História Empire of Blood - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Deadpool, Homem-Aranha
Personagens Peter Parker, Wade Willson (Deadpool)
Tags Heróis, Marvel, Spideypool
Visualizações 124
Palavras 1.066
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Crossover, Escolar, Lemon, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi!
Eu sou nova nisso, então perdoem meus erros. Penso eu que as fanfics são um modo de aprimorar nossa escrita e dividir histórias que sempre pensamos antes de cairmos no sono com pessoas que gostem do mesmo tema. Então apreciem.
Muito obrigada pela confiança de ter clicado aqui.

XOXO

Capítulo 1 - Wade X Peter


POV WW (Wonder Woman? Não, Wade Wilson mesmo).

 

Meu corpo está em chamas. Estou entorpecido e não sinto o fogo queimando-me. Uma lança está cravada em meu peito me tornando de vez um churrasquinho humano. O cheiro da pele se queimando é insuportável. Então sinto aos poucos os tecidos musculares se desfazendo e mais sangue jorrando. Grito uma última vez antes de um ser sobrenatural surgir. Era a Morte, definitivamente e ela estava aqui em meu encalço. Um belíssimo esqueleto de movimentos graciosos coberto por um pano preto qualquer. Ela tomou meu rosto (ou o que sobro dele) em suas mãos de ossada.

-Wade, eu vim te observando.

Tentei falar algo, mas meus lábios haviam se descolado ao que me parecia.

-Eu cobicei estar do seu lado, mas não desse jeito. É uma injustiça o que fizeram a você. Fora que nosso amor traria a ira de seres poderosos que dominam o universo que existimos.

Assenti tentando compreender algo, mas crânios não possuem feições, somente crateras negras profundas me encarando.

-Ame alguém como um dia eu te amei, viva como se fosse sempre o último dia e... Sinta! Pois agora eu lhe concedo a imortalidade.

Cada célula do meu corpo pareceu se desmaterializar e eu me vi virando pó.

Pulei da cama aos berros como toda manhã. O mesmo sonho todos os dias. Como uma penitência a ser paga pela imortalidade. O relógio de LED lançava no teto de meu quarto o horário. 5:55. Provavelmente acordei esse horário devido a circunstâncias normais, mas penso eu que a autora da fic está ouvindo Arctic Monkeys até demais. Desativei o alarme antes que ele viesse encher o saco. Depois do banho, envolvi meu corpo no roupão e encarei-me no espelho. Existia um ditado que dizia: do pó vim e ao pó retornarei. Eu fui moldado pelas mãos de um desenhista que inseriu uma história dramática e uma personalidade esquizofrênica. Agora me tornei personagem de uma fanfic onde meu primeiro ato é ser um espeto de churrasco e virar puro pó. Tudo para depois a Morte me moldar novamente e livrar-me de qualquer cicatriz daquele acidente. No entanto, eu não queria esquecer. Eu pedi a Morte, supliquei como um masoquista faria.

-Marque-me, por favor. Eu não quero esquecer o que eles fizeram comigo. – ressaltei com ódio a palavra “eles”.

-Oh, Wade. – a voz com um tom tristonho era estranha vindo de um esqueleto ambulante. – Por quê?

-Uma motivação para a minha vingança.

Arranquei o roupão e apreciei as finas e esbranquiçadas cicatrizes que percorriam todo meu corpo até a minha face.

[Você é um baita idiota! Ela te concedeu um corpo de modelo e tu faz essa merda de “ai! Me marque!]

{Nós estamos aqui por algum motivo, com certeza é por que ele é um idiota}

Hoje eu não vou ceder a vocês. Eu vou ficar são.

[Pelo o menos a vingança você teve]

{Olhe suas mãos, Wade!}

Sangue escorria pelas minhas mãos. Não! Hoje não. Liguei a torneira para lavá-las, mas era uma torrente vermelha interminável.

[Isso nunca vai sair]

{Está na sua alma}

Tomei uma respiração profunda que se esvaiu assim que um grito rasgou meu peito e o silêncio da manhã.

 

POV PP (Peter Parker, não Pinto Pequeno, sua mente poluída)

-Senhor, Parker. – a voz eletrônica me chamou.

-Mais cinco minutos, Jarvis.

Senti a cama se movendo para a vertical e o estrondo do meu corpo no chão provocou um eco pela mansão.

-Falta 1 hora para você ir para a escola, senhor Parker.

-Peter. Só me chama de Peter, ok?

Esfreguei os olhos. Eu ainda estava desacreditado de como as coisas haviam mudado desde que sai da casa de Tia May para um “estágio”. O senhor Stark me mantinha perto ultimamente. Afinal, eu era uma das únicas coisas que sobraram em meio aquela Guerra. Quando ele pediu para que eu me mudasse para uma de suas várias mansões, eu hesitei, mas Stark não costumava ouvir “não” com muita facilidade.

O banho quente estava tão bom, mas Jarvis trocou a temperatura para gelada quando percebeu o meu embaçe para sair.

-Droga, cara! Até aqui?

-O senhor Stark ás vezes ficava de ressaca e dormia no banho. Então me deu permissão para mexer no chuveiro caso ele demorasse demais. – explicou Jarvis.

-Bem, preciso mudar essa configuração.

A blusa azul marinho com um enorme desenho de átomo abraçou meu corpo como uma velha conhecida assim como a calça jeans surrada. Ajeitei meus cabelos em um topete e coloquei os óculos. Afinal de contas, apesar dos grandes poderes que ganhei havia a grande responsabilidade de não andar por aí parecendo um milagre ambulante. Primeiro os óculos sumiriam, depois eu socaria Flash Thompson e de repente estava escalando paredes gritando “Oi, pessoal! Eu sou o Homem-Aranha”. Não, eu preciso ocultar o máximo que posso.

Dedinho de manteiga (um robô desastrado e com mãozinhas minuciosas) surgiu com um moletom azul em mãos.

-Devo aconselhar que está frio lá fora e seria muito bom que levasse um agasalho. – O conselho mais pareceu uma ordem de Jarvis.

-Obrigado, Tia May.

-Perdão?

Antes que eu conseguisse a proeza de ofender um robô sentimentalmente, voei pela porta de entrada. Happy me cumprimentou com o mesmo tom monótono de sempre antes de me levar a escola. Amarrei os tênis dentro do carro enquanto ia me atualizando das notícias pelo meu smartphone. A notícia destaque do Clarim Diário (graças a Odin não trabalho mais lá) tinha escrito em letras garrafais: “A mais nova doença de NY”. Aparentemente depois de perder as magníficas selfies que eu fazia do Homem-Aranha, J.J precisou procurar outro alguém para culpar pelo fato de NY ser... NY? No entanto ao ler as letras miúdas percebi que isso estava mais para a fronteira dos Estados Unidos onde sicários eram pagos para matar pessoas. Mercenários aqui pela cidade? Qualquer um pode ter um alvo pintando no meio das costas, seja um cara mau até um inocente, vítima de qualquer sentimento mesquinho alheio. Seria bom estudar isso mais a fundo. Acionei o Jarvis à distância no meu celular e pedi para que fizesse uma pesquisa detalhada sobre esse assunto. O amigo da vizinhança tinha mais um caso a ser resolvido.

Pedi para que Happy me deixasse uma quadra antes da escola para eu não chamar atenção indevida por estar descendo do carro do ano. E lá vamos nós para o terceiro ano do ensino médio! 


Notas Finais


Obrigada por ter chegado ao fim desse capítulo! Espero que vocês tenham gostado.

XOXO


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