo continua com as bandagens na cabeça e em seu rosto carrega a típica inexpressão.

 

 

--Posso dormir com você?

 

 

A pergunta do menor, feita de forma tão inocente foi um golpe baixo.

 

 

 

Tanto que, nem perguntei o por que dele desejar tal coisa, apenas dei espaço, sentindo o colchão afundar ao meu lado.

 

 

Eu sei que isso é estranho, deveríamos estar em um hospital, eu na cadeia e ele voltando para os braços de sua família, mas... eu... Isso é deveras estranho...

 

 

 

--Me abrace. –Não sei se devo considerar isso como um pedido, pois não foi exatamente o que pareceu.

 

 

Como ele consegue dizer essas coisas na cara de pau? Sendo que, meu rosto já se encontra quente?

 

 

Ainda envergonhado e sentindo seu olhar, tão inexpressivo quanto sua voz, sobre mim rodeei seu corpo o trazendo para mais perto, seus fios castanhos possuíam um leve e quase imperceptível cheiro de pinheiros...

 

 

Após tantos anos, aquela fora a primeira noite qual não tive pesadelos.


Notas Finais


Espero que estejam gostando... hehe, desculpa pela demora e tals...


Kkkkkk, bem, é isso.

Por favor, digam-me o que estão achando, sim? Obgg!!

Kisses <3


Ps: Yep, ainda terá capitulo narrado Dip, o que será que se passa naquela cabecinha?


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