História Empty - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens Kai
Visualizações 20
Palavras 629
Terminada Sim
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Drama (Tragédia)

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Eu literalmente não escrevi isso na intenção de ser bom, eu escrevi isso como um reflexo de como eu me sinto: covarde, incapaz, no fundo do poço. Eu não tenho esperanças que alguém goste KJKJKK eu só quis escrever, talvez isso me fizesse me sentir melhor. Enos.

Capítulo 1 - Sorry


 

" Vocês gostariam de ver a carta de vinhos?"
Jongin escutava a voz do metre sem realmente prestar atenção as palavras, como se nenhuma delas fizesse sentido.
Seguindo o gesto de Kyungsoo, ele assentiu, com um sorriso.
Enquanto o pequeno falava apaixonadamente sobre vinhos com o funcionário, o moreno fingia prestar atenção, sorrindo para ele, encarando o papel mesmo que as letras parecessem dançar sobre ele.


Mesmo que seu pensamento estivesse longe; seu corpo, se mantinha ali, dobrando um coração com o guardanapo, apenas para que pudesse ver aquele sorriso que ele estampava no rosto sempre que recebia algum carinho. Sim, ele ainda gostava de vê-lo sorrir, ainda o achava lindo, com mesmo rosto pelo qual havia se apaixonado anos atrás.
Em que momento ele havia perdido tudo?
O calor que ele deveria ainda sentir ao vê-lo, agora era só um vazio, cada vez maior.
Mesmo assim, ele o olhava com tanto amor... quase doía que não pudesse lhe olhar da mesma forma.


Em algum momento, o Kim fixou seu olhar quase involuntariamente em um garoto numa mesa próxima, ele era bonito, e a forma como ele parecia alegre e descontraído fez Jongin se perguntar se ele poderia ser assim um dia. Livre. Como num transe, ele permaneceu a observá-lo por alguns minutos; a beleza, as roupas, a bebida que ele tomava...
Jongin voltou a fingir interesse quando Kyungsoo chamou sua atenção, agindo como uma criança, fazendo aegyo enquanto o fazia provar seu prato; com um sorriso, o moreno provou a comida, fazendo o mesmo com ele em seguida.
Assim como respirar, fingir ser feliz, era automático, os sorrisos que dava à ele, as conversas...absolutamente tudo.
Jongin tinha tantos sonhos... em que momento ele havia perdido tudo? Quando havia se tornado incapaz de sentir amor por Kyungsoo?
Tudo que sentia, era a angústia de não saber a que lugar pertencia, ou aonde deveria ir.
Mas haviam... raízes dentro do homem, coisas com as quais estava acostumado e que não conseguia se desfazer, que o prendiam.
Como poderia deixar Kyungsoo? Ele não tinha a menor culpa... não, ele era maravilhoso e amável, e não era sua culpa que o Kim estivesse morrendo por dentro.
Depressão era como um rio de lodo, deixando todos os seus membros pesados, e Jongin não achava que ainda valia a pena tentar nadar.
Mas ele não se permitiria parar. Kyungsoo não merecia sentir sua tristeza, não, ele o amava, ele esperava que Jongin o amasse também, e Jongin nunca o decepcionaria.

Ele bebeu a taça de vinho num só gole, antes de se levantar, para pagar a conta.
Enquanto o outro foi ao banheiro e Jongin esperava na pequena fiia, ele retirou o anel de noivado do bolso, e ficou o observando...
Estava em seu bolso há dias... o brilho dele, lhe fazia lembrar Kyungsoo. Seu sorriso, seus olhos... ambos brilhantes.

Ele surgiu, andando em sua direção com o olhar doce de sempre, e Jongin fechou os olhos por um segundo, respirando fundo enquanto tocava o rosto dele, a sensação de choro tão próxima que ele podia sentir suas narinas se contraírem. Ele os abriu novamente quando ele riu, e segurou sua mão.
Sim, Jongin não tinha mais esperanças, mas ele preferia viver uma vida infeliz ao lado dele. Mesmo que não o amasse mais, mesmo que não fosse capaz de ser feliz, mesmo que doesse, ele queria o ver feliz, sempre.
Ele tirou novamente o anel do bolso, segurando a mão dele.
"Do Kyungsoo, você quer se casar comigo?" Ele não esperou a resposta óbvia para colocar o anel em seu dedo, sendo abraçado em meio a sorrisos e lágrimas, ele sentia o vazio aumentar dentro de si, cada vez maior. O que mais doía, era que vê-lo chorar, não lhe fazia sentir nada.



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